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2019/12/13

Diapositivo com jipe Portaro com tejadilho alto


Estamos sempre em busca de imagens que ajudem a perceber como foi a história dos automóveis fabricados em Portugal e hoje divulgamos uma que é especial, pois mostra um jipe Portaro com tejadilho alto.

Esta imagem pertence a uma colecção de diapositivos que a PRP - Prevenção Rodoviária Portuguesa editou, tendo o número 48 na moldura do diapositivo. O local onde foi feita a fotografia é em Benfica, num local onde a estrada passa por baixo de uma linha de caminho de ferro. Vêem-se em primeiro plano dois sinais - sendo um de aviso de limite de altura de 2,3 metros.
O jipe Portaro que aparece na imagem deve ser o mesmo que esteve em exposição na FIL, em 1977, no espaço da marca. Para além de ter o tejadilho mais elevado do que era normal, tem numa lateral uma pequena escada, enquanto que do outro lado tem um foco de luz.

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2019/08/15

Autocolante antigo Raid II Tomar Viseu 87


Continuando a divulgação de autocolantes antigos relacionados com provas de competição de todo-o-terreno, hoje mostramos o que é relativo ao Raid II Tomar Viseu, que decorreu nos dias 1, 2 e 3 de Maio de 1987.

Esta prova teve apoio do Correio da Manhã e das Seleções do Reader's Digest, sendo organizado pelo Clube Todo-o-Terreno.

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2019/06/13

Imagem de Portaro na Mundo Motorizado n.º 473


Os jipes Portaro estiveram várias vezes presentes no Salão Automóvel de Genebra, dando-se a conhecer e procurando clientes internacionais que os quisessem comprar.

Nas imagens vemos uma fotografia que foi publicada na revista Mundo Motorizado n.º 473, em 1980, onde aparece um Portaro 260 DP, que tinha uma cabina simples, com os pequenos vidros laterais traseiros.

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2018/05/14

Autocolante Rali Maratona Portalegre Finicisa 1987


Se uma conhecida marca de produtos fotográfico tinha como refrão a frase "Para mais tarde recordar", no Rodas de Viriato podemos dizer que o nosso refrão será "Para mais cedo recordar". Sim, isso mesmo, parece que algo caiu no esquecimento, mas aqui estamos nós a relembrar o que marcou a história do automóvel em Portugal.

O autocolante que divulgamos do Rali Maratona Portalegre Finicisa Clube Aventura Correio da Manhã, será do ano de 1987, época em que o todo-o-terreno estava a crescer em força no nosso país, fazendo com que muitos jipes - entre eles um número significativo de UMM e de Portaro, entrassem em provas de competição.

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2018/03/11

Livro Land Rover em Portugal - Editora Contra a Corrente


No dia em que se assinalam 70 anos em que saiu da linha de montagem o primeiro jipe Land Rover de pré-produção, o chassis R01, aproveitamos para apresentar aos leitores do Rodas de Viriato o livro Land Rover em Portugal - A História de um ícone, da Editora Contra a Corrente.
Poderá parecer que estamos a fugir à temática deste blogue, mas do Series I, até ao Defender, há mais de nacional do que o que se poderá pensar. Quem não se recorda, por exemplo, dos jipes Land Rover União montados em Angola?

Mas vamos por partes...
Este livro foi editado em 2017 e tem mais de 140 páginas dedicadas aos veículos todo-o-terreno produzidos pela Land Rover.
Depois da análise / leitura que fizemos, podemos dizer que está dividido em cinco partes (atenção que esta divisão não coincide com o índice do livro e é da nossa autoria):
- Numa 1.ª parte fala-se da história do jipe, desde a sua concepção / criação, passando pelo processo de fabrico de várias versões, até ao momento em que foi produzido o último Land Rover Defender.
A história remonta a 1947, num contexto de pós II Guerra Mundial, em que o clima e os terrenos difíceis levaram a que se pensasse numa viatura assim. É abordado o porquê da utilização do alumínio neste veículo, bem como a utilização que teve em diferentes forças militares inglesas, e as características das diferentes séries fabricadas.

- Numa 2.ª parte aborda-se a história da Land Rover em Portugal / mundo português, pois há uma parte dedicada às então denominadas "províncias ultramarinas portuguesas"; bem como a utilização do Land Rover por entidades militares portuguesas. Fala-se ainda dos Shorland MK III que foram escolhidos pela GNR em detrimento dos nacionais Bravia Comando MK III.
Curiosamente, esta parte começa por falar dos Land Rover em Moçambique, uma vez que foi este território nacional que recebeu os primeiros Land Rover importados. Há ainda referência à Garagem Victória, que era distribuidora da marca e aos factores que mais tarde a levaram a fabricar o jipe Portaro. Ficamos também a conhecer o porquê do surgimento da SEMAL - Sociedade Electromecânica de Automóveis, bem como a saber que os Land Rover recebidos em "CKD" (Completely Knocked Down) eram montados na UTIC, em Cabo Ruivo (Lisboa) e mais tarde na IMA (Setúbal).
Como se isto não chegasse, é ainda referida a odisseia da localização de muitos dos primeiros Land Rover vendidos em Portugal; das rivalidades com os jipes UMM e Portaro - de fabrico nacional e das empresas / entidades que adquiriram jipes Land Rover. Há ainda espaço para divulgar a origem de um protótipo do Land Rover feito em Portugal, com base num Series III 109'', que seria para o Exército Português, com capacidade de carga de 1 tonelada. Este protótipo está actualmente numa das maiores colecções privadas de jipes Land Rover, em Inglaterra.
Termina com a utilização dos jipes Land Rover, seja em contexto revolucionário do 25 de Abril, seja no dia-a-dia pela GNR e por outras forças militares.

- Numa 3.ª parte apresentam-se modelos / exemplares existentes em Portugal, restaurados ou mantidos em estado original, tanto em corporações de bombeiros, como na posse de particulares. É aqui que são apresentados em detalhe dois jipes Land Rover União, bem como relatada a história de cada um deles até terem chegado aos nossos dias.
- Numa 4.ª parte aborda-se a utilização deste jipe em situações de lazer e de competição, como por exemplo em participações de equipas portuguesas no Camel Trophy - prova que ajudou esta marca a ficar mais conhecida e associada ao característico amarelo torrado com que os jipes eram pintados. Há ainda a apresentação dos Clubes Land Rover em Portugal e da sua história.

- Numa 5.ª parte há espaço para informações relacionadas com os Land Rover e uma ficha técnica relacionada com este livro (apoiantes, bibliografia, créditos fotográficos...).
O livro é da autoria de Alexandre Coutinho, jornalista e cofundador da Editora Contra a Corrente, estando ligado ao universo do todo-o-terreno há mais de 20 anos, tendo participado em várias provas e expedições, muitas dos quais a bordo de um Land Rover.
Em Abril de 2018 está previsto esta editora lançar outro livro, o "Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais", pelo que podem ir reservando um espaço para ele na biblioteca.

Em relação ao livro Land Rover em Portugal - A História de um ícone, está disponível para quem o quiser comprar através do e-mail: livroscontraacorrente@gmail.com

(Agradecemos a Alexandre Coutinho pela oferta deste livro)

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2018/01/10

Racing Legend Show 2018


Continuando imbuído do espírito do Rali Paris / Dakar, divulgamos o evento Racing Legend Show, que decorrerá no Parc Expo de Valence (Drôme), em França; nos dias 2, 3 e 4 de Fevereiro de 2018.
Os entusiastas de antigas provas de competição, sejam ralis, raids, ou aventuras 4x4 por terras africanas, poderão aqui encontrar uma exposição dedicada a veículos que participaram no Rali Paris / Dakar; integrada no Racing Legend Show 2018 - dedicado ao mundo dos automóveis / carros de corrida históricos, bem como das motos.
Não temos conhecimento de que esteja em exposição algum dos jipes de fabrico nacional que participaram na prova referida, mas poderão ter a sorte de encontrar alguém que teve a experiência de com eles contactar pessoalmente.
Para mais informações, usar os contactos existentes no cartaz.

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2018/01/06

Jipes Portaro no Rali Paris / Dakar de 1983


No 5.º Rali Paris / Dakar participaram duas marcas portuguesas, a UMM e a Portaro. Se da marca UMM há muitas informações e fotografias disponíveis na Internet, já em relação aos jipes Portaro não é bem assim. Mas temos contrariar esta tendência e hoje damos mais um contributo para a divulgação da marca, mostrando duas fotografias que foram publicadas na revista Turbo n.º 17 de Fevereiro de 1983.

Na primeira imagem, a cores, vêem-se dois dos cinco jipes que terão participado na prova, havendo na mesma revista outra foto onde aparece um terceiro Portaro, que prestava assistência durante a prova. Na revista é referido que os Portaro que faziam assistência, em França, conseguiam melhores tempos do que os de Roy e Kurrer (que no final da prova conseguiu o 10.º lugar).

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2017/12/21

Bom Natal, com veículos feitos em Portugal!


Por esta altura o nosso departamento de imagem fixa e em movimento tem o prazer de pensar em mais uma imagem que envolva veículos fabricados em Portugal para desejar Boas Festas a quem passa pelo Rodas de Viriato.
Este ano usámos uma miniatura do jipe Portaro Campina, fotografada em cima de um antigo mapa de Portugal, com algumas das muitas estradas percorridas pelos veículos que aqui divulgamos com tanto gosto.
Deste modo desejamos a todos umas Boas Festas!

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2017/11/27

Veículos fabricados em Portugal no Queluz Clássicos


Tal como uma pessoa, também os veículos antigos e clássicos precisam de circular e de apanhar ar, para se manterem funcionais.

Os veículos fabricados em Portugal não são diferentes e também eles vão marcando presença em feiras, encontros e em passeios, um pouco por todo o país.

Um dos locais onde têm marcado presença, é no Queluz Clássicos, como se pode ver pelas fotografias, que mostram alguns dos jipes e carrinhas de fabrico nacional que por lá passaram.

O Queluz Clássicos realiza-se todos os terceiros domingos de cada mês, entre as 10 horas e as 13 horas, junto ao Palácio de Queluz.

O Queluz Clássicos tem como objectivo o salutar convívio, troca de conhecimentos e o arejar das máquinas clássicas e antigas que chegaram até aos nossos dias.

O evento é organizado por um clube com 3 anos de existência e que tem como objectivo a promoção e divulgação dos automóveis antigos.
E nada como fazê-lo junto a um monumento nacional.

Como podemos ver pelas fotografias é variado o leque de veículos fabricados em Portugal que passaram pelo evento.

Dos jipes UMM já estiveram presentes vários modelos e versões, desde um UMM Cournil curto, um UMM Cournil 494, um UMM Alter Troféu e um UMM Alter Turbo).

E para além de uma carrinha Datsun Sado, também por lá passou o jipe Portaro que participou no De Portaro até Dakar (que com a ajuda do Queluz Clássicos e do Rodas de Viriato participou em 2016 no Dakar Desert Challenge).

Uma boa dica para quem quer passear e mostrar o seu veículo fabricado em Portugal.

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2017/11/06

Foto com automóvel Ximba e jipe Portaro em 1977


E assim terminamos a comemoração do 11.º Aniversário Rodas de Viriato!
Qualquer motivo é bom para trazermos à luz do dia novas fotografias e informações sobre a história dos automóveis fabricados em Portugal e é o que fazemos hoje.
A partir de uma fotografia publicada na revista Auto Mundo n.º 68 de 1 a 15 de Outubro de 1977 e de uma conversa com Manuel Romão de Sousa (a quem agradecemos a disponibilidade, prontidão e partilha de informações aqui publicadas), pudemos contextualizar esta fotografia e saber mais sobre o desenvolvimento do que viria a ser o automóvel Sado 550.

Para facilitar a escrita, vamos por partes:
- Passava pouco mais do que um ano, desde que se tinha feito a revolução do 25 de Abril de 1974. O país atravessava dificuldades e era necessário modernizá-lo e criar riqueza. Em 1975 o Entreposto deu o seu contributo neste esforço, com dois veículos com fins e características muito diferentes: o automóvel Sado 550 e a carrinha Datsun Sado.
- A fotografia foi tirada junto dos hangares da Entreposto Industrial em Praias do Sado (Setúbal).  Neste espaço havia três zonas distintas. Do lado direito de quem entrava nas instalações, situava-se o pavilhão de metalomecânica; do lado esquerdo havia outro pavilhão igual, onde se fabricavam frigoríficos e ao fundo situava-se a linha de montagem de automóveis (que mais tarde foi vendida à Renault). Nesta linha de montagem eram fabricadas as carrinhas Datsun Sado; mas também os jipes Portaro, da Garagem Vitória.
- Estávamos no I Governo Constitucional e o Ministro da Indústria e Tecnologia era o engenheiro Nobre da Costa (na altura um independente), que fazia parte do governo de Mário Soares (na imagem seguinte, numa filmagem durante uma festa do PS, na Fonte da Telha, em 1979).

- A foto terá sido feita durante uma visita que Nobre da Costa fez à Entreposto Industrial, onde viu uma demonstração do protótipo do modelo Ximba, do Entreposto (mais tarde designado de Sado 550) e José Megre terá conduzido o protótipo entre Setúbal e Praias do Sado.
- No canto inferior esquerdo da fotografia vê-se uma parte da zona dianteira de um chassi do Sado 550 que esteve disponível para observação.
- Esta viatura provavelmente teria um motor Honda CB 360 cc, com 2 cilindros. Tendo sido produzidas 5 unidades destas para testes. A que vemos na imagem tinha o pára-brisas dianteiro a direito - pormenor que depois foi alterado na denominada 2.ª série do Sado 550, quando passou a ser curvo.
- No deflector frontal vê-se (por baixo, a meio) uma parte recortada de modo a favorecer o arrefecimento do cárter do motor. Como este era de moto, tinha uma cabeça onde trabalhavam os cilindros, que arrefecia com a passagem do ar. Mas o resto poderia não arrefecer, pois receava-se que a colocação de um motor de moto, num compartimento de automóvel, pudesse trazer problemas - situação que nunca chegou a confirmar-se.
- O engenheiro Manuel Romão esteve ligado ao desenvolvimento inicial do Ximba (desde Agosto de 1975) quando surgiu a proposta do tricarro montado na Famel. Mas não esteve presente nesta demonstração, pois tinha deixado de estar envolvido neste projecto em 1977, quando passou para o projecto das carrinhas Datsun Sado.
- Do Sado 550 terão sido vendidas 251 unidades e construídos mais de 20 protótipos (tendo em conta que em alguns eram mudados componentes mecânicos à medida que se iam realizando testes, sem que existisse necessidade de criar outro protótipo de raiz). O Ximba - mais tarde rebaptizado de Sado 550, teve o processo de industrialização do fabrico muito demorado - aproximadamente 7 anos, tendo em conta o número de anos que o automóvel teve de desenvolvimento, até estar disponível para ser comprado pelo público em geral. As vendas começaram em 1982 e terminaram em 1986. A denominação "550" está relacionada com a cilindrada do motor escolhido, o Daihatsu AB20 com 547 cc.
- Na imagem vê-se que por cima da zona dos faróis, há uns ganchos a prender o capot. Este pormenor, tal como a inexistência de portas no exemplar da foto, justificam-se pela seguinte situação: havia elementos mecânicos que ainda não eram os definitivos. Por exemplo: não tinha sistema de dobradiças nem fechaduras nas portas, pois complicavam os trabalhos, optando-se por as colocar e tirar quando era preciso. Na altura a prioridade era estudar pormenores mecânicos (como a questão do suposto aquecimento do motor, já referida anteriormente). Assim sendo, estes Ximba nunca foram montados integralmente.
- Na fotografia é possível ver à direita uma pessoa de casaco, era Nery de Oliveira, na época um colaborador do Entreposto Comercial, do Gabinete de Estudos e Projectos - que mais tarde passou para o Entreposto Industrial e depois regressou novamente para o Entreposto Comercial, de acordo com os projectos em que estava envolvido. Nery de Oliveira tinha muita bagagem técnica para resolver problemas técnicos e foi ele quem teve a ideia das molas da suspensão usadas neste automóvel.
- Na fotografia é ainda possível ver operários da linha de montagem da Entreposto Industrial. Mais à esquerda temos o mecânico Álvaro Santos (da Entreposto Comercial) que também foi para a Famel em 1975, para trabalhar no desenvolvimento do tricarro já referido.
- Falta ainda falar do engenheiro Reis Tomás que foi quem ficou responsável pelo desenvolvimento do automóvel, no momento em que Manuel Romão passou para o projecto Datsun Sado. Foi ele que teve a tarefa de encontrar algumas das peças usadas no Sado 550, tanto no mercado nacional, como no mercado internacional. Em relação a este último, a tarefa foi mais complicada devido ao estado das finanças portuguesas na época, que obrigava a esperar pela autorização governamental para que se pudesse importar material. Se o motor e a caixa de velocidades vinham do Japão, o diferencial traseiro vinha de Itália.
 - Para concluirmos e para se perceber melhor a linha temporal do automóvel Sado 550 e da carrinha Datsun Sado, o Sado 550 desenvolveu-se de 1975 até 1985, enquanto que a Datsun Sado desenvolveu-se de 1977 a 1982, tendo sido fabricadas aproximadamente 2000 unidades (média de 80 por mês / 800 por ano). Da Nissan vinha a mecânica da carrinha, o motor e a caixa de velocidades. Há ainda a referir que o Sado 550 demorou mais tempo a desenvolver porque foi um projecto que foi criado de raiz pelo Entreposto, enquanto que a carrinha Datsun Sado foi um projecto proposto pela Nissan, já desenvolvido e pronto a implementar. Segundo Manuel Romão são dois produtos que resultam da conjuntura da fase da revolução do 25 de Abril de 1974, de um país pouco desenvolvido e que não tinha dinheiro para fazer importações.

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2017/07/13

Miniatura jipe Portaro ralie Paris Dakar 1983 | ModENa


Em 1983 a Portaro participou no ralie Paris / Dakar, onde a viatura com o número 160 obteve o 10.º lugar na classificação geral. Deste modo a Portaro consegui distanciar-se enquanto marca do jipe romeno Aro, que esteve na sua origem. Por esse motivo é que se lê na lateral do jipe "Portaro 4x4 Le portugaise".

O Portaro com o número 160 era da dupla Jean-Pierre Kurrer e Pierre Zanone que também conseguiu a 5.ª classificação na etapa entre Dinkou e Agadez.

Com um palmarés deste tipo, bem que este modelo merece ser imortalizado numa miniatura, que neste caso foi produzida pela ModENa.

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2017/06/29

Jipe Portaro 260 estacionado na 25.ª Automobilia de Aveiro / 2017


Ver um jipe Portaro restaurado num evento relacionado com veículos antigos é um acontecimento digno de nota e foi isso que aconteceu na última edição da 25.ª Automobilia de Aveiro / 2017, onde este jipe Portaro 260 estava estacionado no espaço destinado a viaturas clássicas.

Ainda recentemente assinalámos os 40 anos do jipe Portaro e vemos que há pessoas que cuidam do nosso património.
Este estava restaurado e tinha o tradicional esquema de pintura em verde escuro com a parte da capota pintada de branco.

Aproveitámos para o fotografar e captámos alguns dos pormenores de fabrico deste jipe nacional.
Na imagem anterior podemos ver a dobradiça superior da porta de trás, que tem uma forma que permite algum distanciamento da porta quando aberta, em relação à carroçaria.

Pelos autocolantes colocados nos vidros da parte da capota, percebemos que é um jipe Portaro que vai a encontros e passeios de automóveis antigos.

Deste modo proporciona bons momentos a quem o conduz e ajuda a manter a nossa memória automobilística viva.

Na traseira também podíamos ver o gancho e tomada fixa de reboque - afinal o motor deste Portaro bem que pode puxar uns quilogramas mais.

Terminamos com dois pormenores, um do tampão do depósito de combustível e outro do cubo / comutador manual da roda da frente, de marca AVM, que permitia circular com 2 ou com 4 rodas motrizes.

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2017/06/06

Miniatura jipe Portaro # 314 - Baja de Portalegre


Esta miniatura de um jipe Portaro reproduz na escala 1:43 o exemplar que participou numa das provas Baja de Portalegre, com o número 314.

O jipe Portaro original foi adaptado para participar numa competição, tendo sido retirada a caixa de carga e ai adaptado um suporte para duas rodas suplentes que, ao mesmo tempo, também protegia a tripulação em caso de o carro virar.

As rodas suplentes estavam colocadas perto do final da traseira para facilitar o acesso até elas. Eventualmente a colocação nesta zona também ajudava à boa distribuição de massas no jipe.

É mais uma das miniaturas produzidas pela ModENa.

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2017/04/29

Salão Motorclássico 2017 - Balanço (1/2)


Faz agora uma semana que decorreu em Lisboa o Motorclássico 2017 - Salão Internacional de Veículos Clássicos, um dos eventos do panorama nacional relacionado com o mundo dos veículos antigos. E no próximo mês haverá outro, a 25.ª Automobilia de Aveiro.

Para facilitar o balanço que fazemos do que vimos, repartimos este em duas partes, sendo esta mais virada para os veículos fabricados em Portugal.
A primeira apreciação que fazemos de todo o Motorclássico 2017 é que havia mais tranquilidade e calma, pois a data escolhida não coincidia com outros certames também relacionados com veículos e que se realizavam nos pavilhões anexos, como já aconteceu em anos anteriores.

O programa oficial não contemplava nenhum evento relacionado com os automóveis, motos ou motorizadas fabricados em Portugal, ainda assim estavam bem representados em diversos e diferentes exemplares expostos.

Logo na entrada era possível ver um automóvel descapotável Citroen AX BB Cabrio GT em exposição, junto de um Citroen Mehari. Este Citroen AX BB Cabrio GT tinha a parte do motor à vista, sendo possível ver a chapa que a AG Engineering colocava nos automóveis que transformava.

Os jipes UMM como já vem sendo tradição estavam representados no espaço do Clube UMM, onde era possível ver um UMM Alter Troféu, bem como um UMM Cournil que estava meio restaurado, meio por restaurar, e que evocava o UMM Cournil V6 que em 1983 se classificou na 3.ª posição no 24 H Mauleon.

No que diz respeito aos pesos pesados nacionais, estavam representados por um blindado Chaimite no espaço da Associação Portuguesa de Veículos Militares. Era possível ver o interior deste exemplar, situação que não acontece com frequência.

No que diz respeito aos coleccionáveis e material evocativo das marcas nacionais, a oferta também era grande e variada. Por uma lado tínhamos a Archivo com as t-shirts, aventais e outros artigos, onde podíamos ver estampagens de Sado 550, do Alba, da Famel XF17 ou da SIS Sachs V5, entre outras.
Numa outra banca era possível ver emblemas bordados de várias marcas nacionais... Casal, Famel, Vilar, Fundador, Confersil, EFS, Macal, muitos deles com diferentes formas e cores.

No leilão realizado no Motorclássico 2017 também se encontravam elementos de automobilia nacional, como uma poster / cartaz de publicidade aos pneus da Mabor ou uma bicicleta de corrida Jasma.

E não podemos terminar o balanço que fazemos deste evento sem falar nas aguarelas de Yoshiharu Miyakawa, onde os automóveis antigos são o tema central para a criação de obras de arte. Os jipes UMM e Portaro são alguns dos veículos já fixados a tinta sobre o papel.

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