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2022/08/03

Moto Anfesa RV 250 de João Duarte (3/3)


Passados uns bons tempos desde que fizemos a última publicação sobre a moto Anfesa RV 250 de João Duarte, voltamos à carga para apresentar a última série de imagens desta moto tão especial.

E nada como começar com a fotografia do feliz proprietário, junto desta moto de fabrico português.

Sendo das poucas motos com 250 cc que foram fabricadas em Portugal, esta moto Anfesa tem componentes de fabrico português, como os guarda-lamas da HP - Hélder Pires, no meio de outros de fabrico estrangeiro.

Esta situação é decorrente do investimento feito, que condicionou o desenvolvimento e a incorporação de mais componentes de marcas portuguesas.

Por esse motivo vemos várias referências à Acerbis, bem como a Kramit (marca a partir da qual consta que este modelo foi construído) neste moto.

E também vemos componentes da Brembo no guiador. 
Conhecendo o consumidor português, a opção de optar por marcas de renome internacional só facilitam as vendas, pois não nos podemos esquecer que muito português de bem diz: "Antes uma má peça fabricada no estrangeiro, do que uma boa peça fabricada em Portugal".

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2021/09/21

Publicidade à HP - Helder Pires (Bicimota 94)


A transição do metal para o plástico fez-se sentir em muitos aspectos da nossa vida e em termos industriais levou à reconversão de métodos de fabrico e até ao encerramento de empresas.
A empresa HP - Helder Pires apostou no fabrico de peças em plástico para motos, motorizadas e bicicletas, o que fez com que se conseguisse manter desde 1983 em actividade.

Em 1994 a HP - Helder Pires, fazia publicidade no catálogo da Bicimota 94 com a imagem que podemos ver, onde uma moto avança sobre um terreno com piso de barro ressequido. 

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2020/07/20

Moto Anfesa RV 250 de João Duarte (2/3)


As motos Anfesa têm um lugar especial na história das motos fabricadas em Portugal, não só por usarem motores com cilindradas pouco comuns (quando comparados com outros fabricantes), mas também por criarem veículos com linhas diferentes.

Com este grupo de fotografias divulgamos a segunda parte da reportagem relacionada com a Anfesa RV 250 de João Duarte.

O motor que equipa esta Anfesa foi fabricado pela Rotax e tem 250 cc, sendo possível ler na lateral a palavra "Magnesium", que se refere ao metal usado para o construir.

Uma das características das motos da Anfesa, era a cuidada escolha de componentes, como acontecia por exemplo nos aros da Akront, fabricados em Espanha.

E olhando para a roda de trás podemos ver o travão de disco de marca Brembo, capaz de fazer parar a potência debitada pelo motor, quando fosse necessário.

E para garantir uma paragem e uma aceleração eficaz, especialmente no fora de estrada, foi usado um pneu Michelin Cross Competition na roda traseira, com rasgos profundos, de modo a garantir mais tracção.

E terminamos esta apresentação com o toque português, mostrando o farolim da HP - Helder Pires!

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2020/04/18

Moto Anfesa RV 250 de João Duarte (1/3)


Há uns anos falámos de uma moto Anfesa RV 250 usada em competição na prova de Portalegre, entretanto tivemos a oportunidade de ver e fotografar uma moto destas ao vivo e aqui ficam as fotografias.

Começamos por agradecer a João Duarte, da Auto Rainha D. Leonor, L.da, a disponibilidade por nos receber e mostrar este exemplar da sua colecção de motos antigas.

É uma Anfesa RV250, com motor Rotax de 250 cc, como se pode ver na imagem anterior.

Esta moto é uma das várias com motores de 250 cc que a indústria nacional produziu ao longo dos anos, juntamente com a Casal K 280; a FNB - Super Vilar e as AJP PR5 com motores de 250 cc.

As motos Anfesa caracterizavam-se por serem feitas com qualidade, procurando usar o melhor material que estava disponível no mercado.

A refrigeração do motor era feita com recurso a radiadores, que estavam ocultos por dentro dos plástico laterais, situados por baixo do guiador da moto, Na imagem anterior vemos um deles.

Sendo uma moto de competição para o fora de estrada, estava equipada com pneus de piso cardado, de modo a garantir uma boa aderência em terra, cascalho, areia e lama. No pneu da frente vemos que os quadrados do piso se estendem quase até ao aro de metal.

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2018/08/15

Foles de forqueta HP para Yamaha DT LC 50


Consta que a empresa Helder Pires, Lda. foi fundada em Abril de 1983, quando o mercado das motorizadas e bicicletas fabricadas em Portugal ainda estava em plena laboração.

Consultando o site "www.pt.kompass.com" ficamos a saber que a HP - Helder Pires, Lda. tem como principais actividades a produção / fabrico de:
- Peças para motorizadas;
- Guiadores para motorizadas e motoretas;
- Pedais e componentes para pedais de motorizadas;
- Apoios de pés para motorizadas e motoretas;
- Acessórios para motorizadas;
- Artigos de plástico para a indústria automóvel;
- Componentes e acessórios em plástico para motorizadas.

Em feiras da especialidade por vezes conseguimos encontrar material antigo, como o que hoje mostramos.

É uma caixa de foles para forqueta de motorizada Yamaha DT LC 50, em cor azul do ano de 1998.

Material pronto para ser usado numa motorizada ou para decorar garagens, oficinas ou espaços relacionados como motos antigas.

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2016/11/17

Motorizada Macal M83 com 3400 km - Oficina Moto & Restauro


Há motorizadas desportivas nacionais que estão profundamente associadas às marcas que as fabricaram, havendo grupos de entusiastas que chegam a fazer encontros sobre modelos específicos.

SIS Sachs tinha a V5; a Famel tinha a XF17; a Confersil tinha a 604 GT; a Casal a K603 SS e a Macal tinha a M83.

A Macal M83 modelo Sport que mostramos é de 1988 e entrou recentemente na oficina Moto & Restauro.

É uma motorizada que tem cerca de 3400 km, pois foi inicialmente adquirida por um pessoa que era emigrante.

Este pormenor fez com que tivesse sido pouco usada e, como esteve bem guardada, chegou aos nossos dias no estado em que vemos nas fotografias.

Os pneus aparentam ser o que vinham na motorizada quando ela saiu da fábrica da Macal.
O da frente era um pneu de piso listado Viking de medida 2 3/4 - 17 (21 x 2.75) 38 J.

Os autocolantes estavam completos e sem arranhões. Até tinha o autocolante com a recomendação "Usar apenas mistura dois tempos óleo-gasolina na proporção 1:25" que se localizava junto do bocal do depósito de combustível.

Os punhos e as manetes eram da Lusito, enquanto que o painel de instrumentos e o sistema de iluminação eram da marca SIM.

Os cubos das rodas estavam pintados de preto, tendo a marca Macal gravada em relevo.

Quando vista de lado, notamos que esta Macal M83 tem varões de protecção das pernas e um ferro, em forma de semi-círculo, soldado no suporte de mercadorias. O primeiro foi colocado para segurança do condutor, enquanto que o segundo foi acrescentado para permitir usar alforges na motorizada, evitando deste modo que roçassem na roda.

Um pequeno pormenor que mostra o estado de originalidade desta motorizada que está na Moto & Restauro, é o conjunto de ferramentas que veio na caixa de ferramentas e que está enrolado em papel pardo, que ainda não tinha sido aberto até ao momento em que vimos esta Macal.

Mas não é tudo, a bomba de ar original para encher pneus também ainda estava na motorizada, sendo de marca Nagusi.

Os amortecedores na roda de trás eram de marca Betor, feitos em Espanha.

Para mais informações sobre esta motorizada, podem visitar a página da Moto & Restauro no Facebook e se precisarem de algum esclarecimento, aqui fica o contacto Moto & Restauro - telemóvel 962448182 ou o 968423967 (Moche) ou pelo e-mail jadantunes@hotmail.com.

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2014/09/13

Bicicleta BMX Órbita TD branca - Classic´ Auto (1/2)


Uma Órbita TD antiga, mas que está nova, sem ser usada, não é todos os dias que se vê!

Mas na última edição do Classic' Auto em Caldas da Rainha, isso foi possível.
A Órbita TD é uma das BMX de fabrico nacional mais conhecida, pelo facto de ter travões de disco nas duas rodas, o que na época era uma novidade e deixava todos os jovens com vontade de ter o último grito em tecnologia velocipédica.

Pelos vários vários componentes usados, ariscamos a dizer que terá sido da última série de bicicletas Órbita TD que foram produzidas, o que a torna especial.

O amortecedor central era da Macal e tinha a mola pintada de branco, de forma a condizer com a cor predominante na pintura - branco com salpicos de várias cores.

Um pormenor interessante da zona do eixo da roda pedaleira: o cabo do travão traseiro está preso em duas zonas muito próximas - devido ao articular do quadro, e o braço metálico do pedal não tem parafusos à vista - certamente uma medida de segurança, para evitar feridas nas pernas do ciclista em caso de despiste.

Os plásticos dos guarda-lamas eram da HP.
Agradeço ao vendedor da bicicleta (que também é um dos nossos leitores) pela disponibilidade na realização da sessão de fotografias.

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2014/08/23

Moto Anfesa RX com motor Hodaka 125 cc - Motorclássico 2014 (2/2)


E com este grupo de fotos concluímos a apresentação da moto Anfesa RX 125 cc que esteve em exposição no Salão Motorclássico 2014.

O motor Hodaka estava pintado de cor preta e estava preso ao quadro pintado de cor azul.
O quadro apresenta zonas onde a tinta azul já saiu, como é normal numa moto deste tipo, que circula em caminhos com terra, pedra, lama e areia.

Os apertos do guiador eram da Betor e o tampão do depósito de combustível era da Acerbis.

Os punhos em borracha que equipavam este exemplar eram da Polisport, estando a marca gravada em relevo.

As protecções para os punhos eram da HP Racing.

A moto era refrigerada com recurso a um radiador de dimensão generosa, que estava instalado por trás do guarda-lamas da roda da frente, de modo a que a lama e as pedras não prejudicassem o arrefecimento do motor.

O travão de disco na roda da frente.

E um pormenor do selim feito pela Tecnosel e que tinha impresso lateralmente a marca Anfesa.

E concluímos com mais um pormenor da roda de trás e do travão de disco.

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