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2016/01/31

Scooter Lince L7C - Proposta


Uma scooter concebida em Portugal poderá parecer estranho para muitos...
Mas ao contrário do que se pensa, no passado tivemos muitas scooters e algumas marcas desenvolveram / venderam vários modelos.
Os que vêem o copo meio cheio, dizem logo que foram scooters como a Rosengar Capri, que era importada de Itália e rebaptizada em Portugal... Mas não é bem assim!
Podemos começar pela scooter Famel Victoria, e já que falamos nesta marca, seguiu-se a Famel Faxion e mesmo no final de vida da empresa, a Famel Electron (esta última tinha motor eléctrico).
Já a scooter Casal S 170 / Carina é a mais divulgada e conhecida, pois foram vendidos muitos exemplares e até teve pequenas evoluções ao longo do processo de fabrico.
A Macal também vendeu várias scooters, tendo entrado no mercado com muitos modelos nos anos 90. Quem não se lembra  da Macal Super Sport, da Macal CY 50, da Macal Adly, da Macal Thunder e da Macal Sting?

Pois a aventura das scooters portuguesas não vai ficar por aqui, pois Tiago Alves da marca portuguesa de design dos veículos Lince acaba de lançar uma proposta de uma scooter que para além do cunho nacional, também incorpora peças com materiais tipicamente portugueses, mais concretamente a cortiça! A Lince L7C é o resultado de 7 meses de investigação e de trabalho.

Os punhos e o selim da lince L7C foram pensados para serem fabricados em cortiça. Deste modo, quando este ideia entrar na linha produção, para além das vantagens em se usar um material natural e com características únicas, também se estarão a desenvolver outros sectores e áreas de negócio, contribuindo para o desenvolvimento económico do país.

A scooter Lince L7C foi concebida com cuidado, havendo vários pormenores onde se aproveitou a forma quase hexagonal do símbolo da marca para dar forma a componentes, como no farol, no farolim e no painel de instrumentos.
Quando surgir o 1.º protótipo funcional lá estaremos para o experimentar e aqui relatar o que experimentámos.
Recomendamos que acompanhem o desenvolver deste e de outros projectos da Lince, seguindo a sua página no Facebook.

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2014/08/10

Motorizada portuguesa Casal e jipe UMM na moda


É importante inovar e muitas vezes podemos usar o passado para seguir novos caminhos. Esse tem sido o percurso percorrido pela Portucalense, que agora apresenta um novo produto relacionado com as duas rodas nacionais. Aqui fica a informação de divulgação do mesmo:

Dois mitos portugueses da indústria automóvel e motorizada agora são moda nas t-shirts da marca Portucalense.
Promover o que é português tem sido o lema da Portucalense ( www.portucalense.pt ), marca criada pelo designer português Sérgio Marques. Um olhar jovem, sobre o país que fomos e o país que somos, tem permitido a esta marca trazer para os dias de hoje pequenos grandes trunfos da nossa identidade gravados nas suas colecções de t-shirts.
As produções portuguesas na indústria automóvel e motorizada têm constituído motivo de inspiração no processo criativo que sustenta a Portucalense. Primeiro a marca, focou-se no famoso jipe UMM, uma produção portuguesa nascida no final dos anos 70. Agora, surge a recuperação de outra marca portuguesa, a célebre motorizada Casal. Nascidas em meados do século passado, as motorizadas Casal estão possivelmente ainda
presentes na memória de muitos. Para que não caia no esquecimento e para que se dê a conhecer aos mais jovens e aos turistas que visitam Portugal, a Casal vai agora correr, em paralelo com o jipe UMM, nos produtos da marca Portucalense.
As t-shirts podem ser vistas e adquiridas na loja da Portucalense em Cascais ou na loja móvel (um UMM Alter) em Belém.
- Portucalense Cascais: Alameda dos Combatentes da Grande Guerra 72 (Jardim Visconde da Luz) 2750-326 Cascais
- Portucalense Lisboa - UMM mobile store: Belém, Praça do Império, em frente do Padrão dos Descobrimentos
Site www.portucalense.pt E-mail info@designportucalense.com
Tel.: 96 89 48 370

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2014/07/08

Autocolantes antigos UMM 4x4 Cournil [37 anos da UMM]


E continuamos a comemorar os 37 anos da UMM e aproveitamos para mostrar dois autocolantes antigos que fazem publicidade ao UMM 4x4 Cournil.
Tendo em conta o emblema usado, podemos dizer que serão dos primeiros tempos de fabrico dos jipes.

Há quem relacione a denominação "as vacas" dado aos UMM que participaram no ralie Paris Dakar, com o desenho das letras UMM, que fazem lembrar esse animal. A letra "U" seria a cabeça e os "M" seriam o corpo do animal.

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2014/03/13

Automóvel Lince LX 7 por Tiago Alves


O tema dos automóveis de fabrico nacional não se limita ao passado.
Periodicamente mostramos desenvolvimentos sobre o tema, como foi o caso do Vinci GT ou do Futi.

Com este grupo de imagens exclusivas para o blogue Rodas de Viriato, apresentamos mais um projecto feito em Portugal e que esperamos experimentar ao vivo num futuro próximo.

Trata-se do automóvel Lince LX 7, cujo mote ou filosofia se resume a "Para viajar basta existir".

É um projecto da autoria de Tiago Alves (a quem agradeço as fotos e as informações!) que é designer de comunicação e tem desenvolvido alguns automóveis para concursos nacionais e internacionais, dado deste modo visibilidade a alguns projectos, ver:
- Concept vehicles - Tiago Alves

No currículo já constam as propostas do Seat Flamenco, do Peugeot 1001 Nimble, do Seat EVA, do Seat Barcelona e do Seat Spirit.

O Lince é uma marca própria criada com o objectivo de potenciar algumas ideias e conceitos para automóveis.
A marca Lince está numa fase de procura de apoios, que ajudem a traçar um bom caminho para este desportivo.
Para saber mais sobre este automóvel, visitem:
Página Lince Car Design
Lince Auto no Facebook

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2013/06/29

Sobre as Conversas / Arquivo Sado/550 na Sociedade Nacional de Belas Artes


Cerca de 24 horas depois de ter estado perto do acontecimento do dia, voltei a estar no acontecimento do dia.

Poderá parecer um lugar comum, mas nada como viver as coisas na primeira pessoa. Isto porque no dia antes da conferência sobre o Sado 550 - na Sociedade Nacional de Belas Artes, estive preso no trânsito porque, segundo os meios de comunicação social de massas, uma série de manifestantes bloquearam o acesso à ponte 25 de Abril. Quando ouvi isto, pensei logo naquele sítio que tem um mini parque, mesmo antes da ponte... Afinal depois soube que esse tal "acesso à ponte 25 de Abril" foi muitos quilómetros antes, junto da zona das Amoreiras (= verdade distorcida...).
Esta situação deixa-me revoltado. Não pela atitude dos manifestantes ( pois quando soube o que tinha acontecido fiquei mais aliviado pelo tempo perdido) mas pela falta de rigor dos meios de comunicação, que normalmente são alimentados por uma única agência noticiosa e, à conta disso, fazem o mesmo que os polícias  fazem ( prendem/identificam pessoas que os têm no sítio) - lavam as suas mãos e dizem que só cumprem ordens.
Ainda bem que há quem faça o que não está dentro da lei, e ainda bem que há quem não queira ser um roda dentada no sistema (não, não me estou a referir a lobos vestidos de cordeiro, que normalmente dirigem os outros). Normalmente os tais meios de comunicação social de massas, e também os políticos no governo, apresentam estas pessoas como sendo uns libertários, uns radicais, uns papões maus. As mensagens são claras:
- Deixa-te estar onde estás e não levantes poeira;
- Tem cuidado porque tu tens um problema e há alguma coisa de errado contigo;
- Se todos têm esta bitola e tu tens outra, tu não podes estar certo e os outros todos enganados;
- Tu tens toda a liberdade que quiseres, desde que sigas as regras e faças tudo o que queremos, dentro do que está estabelecido (mais ou menos aquele frase, dita por alguém que viveu no bastião da democracia... "os nossos carros podem ter as cores que o cliente quiser, desde que seja o preto!"...).

Tudo para que tudo continue na mesma, e deste modo se perpetue a situação social, económica, ideológica das pessoas, sempre com a tocha da liberdade na mão direita!
Curiosamente antes de estar preso no trânsito, passei numa rua em Lisboa com uma bela escola profissional, que tinha uma placa que dizia "Obra da ditadura nacional...". É claro que fiquei a pensar para mim se a placa seria do tempo da escola em questão, ou se foi alguém (já na 2.ª república) que a colocou naquele sítio. No caso de ser a primeira opção, gosto desta frontalidade, dizer-se e assumir-se que se está numa ditadura. Antes isso do que me dizerem que vivo numa democracia onde pessoas como eu são uns "libertários, uns radicais, uns papões maus".
Correndo o risco de ser detido ou identificado por algo insignificante... Será que por ter os depósitos de combustível das motorizadas na garagem cheios de gasolina, ao lado de panos velhos para limpeza e de garrafas vazias que esperam por ser recicladas, poderei ser acusado de querer fabricar cocktails molotof?... Acho que sim!
Mas sim, eu sou um desses doentes diabolizados pelos meios de comunicação, só que o meu perfil fez-me ir para outras áreas...
É preciso ser doente e ter uma problema para TODOS OS DIAS VIR AQUI PUBLICAR UMA COISA e ainda TENTAR QUE O DIA DE HOJE TENHA ALGO QUE O DIA DE ONTEM NÃO TEVE.
É claro que isto tem os seus custos, mas não sei ser de outra maneira, lamento.

Mas deixando de deitar sementes libertárias, ou quem sabe, continuando!... Vamos ao cerne destas linhas que escrevo: a conferência sobre o Sado 550 - na Sociedade Nacional de Belas Artes! As minhas desculpas aos leitores e aos oradores do evento!

Foi uma oportunidade para estar onde a história está, e foi um prazer ficar a perceber mais sobre o processo de concepção, construção e fabricação do microcarro português Sado/550, pelo Entreposto.

Grande parte do tempo da conferência foi ocupado por Carlos Galamba, o designer do projecto. Foi feito o enquadramento do porquê da presença do Sado/550 na SNBA, seguindo-se relatos de uma série de factos, acontecimentos, peripécias e histórias sobre o Sado/550 que remontam à década de 70 e de 80 do século passado.

Mas a coisa não ficou por aqui, pois ainda foram apresentadas informações sobre a evolução que era prevista para o Sado/550, mas que infelizmente não viu a luz do dia!

À medida que tudo ia sendo explicado, foram apresentadas muitas (e boas!) fotografias de esboços, desenhos, testes, versões, evoluções, etc... do Sado/550.
É o que faz não se querer ser uma simples roda dentada do sistema! A tal de que falei antes.

Depois foi possível ouvir Teófilo Santos, que recentemente editou o livro "Sado 550 - O microcarro português", fazendo uma abordagem mais pessoal sobre o seu envolvimento com o Sado/550, bem como sobre aspectos mais relacionados com o depois do final da fabricação do Sado/550.
Houve ainda algum espaço para perguntas no final do evento, feitas pelas pessoas presentes. No entanto, e agora vou ser parcial, soube a pouco.
E soube a pouco porque foram 2 ou 3 perguntas, que Frederico Duarte (o curador do evento) permitiu. Certamente um facto decorrente do tempo previsto para a conferência ter sido ultrapassado, mas eu fiquei sem poder perguntar onde é que os Ximba tinham o travão de mão (sei que pode parecer um aspecto ridículo, mas um dia entenderão que faz sentido o que digo...). Mas nada como fazer as coisas dentro do que está estabelecido, como falei no início deste texto! Assim pode-se ir muito longe.

Finalizada a conferência foi possível comprar o livro recentemente editado e ver o Sado/550 de segunda série que estava em exposição no edifício da SNBA.
Termino dizendo que muitas das fotografias com desenhos e imagens de Sado/550 que apresentamos junto com este texto, viram a luz do dia graças a Carlos Galamba, a quem deixamos o nosso agradecimento. 

Agora que chegaram ao fim deste texto, acho que podem fazer uma pesquisa na Internet e ver se algum dos meios de comunicação social de massas se deu a trabalho de falar deste evento de uma maneira pessoal, ou individual... Ou se só se limitaram a transcrever a press release enviada pela organização do evento...
Antes doente e malfeitor, do que certinho e sem sabor!

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2013/03/24

Decalque Pachancho modelo Zeta


Aqui fica um decalque (?) da Pachancho.
Segundo informação disponível na Internet, quando se fala de Pachancho modelo Zeta, estamos a falar num motor fabricado pela Pachancho no início da década de 60 do século passado.
Conhecendo a imagem seguida pela Pachancho, é de supor que este decalque tivesse originalmente umas cores mais fortes, provavelmente em tons de vermelho.
Seria um motor estacionário para rega ou seria um motor para equipar uma motorizada?

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2012/08/06

Vídeo sobre o grupo VANGEST na RTP 2 (Dezembro 2006)


No seguimento do vídeo sobre o Vangest JH12, apresentamos um vídeo de 2006 que foi divulgado na RTP 2, onde é apresentada a Vangest, empresa ligada ao desenvolvimento de peças para o mercado automóvel e de duas rodas.
Moldes, protótipos, peças, tecnologia Vangest... De Portugal para o mundo.

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2012/05/17

O automóvel da Metalúrgia Casal... N' O Volante


Que a Metalúrgica Casal foi uma grande empresa, é facto que poucos podem negar.
Sem qualquer dúvida que as máquinas de 2 rodas são o produto mais conhecido da marca, começando pelas motorizadas, passando pelas motos, pela scooter Casal Carina, mas também pelas bicicletas, como a Casal Chaparral.
Mas a empresa não se limitou às 2 rodas, também fez tricarros, vendeu moto serras e esteve quase a fabricar um automóvel.
No jornal O Volante de 12 de Abril de 1972 publicou um artigo sobre este projecto, do denominado Casal 1200, tendo a ilustração do automóvel feita por A. Ferreira.
O início da produção estava previsto para 1974, mas o projecto não avançou, tendo-se perdido deste modo a possibilidade de ter um automóvel de fabrico nacional, que pudesse estar hoje ao lado dos jipes Portaro e dos UMM.

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2012/04/10

Publicidade bicicletas Vilar em 1979


Esta publicidade foi retirada de uma revista Nova Gente datada de 1970.
Nela aparece uma bicicleta dobrável Vilar Janota, com selim banana e com mala de ferramenta.
A publicidade promove uma campanha de Primavera, com preços especiais, promovida pelo distribuidor Ciclo Arreeiro, na Avenida Gago Coutinho, 1-c/36, em Lisboa.
A publicidade é a duas cores, sendo o emblema da Vilar o único elemento que usa a cor vermelha. Este emblema da Vilar é, na minha opinião, o mais bem conseguido e emblemático da marca.

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2010/11/16

O primeiro jipe UMM Alter?


Na revista Turbo n.º 38, datada de Novembro de 1984 foram publicadas fotos do novo UMM, que se designava de Alter.
As fotografias foram tiradas no Salão de Paris e à partida não teriam nada de especial.
Mas não é bem assim...
Depois de uma análise mais detalhada, surgem uma série de aspectos que tornam este exemplar especial.
O primeiro aspecto prende-se com o símbolo colocado no capot - aparentemente uma torre estilizada de um castelo antigo (um dia abordaremos mais detalhadamente este pormenor).

Mas há mais pormenores... Aqui ficam alguns (deixem comentário com outros que observem):
- O tecto é duplo (como já aqui mostrámos);
- Só há duas escovas para limpar o vidro da frente;
- O volante não era da Momo.


Pelo exposto, surge a seguinte pergunta:
- Será este o 1.º jipe UMM Alter produzido? Ou é um dos primeiros jipes UMM Alter produzido?
Já li algures que o 1.º UMM Alter produzido seria o que aparece num panfleto antigo... Nesse panfleto não aparece o símbolo com a torre, mas sim o antigo logótipo com a letras UMM dos tempos do Cournil...

O mais curioso é que na votação em que perguntávamos de que marca seria o emblema em questão, 12 dos leitores que participaram na votação disseram que seria do UMM.
A outra opção mais votada (mas com o mesmo número de votos) era a marca "Castelo e Irmão", que foi inventada com o objectivo de influenciar os leitores...
Arrisco a dizer que este símbolo é desconhecido da esmagadora maioria dos entusiastas da marca, pelo que pergunto:
- Como é que adivinharam?
- Foi pela inclinação do emblema? Ou pelo vermelho característico dos UMM?

Deixem comentários!

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2010/08/03

Casal Carina no Museu do Design (e da Moda)


Está patente no Museu do Design e da Moda a exposição de scooters (da colecção de João Seixas) " Lá vai ela, formosa e segura" até dia 24 de Outubro de 2010.
Esta é uma daquelas exposições onde não se pode fotografar. Situação que aceitamos, mas com a qual não concordamos, pois a cultura e a informação devem circular livremente.
Neste caso acaba até por ser irónico, uma vez que assim que entramos no museu vemos um cartaz do lado esquerdo onde se lê "É proibido proibir!" (relativo a uma exposição no museu) e do lado direito vemos um símbolo que proíbe tirar fotografias. Mas nestas coisas da cultura (e também neste blogue) a retórica serve para levar a água ao moinho e por vezes surgem estas incongruências...
Por esse motivo apresentamos fotografias do exterior do edifício, que no passado foi um local de agiotagem legal, o denominado Banco Nacional Ultramarino, em vez de fotografias das máquinas expostas.

A exposição divide-se em dois pisos, estando a maioria das scooters em exposição no andar superior. No andar inferior estão expostas scooters de uma marca italiana, rodeadas por peças de design de autor de diferentes correntes e épocas, que fazem parte do acervo do museu.

Ao fundo do piso superior temos as pérolas desta exposição: Uma Casal Carina S 170 (da 3.ª série se não me falha a memória) e o documentário Scooter Sinfonia de António Ruano, datado de 1969. Este documentário tem a duração de 11 minutos (no entanto fiquei com a sensação de que tinha duração inferior... O que é bom não dura muito...) e nele podemos ver vários aspectos relacionados com o fabrico da scooter Casal Carina, desde os projectos no papel até à saída da linha de montagem. Este documentário é um importante documento histórico, pois mostra a sequência da linha de produção, bem como os testes a que as Casal Carina eram submetidas de modo a garantir a sua qualidade (10 horas de testes...).
Pelo meio do documentário há uma referência à Casal Carina S 171, que estava previsto entrar em produção. A Carina S170 tinha um motor de 50 cc., enquanto que a Carina S 171 teria motor de 75 cc.
Se não estou em erro (no fórum Scooter.pt????) há referência à utilização de motores de 75 cc. nas Casal Carina durante uma volta a Portugal em bicicleta, seriam a versão S171? Ou é só um delírio meu?...
Numa vitrina podemos ainda ver o folheto de apresentação da scooter "Cruzador" Binz distribuída pela Organização Sachs Portuguesa e o folheto de apresentação da Casal Carina.
A entrada é gratuita, pelo que devem aproveitar para visitar a exposição quando passarem pela baixa de Lisboa. Depois podem ainda aproveitar para visitar o Terreiro do Paço (que esteve recentemente em obras) e o Cais das Colunas. Quando estiverem neste último podem ver a margem sul do Rio Tejo e as tainhas que se alimentam nas saídas do esgoto existentes no local...

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2010/07/25

Panfleto concurso de design Casal 50 6 V


O panfleto que hoje mostramos permitiu que muitos jovens pudessem sonhar com uma motorizada concebida a partir das ideias que tinham.
Trata-se do panfleto do Concurso de Design Casal, para a concepção do desenho e da decoração de uma motorizada Casal com motor Casal de 50 cc (o motor, o quadro e as rodas eram propostas pela Casal).
Os concorrentes podiam desenhar o depósito, o assento, as tampas laterais, os guarda-lamas, o tubo de escape, o farol, o farolim traseiro e, caso quisessem, uma carenagem. Podiam ainda sugerir algumas informações adicionais.
O vencedor do concurso ganhava 25.000$00 e podia ver uma motorizada por si concebida entrar em produção.

Quem não era muito dado ao desenho e a conceber veículos de duas rodas, podia sempre responder ao inquérito em que a Casal tentava conhecer melhor os gostos e preferências dos clientes (e/ou possíveis clientes), de modo a adequar a sua produção às necessidades do mercado.
A estes estava reservada a atribuição de uma motorizada com motor de 50 cc e com 6 velocidades a partir de um sorteio.

Era bom que os vários participantes pudessem deixar aqui o testemunho das propostas que fizeram para este concurso.

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2008/06/16

Monteba - Emblema do depósito


Mais uma marca de um armazenista de motorizadas, desta vez é a Monteba, cujo emblema colocado num depósito aqui mostramos.
Fotografia gentilmente enviada por Jorge Monteiro ( muito obrigado!).

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2008/05/04

UTIC + Alfredo Caetano - Auto Transportes do Fundão


Aqui fica uma fotografia de dois autocarros pertencentes à Auto Transportes do Fundão, sendo que um deles já é um clássico. Trata-se de um UTIC Leyland, modelo Europa com o número de frota 85 (?). O outro é um autocarro Alfredo Caetano.

Quem acompanha este blogue, sabe que já não é a primeira vez que falamos desta empresa. Hoje mostramos duas imagens que explicam, em parte, o porquê desta situação.
Na fotografia anterior, podemos ver o edifício sede da empresa, na cidade do Fundão. É um edifício com linhas muito próprias, albergando escritórios, a garagem e uma estação de serviço.
A parte da estação de serviço tinha uma pála que saia do edifíco e cobria o local onde os carros abasteciam. Mas sabe-se lá porquê, foi demolida para dar lugar a uma cobertura igual a outras tantas...

Para terminar, uma fotografia do símbolo, e letreiro, existente na fachada do edifício. É constituído por um volante, com as letras ATFL (Auto Transportes do Fundão, Lda) no interior e de ambos os lados tem umas asas simplificadas (elemento muito usado por diversas marcas e empresas ligadas ao sector dos transportes rodoviários).

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2008/03/20

Símbolos de marcas (p/ depósito combustível - motorizadas)


Na V Automobilia Ibérica da Moita (2008) as peças e o material para motorizadas estava presente em força (se bem que algum em más condições...).

Aqui ficam alguns dos emblemas das marcas (ou símbolos) à venda, que normalmente aparecem na parte lateral dos depósitos de combustível.

Aqui ficam alguns exemplos: Famel, Cinal Pachancho, MSC, Micromotor, Bela Zundapp...

... Narvik (Sangalhos, Mieiro e filhos)

... Perfecta e Stand Placido.

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2007/10/23

Símbolos das motorizadas Dúnia

Hoje apresentamos duas versões dos símbolos das motorizadas Dúnia.
O primeiro é circular, em metal, com a imagem de uma senhora ao centro, sobre a qual está escrito "Dúnia". Por baixo da senhora lê-se "Portugal" e em cima deveria ler-se "Motorizadas".

A segunda versão é em plástico e diz somente "Dúnia", estando a palavra no centro de uma estrela ou cometa estelizado.


Saber mais:
- Dúnia - Portugal - Motonline.pt/forum

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2007/03/01

André Teixeira - Michelin Challenge Design '07


O nome de André Teixeira é conhecido daqueles que acompanham as novidades no mundo automóvel. A participação no prémio de design Seat fez com que ficasse mais conhecido.
Actualmente, André Teixeira, formado em Artes Decorativas/Desenho de Interiores pela Fundação Ricardo Espírito Santo Silva (Lisboa) é um dos concorrentes no Michelin Challenge Design 2007.
A existência de prémios/concursos desta natureza é uma boa maneira de muitos jovens mostrarem o que valem e, quem sabe, de ganharem um contrato de trabalho que lhes permita viver fazendo o que gostam.

O blog "Rodas de Viriato" deseja a melhor sorte ao candidato nacional.

Saber mais:
- Site oficial - Michelinchallengedesign.com
- André Teixeira no Michelin Challenge Design 2007 - Autoportal.iol.pt

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