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2020/03/14

Motorizada Famel S 20 - Exposição Bicicleta Motorizada


Há marcas que usam números para denominar os modelos que vão fabricando, enquanto que outras usam letras (ou a junção destes dois); ou então nomes, sejam eles de locais ou outros, que por vezes são inventados.

A Famel usou as três técnicas referidas anteriormente e mais outra, denominar modelos usando a marca da motorização usada. Se a coisa pode parecer simples, na verdade não o é...

Dizemos isto porque alguns modelos eram baptizados com um nome, por exemplo Famel Victoria, havendo depois motorizadas destas, modelos A ou N.º 2... Já para não falarmos na questão das "estrelas", que alguns modelos tinham… Aumentando assim o número de variantes existentes.

Nas imagens vemos uma motorizada Famel, modelo S20, registada no ano de 1965. Se esta é uma Famel S 20, houve a Famel Foguete S-21, com número logo ao lado...

Mas também as houve com outros números, como a Famel 76, a Famel 77 ou a Famel 111...

Esta Famel S20 estava equipada com motor Zweirad Union, de turbina. Esta situação fez com que os técnicos da Famel criassem um quadro pensado de modo a ligar as diferentes partes de forma harmoniosa.

O tampão do depósito de combustível tem a marca Sacor em relevo.

Esta motorizada Famel S 20 pode ser vista na exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda.

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2019/06/24

Motorizada Mayal restaurada - Moto & Restauro


Um dos primeiros restauros feitos por José Antunes da Moto & Restauro, há mais de uma década, foi esta motorizada Mayal que vemos nas imagens.

As motorizadas Mayal são conhecidas pelo uso de símbolos de tamanho generoso, sejam em metal, sejam em plástico, onde se pode ler "Mayal - Irmãos Maias L.da - Aveiro - Telefone 23035".

No caso desta motorizada os emblemas eram em latão, com o metal em relevo.
O velocímetro era de marca VDO e estava embutido no coco do farol cromado.

Na traseira tem um farolim cromado, com três componentes em plástico vermelho, sendo que dois deles estão colocados lateralmente.

O esquema de pintura tem como base a cor verde, com pormenores a branco, motivo que fez com que se escolhessem pneus de faixa lateral branca para equipar as rodas.

Nas malas de ferramenta podemos ver que era uma Mayal "Modelo de Luxo".

Estava equipada com motor Zundapp e no tampão do depósito de combustível podemos ver referência ao óleo Sacor SAE 40.

Para contactarem a Moto & Restauro podem usar o Facebook ou se precisarem de alguma informação podem usar outros contactos da Moto & Restauro - telemóvel 962448182, telefone 275 751 241 ou pelo e-mail jadantunes@hotmail.com

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2019/03/19

XVI Automobilia Ibérica da Moita / 2019 - Reportagem


Decorreu no último fim-de-semana a XVI Automobilia Ibérica da Moita / 2019 e como já é tradição, aqui estamos a apresentar a reportagem geral do que vimos. Ficam guardadas para um futuro próximo as publicações que tratam de veículos de forma individual, para que possam ser apreciados detalhadamente.

Na vida nada é permanente, nem estático, e um evento como este, muito menos.
A sensação que tivemos em edições anteriores de que cada vez há menos automóveis na feira tem vindo a consolidar-se (não queremos com isto dizer que ter de haver automóveis dentro dos pavilhões).

Mas o que é certo é que temos caminhado para aqui. Ainda somos do tempo em que os jipes Portaro e os jipes UMM marcavam presença dentro e fora do espaço.

Na verdade até somos do tempo em que automóveis Citroen FAF e Sado 550, marcavam presença no exterior do espaço, pelo que não podemos deixar de sentir falta deles. A realidade é que o espaço disponível não é muito e, seja pela mão do HACETS / organização; seja pelos feirantes / expositores ou seja pelos visitantes, este aspecto tem mudado ao longo dos anos.

Em compensação, outros veículos e outros pontos de interesse justificam a deslocação e a visita à XVI Automobilia Ibérica da Moita / 2019.
Mais uma vez era possível ver muitas motorizadas de fabrico nacional, restauradas e por restaurar.

No que diz respeito às motorizadas restauradas, nas imagens podemos ver, entre outras, uma Famel XF-17, uma Confersil 604 GT 6V e uma SIS Sachs V5.

Já em relação às motorizadas por restaurar, uma SIS Sachs ao lado de uma Motalli Braga, bem que enchiam o olho de quem gosta de marcas portuguesas.

Em relação a coleccionáveis relacionados com a temática dos transportes, a oferta também era grande, havendo brinquedos, ferramentas, acessórios e máquinas antigas.

Material impresso, fossem revistas, jornais, folhetos, manuais e catálogos, também havia muito. O mais difícil seria mesmo encontrar aquilo que se procurava. Nesse caso nada como ir com tempo para descobrir o que nos falta e ir perguntando aos vendedores se podiam ajudar na tarefa.

E as surpresas estavam lá, fossem um pisa-papéis do primeiro centenário da Metalúrgica Duarte Ferreira, fossem uma velha fotografia de um autocarro nacional, fosse a chapa que nunca pensámos conseguir encontrar, quanto mais comprar!

Isto sem esquecer os tempos de conversa com conhecidos, amigos e desconhecidos, sobre o mundo dos veículos antigos.

Enquanto não chega a XVII Automobilia Ibérica da Moita / 2020, podem relembrar como foram as edições anteriores:
- XV Automobilia Ibérica da Moita - 2017
- XIV Automobilia Ibérica da Moita - 2017
- XIII Automobilia Ibérica da Moita - 2016
- XII Automobilia Ibérica da Moita - 2015
- XI Automobilia Ibérica da Moita - 2014
- X Automobilia Ibérica da Moita - 2013
- IX Automobilia Ibérica da Moita - 2012
- VIII Automobilia Ibérica da Moita - 2011
- VII Automobilia Ibérica da Moita - 2010
- VI Automobilia Ibérica da Moita - 2009
- V Automobilia Ibérica da Moita - 2008
- IV Automobilia Ibérica da Moita - 2007
Até lá!

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2019/02/22

Filmagem antiga em posto de combustível da Sacor

Uma simples filmagem caseira feita em filme super 8 pode ser um importante testemunho do que foi o passado.
Nas imagens vemos uma gasolineira da Sacor durante os anos 70 do século passado. Por entre o passar de automóveis, vê-se o letreiro da Sacor colocado num poste à entrada do espaço, bem como um camião cisterna, que transporta o combustível em dois tanques (um deles está colocado num atrelado). É ainda possível ver as bombas de abastecimento, com a decoração da Sacor. A filmagem termina com um panorama da cidade de Lisboa, feito a partir da ponte 25 de Abril. O som que acompanha o vídeo foi montado no filme, pois o original é mudo.
Agradecemos à Videocópia - Digitalização de cassetes de vídeo e de filmes 8 mm em formato doméstico ou profissional pela cedência do filme (obrigado!)

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2019/01/25

Publicidade antiga à Sacor - 1955


Nos últimos tempos temos falado muito do ano de 1955 pois, por acaso, tem sido um ano do qual temos encontrado muitos artigos relacionados com a temática de que tanto gostamos.
Nas imagens vemos uma publicidade de 1955 da Sacor, publicada na contra-capa da revista "Moto Revista". Nela é referido que os combustíveis e lubrificantes Sacor estavam "às ordens de vossa excelência". A ilustração é a de um boneco / mecânico cujo corpo tem o "S" da Sacor.

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2019/01/15

Material antigo do ACP - Emblema e mapas das estradas


ACP - Automóvel Clube de Portugal é das mais antigas instituições em Portugal ligadas ao mundo das estradas, que ao longo de muitos anos foi fazendo artigos que disponibilizava aos sócios - e que ainda existe nos dias de hoje.

Os mapas sempre foram úteis. Para além da informação sobre as estradas e ligações entre terras, também continham publicidade de produtos que interessavam aos automobilistas, como sejam os óleos para o motor.

Num dos mapas do ACP de 1976/1977 podíamos ver um anúncio com referência à refinaria do Porto, onde a Sacor produzia óleo, como o que eram embalado em latas metálicas que aparecem na imagem.

Um deles era o óleo Sacor Molygrafite, com a lata que tinha decoração pseudo atómica.

Num outro mapa havia publicidade à Mobil e aos seus produtos.
Para além dos mapas, o ACP também mandou fazer pins, alfinetes de lapela, chapas esmaltadas e até sabonetes!

Nas imagens também podemos ver um placa antiga do ACP em metal esmaltado, com o roda dentada e o escudo de Portugal no interior.
Agradecemos a Carlos Martins que tem página no Facebook de venda de peças para motorizadas antigas, pelo envio das fotografias.

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2019/01/10

Motorizada Zundapp Galgo para restauro - Moto & Restauro


Galgo é nome de raça de cão com formas alongadas e que corre muito. Talvez tenha sido este último facto que fez com que várias marcas ligadas aos veículos fabricados em Portugal tivessem usado este nome para alguns dos seus produtos.

A CNP teve um pneus de marca Galgo e até houve motorizadas Zundapp Galgo. E esta é uma delas!

O emblema é muito parecido com o que era usado na Zundapp Caçador que já aqui divulgámos, mas a motorizada tinha malas de ferramenta muito diferentes.

Esta motorizada Zundapp Galgo é uma das mais recentes entradas na oficina Moto & Restauro, na cidade de Fundão.

Está muito completa, mas foi pintada entretanto, pelo que este será um dos aspectos a trabalhar no restauro que se avizinha.

Está equipada com motor Zundapp de turbina e tem o tradicional suporte de mercadorias na traseira.

Para contactarem a Moto & Restauro podem usar o Facebook ou se precisarem de alguma informação podem usar outros contactos da Moto & Restauro - telemóvel 962448182, telefone 275 751 241 ou pelo e-mail jadantunes@hotmail.com .

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2018/11/23

Lata antiga de óleo Sacor Super de 3 litros


Os veículos antigos e clássicos montados / fabricados em Portugal certamente que tiveram por perto uma lata de óleo como esta por perto.

Nas imagens podemos ver uma lata antiga em metal para óleo de marca Sacor Super, com capacidade para 3 litros.

O óleo Sacor que transportou era do tipo 10W40, usado para lubrificar motores.

Nas laterais mais estreitas tem o emblema da Sacor, sobre fundo verde escuro, com a palavra Sacor a vermelho, por baixo.

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2018/04/20

Salão Motorclássico 2018 - Balanço (2/2)


É o momento da segunda parte do balanço feito ao Salão Motorclássico 2018 pelo Rodas de Viriato.
Como referido na informação já divulgada, neste artigo não vamos tanto pela perspectiva do tema deste blogue - os veículos fabricados em Portugal -, mas pelo que observamos durante a nossa visita ao evento.

Uma das primeiras impressões que tivemos, foi a de que o clima que estava no Parque das Nações, parecia prolongar-se pelo pavilhão de exposição do Motorclássico... A chuva caia pontualmente no exterior e no salão sentia-se um arrefecimento.

É conhecida a aversão que muitos entusiastas e proprietários de automóveis antigos têm à chuva e à humidade, situação que acaba por condicionar inevitavelmente saídas e passeios.
Mas há sempre quem leve o assunto a sério e o número de visitantes durante a nossa visita estava dentro do que seria de esperar.

Como em anos anteriores, pudemos ver em exposição, e à venda, uma considerável quantidade de automóveis vulgarmente chamados de "topo". Estamos na capital portuguesa e o Motorclássico serve de local privilegiado para se fazerem contactos e negócios.

E via-se um pouco de tudo, desde cromados e pinturas brilhantes / reluzentes, a pessoas que mostravam a sua pressuposta virilidade carregando no pedal do acelerador de um automóvel ligado... Fazendo barulho, alguma poluição e captando a atenção de quem acha isto muito giro.

Mas quem quer vender, tem de captar a atenção dos potenciais clientes. Muitos tentam ir pela originalidade, expondo os veículos de forma diferente, recriando ambientes ou fazendo algo pouco visto ou inédito.

Já assistimos a muitos bailados e coreografias, mas nunca feitos por um automóvel. Com o surgimento dos automóveis eléctricos que têm motores para tudo e mais alguma coisa, lá nos estreámos a ver uma coreografia (sem seres humanos) de abrir e fechar portas, a par de ligar e desligar faróis, farolins e piscas, enquanto umas guitarradas dos anos 80 / 90 se faziam ouvir.

Mas havia mais do que automóveis expostos. Havia vários expositores de peças e acessórios; materiais / produtos; artigos de colecção e prestadores de serviços, nacionais e estrangeiros. Uma prova de que o mercado está vivo e em desenvolvimento.

No parque fechado do Salão Motorclássico notou-se a influência do frio. O número de viaturas no parque de automóveis clássicos era menor do que no ano anterior (tal com já acontecera no ano anterior). Sem pudores, é um ponto que merece alguma reflexão.

Em relação ao leilão de automobilia também nos pareceu que diminuiu o número de material disponível para venda, ainda assim vimos peças que foram disputadas de forma aguerrida pelos participantes.

Terminamos dizendo que é sempre positivo a realização deste tipo de eventos, e o Salão Motorclássico esta nesta área de classificação.
Agradecemos à organização pelas facilidades concedidas pelo ingresso no evento.
Entretanto começa a contagem decrescente para o salão Motorclássico 2019!

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