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2020/01/25

Ciclomotor Vilar Cucciolo M55 - Exposição Bicicleta Motorizada


Quando se pensa em ciclomotores de marca Vilar, automaticamente pensa-se nos motores Cucciolo, pois estes foram usados nas primeiras montagens feitas em série por esta marca.

Seja coincidência, seja devido à quantidade produzida, chegaram aos nossos dias muitos desses ciclomotores Vilar com motor Cucciolo, sendo dos veículos mais antigos em muitas colecções de motos e de motorizadas fabricadas em Portugal.

Na exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda, é possível ver este ciclomotor Vilar com motor Cucciolo M55, da Ducati, a quatro tempos.

Encontra-se em estado original, dando para perceber bem como seriam estes ciclomotores quando saiam da fábrica.

Este Vilar Cucciolo está pintado de azul, tendo o depósito de combustível cromado lateralmente. Os guarda-lamas também têm a lateral de cor diferente, sendo pintados num tom de cinzento.

Por cima do depósito tem uma grelha metálica que podia servir para transportar uma mala ou pasta em couro, servindo ao mesmo tempo para proteger a pintura do desgaste originado pela natural utilização do ciclomotor.

Na traseira tem um suporte para mercadorias que prende no quadro e no guarda-lamas.
Na roda traseira tinha um sistema de travagem que era accionado por um pedal existente junto do motor.

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2020/01/09

Bicicleta Vilar recuperada por Hélder Silva


A vontade de recuperar e de restaurar veículos antigos não é coisa que desapareça com facilidade. É mais uma questão de oportunidade e ela logo desperta e entra em acção!

A bicicleta Vilar que vemos nas imagens esteve quase para ser desmantelada e ir parar ao lixo, mas o nosso leitor Hélder Silva (que também já restaurou um motorizada EFS GT Super, e a quem agradecemos mais esta colaboração) não perdeu a oportunidade de lhe dar uma nova vida.

É uma Vilar com quadro aberto, próprio para senhoras, tendo na parte de trás uma zona para transporte de mercadorias, isto para além de ter uma mala de pequenas dimensões, em borracha; para transporte de ferramentas, de remendos e de cola, para quando alguma roda tiver um furo.

E até um prático descanso ela tem, para que possa ficar estacionada sem ter de ser encostada a paredes ou muros.

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2020/01/06

Reportagem exposição Bicicleta Motorizada - Centro de Artes de Águeda


Um dos eventos que divulgámos no final do ano passado foi a exposição Bicicleta Motorizada - Águeda e a Democratização da Mobilidade Individual, que está patente no Espaço Expositivo do CAA - Centro de Artes de Águeda, até dia 26 de Abril de 2020.

Curiosos por ver a exposição, bem como alguns modelos especiais que integram o conjunto, lá fomos até Águeda, de modo a poder fazer a reportagem do que se pode encontrar exposto no 1.º andar do CAA. e aqui fica a reportagem dessa visita.

Relembramos que no Centro de Artes de Águeda já se tinha realizado a exposição Less Is More, onde era possível ver motos e motorizadas nacionais ao lado de outras estrangeiras. Desta vez tudo o que está exposto foi fabricado em Portugal.
Sendo este o tema do blogue Rodas de Viriato, não podíamos faltar!

A exposição Bicicleta Motorizada é de acesso grátis e assim que entramos no edifício onde decorre, vemos uma scooter Casal S 170 / Casal Carina e uma SIS Sachs V5. Estes dois veículos servem de chamariz para a exposição que decorre no piso superior.

Ao chegarmos à sala da exposição vemos um texto na parede, que faz o enquadramento da exposição, intimamente ligada à localidade onde está patente - Águeda, bem como a Sangalhos e a Aveiro.

Nesse texto são também referidos alguns acontecimentos e pessoas que entraram para a história dos veículos de duas rodas com motor, em Portugal. Uma das pessoas referidas é João Garrido, que no início do Século XX começou a vender no Porto motos importadas.

A exposição está organizada de forma cronológica, mas também por marcas, por cilindradas e por tipos de utilização dos ciclomotores, das motorizadas e das motos expostas.

Paralelamente há textos e fotos nas paredes, bem como em telas impressas, que vão ajudando a perceber a história da "Bicicleta Motorizada", bem como das várias marcas a ela associadas.

Em situações pontuais também há vitrinas onde estão expostos materiais diversos, desde folhetos e catálogos antigos, bem como chapas ou emblemas de marcas e até peças e material de colecionismo com elas relacionado.

Quem gosta do tema não terá dificuldade em delirar com algumas das peças expostas, que oportunamente divulgaremos.
Quem não gostava de ter na sua garagem uma moldura com um dos folhetos das motorizadas vendidas pela Organização Sachs em Portugal, como os que se vêem na imagem anterior?

Para que a informação sobre cada "Bicicleta Motorizada" seja mais detalhada e precisa, foi colocada uma legenda num dos cantos de cada rectângulo preto, tipo alcatifa, sobre o qual estão expostos os veículos. Nessa legenda também consta o nome das várias pessoas que colaboraram na realização da exposição, cedendo os seus exemplares.

Em termos temporais, estão expostos cerca de 45 anos da produção industrial de motos e motorizadas em Portugal, havendo exemplares nunca restaurados, outros já restaurados e até uma Famel XF-25 que nunca foi usada, estando ainda como saiu da fábrica.

Antes de terminarmos, falta dizer que a exposição tem curadoria de Emanuel Barbosa e que está previsto um ciclo de cinema, em parceria com o Lisbon Motorcycle Film Fest, onde serão exibidos filmes ligados à temática das motos.

Não percam as próximas publicações sobre esta exposição, relacionadas com modelos específicos!

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2019/10/15

Reportagem do Leiria Sobre Rodas 2019 - 2 rodas


Como prometido, aqui fica a segunda parte da reportagem do Leiria Sobre Rodas 2019, desta vez dedicada aos veículos de duas rodas que estiveram em exposição no Estádio Municipal de Leiria. Este exposição pode ser vista pelas 50000 pessoas que visitaram o evento.

Como podemos ver pelas fotografias que acompanham este texto, os veículos de duas rodas expostos foram bem selecionados e eram bem representativos do que se fabricou em Portugal.

Começando pelos ciclomotores antigos, havia vários exemplares restaurados em exposição.
Entre eles destacamos um ciclomotor de marca Alma, com deposito cromado lateralmente e malas de ferramenta no suporte de mercadorias.

Havia ainda um ciclomotor Vilar, com motor Cucciolo, pintado na tradicional cor de vermelho forte.

Em relação a ciclomotores fabricados a Norte de Portugal, em Braga, tínhamos um Cinal Pachancho de 1954, também com o depósito cromado lateralmente.

Bem como um outro ciclomotor Pachancho, com alavanca das mudanças junto ao depósito e com malas laterais, para transporte de pequenas mercadorias, feita em couro.

Em relação às motos de 125 cc, estavam representadas por uma moto Casal K 260, ainda por restaurar.

Os modelos mais recentes, estavam representados por 3 motos Casal K 276, sendo uma vermelha e duas brancas.

As motorizadas também abundavam na exposição, sendo possível ver muitas, alinhadas lado a lado.
Na imagem anterior podemos ver uma série de motorizadas Diana G3 e Macal Astronauta.

A Famel não ficou esquecida, destacando-se uma versão mais antiga, uma Famel Victoria modelo 5 estrelas.

E não faltavam as icónicas motorizadas Famel XF 17.

O modo como estavam expostas foi pensado, de modo a ser dinâmico, como se pode ver na imagem anterior, em que quatro motorizadas foram colocadas a fazer uma cruz, vistas de cima.
Neste conjunto estavam duas Motoesa e duas SIS Sachs.

Antes de acabarmos a parte relativa às motorizadas, há ainda espaço para uma Vilar Júnior, vendida pela Bicimotor, do Porto.

E concluímos com uma bicicleta Órbita, versão militar, com as cores da GNR.
Mais uma vez agradecemos a Paulo Ascenso pelo envio das fotografias (obrigado!)

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2019/09/02

Chapa Vilar Pachancho para depósito de ciclomotor


Nos primeiros anos em que a Vilar fabricou veículos de duas rodas com motor, usou motores de várias marcas, bem como de diferentes cilindradas.
A escolha dos motores Pachancho era facilitada por não ser necessário realizar importações, visto que eram produzidos em Braga.

Nas imagens vemos uma chapa antiga em metal, com relevo, com as marcas Vilar Pachancho pintadas. A marca Pachancho aparece sobre um elemento gráfico, com ponto de fuga no centro.

A chapa tem perfurações laterais, de modo a poder ser fixa ao depósito de combustível do ciclomotor Vilar Pachancho.
Esta chapa (só uma, não é o par!) está disponível para venda, para mais informações usar o contacto de e-mail existente na lateral direita do ecrã.

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2019/08/11

Motorizada SIS Sachs Lebre da J.A.E. - Salão MotorClássico 2019


Andar na estrada pode ser uma vida de correria, de um lado para o outro, feito uma lebre por campos, serras e vales.

Nas imagens vemos uma motorizada SIS Sachs Lebre que pertence à JAE - Junta Autónoma das Estradas, sendo um dos seus veículos históricos.

Este exemplar esteve em exposição no Salão MotorClássico 2019, em Lisboa.

Estava pintada no característico tom de amarelo da JAE, que permite ser facilmente reconhecível à distância.

Estava equipada com motor Sachs de turbina, de três velocidades e com velocímetro de marca VDO.

Na roda traseira era possível ver que o cubo da roda era de marca Vilar, estando esta marca em relevo no metal.

Segundo indicação num letreiro que estava ao lado da motorizada, esta SIS Sachs Lebre entrou ao serviço no dia 16 de Outubro de 1969.

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2019/07/27

Motorizada nacional em publicidade do Festival Giacometti


Ao circular pelas estradas do Alentejo litoral pudemos ver este painel publicitário ao Festival Giacometti, onde aparece uma motorizada Vilar, provavelmente com marca Perfecta
O Festival Giacometti realiza-se em Ferreira do Alentejo e tem como temática as músicas e culturas de raiz popular.

O nome do festival deve estar ligado ao etnólogo Michel Giacometti que veio no século passado para Portugal recolher e estudar músicas populares. Por esse motivo vemos no cartaz várias senhoras vestidas à antiga.
E sendo um evento marcadamente ligado à cultura portuguesa, houve o bom gosto de colocar uma motorizada antiga na imagem.
Parabéns pelo resultado final!

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