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A apresentar mensagens correspondentes à consulta produtos Pachancho ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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2023/05/15

Botoeira antiga da Pachancho


Uma das primeiras peças da nossa colecção de alfinetes de lapela e de botoeiras antigas de marcas de veículos fabricados em Portugal, foi da Pachancho! Era o modelo com a letra "P" dentro de um círculo branco, que estava dentro de um círculo azul, que era encimado por umas labaredas de fogo.

Quase 15 anos depois entrou na colecção a botoeira Pachancho que vemos na imagem, que será mais antiga (anos 40 ???). O emblema tem a forma de um escudo, onde se vê um pistão no centro e na parte de cima a marca Pachancho.

No verso em vez de ter a referência ao fabricante da botoeira, podemos ler "Prefira produtos Pachancho - Braga".

A botoeira é em metal que foi esmaltado.

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2011/02/13

Sinfonia Metálica - Filme sobre a Pachancho (1954)


O documentário Sinfonia Metálica é uma produção de Ricardo Malheiro sobre a Fábrica Nacional de Pistões Pachancho, datado de 1954.
É um importante documento histórico, pois apresenta de forma detalhada a fábrica, a maquinaria e os processos usados, bem como os produtos fabricados, entre eles acessórios para motores, correntes de rolos e micromotores para bicicletas, produzidos na fábrica Pachancho com 25 mil metros quadrados.
Do complexo industrial faziam parte uma central termo-eléctrica, uma fundição, oficina de moldes e de torneamento, secção de controlo de qualidade e de testes, secção de montagem de micromotores, salão de assistência e montagem de motores nas bicicletas, secção de embalagens e de expedição de material para exportação.
O filme é ainda uma boa fonte de informação sobre a montagem dos motores Pachancho, pois pode-se observar a sequência de movimentos realizada pelos funcionários na montagem dos motores.
O filme termina com uma publicidade ao representante exclusivo em Angola, Jóse Guimarães, em Luanda.
Ricardo Malheiro nasceu em 1909 em Vila Nova de Famalição e realizou vários documentários sobre indústrias no Norte de Portugal, entre elas conta-se um sobre a Mabor. O realizador faleceu em 1977. Destacamos ainda a banda sonora da autoria de Luiz Barão, cheia de sons repetitivos que lembram o ambiente de uma fábrica.
O vídeo está na página do utilizador Npul69 no Youtube.

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2019/02/21

Grupo de carga para baterias Frapil com motor Pachancho


Regularmente chegam-nos relatos de robustez e fiabilidade de produtos fabricados em Portugal, confirmando que esta é uma das características do que fabricamos.
Nas imagens podemos ver um grupo de carga para baterias fabricado pela Frapil, a partir de um motor de maca Pachancho.

A Frapil - Construções e montagens Eléctricas, SARL, de Aveiro, foi fundada em Dezembro de 1949, tendo produziu motores eléctricos para diversos fins. No caso dos geradores, utilizou motores a combustão de diferentes marcas: EFI, Villiers, Deutz, Lombardini, Lister...
Nas imagens vemos que o motor Pachancho usado neste grupo de carga para baterias foi o Pachancho 195, com 1 cilindro, a quatro tempos. A última revisão que teve foi em 1968 e há pouco tempo foi mudada a vela e trabalhou logo à primeira!
Agradecemos a um dos nossos leitores pelo envio das fotografias e informações.

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2015/03/18

XII Automobilia Ibérica da Moita - Balanço


No fim-de-semana passado realizou-se a edição de 2015 da Automobilia Ibérica da Moita - XII Feira Ibérica de Peças e Acessórios para Automóveis e Motociclos Clássicos e de Época.

Quem tem acompanhado este blogue ao longo dos tempos, sabe que temos o cuidado de fazer todos os anos o balanço do que vimos, e este ano não vai ser diferente!

Para terem uma noção dos eventos anteriores, podem ver o material que publicámos a este respeito em 2014201320122011201020092008 e 2007.

O balanço geral é positivo. Reparámos que o espaço estava concorrido em termos de visitantes e em termos de vendedores / material - ingredientes necessários para uma boa automobilia...
Um ciclomotor Vilar Pachancho e uma Casal K 500 Crossit encheram-nos a vista!

Este ano registaram-se algumas diferenças em termos de veículos nacionais. O autocarro UTIC Guy não esteve presente no exterior do espaço e os jipes Portaro não estiveram no interior do segundo pavilhão.

Mais uma vez constatámos que os automóveis no interior dos espaços de exposição são cada vez menos - situação que se justifica pelo tipo de evento, mas a afluência de público bem que justificava uma pequena exposição relativa a uma marca em concreto...

Bem que gostava de ver o Heinkel da entrada substituído por um Sado 550, o que de alguma forma até honraria o nome do Histórico Automóvel Clube de Entre Tejo e Sado.

Em termos de material para venda, havia muito para escolher e para gostos bem variados.
As motorizadas nacionais marcaram presença de forma acentuada. Várias Famel XF 17 para venda, muitas Casal (entre elas uma Casal K 175), muitas SIS Sachs e também motorizadas Macal, entre outras.

Em termos de peças para reparações e restauros, o cenário era idêntico.
Nos veículos sem motor, havia rodas para triciclos e quadriciclos; selins em couro e em napa; pneus antigos; chapas para quadro de bicicleta e outros tantos acessórios para bicicletas antigas e clássicas.

Nas bicicletas para restauro, as Vilar faziam sentir a sua presença com vários modelos para criança e jovem, enquanto que para os adultos, havia várias pasteleiras à venda.

No que respeita às duas rodas com motor, continuou a verificar-se o incremento da disponibilidade de peças novas, mas fabricadas nos nossos dias e disponíveis para venda em várias bancas de profissionais da área.

Em termos de peças usadas, a foto que se segue é exemplificativa.
Desde o simples (ou complicado de encontrar!...) emblema para o depósito de combustível, até a motores com refrigeração líquida, havia de tudo um pouco.

O coleccionismo, tanto de brinquedos antigos, como de miniaturas; passando pelos manuais e catálogos, estava representado por vários vendedores, muitos deles já conhecidos de automobilias anteriores.

Havia ainda espaços onde se podiam obter produtos têxteis com muitas das marcas de motorizadas, motos e automóveis; comer (desde pipocas a refeições mais substânciais) e comprar produtos para manutenção de motores e peças.

Uma agradável surpresa foi encontrar vários vendedores com produtos da Sericértima (empresa que se dedica ao fabrico de diferentes tipos de autocolantes para motorizadas, motos e bicicletas) e que tem um leque muito abrangente de autocolantes para restauros (saibam mais informações » Aqui!).

Várias bancas com os autocolantes da Sericértima, mostram bem que são um produto escolhido por quem está no ramo, produto esse que pode ser comprado por quem visitar o site da empresa.
Mas ainda há mais para contarmos sobre estes autocolantes!

A terminar - que a reportagem já vai um pouco longa - foto do carro de passear bebés, na banca de Carlos Martins / Old Moped e uma foto de um expositor na banca da Gasolina Super.

Para além do muito que referimos anteriormente, a feira é um ponto de encontro com conhecidos (e desconhecidos), o que torna tudo mais interessante. Isso, mas alguns artigos num saco (ou num reboque!...), são garantia de uns momentos bem passados.

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2010/11/18

Envelope da Fábrica Nacional de Pistões Pachancho - 1952


E a colecção de envelopes continua a crescer e com material de 1.ª categoria.
Este envelope da Fábrica Nacional de Pistões "Pachancho" da empresa António Peixoto, L.da, localizada em Infias (Braga), é datado de 1952 (pelo carimbo dos correios parece ser de 17/10/52).
Está endereçado às Oficinas Gerais de Material de Engenharia, situadas da Avenida da Índia, em Belém (Lisboa).

No verso há referência aos produtos da Pachancho: pistões, cavilhas, segmentos, camisas de cilindros, culatras, rectificações, encamisagens, metal anti-fricção e renovação de motores.
Não há qualquer referência à produção de motores ou de ciclomotores e/ou motorizadas, mas à data da utilização do envelope, a empresa estaria a produzir os primeiros motores.
O envelope foi impresso na Oficina Gráfica Augusto Costa (Braga).

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2013/06/17

João Araujo Onça e Filhos, L.da Catálogo e Preçário n.º 12


O blogue Rodas de Viriato é um amigo da ONÇA?
Não e sim...
Se for da "onça" - não somos! Pois dar mais é complicado...
Se for da "Onça", sim! Pois gostamos de uma empresa que é desconhecida da esmagadora maioria dos amantes das rodas nacionais e que merece ser mais conhecida. Mas é para mudar isso que cá estamos!

Tratamos de veículos feitos / fabricados / montados e/ou concebidos em Portugal, nas suas mais variadas vertentes e aspectos. E como somos daqueles que acreditamos que podemos fazer a diferença, tentamos cada dia elevar a cultura dos nossos leitores e divulgar o nosso património na Internet.

Hoje por exemplo, é dia de mostrar um catálogo e preçário dos produtos Onça, da empresa João Araújo Onça e Filhos, L.da, de Braga.
Empresa esta que muitos associam aos farolins do microcarrro nacional Sado/550. E associam muito bem, pois é a mesma empresa!

A João Araújo Onça e Filhos, L.da estava situada na Rua de Santo António, 58 em Braga. Aparentemente mais tarde mudou-se para Nogueira, em Braga. Alguém confirma? 

A mudança faz parte da vida e a Onça ao longo da sua existência teve um leque bem variado de produtos. No final da década de 70 até fez torneiras para quartos de banho!

Este catálogo e preçário é o n.º 12 e é relativo ao ano de 1956.
Se até essa data fizeram 12 catálogos, podemos dizer que a fábrica Onça terá sido fundada por volta de 1944... Se pensarmos nos farolins do Sado550, de 1984, são cerca de 40 anos de actividade.

Mais uma vez comprova-se a minha teoria de que Braga foi um importante centro industrial no que respeita a veículos. Já aqui falámos da Pachancho, da Rito e se tudo correr bem, pode ser que brevemente falemos da Sarotos.

Este catálogo e precário da fábrica Onça é mais virado para os automóveis, apresentando um leque muito variado de peças para carros americanos e europeus: Dodge, Plymouth, Jeep, Buick, Ford, Chrysler, Dodge, De Soto, Chevrolet, International, Oldsmobile, G.M.C, Crosley, Frazer, Kaiser, Nash, Packard, Willis, Mack....

Austin, Bedford, Borgward, Commer, Fiat, Hanomag, Hillman, Mercedes, Morris, Opel, Renault, Standard, Volkswagen, Vauxvall, Atkinson, Albion, Fargo, Citroen... Leyland, Maudslay, Poden, Reo, Volvo, Vulcan, Fordson, Talbot, Jaguar, Triumph, D.K.W, DAF, Porsche, Riley, Singer, MG, Jowett, Humber, Wolseley, Magirus, Ostner...

As marcas referidas estão divididas por várias secções, segundo os produtos comercializados pela Onça.
O catálogo e preçário que mostramos pertenceu à Auto Mecânica Tomarense, L.da, que era uma concessionário da Ford, em Tomar.

Como já vem sendo regra neste blogue, este documento está disponível para quem o quiser consultar.
Melhor serviço público do que isto, só se recebesse dinheiro para o fazer!

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2020/03/18

Publicidades antigas em Angola - Pachancho e outras...


Através de publicidades antigas é possível descobrir pistas importantes sobre empresas e os produtos que comercializavam.
A Pachancho em Angola era distribuída no Norte do país pela Travassos & Jorge, L.da (Casa das Bicicletas), em Luanda. No Sul de Angola era distribuída pela Sociedade Angolana Figueiredos S.A.R.L., em Benguela. Em relação aos pistões, camisas, segmentos, cavilhas, amortecedores, etc. Pachancho, tinham como depositários-distribuidores para o Norte do país a Socolango - Sociedade Comercial de Angola, L.da, em Luanda.

Estas publicidades antigas foram encontradas nos jornais "Diário de Luanda" e "ABC" e foram-nos enviados por Filipe Santos (muito obrigado mais uma vez!).
Na imagem anterior vemos um anúncio ao Austin Champ, que tinha como agentes gerais em Angola a Hull, Blyth (Angola), Ltd. - Casa Inglesa.

E continuando com viaturas para o mato, para picadas e estradas de terra, a Lusolanda dava assistência garantida aos jipes Suzuki LJ 50, com 540 cc e 3 cilindros.

E terminamos com uma publicidade da Empresa do Comércio Geral de Angola, Lda. - Comgerang, que comercializava camiões, automóveis, tractores, entre muitos outros equipamentos e maquinarias, de marcas como a Magirus Deutz, FIAT e Simca.

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2026/06/29

Reportagem 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026 (1/2)


O ponto alto do mundo dos clássicos em Portugal é a Automobilia de Aveiro e como não podia deixar de ser, o Rodas de Viriato esteve presente para acompanhar o pulsar do mundo dos veículos clássicos / antigos e fazer a reportagem do que se podia ver à venda e em exposição neste evento.

Sempre com os veículos fabricados em Portugal na mira, percorremos os diferentes espaços em busca do que é especial. E por isso começámos esta apresentação com uma fotografia de um jipe UMM que pertenceu à polícia.

Se nos espaços de exposição é mais fácil localizar o que se procura, nos espaços de venda, como no da imagem anterior, é preciso procurar bem. Reparem na motorizada Cinal Pachancho que se vê no canto superior esquerdo da imagem! Quase que passava despercebida... 

Este ano uma das exposições que se podia ver, assinalava os 90 anos do automóvel Fiat 500, sendo possível ver diferentes versões e evoluções deste carro.

Em termos de peças e de acessórios à venda, podemos dizer que este ano havia de tudo e para todos. Continuou a registar-se uma boa representação em termos de diversidade de veículos, de marcas e de produtos. E os clientes estavam a corresponder às expectativas de quem se inscreveu na Automobilia de Aveiro.

Outro aspecto que continuamos a registar, é o esforço de diferentes entidades por divulgar de forma alternada veículos especiais nas suas exposições, incluindo sempre novidades. No que diz respeito à Polícia, esta tinha várias motorizadas antigas de fabrico português, como a Casal que vemos na imagem.

E quem gosta de coleccionismo também tinha muito por onde escolher...
O que dizem desta mini-colecção de variantes de emblemas em forma de lágrima, que eram usados em motorizadas fabricadas pela EFS e vendidas por diferentes agentes? Eram uma boa forma de começar uma colecção!

No espaço exterior dos pavilhões também havia muitos elementos de interesse.
Um deles era a exposição de automóveis usados em competições de velocidade nas décadas de 80 e de 90 do século passado.

Quem gosta de camiões, de autocarros e até de tanques de guerra, também encontrava vários exemplares com que se deliciar.

E terminamos com uma fotografia onde se vêem as colecções / kits de autocolantes com motorizadas antigas, produzidos pela Cericértima. São ideais para quem gosta da temática e um presente muito especial para oferecer a crianças e jovens, para lhes despertar o interesse pelo nosso património rodoviário.

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