..
Mostrar mensagens com a etiqueta ATA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ATA. Mostrar todas as mensagens

2008/07/11

Circuito da Boavista - Velocidade na Boavista

O livro "Circuito da Boavista - Velocidade na Boavista" de José Barros Rodrigues é uma obra essencial para qualquer amante das 4 rodas de fabrico nacional. Foi editado em 2005 pela Talento - Edições, Publicidade e Promoções, Lda e distribuído pelo Jornal de Notícias (?).

Ao logo de aproximadamente 160 páginas, com textos acompanhados de fotografias (de arquivos bem como de publicações da época), é possível conhecer melhor a história deste circuito que está intimamente ligado a marcas como a Edfor, a FAP, a DM, a Dima, a PE, a Olda e a Etnerap.

Na imagem anterior podemos ver os automóveis DM, respectivamente o modelo de 52 e os modelos de 1951.
Este livro tem ainda um índice remissivo, quadros resumo das classificações (década de 30, 50 e 60) e a bibliografia que serviu de base à elaboração deste livro - elementos preciosos para quem faz investigação sobre esta temática.

Uma boa ideia que deveria ser alargada a outros eventos e a outro tipo de veículos!

Continue lendo...

2007/03/09

ATA - Ateliers Teixeira Automobiles


A ATA (Ateliers Teixeira Automobiles) foi criada pelos irmãos Alberto e Henrique Dias Teixeira na Bélgica, mas o investimento e a distribuição eram nacionais. Estes irmão estavam ligados ao mundo das rodas, em especial da marca FIAT.
A insatisfação que tinham em relação aos produtos que vendiam e a bitola elevada que pretendiam para os mesmos, levaram-nos a tentar construir um automóvel para o marcado nacional - colónias e Brasil também estavam nos seus planos. Como não existiam condições para a instalação de um projecto deste tipo em solo português, acabaram por escolher a cidade de Tooz, na Bélgica, para instalar a fábrica.

A apresentação do ATA tipo B 16 HP foi feita em 1914 no I Salão do Porto, onde despertou muita curiosidade. Este automóvel atingia 70 km/h e estimava-se o consumo de 16 litros aos 100 km.
Foram importados 3 automóveis ATA e 2 deles circularam durante muitos anos na cidade do Porto.
Com o início da I Guerra Mundial a marca deixou de produzir automóveis e em 1919 deixou de existir como ATA, passando a pertencer ao industrial Mathieu Van Rogger.

Informações e imagens retiradas do artigo de José Barros Rodrigues "ATA uma marca belga com sangue português" - Revista Autoclássico n.º 3 - Março de 1992 .

Continue lendo...