
Se na anterior publicação sobre o
Salão Motorclássico 2026, o jipe UMM 4x4 que participou no
Paris / Dakar era o veículo de fabrico nacional ao qual dávamos mais destaque, nesta publicação com a segunda parte da reportagem do evento começamos com o automóvel
MG Canelas.

Misturar espaços de comércio, com espaços de exposição é uma boa forma de manter a qualidade do evento, enquanto se garante que todos encontram aquilo que procuram. E no
Salão Motorclássico 2026 até existiram espaços que misturavam comércio com cultura, como podemos ver na imagem anterior, com pinturas de veículos antigos (uma delas é um jipe
UMM Alter descapotável).

Neste evento há um denominador comum, a existência de marcas conceituadas, e muitas vezes associadas a viaturas de topo. Na imagem anterior podemos ver uma moto de marca Maserati, ao lado de uma mini-moto da Honda.

E seguindo a linha do que dissemos anteriormente, também pudemos ver muitos automóveis descapotáveis, como foi o caso do Mercedes que a Associação Portuguesa de Veículos Militares tinha em exposição.

E quem gosta de velocidade sobre duas rodas também podia encontrar muitas propostas, havendo várias motos que nos faziam lembrar os exemplares que normalmente se veem em provas de competição em pista asfaltada.

E sendo um evento onde a exclusividade está presente, também não faltavam versões limitadas de automóveis e de motos.
A versão Rallye de um Peugeot 205 era um desses casos, podendo satisfazer o sonho de jovens que na época só podiam sonhar com este automóvel.

E quem tem outros interesses ou gostos, também encontrava miniaturas, catálogos, coleccionáveis e muitos outros artigos de automobilia, bastava procurar.
De seguida iremos mostrar detalhadamente algumas das viaturas de fabrico nacional que se destacaram no evento.