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2026/09/03

Motorizada Forvel Sintra - XVI Passeio de Motorizadas Vila de Frades


Os passeios de motorizadas antigas são uma forma de dinamizar muitas zonas do interior do país, tornando-se em eventos que mobilizam motociclistas e muitos espectadores, sejam eles familiares, moradores ou simples transeuntes que vêem passar o cortejo de motorizadas de outras épocas.

Nas imagens vemos uma motorizada Forvel Turismo Sintra, de 1980, fabricada em Cantanhede e que participou no XVI Passeio de Motorizadas Vila de Frades, que se realizou no dia 5 de Julho de 2026.

Para além do que referimos no início da publicação, os encontros de motorizadas antigas são também uma forma de vermos viaturas especiais, que de outra forma não aparecem em público e de se poder trocar informações relacionadas com este mundo.

Esta Forvel Sintra estava equipada com motor Zundapp de turbina e aparentava estar com a pintura original.

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2026/09/01

6.º Encontro de Veículos Militares Antigos do Algarve


O 6.º Encontro de Veículos Militares Antigos do Algarve 2026, está agendado para os dias 17 a 20 de Setembro, no Jardim Filipe Jonas, em Quarteira, no Algarve.

Na imagem anterior podemos ver o programa detalhado (clicando na foto, ela fica maior).
Quem sabe se neste encontro aparece alguma jipe UMM, ou outra viatura de fabrico português e que teve ligação ao mundo militar.

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2026/08/31

Folheto motorizada Diana Mini Cross com 2 velocidades


Qual é o melhor dia do ano para divorciar?
É o 31 de Agosto, porque a seguir entra Setembro (deve ler-se com entoação "se te lembro").
E assim terminamos o mês de Agosto com esta publicação onde podemos ver a motorizada Diana, modelo Mini Cross, com motor Casal de duas velocidades.

A questão inicial é só para fazer render o texto e dar mais algum interesse ao que é escrito, pois vivemos tempos em que algo que só é o que é, não tem interesse, mesmo que seja uma pedaço de património nacional, como é o caso deste folheto antigo. 

Como é sabido, as motorizadas Diana eram fabricadas pela Fausto de Carvalho, L.da, em Sangalhos, tendo uma filial em Santarém.

Deste folheto foram impressos 1000 exemplares, na Lito S. João, em São João da Madeira, não havendo qualquer referência sobre a data deste trabalho.

Tal como na publicação com o folheto motorizada Diana FC17-A com 4 ou 5 velocidades, também neste aparece o emblema da casal, que fornecia o motor de 2 velocidades que equipava esta motorizada de linhas bem agosteiras.

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2026/08/29

Pneu Condor antigo 21 x 2.75


A Inteligência Artificial diz que este é um pneu que apresenta sinais de uso ou desgaste com poeira / terra e pequenos resíduos de borracha na banda de rodagem... Parece o comum proprietário de uma motorizada antiga, que não consegue ver para além do óbvio e que dá uma desculpa sem fundamento para não ter uma motorizada restaurada com rigor.

Mas tal como a Inteligência Artificial só se limita a replicar o que é comum, nem todos podemos usar a massa cinzenta de forma autónoma e independente, limitando-nos a ser "só mais um".

Nas imagens vemos um pneu de marca Condor, fabricado pela CNP - Companhia Nacional de Pneus, tendo a medida 21 x 2.75 para motorizadas.

No caso deste pneu, ele é antigo, mas nunca foi usado, vendo-se ainda vestígios de pedaços de borracha que desaparecem a partir do momento em que o pneu começa a ser usado em estrada.

Tem um piso com tacos com configuração irregular,  para garantir mais aderência em diferentes tipos de piso.

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2026/08/19

Panfleto Mavico Morini 50 cc Modelo 1960 - Luxo


Há uma franja significativas de motorizadas fabricadas e comercializadas em Portugal que ainda não estão inventariadas em livros, sites, documentos académicos ou noutro tipo de suporte. O folheto que hoje divulgamos demonstra em parte isso mesmo.
É da Mavico Morini, de Manuel Vieira Condeça, que comercializava em Lisboa e no Porto as motorizadas Mavico e Fiorelli, equipadas com motores JLO; FBM; Sachs; Morini e Zundapp.

A motorizada Mavico-Morini 50cc que aparece na imagem é na verdade uma EFS RN 1956 Sport, que era vendida por 7.000$00, mas podia ser vendida com motor Zundapp por 8.000$00. 
Esta motorizada é descrita como tendo um porta-bagagens articulado e cromado; com rodas com medida 23 x 2,50 e com amortecedores traseiros especiais reforçados e de grande duração. 

Em relação ao motor italiano Morini que equipava a motorizada, tinha 3 velocidades; com kick starter; capaz de debitar 1,8 cv e com um carburador Dell'Orto.
O motor de marca Zundapp que podia ser montado na motorizada, era anunciado com sendo de competição.

O panfleto tem uma dobra ao alto, mas de forma não simétrica, o que o torna especial. Essa opção serve para separar diferentes tipos de informação.
Foi impresso na Lito Salles Lda, em Lisboa.

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2026/08/17

Motorizada Casal K 175 - Coleção Guido Marinho


Estar num pedestal ou exposto num ponto mais elevado é uma forma de dar destaque a uma peça especial, como esta motorizada Casal K 175 que faz parte do acervo do colecionador Guido Marinho, a quem agradecemos a disponibilidade com que nos recebeu e nos mostrou a sua colecção de motorizadas.

Nos próximos tempos iremos mostrar parte das motorizadas desta colecção, muitas das quais são raras e podem ajudar a esclarecer dúvidas ou aspectos que não se conseguem esclarecer com facilidade.
A Casal K175 é uma motorizada da qual há pouca informação disponível, o que faz com que muitas vezes apareçam com peças que não são originais. Na imagem anterior podemos ver dois selins diferentes, sendo o de cima original e aguarda por ser substituído pelo que está montado na motorizada.

O depósito de combustível das motorizadas Casal K175 seria em alumínio, mas há muitas que têm réplicas deste componente em fibra. Esta situação resulta do facto de ser difícil obter peças originais e de haver quem queira construir uma motorizada com um depósito com esta forma e assim resolve o problema com facilidade.

O guiador desta motorizada era de linhas marcadamente desportivas, tendo a forma de um "V" invertido. Na frente deste exemplar vemos um farol da marca Guia.

Este exemplar é do ano de 1978 e está pintado no tradicional vermelho, com elementos gráficos em branco e com o quadro pintado de cinzento.

Na frente vemos um pneu com piso desportivo, para velocidade.

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2026/08/15

Panfleto Fundador K 607.2 FOX


As chamadas motorizadas de quadro aberto foram largamente produzidas por diferentes marcas em Portugal. A Fundador também teve os seus modelos, como Fundador K 168 (irmã da Casal Boss) a Fundador K 607.4 Super e a Fundador K 607.2 / FOX que hoje divulgamos.

Este modelo estava equipado com motor Casal M 147, de duas velocidades, que permitia que a motorizada com 59 Kg atingisse a velocidade máxima de 55 km/h.

O exemplar que aparece neste folheto antigo tem um esquema de cores que dão nas vistas, onde o vermelho, o branco e o violeta aparecem alternadamente. Parte dos componentes mecânicos estão tapados com carenagens, onde foram aplicados vários autocolantes. Um deles refere-se ao arranque eléctrico do motor, o que era uma para muitos.
Falta referir que estava equipada com jantes especiais, de cor branca, fazendo contrastar o preto dos pneus.

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2026/08/13

Chapa de depósito de motorizada Alsil


Mais um testemunho do nosso passado, relacionado com as motorizadas fabricadas em Portugal.
Nas imagens vemos uma chapa de depósito de combustível de uma motorizada de marca Alsil, que eram vendidas na localidade de Seixo, em Pombal.
Para além das informações já referidas, na chapa também podemos ler "Qualidade Garantida" e o n.º de telefone da empresa.
Como elementos gráficos temos uma paisagem com um rio (?), onde há um farol no último plano e uma gaivota (?) em vôo. 

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2026/08/11

Catálogo de motorizadas Famel // Famel Super Sport


Tem linhas parecidas com as da Famel XF-17 Super, mas neste caso é uma Famel Super Sport e também ela consta no catálogo de motorizadas Famel que temos divulgado faseadamente.

Não sendo um modelo de linhas marcadamente desportivas, tinha como equipamento de série guarda-pernas à frente e o selim tinha a esponja modelada para acomodar duas pessoas. 
Nas fotos o modelo estava equipado com jantes de raios, mas podia ser vendida com jantes de duralumínio.

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2026/08/05

Motorizada Macal Astronauta - 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026


Os sinais da passagem do tempo eram evidentes nesta motorizada Macal Astronauta que esteve à venda na 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026, mas era uma boa base para um restauro de um modelo emblemático da marca Macal.

Nesta motorizada o selim destaca-se por ser de tamanho considerável, dando a ideia de que seria muito confortável, o que se traduziria em viagens cómodas e sem dores no corpo devido à postura de condução.

Este modelo concebido por Leonel de Sousa e fabricado no inícios dos anos 70, estava equipada com motor Casal e o quadro tinha pintura com cor amarela, uma das 3 cores que são referidas como sendo as originais (verde, amarelo e laranja).

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2026/08/03

Folheto motorizada Diana FC17-A com 4 ou 5 velocidades


Olheiro!
Na vida há coisas que idolatramos e outras que nos fazem idolatrar, ou adorar. Algumas até nos causam arrepios na espinha. São daquelas coisas pelas quais abdicávamos de uma das mãos, só para podermos ser assim ou para termos essa coisa. O melhor é que quando analisamos a questão, rapidamente vemos que não faz qualquer sentido, mesmo que todos à nossa volta pensem o contrário. A aura que todos vêem, rapidamente se desvanece. Mas há sempre quem continue a idolatrar o que é comum, como se de algo imaculado se tratasse.
Pensamos no "olheiro", essa personagem (ou profissão...) que pode estar na origem de grandes valores no mundo dos panos verdes no chão, que poderão fazer mexem milhões; dar horas e dias de transmissões televisivas; fazer imprimir rolos e rolos de papel com notícias pífias e alimentar conversas vazias em redes sociais, sites, cafés e em grupos de amigos... O olheiro é como que um excremento que pode dar origem a um diamante; o fermento que fez levedar a massa de farinha na padaria; o rio por onde passou a água que a todos matou a sede; a bufa que deu o ar a quem quase morreu asfixiado!

Pois a motorizada Diana FC 17-A, com motor Casal de 4 ou de 5 velocidades, precisou de um olheiro que nunca teve. Era uma motorizada de linhas únicas e bem marcadas, que podia ter feito a diferença na vida da Fausto de Carvalho, Lda, que a fabricou. Com um olheiro, podia ter entrado em filmes, em sessões de fotografia, em publicidades, em capas de livros ou de discos... Mas não.

Na Diana FC 17- A destacam-se o guiador de dimensões consideráveis; o selim comprido com um encosto em metal que quase chegava à altura do pescoço do motociclista; com o quadro construído maioritariamente numa secção tubular e o escape que estava colocado em posição elevada. Estava cheia de cromados, o que ajudava a que desse nas vistas pelo brilho.

Tudo elementos que a poderiam ter feito vingar no mercado, se tivesse tido um olheiro! Mas na época ainda não havia o nome para o gajo inútil que via jogos sem interesse, em que se persegue um brinquedo esférico, feitos entre crianças ou jovens... Ou que via o que é que era produzido na indústria e fazia a ligação com o mercado promocional.
Do folheto que vemos nas imagens foram feitos 1000 exemplares. É curioso o facto de vermos a Diana / Fausto de Carvalho colocarem o emblema da Casal em grande destaque. 

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2026/07/31

Motorizada Vanguard H 4 - 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026


As motorizadas Vanguard H4 vão aparecendo em encontros / concentrações de motorizadas antigas, bem como em feiras da especialidade e este exemplar foi avistado na 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026.

Era do ano de 1965 e para frustração de muitos, tinha um papel colado no farol a dizer "Vendida". Lá diz o ditado popular "Cedo deitar e cedo chegar à feira, faz encontrar coisas à maneira".

A montagem desta motorizada Vanguard foi feita pela Macal e tinha um velocímetro Huret embutido no coco do farol.

O motor Honda que equipa esta motorizada mostra o dinamismo e o empenho dos fabricantes nacionais em busca da qualidade, facto que torna esta motorizada especial.

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2026/07/21

14.º Passeio de Motorizadas Antigas Afeiteira 2026


O Motorizada Clube da Afeiteira (perto de Vendas Novas) continua o seu trabalho em prol das motorizadas antigas e do nosso património, organizando o seu 14.º Passeio de Motorizadas Antigas da  Afeiteira. Na imagem vemos uma motorizada SIS Sachs Lebre que serviu para a realização do cartaz.
Como já aqui referimos em anos anteriores, é uma boa oportunidade para conhecer melhor o património natural e cultural da zona (temos as bifanas de Vendas Novas e as granadas - um doce típico), o Museu da Escola Prática de Artilharia; o Palácio Real de D. João V; a capela do Vidigal ou a de S. Gabriel, com o seu ar modernista.
O 14.º Passeio de Motorizadas Antigas da Afeiteira está marcado para o dia 2 de Agosto (domingo), na Afeiteira, em Vendas Novas.
O programa deste ano é o seguinte:
09h30 – Receção;
0h30 – Partida;
11h30 – Bucha; 
13h30 – Almoço.
A inscrição são 25 rodas (crianças até aos 12 anos: 15 rodas).
A participação está limitada às primeiras 200 inscrições, que podem ser feitas no Bar GDRA, na Afeiteira; ou na Loja JN Rações, em Vendas Novas.
Podem ainda fazer a inscrição usando os seguintes contactos: 964 032 291 – Jorge Damásio ou o 937 320 006 – António Cananão.
A receita obtida com o evento servirá para ajudar a apoiar a reconstrução do telhado do salão de Festas do GDRA.
Organização: Motorizada Clube da Afeiteira e Media partner: Rodas de Viriato.

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2026/07/13

Catálogo de motorizadas Famel // Famel XF-17 Super


Famel XF-17 Super!
Para muitos entusiastas de motorizadas antigas fabricadas em Portugal, se houvesse um holocausto e lhes fosse dada a oportunidade de salvar uma motorizada, ela seria a Famel XF-17 Super. O resto bem que podia virar pó, ferrugem, ferros retorcidos, ficar vaporizado...
Não é que o modelo não seja especial, mas há muito mais no mundo das motorizadas portuguesas, para além da Famel XF17 Super.

Nas imagens vemos a página sobre esta motorizada no catálogo de motorizadas Famel, havendo um destaque à parte do radiador para arrefecimento do motor.
No verso vemos que este modelo de Famel XF-17 Super tinha conta-quilómetros com 60 cm de diâmetro; bomba de ar e ferramenta como equipamento standard.
O motor usado era um Zundapp de 5 velocidades e o depósito tinha capacidade para 8 litros de combustível.

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2026/07/11

Reportagem 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026 (2/2)


E é com uma Casal RZ50 que começamos a segunda parte da reportagem que fizemos na 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026. Esta estava pintada de azul claro forte, com elementos gráficos em cor branca, contrastando com o preto dos elementos mecânicos, dando-lhe um ar moderno.

Na parte central, entre os pavilhões, uma das exposições que causava muito impacto era de viaturas fúnebres, ou carros funerários, se preferirem. Em termos cronológicos e até geográficos (havia um exemplar que veio do oriente) estava muito bem representada. Enquanto tirávamos fotos até ouvimos alguém dizer: "É pá, assim não me importava nada de morrer!", numa referência a ser transportado para o cemitério num destes veículos.

No exterior também se sentia muito burburinho e interesse pelo (muito) material que estava disponível para venda. E o clima ajudou, pois estava bom tempo, com sol.

E para além de bicicletas, motorizadas e alguns automóveis (e milhares de peças para estes veículos), também se podiam encontrar velharias, como rádios a válvulas, telefones, máquinas registadoras e relógios de corda para parede. Tudo produtos que ficam bem em garagens e em espaços pensados como cápsulas do tempo.

E como já vem sendo regra o Clube Viação Clássica tinha vários autocarros antigos em exposição e continuou a ter exemplares a circular entre o espaço da feira e o centro da cidade de Aveiro, dando sentido à existência das viaturas e proporcionando uma experiência única a quem visitava o espaço, amortizando o investimento no bilhete. Achamos ainda que este tipo de iniciativas retira os argumentos a quem defende que tudo o que é velho devia estar no lixo e que não se devia gastar dinheiro em museus, por acharem que é dinheiro desperdiçado (curiosamente ouve-se muito este tipo de conversa entre pessoas que gostam de velharias e de antiguidades, o que é uma contradição - gostar de algo e ao mesmo tempo querer que não se gaste dinheiro na sua preservação). 

Ainda na zona entre pavilhões também era possível ver uma exposição relativa aos 80 anos da Vespa, fabricada pela Piaggio. Eram vários os modelos em exposição e até havia um com side-car.

Na mesma zona também havia a habitual exposição de material militar antigo, do Exército Português e  da Associação Portuguesa de Veículos Militares, destacando-se um imponente e pesado tanque de guerra.

Sendo uma feira de automobilia, também não faltaram grandes quantidades de miniaturas, de livros, catálogos, peças, brinquedos... Bastava procurar e ter algum dinheiro no bolso, que depressa aparecia algo do nosso interesse.

E enquanto não chega a 33.ª Automobilia de Aveiro / 2027, iremos apresentar de forma faseada e pormenorizada alguns veículos e peças (de fabrico nacional) que são dignas de destaque e que estiveram no Automobilia de Aveiro.

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