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2023/05/03

Chapa / emblema de Sado 550 (dianteiro)


Perante a inexistência de empresas dedicadas em exclusivo ao comércio de peças para veículos fabricados em Portugal, seria bom que alguém tomasse a iniciativa de preencher o vazio no mercado de peças usadas e novas para os clássicos nacionais. 

Nas imagens vemos uma chapa / emblema para o automóvel Sado 550, feito em metal e que poderia ser uma das peças que encontraríamos nessa tal empresa que se dedicasse ao comércio de peças para automóveis Sado 550; PortaroUMM; Citroen FAF; das carrinhas GM AmigoDatsun Sado, ou dos tricarros / quadriciclos Motalli City Car e Motalli City Carga...

Esta chapa / emblema antigo já foi usado, sendo possível ver nas imagens restos de cola de contacto, bem como um dos parafusos que servia para prender o emblema do Sado 550 à grelha metálica na dianteira. O emblema da traseira não tinha furação (como se podia ver num dos Sado 550 que esteve na concentração de automóveis desta marca realizada em 2014 em Lisboa).

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2023/04/17

Tricarro Motalli City Car - XVII Automobilia Ibérica da Moita


Na imediação das feiras de veículos antigos, há sempre automóveis clássicos e motos antigas que serviram de transporte até ao evento, ou que estão para venda - tentado tirar vantagem do ponto de encontro dos entusiastas.

Perto do Pavilhão de Exposições da Moita, onde ser realizou a XVII Automobilia Ibérica da Moita, era possível ver este triciclo motorizado Motalli City Car com três rodas.

E assim quem visitava o evento podia ver ao vivo um exemplar da indústria nacional, com os seus diferentes pormenores, sejam eles de fábrica ou do gosto e/ou necessidade do(s) proprietário(s).

No vidro da frente, fabricado pela Covina, podemos ver na parte superior uma faixa preta acrescentada para evitar que o sol dificulte a visibilidade durante a condução. 

Este exemplar tinha bancos corridos, mas era possível ter um Motalli City Car com bancos individuais, pois eram um extra fornecido pela fábrica de Braga.

Os pneus que equipavam este Motalli eram de fabrico português, de marca Camac (da CNP), medida 4.00 - 8.

Na traseira via-se que este Motalli tinha uma porta traseira que dava acesso à bagageira e, em caso de necessidade, ao compartimento do motor - ao qual se acede por uma abertura colocada nesta zona.

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2022/12/07

Automóvel Sado 550 - 28.ª Automobilia de Aveiro / 2022


Visitar a Automobilia de Aveiro é muito mais do que percorrer os corredores dos pavilhões ou os espaços de venda ao ar livre. Seja nas imediações, seja no parque de estacionamento da feira, podemos encontrar veículos especiais. 

É o caso deste Sado 550 que estava parqueado no recinto de estacionamento do evento e que pertencia a um dos vendedores da Automobilia de Aveiro de 2022.

Serve de meio de transporte e permite que quem gosta de carros fabricados em Portugal, possa apreciar os vários pormenores de fabrico deste utilitário de 2 lugares.

Um desses pormenores é o da matrícula traseira rebatível, que oculta o tampão do depósito de combustível (ver terceira imagem). 

Outro pormenor deste automóvel Sado 550 está nos vidros, que foram produzidos pela Covina.

Nas portas podemos ver o pequeno puxador com fechadura, que está alinhado com a superfície de fibra de vidro.

E na traseira não falta a letra "P" de Portugal.

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2022/08/11

Revista Motor Clássico n.º 18 - II série


Já está nas bancas a nova revista Motor Clássico, relativa aos meses de Julho / Agosto de 2022.
Neste número os automóveis fabricados em Portugal voltam a estar em destaque, mais concretamente num artigo sobre o projecto do automóvel IPA 325 e noutro sobre o Citroen Vila (ao qual está associado outro artigo sobre o Citroen FAF A44, uma versão 4x4 produzida em Portugal).
Para além destes artigos destacamos também um artigo sobre a Sonap / Sacor e a sua história.
Nas restante revista podem encontrar muitos e variados artigos, muitos deles sobre a Peugeot e a sua história (em Portugal e além fronteiras).
Para além do que já referimos há ainda artigos sobre miniaturas e um sobre as motos Calthorpe.

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2019/10/04

Reportagem do Leiria Sobre Rodas 2019 - Automóveis


Recentemente realizou-se o evento "Leiria Sobre Rodas", no Estádio Municipal de Leiria e na zona envolvente.
Aqui fica a reportagem sobre os automóveis de fabrico nacional que estiveram em exposição (bem como de outros, que são uma amostra do que foi possível encontrar).

Ao abrir este artigo temos um Sado 550, da chamada 5.ª série (com vidros laterais pequenos, na traseira) pintado de cor branca, como era normal neste veículo.

Outro dos automóveis que não faltou foi o Edfor Grand Sport, um dos mais belos automóveis fabricados em Portugal.

Em termos de quantidade os jipes UMM estavam em maior número, ou não tivessem também sido dos mais fabricados automóveis portugueses, com duas versões distintas.

Se uma delas estava descapotável, no UMM Alter que vemos na imagem anterior, estava com capota metálica.

Para além dos veículos nacionais, também era possível ver muitos e variados automóveis antigos em exposição.
Nas imagens vemos duas das carrinhas expostas e que são usadas como forma de publicitar empresas.

Agradecemos a Paulo Ascenso pelo envio das fotografias (obrigado!) e brevemente publicaremos mais um lote, desta vez sobre as motos e motorizadas nacionais expostas no Leiria Sobre Rodas.

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2019/04/01

Automóvel IPA 300 - 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018 (2/2)


O IPA 300 pode não ser muito grande em termos de tamanho, mas é o suficiente para justificar duas publicações diferentes, relativas à sua participação na exposição de automóveis fabricados em Portugal, que decorreu na 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018.

Os pormenores do exterior e do interior merecem o espaço e tempo que lhes são dedicados.
Na lateral do carro, junto da roda da frente, temos letras e números relativos ao carro: IPA 300.
São feitas de um pedaço de metal que foi recortado e trabalhado.

No interior podemos ver pormenores do chão, com os tapetes de cor preta e a alavanca das mudanças, com a respectiva calha que o braço metálico percorre.

Os puxadores estão saídos em relação à chapa, mas colocados de forma aerodinâmica, alinhados com o percurso que o ar faz durante a deslocação do veículo.

Em termos de painel de instrumentos, é muitos simples, estando os vários elementos espalhados de forma espaçada pelo tablier. Na extremidade houve espaço para "porta-luvas".

Na traseira podemos ver reentrâncias no metal que permitem a entrada de ar no espaço do motor (colocado na parte de trás).

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2019/03/13

Automóvel IPA 300 - 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018 (1/2)


De pequenas dimensões e pintado de vermelho, este IPA 300 foi outro dos automóveis de fabrico nacional que esteve em exposição na 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018 (já aqui mostrámos outros que também fizeram parte da exposição, como o Vinci GT Sport; o UMM A4; o Marlei e o Olda, entre outros).

Como não será de estranhar, aproveitámos para fotografar alguns dos pormenores deste microcarro de fabrico português, produzido em Porto de Mós.
Um desses pormenores foram as entradas de ar existentes na chapa, junto da roda traseira.

Também era possível ver os dois bancos, colocados no seu interior, de ar simples, sendo forrados com um tecido bonito e a condizer com o automóvel.

Na frente vemos que os faróis têm um aro metálico cromado, que sai da carroçaria, fazendo-os avançar em relação ao conjunto.

No pilar lateral traseiro do habitáculo vê-se um pequenos farolim, com forma semi-circular, em plástico vermelho e em metal.

Na frente não podemos ficar indiferentes ao trabalho realizado em metal para embelezamento do conjunto, com uma grelha e dois elementos horizontais, um de cada lado.

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2017/11/18

Folheto do quadriciclo Motalli City-Car 4


A Motalli, fez um percurso um pouco diferente dos outros construtores nacionais, apostando em modelos mais específicos ou diferentes e optando por ter uma gama alargada de tricarros para diferentes fins.
Um desses modelos é o Motalli Citi-Car 4, que como se adivinha pelo nome, tinha 4 rodas e não 3 como acontecia nos outros Motalli City-Car. Este pormenor dava-lhe um ar mais seguro, tornando-o num micro-carro de fabrico português.

O folheto que divulgamos de Motalli City-Car 4 foi publicado pela Alberto Carvalho Araújo & Cª, Lda. e tem um exemplar com bancos individuais, em vez dos tradicionais bancos corridos. Sendo uma opção que o cliente podia escolher, tinha um acréscimo no preço. Em determinada época um exemplar assim custa 977.000$00, enquanto que a versão base custava 910.000$00.
O cliente podia ainda escolher entre um motor automático ou um com velocidades, com 49,2 cc e 49,9 cc respectivamente (ou então escolher uma versão alterada para 75 cc, por mais 25.000$00).

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2017/11/06

Foto com automóvel Ximba e jipe Portaro em 1977


E assim terminamos a comemoração do 11.º Aniversário Rodas de Viriato!
Qualquer motivo é bom para trazermos à luz do dia novas fotografias e informações sobre a história dos automóveis fabricados em Portugal e é o que fazemos hoje.
A partir de uma fotografia publicada na revista Auto Mundo n.º 68 de 1 a 15 de Outubro de 1977 e de uma conversa com Manuel Romão de Sousa (a quem agradecemos a disponibilidade, prontidão e partilha de informações aqui publicadas), pudemos contextualizar esta fotografia e saber mais sobre o desenvolvimento do que viria a ser o automóvel Sado 550.

Para facilitar a escrita, vamos por partes:
- Passava pouco mais do que um ano, desde que se tinha feito a revolução do 25 de Abril de 1974. O país atravessava dificuldades e era necessário modernizá-lo e criar riqueza. Em 1975 o Entreposto deu o seu contributo neste esforço, com dois veículos com fins e características muito diferentes: o automóvel Sado 550 e a carrinha Datsun Sado.
- A fotografia foi tirada junto dos hangares da Entreposto Industrial em Praias do Sado (Setúbal).  Neste espaço havia três zonas distintas. Do lado direito de quem entrava nas instalações, situava-se o pavilhão de metalomecânica; do lado esquerdo havia outro pavilhão igual, onde se fabricavam frigoríficos e ao fundo situava-se a linha de montagem de automóveis (que mais tarde foi vendida à Renault). Nesta linha de montagem eram fabricadas as carrinhas Datsun Sado; mas também os jipes Portaro, da Garagem Vitória.
- Estávamos no I Governo Constitucional e o Ministro da Indústria e Tecnologia era o engenheiro Nobre da Costa (na altura um independente), que fazia parte do governo de Mário Soares (na imagem seguinte, numa filmagem durante uma festa do PS, na Fonte da Telha, em 1979).

- A foto terá sido feita durante uma visita que Nobre da Costa fez à Entreposto Industrial, onde viu uma demonstração do protótipo do modelo Ximba, do Entreposto (mais tarde designado de Sado 550) e José Megre terá conduzido o protótipo entre Setúbal e Praias do Sado.
- No canto inferior esquerdo da fotografia vê-se uma parte da zona dianteira de um chassi do Sado 550 que esteve disponível para observação.
- Esta viatura provavelmente teria um motor Honda CB 360 cc, com 2 cilindros. Tendo sido produzidas 5 unidades destas para testes. A que vemos na imagem tinha o pára-brisas dianteiro a direito - pormenor que depois foi alterado na denominada 2.ª série do Sado 550, quando passou a ser curvo.
- No deflector frontal vê-se (por baixo, a meio) uma parte recortada de modo a favorecer o arrefecimento do cárter do motor. Como este era de moto, tinha uma cabeça onde trabalhavam os cilindros, que arrefecia com a passagem do ar. Mas o resto poderia não arrefecer, pois receava-se que a colocação de um motor de moto, num compartimento de automóvel, pudesse trazer problemas - situação que nunca chegou a confirmar-se.
- O engenheiro Manuel Romão esteve ligado ao desenvolvimento inicial do Ximba (desde Agosto de 1975) quando surgiu a proposta do tricarro montado na Famel. Mas não esteve presente nesta demonstração, pois tinha deixado de estar envolvido neste projecto em 1977, quando passou para o projecto das carrinhas Datsun Sado.
- Do Sado 550 terão sido vendidas 251 unidades e construídos mais de 20 protótipos (tendo em conta que em alguns eram mudados componentes mecânicos à medida que se iam realizando testes, sem que existisse necessidade de criar outro protótipo de raiz). O Ximba - mais tarde rebaptizado de Sado 550, teve o processo de industrialização do fabrico muito demorado - aproximadamente 7 anos, tendo em conta o número de anos que o automóvel teve de desenvolvimento, até estar disponível para ser comprado pelo público em geral. As vendas começaram em 1982 e terminaram em 1986. A denominação "550" está relacionada com a cilindrada do motor escolhido, o Daihatsu AB20 com 547 cc.
- Na imagem vê-se que por cima da zona dos faróis, há uns ganchos a prender o capot. Este pormenor, tal como a inexistência de portas no exemplar da foto, justificam-se pela seguinte situação: havia elementos mecânicos que ainda não eram os definitivos. Por exemplo: não tinha sistema de dobradiças nem fechaduras nas portas, pois complicavam os trabalhos, optando-se por as colocar e tirar quando era preciso. Na altura a prioridade era estudar pormenores mecânicos (como a questão do suposto aquecimento do motor, já referida anteriormente). Assim sendo, estes Ximba nunca foram montados integralmente.
- Na fotografia é possível ver à direita uma pessoa de casaco, era Nery de Oliveira, na época um colaborador do Entreposto Comercial, do Gabinete de Estudos e Projectos - que mais tarde passou para o Entreposto Industrial e depois regressou novamente para o Entreposto Comercial, de acordo com os projectos em que estava envolvido. Nery de Oliveira tinha muita bagagem técnica para resolver problemas técnicos e foi ele quem teve a ideia das molas da suspensão usadas neste automóvel.
- Na fotografia é ainda possível ver operários da linha de montagem da Entreposto Industrial. Mais à esquerda temos o mecânico Álvaro Santos (da Entreposto Comercial) que também foi para a Famel em 1975, para trabalhar no desenvolvimento do tricarro já referido.
- Falta ainda falar do engenheiro Reis Tomás que foi quem ficou responsável pelo desenvolvimento do automóvel, no momento em que Manuel Romão passou para o projecto Datsun Sado. Foi ele que teve a tarefa de encontrar algumas das peças usadas no Sado 550, tanto no mercado nacional, como no mercado internacional. Em relação a este último, a tarefa foi mais complicada devido ao estado das finanças portuguesas na época, que obrigava a esperar pela autorização governamental para que se pudesse importar material. Se o motor e a caixa de velocidades vinham do Japão, o diferencial traseiro vinha de Itália.
 - Para concluirmos e para se perceber melhor a linha temporal do automóvel Sado 550 e da carrinha Datsun Sado, o Sado 550 desenvolveu-se de 1975 até 1985, enquanto que a Datsun Sado desenvolveu-se de 1977 a 1982, tendo sido fabricadas aproximadamente 2000 unidades (média de 80 por mês / 800 por ano). Da Nissan vinha a mecânica da carrinha, o motor e a caixa de velocidades. Há ainda a referir que o Sado 550 demorou mais tempo a desenvolver porque foi um projecto que foi criado de raiz pelo Entreposto, enquanto que a carrinha Datsun Sado foi um projecto proposto pela Nissan, já desenvolvido e pronto a implementar. Segundo Manuel Romão são dois produtos que resultam da conjuntura da fase da revolução do 25 de Abril de 1974, de um país pouco desenvolvido e que não tinha dinheiro para fazer importações.

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2017/09/16

Miniatura de Sado 550 inacabada - ModENa


Na sequência das várias miniaturas que a ModENa tem realizado e que aqui temos divulgado, apresentamos o projecto da miniatura do automóvel Sado 550.

Foi escolhida a 3.ª série dos automóveis Sado 550 para ser reproduzida em ponto pequeno.
Como vemos pelas imagens, o projecto ainda não está terminado.

É uma questão de tempo e poderão ter uma miniatura do vosso microcarro!

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2015/08/31

Caramulo Motorfestival 2015


No próximo fim-de-semana realiza-se mais uma edição do Caramulo Motorfestival. A programação é variada, começando no dia 4 e prolongando-se até dia 6.
O evento é apresentado desta forma:
Durante o Caramulo Motorfestival, vão estar em curso vários passeios históricos de automóveis clássicos organizados em parceria com várias entidades como associações e clubes.
Todos estes ralis, passeios ou concentrações decorrem no Caramulo Motorfestival, ao longo dos três dias do evento, terminando sempre com os automóveis, motos ou bicicletas em exposição em frente do museu ou nos parques de clássicos criados para o efeito.
No final de cada dia, todos os automóveis e motos sobem a Rampa do Caramulo em desfile para encerrar as provas.
Seguindo o enorme sucesso das Feiras de Automobilia do Caramulo dos anos anteriores, esta área comercial e de exposição regressa no Caramulo Motorfestival como uma das grandes atracções.
A Feira de Automobilia do Caramulo irá realizar-se no Pavilhão Multiusos do Caramulo, ao lado do Museu do Caramulo, complementando a oferta ligada aos automóveis clássicos, podendo os visitantes comprar, trocar ou vender todo o tipo de peças de automobilia designadamente peças de automóveis, miniaturas, posters antigos, etc.
A edição passada, que teve lotação esgotada em termos de áreas e expositores, foi visitada por mais de 3.000 pessoas durante os três dias do evento.
Para saberem o que podem encontrar, vejam os destaques que apresentamos a seguir, ou consultem o programa no site oficial.


Destacamos o Encontro das Cinquenta, que se realiza no dia 6, estando prevista a Chegada ao Caramulo por volta das 12 horas e 30 minutos.
O Encontro das Cinquenta no Caramulo é orientado para todos as motorizadas de 50 cc clássicas ou antigas, incluindo uma subida da Rampa do Caramulo em desfile. A participação é gratuita.
Programa:
11h30 – Concentração no Campo de Besteiros
12h00 – Saída em direcção ao Caramulo
12h30 – Chegada e exposição das Cinquentas no Caramulo Motorfestival
17h30 – Subida da Rampa do Caramulo em desfile
Pré-registo obrigatório (nome e matrícula) pelos contactos: info@caramulo-motorfestival.com ou Linha Verde 800 20 30 80.

Destacamos ainda a "exposição temporária “Micro Carros, Grandes Histórias” é dedicada aos pequenos modelos que fizeram história, e que hoje se tornaram em objectos de culto no mundo automóvel.
Bubblecars, Microcars, Microcoches, Microcotxes, Motocars ou Voiturettes são algumas das designações internacionais que os Microcarros assumem. A história automóvel nunca poderia ser escrita esquecendo estes projetos, muitas vezes experimentais, que fizeram parte do progresso económico do pós-guerra na Europa e contribuíram para o entusiasmo e a liberdade de um grande número de cidadãos.
“Micro Carros, Grandes Histórias” é uma exposição diferente de todas as anteriormente produzidas pelo Museu do Caramulo, na medida em que para além dos veículos, apresenta uma abordagem visual nova, com um enquadramento assente em vários objetos do quotidiano, todos de época, que, em conjunto, compõem uma visão “pop” das décadas de 50, 60 e 70."
Preparem o vosso clássico (ou o vosso veículos do dia-a-dia) seja automóvel, jipe, bicicleta, moto ou motorizada para dar um salto ou subir até lá!

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2015/01/24

Apresentação do livro Sado 550 - Motorclássico 2013


Aproxima-se mais uma edição do Salão Motorclássico e aproveitamos para publicar fotografias da edição de 2013, onde foi feita a apresentação do livro Sado/550 - O Microcarro Português, escrito por Teófilo Santos e editado pelo Museu do Caramulo.

Paralelamente à exposição também houve uma concentração de automóveis Sado/550, da qual já aqui mostrámos fotografias.

Como era a apresentação do livro, para além de uma sessão de autógrafos e da concentração, houve um pequeno beberete onde se destacava um bolo com a forma do Sado/550.

Este bolo tinha a matrícula do Sado/550 do autor do livro - uma forma de homenagear o automóvel responsável pelo desenvolvimento do interesse de Teófilo Santos em relação à marca e a sua história.

Na imagem anterior podemos ver Teófilo Santos segurando o livro que escreveu, junto do seu automóvel em exposição.

Este evento reuniu muitos dos envolvidos no projecto e fabrico deste automóvel, destacando-se o designer Carlos Galamba (na imagem anterior) que desenhou o veículo e Manuel Romão que esteve ligado ao desenvolvimento inicial do projecto.

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