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2021/09/07

Revista SóClassicas n.º 88 - Setembro de 2021


Já temos o último número da revista SóClássica, é o n.º 88 e aqui fica a sua apresentação.
Neste número as motorizadas nacionais tem espaço nas páginas interiores da revista, começando com alguns pequenos artigos / cartas ao editor relacionados com as motorizadas Mourisotam e com a SO4. Segue-se um artigo que relata a viagem feita em motorizadas Famel XF17 de Portugal até à Grécia, no ano de 1982.
Há ainda a reportagem da feira da Gafanha da Boa Hora de 2021; um artigo sobre a construção de uma moto Zundapp KS 210 tricilíndrica; a reportagem do Rider 2021; do leilão Mecum de Las Vegas e a história da Ariel NH350 de Ivan Branco.
No final podem encontrar a tradicional secção de anúncios particulares / classificados de motos, motorizadas e scooters antigas para venda.

Agradecemos ao editor pela oferta da revista.

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2021/06/19

Revista SóClassicas n.º 87 - Junho de 2021


A revista SóClássicas n.º 87 / 123 já está nas bancas e neste número há destaque na capa a duas marcas de motorizadas nacionais: A Mourisotam e a SO4.
No artigo sobre Mourisotam é apresentada a história da criação da marca até ao seu encerramento. Nele há referência às várias motorizadas fabricadas por esta empresa de Mourisca do Vouga.
O artigo sobre a SO4 conta a história de Paulo Ascenso que, como já aqui mostrámos, está a restaurar uma destas motorizadas.
Na revista destaca-se também o artigo sobre o Museu Top Mountain Motorcycle que ardeu recentemente, tendo muitas motos antigas ficados destruídas para sempre.
Há ainda um artigo sobre a utilização de uma Honda C110 e uma Hercules Prior por terras africanas, bem como um artigo sobre o restauro de uma BSA B33. A terminar há o artigo intitulado "O rei de jaú" e a tradicional secção de classificados.

 Agradeço ao editor pela oferta da revista!

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2020/04/24

Motorizada Mourisotam de 1960 - Exposição Bicicleta Motorizada


As motorizadas Mourisotam estavam bem representadas na exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda, sendo possível ver exemplares restaurados e este por restaurar.

No grupo de fotografias apresentadas destacamos este pormenor de um cadeado antigo que era utilizado para fechar a mala de ferramenta e que ainda continua no lugar onde sempre esteve.

Este exemplar de motorizada Mourisotam estava equipado com um motor Zundapp datado de 1960.

Como se pode ver pelas fotografias ainda conserva a maioria das peças originais, no estado em que chegaram até nós.

O guarda-corrente é uma das peças que muitas vezes era retirada para fazer alguma reparação e depois não voltava para o sítio devido, mas neste caso não!

Outro dos pormenores desta Mourisotam é a existência de uma adaptação no suporte de mercadorias, destinado a permitir rebocar um atrelado de pequenas dimensões, próprio para motorizada (como os que a Empal produziu).

E na roda da frente vê-se a gravação "Sotam" (da palavra "Matos" escrita do fim para o início) no cubo da roda. Aqui está um elemento que liga as Mourisotam às Sotam.

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2020/03/05

Motorizada Mavico - Exposição Bicicleta Motorizada


Lembram-se da motorizada Mavico, fabricada pela Mourisotam, que divulgámos em 2018?

Pois aqui está ela fazendo parte das motorizadas que podem ser vistas na exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda.

É de marca Mavico, da empresa Manuel Vieira Condeça, mas foi fabricada pela Mourisotam, como se pode constactar pela chapa colocada por cima do farolim, no guarda-lamas traseiro.

Está equipada com motor Zundapp e é do ano de 1963.

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2020/02/13

Motorizada Mourisotam JLO - Exposição Bicicleta Motorizada


A Mourisotam foi um dos fabricantes de motorizadas nacionais, sendo desconhecida da maioria dos entusiastas dos veículos antigos de duas com motor, fabricados em Portugal.

Na exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda é possível ver este exemplar, equipado com motor JLO, tendo uma chapa Famel-JLO.

Eram fabricadas em Mourisca do Vouga, sendo o nome a junção de MOURISca + SOTAM (o nome  Matos lido de forma invertida).

De acordo com a etiqueta que está perto desta motorizada, é do ano de 1969 (ou terá sido registada neste ano).

Um dos elementos usados pela Mourisotam nas suas motorizadas eram estrelas cadentes, o que se verifica neste exemplar. Note-se que a mala da ferramenta está fechada com um cadeado antigo, que certamente sempre pertenceu a esta motorizada.

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2020/01/06

Reportagem exposição Bicicleta Motorizada - Centro de Artes de Águeda


Um dos eventos que divulgámos no final do ano passado foi a exposição Bicicleta Motorizada - Águeda e a Democratização da Mobilidade Individual, que está patente no Espaço Expositivo do CAA - Centro de Artes de Águeda, até dia 26 de Abril de 2020.

Curiosos por ver a exposição, bem como alguns modelos especiais que integram o conjunto, lá fomos até Águeda, de modo a poder fazer a reportagem do que se pode encontrar exposto no 1.º andar do CAA. e aqui fica a reportagem dessa visita.

Relembramos que no Centro de Artes de Águeda já se tinha realizado a exposição Less Is More, onde era possível ver motos e motorizadas nacionais ao lado de outras estrangeiras. Desta vez tudo o que está exposto foi fabricado em Portugal.
Sendo este o tema do blogue Rodas de Viriato, não podíamos faltar!

A exposição Bicicleta Motorizada é de acesso grátis e assim que entramos no edifício onde decorre, vemos uma scooter Casal S 170 / Casal Carina e uma SIS Sachs V5. Estes dois veículos servem de chamariz para a exposição que decorre no piso superior.

Ao chegarmos à sala da exposição vemos um texto na parede, que faz o enquadramento da exposição, intimamente ligada à localidade onde está patente - Águeda, bem como a Sangalhos e a Aveiro.

Nesse texto são também referidos alguns acontecimentos e pessoas que entraram para a história dos veículos de duas rodas com motor, em Portugal. Uma das pessoas referidas é João Garrido, que no início do Século XX começou a vender no Porto motos importadas.

A exposição está organizada de forma cronológica, mas também por marcas, por cilindradas e por tipos de utilização dos ciclomotores, das motorizadas e das motos expostas.

Paralelamente há textos e fotos nas paredes, bem como em telas impressas, que vão ajudando a perceber a história da "Bicicleta Motorizada", bem como das várias marcas a ela associadas.

Em situações pontuais também há vitrinas onde estão expostos materiais diversos, desde folhetos e catálogos antigos, bem como chapas ou emblemas de marcas e até peças e material de colecionismo com elas relacionado.

Quem gosta do tema não terá dificuldade em delirar com algumas das peças expostas, que oportunamente divulgaremos.
Quem não gostava de ter na sua garagem uma moldura com um dos folhetos das motorizadas vendidas pela Organização Sachs em Portugal, como os que se vêem na imagem anterior?

Para que a informação sobre cada "Bicicleta Motorizada" seja mais detalhada e precisa, foi colocada uma legenda num dos cantos de cada rectângulo preto, tipo alcatifa, sobre o qual estão expostos os veículos. Nessa legenda também consta o nome das várias pessoas que colaboraram na realização da exposição, cedendo os seus exemplares.

Em termos temporais, estão expostos cerca de 45 anos da produção industrial de motos e motorizadas em Portugal, havendo exemplares nunca restaurados, outros já restaurados e até uma Famel XF-25 que nunca foi usada, estando ainda como saiu da fábrica.

Antes de terminarmos, falta dizer que a exposição tem curadoria de Emanuel Barbosa e que está previsto um ciclo de cinema, em parceria com o Lisbon Motorcycle Film Fest, onde serão exibidos filmes ligados à temática das motos.

Não percam as próximas publicações sobre esta exposição, relacionadas com modelos específicos!

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2019/04/28

Chapas antigas de motorizadas e da fábrica da Mourisotam


Na sequência da apresentação de pormenores históricos da fábrica de motorizadas Mourisotam, apresentamos um lote de material directamente relacionado com esta fábrica.
Do lado esquerdo da imagem podemos ver uma chapa de testa de quadro de motorizada Mourisotam, com relevo e pintura. Nela consta o número do quadro, o número do motor e o ano de fabrico.
Do lado direito, em cima, vemos uma chapa Mourisotam que era cravada nas hastes metálicas que seguravam o farol. Em relação à chapa redonda, com um número 52 gravado, é uma chapinha de ponto da Sotam. O operário ao entrar na fábrica, mudava a chapinha do quadro de saída para o de entrada e vice-versa, quando acabava o turno.
Agradecemos a Carlos Martins, que tem página no Facebook de venda de peças para motorizadas antigas, pela envio desta fotografia e informações.

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2019/01/01

Foto de motorizada - José Inácio de Matos (Mourisotam) 1959 (?)


Nada como começar o ano de 2019 com o espírito que queremos para os próximos 365 dias!
Divulgamos um fotografia antiga de uma motorizada que, aparentemente, tem um emblema que diz Saima - uma localidade de Sangalhos que está associada a marcas como a Fundador ou a Italmotos. Pelo contorno desse emblema, diríamos que era da marca Veneza, mas as letras não coincidem...

A motorizada é parecida com as Mourisotam que por aqui temos divulgado.
Não é de estranhar, pois no verso da fotografia consta o nome José Inácio de Matos, de Mourisca do Vouga, o dono da marca em questão. Para além do que foi dito, esta fotografia veio junto da carta em que José Inácio dos Santos pedia deferimento para que fosse autorizado o seu pedido para poder montar bicicletas motorizadas na sua fábrica.
A foto tem o carimbo da Foto Central, situada no Largo do Tribunal, em Águeda.

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2018/12/24

Carta de José Inácio de Matos (Mourisotam) de 1959


Não, esta carta não é com os nossos pedidos de presentes ao Menino Jesus ou ao Pai Natal.
Não, esta carta não foi um presente que recebemos.
Sim, esta carta é mais um dos presentes que constantemente damos aos nossos leitores e um importante contributo para que se perceba a história das marcas portuguesas de motos, motorizadas e bicicletas.

É uma carta de José Inácio de Matos, da marca Mourisotam / Sotam, de Mourisca do Vouga, datada de 13 de Março de 1959, a pedir deferimento para que seja autorizado o seu pedido para poder montar bicicletas motorizadas na sua fábrica.

Com esta carta obtemos algumas informações importantes:
- Nela trabalhavam cerca de 50 pessoas;
- Foi criada em 1927;
- Os produtos fabricados podem ser comparados com os de outros fabricantes nacionais ou estrangeiros.

Como era característico na época, esta carta foi escrita num papel especial, de marca Grahams Bond Registered.
Isto sim, é verdadeiro espírito natalício!

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2018/12/22

Livro "Less is More" - Centro de Artes de Águeda


Se oferecer um presente a uma mulher é coisa fácil, que se resolve rapidamente e que temos a certeza de que vai ser do gosto de quem o recebe; quando se fala de oferecer um presente a um homem, o caso muda um pouco de figura.

Seja na época de Natal, seja num aniversário, seja só porque sim; dar um livro que trata de motos, motorizadas e de scooters antigas pode ser a melhor opção de oferta, especialmente quando sabemos que a pessoa que o vai receber gosta desta temática.

Nas livrarias podemos encontrar muitas publicações sobre motos, motorizadas e scooters: mas se quisermos uma que incida sobre os veículos de duas rodas com motor, fabricados em Portugal, já é mais difícil encontrar uma (aliás, se for numa livraria de um centro comercial, é impossível!).
Pelo que aqui deixamos uma sugestão!

No Rodas de Viriato fazemos tudo para que os nossos leitores saibam o que vai acontecendo no mundo dos veículos clássicos, pelo que apresentamos o livro "Less is More", da autoria de Emanuel Barbosa, editado pelo Município de Águeda / Centro de Artes de Águeda.

Este livro funciona como catálogo da exposição com o mesmo nome - Less is More -, que se realizou de 17 de Fevereiro de 2018 a 30 de Abril de 2018, no Centro de Artes de Águeda, nesta localidade que tem ligações históricas à indústria de motorizadas / motos de fabrico português.

Neste livro de 140 páginas, profusamente ilustrado com fotografias a cores, podemos ver as motorizadas, motos e scooters que constaram na exposição, havendo textos com o enquadramento teórico subjacente à exposição.
O livro está dividido em secções, algumas das quais estão balizadas pelo país de fabrico dos veículos expostos. Logo no início temos Portugal, constando veículos de 50 cc até 125 cc de várias marcas e épocas - Famel, Macal, Casal, EFS, SIS Sachs, Cruzador, Mourisotam, Dunia, Mayal, Diana, MSC, Confersil e Motoesa.

Seguem-se outros capítulos sobre veículos de duas rodas com motor fabricados em Itália, Alemanha, França e outros países; sendo todos do tipo "scooter".

Ao chegarmos ao final do livro, voltamos a Portugal, desta vez para ficarmos a saber um pouco mais sobre o mundo do motocross em Águeda, como começou, quem o apoiou, os nomes a ele ligados, estando o texto acompanhado de fotografias antigas.

O motocross também esteve representado na exposição, constando no livro fotos de motos usadas por pilotos portugueses, algumas das quais produzidas em Portugal - Macal Cross e Geni Protótipo.
Agradecemos ao Centro de Artes de Águeda, a oferta desta publicação para que aqui fosse divulgada (e a Daniel Madeira pelo acompanhamento do assunto).

Quem pretender adquiri este livro, pode fazê-lo no Centro de Artes de Águeda, na Rua Joaquim Valente Almeida, 30; 3759-154 Águeda.
Caso estejam geograficamente distantes, podem usar o contacto de e-mail info@centroartesagueda.pt ou pelo site www.centroartesagueda.pt

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