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2023/09/27

Folheto da SIS Sachs Lotus 80 SA


A esmagadora maioria de motorizadas fabricadas (e também vendidas) em Portugal estavam equipadas com motores de 50 cc, o que se justificava devido a factores legais (a relativa facilidade na obtenção de uma licença de condução).
Mas houve várias marcas que se aventuraram noutras cilindradas. Sem contarmos com a AJP; a Vilar e a Anfesa foram quem maior amplitude de cilindradas teve, seguindo-se a Casal, a EFS, a Forvel, a Macal e a SIS Sachs.

Esta última fabricou uma versão da SIS Sachs Lotus, com motor Sachs de 79,8 cc, a dois tempos. Este tinha uma potência de 8,5 cv, às 6000 rpm e 5 velocidades.
A SIS Sachs Lotus 80 SA estava equipada com jantes especiais (roda de 17''), dois discos de travão na roda dianteira e carenagem com farol embutido.
O folheto que divulgamos é datado de Agosto de 1988.

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2021/08/01

Moto Casal RZ 125 - Exposição Bicicleta Motorizada (4/4)


E para começar bem o mês de Agosto no Rodas de Viriato divulgamos o último grupo de fotografias da moto Casal RZ 125 que esteve na Exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda.

Começamos por destacar os travões de disco, fabricados pela Grimeca, existentes nas duas rodas. Este tipo de equipamento era o desejado na época e o que correspondia aos gostos do momento.

O metal do disco era perfurados com círculos, que estavam feitos de forma ordenada, de modo a permitir um melhor arrefecimento do metal quando eram usados, e sem lhes retirar integridade estrutural.

Na frente a suspensão da forqueta era da marca Marzocchi. Esta marca também foi escolhida para equipar outras motos portuguesas da Anfesa e da AJP. 

Olhando para o guiador podemos ver um mini-depósito de óleo mineral da Magura ao lado de um punho vermelho, que combinava com outros elementos na mesma cor existentes na Casal RZ 125. 

O motor Casal de 125 cc tinha refrigeração líquida, pelo que na frente do quadro era possível ver um pequeno radiador onde este líquido era arrefecido graças à passagem do ar.

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2020/04/18

Moto Anfesa RV 250 de João Duarte (1/3)


Há uns anos falámos de uma moto Anfesa RV 250 usada em competição na prova de Portalegre, entretanto tivemos a oportunidade de ver e fotografar uma moto destas ao vivo e aqui ficam as fotografias.

Começamos por agradecer a João Duarte, da Auto Rainha D. Leonor, L.da, a disponibilidade por nos receber e mostrar este exemplar da sua colecção de motos antigas.

É uma Anfesa RV250, com motor Rotax de 250 cc, como se pode ver na imagem anterior.

Esta moto é uma das várias com motores de 250 cc que a indústria nacional produziu ao longo dos anos, juntamente com a Casal K 280; a FNB - Super Vilar e as AJP PR5 com motores de 250 cc.

As motos Anfesa caracterizavam-se por serem feitas com qualidade, procurando usar o melhor material que estava disponível no mercado.

A refrigeração do motor era feita com recurso a radiadores, que estavam ocultos por dentro dos plástico laterais, situados por baixo do guiador da moto, Na imagem anterior vemos um deles.

Sendo uma moto de competição para o fora de estrada, estava equipada com pneus de piso cardado, de modo a garantir uma boa aderência em terra, cascalho, areia e lama. No pneu da frente vemos que os quadrados do piso se estendem quase até ao aro de metal.

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2019/09/04

Autocolante antigo 5.ª Baja Internacional Philips 1000


Continuando a divulgar autocolantes antigos das provas de competição organizadas pelo Clube Aventura, mostramos o autocolante da 5.ª Baja Internacional Philips 1000, que se realizou em 1992. Este objecto de colecção remete-nos para o período áureo da competição fora de estrada em Portugal, iniciado em finais de anos 80, onde jipes UMM davam nas vistas e marcas como a Anfesa e a AJP já tinham mostrado que os seus produtos eram de qualidade.

Nele podemos ver a linha gráfica seguida pelo Clube Aventura, em que cores fortes e planas, impressas sobre um fundo branco, nos sugerem paisagens e natureza.

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2019/04/21

Moto FNB - Super Vilar com motor Villiers 250 cc


O mundo dos veículos fabricados em Portugal é gigantesco e no Rodas de Viriato gostamos de divulgar as novidades que vão surgindo e, sempre que possível, tentamos acrescentar algo ao que já se sabe sobre o assunto.

O caso da moto F.N.B. Super Vilar que hoje divulgamos é um bom exemplo disso.
Para além de ser um modelo desconhecido de quem está dentro do assunto, obriga-nos a reescrever a história das motos portuguesas.
Por um lado é mais outra moto nacional com 250 cc, juntando-se assim a modelos como a AJP PR5 250, a Anfesa RT 250 ou a Casal K 280.

Por outro lado, mostra que a gama de motos com mais de 50 cc que a a Vilar fabricou é bem maior e alargada do que se poderia pensar, não se limitando às Vilar com 98 cc e às Vilar com 125 cc.
A existência desta moto do ano de 1959 também comprova que a Vilar, da Vilarinho e Moura Lda, foi fabricando motos ao longo de toda a década de 50 do século passado.

No que respeita ao motor 250 cc desta FNB - Super Vilar, é da marca Villiers, modelo 950A 2T, com 4 velocidades, tendo duas saídas, duas velas e dois cilindros.

Na chapa da testa do quadro desta moto vemos que ela foi produzida pela Vilar e que é o modelo Y.
Em relação ao seu estado, é o que podemos ver nas fotografias, aguardando-se a descoberta de mais informações sobre este modelo, de modo a que possa ser restaurada.
Quem tiver outra moto Vilar como esta, ou que possa acrescentar mais alguma informação, por favor deixe comentário.

Agradecemos a António Pereira por mais esta colaboração e envio de fotos / informações.

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2019/01/06

Moto Marsan com motor Sachs 100 cc de 1950


Muitas pessoas acham que a indústria portuguesa de veículos a motor com duas rodas, só usou motores com 50 cc, mas estão muito enganadas. Não só fabricaram muitos modelos de motos usando motores de 100 cc e de 125 cc; como até de cilindradas superiores, alguns dos quais de fabrico nacional.

Já aqui divulgamos alguns exemplos, como as Dover com motor Sachs de 100 cc; a Vilar com motor de 125 cc da Villiers, como a Casal K 272 com motor Casal de 150 cc, como as Anfesa RX 175 com motor de 175 cc; para já não falar das cilindradas superiores que a marca AJP usa nas motos que produz nos dias de hoje.

Nas imagens vemos uma moto Marsan, marca referida no livro da autoria Pedro Pinto como sendo da empresa Sanches e Martins, Lda., de Cantanhede. Esta moto tem um motor Sachs de 100 cc e aparentemente é do ano de 1950.

Esta moto Marsan está há muitas décadas na família de Francisco Castanha, que foi um dos fundadores do  Clube Português das Motos Antigas (e a quem agradecemos o envio das fotos).

Tudo leva a crer que o depósito, o comando das luzes, o escape e o farolim não são iguais aos originais e não está a ser fácil encontrar fotos ou informações de como seriam, pelo que quem tiver informações / peças, por favor deixe comentário.

É ainda necessário perceber qual era a cor ou combinação de cores originais que esta Marsan tinha.
Um exemplar destes bem que merece ser recuperado de modo a poder mostrar como foi o passado da nossa indústria.

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2017/02/05

Vídeo institucional da AJP Motos (2015)


Estávamos no final de 2015 quando foi publicado este vídeo institucional sobre a AJP no canal de vídeos da AJP Motos no Youtube.
Nele podemos ver de forma resumida como é que a marca chegou onde chegou, desde os primeiros tempos até à data em que começou a ser projectada a nova AJP PR7. Isto sem esquecer a AJP Ariana e as AJP Galp 50.
O caminho pode ter sido sinuoso, mas tal como numa AJP, ele faz-se sem dificuldades de maior!

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2016/12/18

Moto AJP PR7 na revista Moto Jornal n.º 1397


A revista Moto Jornal n.º 1397 de 7 de Dezembro de 2016 já está nas bancas e nela podem ler o artigo publicado sobre a moto AJP PR7 fabricada em Portugal e que tem destaque em metade da capa da revista, com o título "Made in Portugal - AJP PR7 Aventureira".
A AJP é a única empresa fabricante de motos em série em Portugal, fundada por António Pinto, tendo começado por usar motores da Casal e após o sucumbir da indústria nacional de veículos de 2 rodas com motor, soube adaptar-se e evoluir de forma sólida e produzindo motos de forma inovadora e com qualidade.
No total são 7 páginas sobre a AJP PR7, repartidos entre o contacto com a nova moto AJP de 650 cc; a ficha técnica da moto; uma pequena entrevista a António Pinto; dois pequenos artigos sobre a utilização de protótipos da AJP PR7 em contexto de competição e de fora de estrada nos Pirenéus e a referência à exportação desta moto portuguesa para o Japão.
Enquanto não conseguem comprar uma AJP PR7 podem adquirir a revista e matar algum do tempo enquanto esperam.

(revista adquirida pelo editor do blogue Rodas de Viriato)

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2016/02/13

Moto Vilar com motor Villiers de 98 cc


Neste blogue temos mostrado várias das motos de fabrico nacional. As que são mais conhecidas, são as 125 cc da marca Casal; mas da Macal, à EFS, passando pela Forvel, pela Anfesa, e mais recentemente pela AJP, são mais que muitas as motos de fabrico nacional.

Uma cilindrada que muitos desconhecem ter sido usada, é a dos 98 cc. Pois a marca Vilar teve vários modelos com esta motorização e aqui mostramos mais um da inglesa Villiers.

Este exemplar tem um quadro diferente dos que costumamos ver nas Vilar com 98 cc, tendo algumas semelhanças com o da Vilar Seta Pop.

E ao contrário de outras motos Vilar, tem amortecedores na parte de trás. Será que foi alguma transformação que teve ao longo da sua vida? Ou é só mais uma prova da capacidade técnica e produtiva da fábrica fundada por Ilídio Horácio Rodrigues Vilarinho e António Pinto de Moura?

Esta Vilar Villiers 98 é datada de 1952 e tem a documentação em ordem.

Esta moto está para venda (ver anúncio) e com um pouco de trabalho ficará bem numa colecção que que tenha critérios de qualidade.

Agradeço a Fernando Pereira pelo envio das fotografias.

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2016/01/25

Moto AJP PR3 125 Supermoto - Motoshow 2013


E revisitamos o Motoshow 2013 onde a AJP teve um espaço com exposição da sua gama de motos, feitas em Portugal.

A moto que mostramos é uma AJP PR 3 125 Supermoto, equipada com motor de 124 cc, com caixa de 5 velocidades.

E como tanto gostamos do que vemos, aqui deixamos alguns pormenores desta moto que pesa 100 kg e tem depósito com 7 litros de capacidade.

No passado o nome da AJP estava associado à GALP, os tempos são outros e agora vemos que a AJP recomenda óleos da italiana ENI.

O arranque pode ser feito por pedal ou por arranque eléctrico.
Esta moto AJP pode ser conduzida com carta de carro.

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2016/01/04

Moto de competição Casal Six Days com 125 cc


Participar numa prova de competição internacional é uma forma de se provar a qualidade do produto que se se fabrica / representa / vende e, ao mesmo tempo fazer-lhe publicidade.
Ainda há dias falávamos dos Portaro e UMM que foram ao ralie Paris Dakar, mas no mundo dos veículos de duas rodas com motor feitos em Portugal, também há vários casos de marcas que competiram junto das suas homólogas internacionais.
Uma das provas onde se pode mostrar o que se vale fora da estrada, é o I.S.D.E., abreviatura de International Six Days of Enduro (organizado pela F.I.M.). Esta prova começou em 1913, em Carlisle, no Reino Unido e manteve-se até à actualidade, ainda que sofrendo mudanças em relação aos moldes e localização.
A Casal foi uma das marcas nacionais que preparou uma moto de 125 cc para enduro / "fora de estrada" com o objectivo de participar nesta prova. A fotografia que acompanha este texto é relativa a esse exemplar, pelo que tem a denominação "Casal Six Days" no depósito de combustível. O escape sobressai nesta moto, pois foi colocado entre a zona do eixo da roda de trás e o selim, pelo que tem duas grelhas de protecção. Como seria de esperar os pneus têm piso cardado e a pintura em vermelho, preto e pormenores a amarelo ajudam a complementar o aspecto desportivo da moto.
Mais tarde, no ano de 1989, também a Macal participou nesta prova com uma Macal de 80 cc. Em 1999 a AJP também participou nesta prova de competição, onde com a sua AJP Galp 50 conseguiu o feito de ter sido a primeira moto com motor de 50 cc do mundo a terminar os seis dias de prova de Enduro.
Fotografia cedida por Ricardo Moreira do blogue da Famel (obrigado + uma vez!)

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2015/11/28

Moto AJP PR 3 MX Pro - Motoshow 2013


Esta moto AJP PR3 MX Pro esteve em exposição no espaço da marca portuguesa no Motoshow 2013, na FIL, em Lisboa.

É uma moto AJP com motor de 233 cm cúbicos, refrigerado a ar e a óleo e com 5 velocidades.

Tem 89 kg de peso e o depósito de combustível que está colocado por baixo do selim tem capacidade para 7 litros.

Está pintada de branco, com pormenores a preto, vermelho e cinzento.
Também esta moto tem pormenores personalizados com o emblema da AJP, como se pode ver na imagem anterior.

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2015/08/26

Moto AJP PR 3 Enduro - Motoshow 2013


E recuamos um pouco no tempo para relembrar quando a AJP esteve presente no Motoshow 2013 com um espaço próprio, cheio de motos "Made in Portugal" de várias cilindradas.

A que mostramos é a AJP PR3 Enduro, com motor de 125 cc de cilindrada, com 1 cilindro, a 4 tempos, com 2 válvulas e refrigeração a ar.

Na imagem anterior vemos uma chapa de protecção personalizada com as letras AJP colocada no quadro, junto ao motor que tem 9,3 Kw de potência (12,6 cv) às 8500 R.P.M.

Com tanta potência a sair do motor, são precisos uns bons travões para parar quando é preciso.
Na roda da frente o travão de disco tem 260 mm de diâmetro.

Os pneus que equipavam esta AJP PR3 Enduro são da Maxxis e têm piso tipo cardado.

A moto tem 100 kg de peso e o depósito situado por baixo do selim tem 7 litros de capacidade.

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