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2023/06/30

Alfinete de lapela dos Motores Alma - Braga


Diz-se que há sempre espaço à mesa para mais um amigos e, no mundo dos alfinetes de lapela, podemos dizer que há sempre espaço para mais um na colecção.

Braga foi no passado um importante centro industrial relacionado com veículos de duas rodas com motor, tendo as fábricas Pachancho e Motalli feito com que o nome desta cidade ficasse registado para sempre nos livros de motos em Portugal. 

A Alma começou no Porto, mas mudou-se para Braga, tendo a marca depois evoluído para Motalli. Mas os motores fabricados pela marca continuaram a ter este nome, mesmo quando montados em motorizadas Motalli.
Este alfinete de lapela leva-nos para essa época!

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2023/05/15

Botoeira antiga da Pachancho


Uma das primeiras peças da nossa colecção de alfinetes de lapela e de botoeiras antigas de marcas de veículos fabricados em Portugal, foi da Pachancho! Era o modelo com a letra "P" dentro de um círculo branco, que estava dentro de um círculo azul, que era encimado por umas labaredas de fogo.

Quase 15 anos depois entrou na colecção a botoeira Pachancho que vemos na imagem, que será mais antiga (anos 40 ???). O emblema tem a forma de um escudo, onde se vê um pistão no centro e na parte de cima a marca Pachancho.

No verso em vez de ter a referência ao fabricante da botoeira, podemos ler "Prefira produtos Pachancho - Braga".

A botoeira é em metal que foi esmaltado.

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2023/01/07

Motorizada Cinal Pachancho Himalaia - Museu Duas Rodas


Parece que o fundo da zona expositiva que vemos foi feito propositadamente para mostrar esta motorizada Cinal Pachancho, modelo Himalaia, que está pintada num tom de azul muito parecido.

É mais outra das motorizadas de fabrico português que se podem ver no Museu Duas Rodas, em Sangalhos

De acordo com a legenda que consta perto desta motorizada com motor Pachancho, com 49,9 CC, fabricado em Braga, é do ano de 1958.

Na lateral do depósito de combustível pode-se ver o emblema Cinal Pachancho em que o nome da marca é associado a um motociclista estilizado.

Na frente não falta a carenagem aerodinâmica, que acentua o ar desportivo que esta motorizada tem.

A completar o conjunto, temos um dos tradicionais capacetes fabricado em Portugal, pintado de azul e rematado em baixo com uma faixa de xadrez branco e preto.

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2021/01/24

Revista SóClássicas n.º 86 - Janeiro de 2021


Já está disponível mais uma revista SóClássicas, é o número 86, onde podemos encontrar vários artigos relacionados com as motorizadas nacionais (e não só!).
Na capa vemos em grande destaque a transformação de uma motorizada Casal K188, bem como uma referência às "Famel do Dinis", em rodapé.
Ao folhearmos a revista ficamos a perceber a história da motorizada Casal K 188 PP que aparece na capa, de quando foi transformada e do restauro que sofreu.
No artigo intitulado "As Famel especiais do Dinis" podemos ver parte da colecção deste entusiasta da marca Famel, onde aparecem algumas motorizadas já aqui divulgadas, como a Famel Pachancho e a scooter Famel com motor Victoria. Quem gosta dos primeiros modelos desta marca, encontra aqui muitas fotos.
Há ainda um artigo sobre o piloto Manuel Massadas e as suas ligações às marcas nacionais e internacionais de fabricantes de motorizadas e de motos. 
Na revista consta ainda um artigo sobre a Yamaha RD 350 YPVS; um sobre uma Harley Davidson, entre outros.
Na parte final da revista temos a tradicional secção de classificados.

Agradecemos ao editor pela oferta da revista.

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2020/01/10

Motorizada Famel Utilitaria - Exposição Bicicleta Motorizada


Depois de aqui termos apresentado a reportagem da exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda, é altura de começar a apresentação individual das motorizadas que se podem ver no espaço referido.

Datada de 1951, era possível ver esta Famel Utilitária equipada com motor Pachancho, sendo o arranque feito através de pedais.

Apesar de o motor ter sido fabricado pela Pachancho, ele tinha num dos lados gravada a marca Famel no metal, e no outro lado tinha as palavras "Famel Águeda" pintadas.

Mas não foi só aqui que a Famel gravou a sua marca, também o guarda-corrente em metal tinha a palavra em relevo, ladeada de uns elementos gráficos que lembram assas de pássaro estilizadas.

É um veículo que podemos dizer estar entre a bicicleta e a moto, pelo que tem as partes essenciais de uma moto, mas adaptadas à escala de uma bicicleta melhorada.

Isto não foi motivo de desculpa para que as várias peças não fossem projectadas / fabricadas / integradas de forma esmerada. Veja-se a terminação do escape, lembrando uma barbatana hidrodinâmica de um peixe.

Na frente vemos que o farol é da marca Impex, não havendo hodómetro ou velocímetro para controlar a marcha do veículo.

Também nesta zona era possível ver que o pneu era de marca Bufalo, tendo sido fabricado pela CNP.

Terminamos com um pormenor do guarda-lamas traseiro, onde é possível ver a chapa que diz Famel Utilitária e o farolim usado.

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2019/12/25

Negativo antigo com senhora em ciclomotor


É dia de Natal, dia em que se tem tempo para estar com a família, passear um pouco e tirar algumas fotografias.
Não sabemos se as fotografias que hoje divulgamos foram feitas no dia de Natal, mas bem que o poderão ter sido… Pelo menos sabemos que foram feitas no Inverno, pois as videiras estão sem folhas.

Numa dessa fotografias aparece uma senhora montada numa motorizada, que aparenta ser de fabrico nacional. Poderá ser de marca Vilar ou Famel? O motor será um Pachancho?

Nas outras fotografias que aparecem no negativo vemos senhoras numa zona onde o mundo rural e o industrial se encontram.

Quem conseguir identificar a marca e o modelo do ciclomotor antigo, por favor deixe mensagem.

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2019/12/02

Folheto Cometna Grupos Moto-Bombas Diesel de Pequenas Potências


Também têm rodas, por isso aqui estão elas, juntando-se às moto-bombas Motalli, às moto-bombas Tramagal, às moto-bombas Hidral e às moto-bombas Pachancho.

Falamos das moto-bombas Cometna, a diesel para pequenas potências, apresentadas neste folheto antigo que aqui divulgamos.
No folheto - na verdade são dois, mas o outro fica para apresentação posterior-, temos imagens das moto-bombas:
- Cometna AA1-BH22 e AB1-BH21 e AB1-BP20;
- Cometna AA1-BS21;
- Cometna AA1-BH31 e AB1-BH32.

Os motores que equipavam as moto-bombas eram de marca Petter (fabricado da Inglaterra), mas a bomba era de fabrico nacional, na Cometna. Estas eram com corpo e turbina em ferro fundido de alta resistência.

No verso do folheto constam as características técnicas do motor usado, bem como da bomba AA. Há ainda informações sobre a altura manométrica de elevação e os dados principais para a escolha da moto-bomba.

No folheto vemos que a Cometna - Companhia Metalúrgica Nacional, S.A.R.L., era sucessora da Alfredo Alves & C.ª (filhos). Curiosamente há um cartão de visita agrafado num dos cantos do folheto.

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2019/10/15

Reportagem do Leiria Sobre Rodas 2019 - 2 rodas


Como prometido, aqui fica a segunda parte da reportagem do Leiria Sobre Rodas 2019, desta vez dedicada aos veículos de duas rodas que estiveram em exposição no Estádio Municipal de Leiria. Este exposição pode ser vista pelas 50000 pessoas que visitaram o evento.

Como podemos ver pelas fotografias que acompanham este texto, os veículos de duas rodas expostos foram bem selecionados e eram bem representativos do que se fabricou em Portugal.

Começando pelos ciclomotores antigos, havia vários exemplares restaurados em exposição.
Entre eles destacamos um ciclomotor de marca Alma, com deposito cromado lateralmente e malas de ferramenta no suporte de mercadorias.

Havia ainda um ciclomotor Vilar, com motor Cucciolo, pintado na tradicional cor de vermelho forte.

Em relação a ciclomotores fabricados a Norte de Portugal, em Braga, tínhamos um Cinal Pachancho de 1954, também com o depósito cromado lateralmente.

Bem como um outro ciclomotor Pachancho, com alavanca das mudanças junto ao depósito e com malas laterais, para transporte de pequenas mercadorias, feita em couro.

Em relação às motos de 125 cc, estavam representadas por uma moto Casal K 260, ainda por restaurar.

Os modelos mais recentes, estavam representados por 3 motos Casal K 276, sendo uma vermelha e duas brancas.

As motorizadas também abundavam na exposição, sendo possível ver muitas, alinhadas lado a lado.
Na imagem anterior podemos ver uma série de motorizadas Diana G3 e Macal Astronauta.

A Famel não ficou esquecida, destacando-se uma versão mais antiga, uma Famel Victoria modelo 5 estrelas.

E não faltavam as icónicas motorizadas Famel XF 17.

O modo como estavam expostas foi pensado, de modo a ser dinâmico, como se pode ver na imagem anterior, em que quatro motorizadas foram colocadas a fazer uma cruz, vistas de cima.
Neste conjunto estavam duas Motoesa e duas SIS Sachs.

Antes de acabarmos a parte relativa às motorizadas, há ainda espaço para uma Vilar Júnior, vendida pela Bicimotor, do Porto.

E concluímos com uma bicicleta Órbita, versão militar, com as cores da GNR.
Mais uma vez agradecemos a Paulo Ascenso pelo envio das fotografias (obrigado!)

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2019/09/22

Motorizada Cinal Pachancho Himalaia - 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019


A Cinal Pachancho Himalaia foi um dos veículos nacionais de duas rodas, com motor, que tinha umas linhas bem características, como se pode ver nas imagens que apresentamos.
É mais uma das motorizadas fabricada naquela que é conhecida como a cidade dos arcebispos.

Na 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019 foi possível ver uma exemplar à venda, estando pintado de azul, com pormenores a branco.

Um desses pormenores era o guarda-corrente de forma aerodinâmica, que fazia o prolongamento das linhas do motor, até à zona do eixo da roda traseira. Se fosse feito do mesmo material do motor, ficava com um ar espacial.

Como o nome indica, estava equipada com motor Pachancho, sendo a marca visível dos dois lados do motor.

Se no guarda-lamas da roda da frente tinha um decalque com o emblema da Pachancho, que dizia "Made in Portugal"; no quadro, por baixo do selim, tinha um autocolante que dizia "Braga - Portugal".

Por cima do depósito de combustível tinha uma grelha em metal que permitia o transporte de pequenos volumes ou de uma pasta com documentos / papéis, que eram presos com recurso a uma mola de metal.

Na imagem anterior vemos a zona da roda de trás, com o amortecedor, o escape e a zona onde prendem as malas, notando-se o cuidado com que os vários elementos foram concebidos.

No guiador vemos a marca Guia, num botão plástico. O farol era cromado e tinha o velocímetro embutido no metal.

O farolim também acompanha as linhas do conjunto, sendo como que o terminar da Cinal Pachancho Himalaia. Estava aplicado numa peça pintada de preto, para que a luz se fizesse notar melhor.

Nesta versão da Cinal Pachancho Himalaia ainda temos umas malas laterais na traseira, como que lembrando versões mais antigas da Pachancho.

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