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A apresentar mensagens correspondentes à consulta 15.º aniversário Rodas de Viriato ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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2021/10/27

Maqueta de tricarro Famel - 15.º aniversário Rodas de Viriato


É o gosto pelos veículos de fabrico nacional que nos move em busca de novidades e nos leva à divulgação do que encontramos.
Assinalando o 15.º aniversário Rodas de Viriato mostramos fotografias da maqueta de um tricarro Famel, datada dos anos 80, que está em exposição no Museu Duas Rodas.

Esta maqueta é feita num material poroso (esferovite?...), em cartão e aparenta ter umas rodas de plástico por baixo.
Na parte da cabina do condutor foram desenhadas linhas que demarcavam as portas, os vidros e sistema de iluminação. Na parte de trás da cabina podemos ver o que seriam dois vidros verticais, permitindo mais visibilidade e entrada de luz na cabina (quando comparado com os tricarros Famel comuns ou com os tricarros Famel Mamute).

A parte superior da caixa de carga está alinhada com uma linha existente na cabina, notando-se o cuidado com que esta proposta foi concebida.

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2021/10/29

Moto Geni com motor Casal 125 cc (1/2) - 15.º aniversário Rodas de Viriato


Há sempre mais para descobrir no mundo das motos fabricadas em Portugal e na comemoração do 15.º aniversário Rodas de Viriato aproveitamos para divulgar o protótipo da moto Geni, que é desconhecido dos entusiastas desta temática.

Esta moto pode ser vista na Exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda, ao lado de outras motos e motorizadas de competição em diferentes categorias, como se pode ver na imagem seguinte.

Este protótipo Geni, modelo Cross foi construído nos anos 70 pela Geni Sports Motos, de Águeda.

É uma moto com motor Casal M 232, de 125 cc, mostrando que na zona de Aveiro havia quem apostasse em competir, recorrendo à chamada "prata da casa", o que poderia trazer benefícios para os diferentes envolvidos. 

O motor Casal de 125 cc estava equipado com um carburador da Bing, como se vê na imagem anterior.

Sendo um modelo de competição, não estava equipada com farol, tendo no seu lugar uma placa oval plástica que serviria para a colocação do número que a moto teria em cada prova. Sobre essa placa foi pintada a matrícula desta moto Geni.

Quem tiver mais informações sobre esta moto, por favor deixe comentário.

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2021/10/23

UMM no Paris / Dakar pela equipa Gerard Henon - 15.º aniversário Rodas de Viriato


Assinalamos o 15.º aniversário Rodas de Viriato e como vem sendo norma, os leitores é que têm um presente, com publicações ainda mais especiais.
Ao longo destes 15 anos a labuta tem sido persistente, procurando ir onde ninguém vai, sempre rumo ao esquecimento.
Nas imagens que acompanham este texto vemos um jipe UMM Alter que foi escolhido pela equipa francesa Gerard Henon, para participar no rallye Paris-Dakar de 1985.    

A Gerard Henon era a empresa líder na venda de artigos de couro para homem e com a participação neste prova de competição todo.o-terreno pretendia fazer publicidade e associar os seus produtos ao espírito aventureiro que esta prova tinha. 

Na fotografia vêem-se 4 elementos da equipa, com o equipamento para a prova, onde se destacam camisolas com o emblema da UMM e sacos (em couro???) também com o emblema da UMM.
A fotografia foi feita num local decorado para o efeito, com bidões de combustível e um cenário onde se lê "Paris Dakar Le defi d´un française, Gerard Henon" (em tradução livre: Paris Dakar, o desafio de um francês, Gerard Henon).
No verso da fotografia está um carimbo que explica o seu conteúdo e onde tem referência ao serviço de imprensa que a produziu.

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2021/10/25

Publicidade à Rito com motor Rito Twin 50 CC - 15.º aniversário Rodas de Viriato


Continuando a assinalar o 15.º aniversário Rodas de Viriato, fazemos mais uma publicação que acrescenta valor à história das motorizadas fabricadas em Portugal.
Sim, nas imagens vemos um motor para motorizada que foi desenvolvido em Portugal e que não passou à fase de fabrico em série. 

Falamos do motor Rito Twin 50-CC, desenvolvido pela empresa António Ferreira Rito & Filhos, Lda., em Braga.
Este motor foi concebido em 1951 e enquanto a Pachancho e a Alma desenvolviam motores auxiliares para adaptar em bicicletas, ou para serem montados em ciclomotores, a Rito projectava e concebia este motor a 2 tempos, com 50 c.c. de cilindrada e bicilíndrico, para equipar motorizadas.

Se tivesse entrado em produção, como seria o panorama da indústria de motorizadas e de motos em Portugal?
Certamente que diferente!

Na publicidade antiga onde foi publicada a imagem do motor, também podemos ver outros componentes fabricados pela António Ferreira Rito & Filhos, Lda. - Pistões, engrenagens, bielas e cambotas. Para conhecerem melhor a empresa, podem visitar o site oficial da Rito.

A publicidade em questão foi publicada no catálogo da Bicimota 94.

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2017/11/06

Foto com automóvel Ximba e jipe Portaro em 1977


E assim terminamos a comemoração do 11.º Aniversário Rodas de Viriato!
Qualquer motivo é bom para trazermos à luz do dia novas fotografias e informações sobre a história dos automóveis fabricados em Portugal e é o que fazemos hoje.
A partir de uma fotografia publicada na revista Auto Mundo n.º 68 de 1 a 15 de Outubro de 1977 e de uma conversa com Manuel Romão de Sousa (a quem agradecemos a disponibilidade, prontidão e partilha de informações aqui publicadas), pudemos contextualizar esta fotografia e saber mais sobre o desenvolvimento do que viria a ser o automóvel Sado 550.

Para facilitar a escrita, vamos por partes:
- Passava pouco mais do que um ano, desde que se tinha feito a revolução do 25 de Abril de 1974. O país atravessava dificuldades e era necessário modernizá-lo e criar riqueza. Em 1975 o Entreposto deu o seu contributo neste esforço, com dois veículos com fins e características muito diferentes: o automóvel Sado 550 e a carrinha Datsun Sado.
- A fotografia foi tirada junto dos hangares da Entreposto Industrial em Praias do Sado (Setúbal).  Neste espaço havia três zonas distintas. Do lado direito de quem entrava nas instalações, situava-se o pavilhão de metalomecânica; do lado esquerdo havia outro pavilhão igual, onde se fabricavam frigoríficos e ao fundo situava-se a linha de montagem de automóveis (que mais tarde foi vendida à Renault). Nesta linha de montagem eram fabricadas as carrinhas Datsun Sado; mas também os jipes Portaro, da Garagem Vitória.
- Estávamos no I Governo Constitucional e o Ministro da Indústria e Tecnologia era o engenheiro Nobre da Costa (na altura um independente), que fazia parte do governo de Mário Soares (na imagem seguinte, numa filmagem durante uma festa do PS, na Fonte da Telha, em 1979).

- A foto terá sido feita durante uma visita que Nobre da Costa fez à Entreposto Industrial, onde viu uma demonstração do protótipo do modelo Ximba, do Entreposto (mais tarde designado de Sado 550) e José Megre terá conduzido o protótipo entre Setúbal e Praias do Sado.
- No canto inferior esquerdo da fotografia vê-se uma parte da zona dianteira de um chassi do Sado 550 que esteve disponível para observação.
- Esta viatura provavelmente teria um motor Honda CB 360 cc, com 2 cilindros. Tendo sido produzidas 5 unidades destas para testes. A que vemos na imagem tinha o pára-brisas dianteiro a direito - pormenor que depois foi alterado na denominada 2.ª série do Sado 550, quando passou a ser curvo.
- No deflector frontal vê-se (por baixo, a meio) uma parte recortada de modo a favorecer o arrefecimento do cárter do motor. Como este era de moto, tinha uma cabeça onde trabalhavam os cilindros, que arrefecia com a passagem do ar. Mas o resto poderia não arrefecer, pois receava-se que a colocação de um motor de moto, num compartimento de automóvel, pudesse trazer problemas - situação que nunca chegou a confirmar-se.
- O engenheiro Manuel Romão esteve ligado ao desenvolvimento inicial do Ximba (desde Agosto de 1975) quando surgiu a proposta do tricarro montado na Famel. Mas não esteve presente nesta demonstração, pois tinha deixado de estar envolvido neste projecto em 1977, quando passou para o projecto das carrinhas Datsun Sado.
- Do Sado 550 terão sido vendidas 251 unidades e construídos mais de 20 protótipos (tendo em conta que em alguns eram mudados componentes mecânicos à medida que se iam realizando testes, sem que existisse necessidade de criar outro protótipo de raiz). O Ximba - mais tarde rebaptizado de Sado 550, teve o processo de industrialização do fabrico muito demorado - aproximadamente 7 anos, tendo em conta o número de anos que o automóvel teve de desenvolvimento, até estar disponível para ser comprado pelo público em geral. As vendas começaram em 1982 e terminaram em 1986. A denominação "550" está relacionada com a cilindrada do motor escolhido, o Daihatsu AB20 com 547 cc.
- Na imagem vê-se que por cima da zona dos faróis, há uns ganchos a prender o capot. Este pormenor, tal como a inexistência de portas no exemplar da foto, justificam-se pela seguinte situação: havia elementos mecânicos que ainda não eram os definitivos. Por exemplo: não tinha sistema de dobradiças nem fechaduras nas portas, pois complicavam os trabalhos, optando-se por as colocar e tirar quando era preciso. Na altura a prioridade era estudar pormenores mecânicos (como a questão do suposto aquecimento do motor, já referida anteriormente). Assim sendo, estes Ximba nunca foram montados integralmente.
- Na fotografia é possível ver à direita uma pessoa de casaco, era Nery de Oliveira, na época um colaborador do Entreposto Comercial, do Gabinete de Estudos e Projectos - que mais tarde passou para o Entreposto Industrial e depois regressou novamente para o Entreposto Comercial, de acordo com os projectos em que estava envolvido. Nery de Oliveira tinha muita bagagem técnica para resolver problemas técnicos e foi ele quem teve a ideia das molas da suspensão usadas neste automóvel.
- Na fotografia é ainda possível ver operários da linha de montagem da Entreposto Industrial. Mais à esquerda temos o mecânico Álvaro Santos (da Entreposto Comercial) que também foi para a Famel em 1975, para trabalhar no desenvolvimento do tricarro já referido.
- Falta ainda falar do engenheiro Reis Tomás que foi quem ficou responsável pelo desenvolvimento do automóvel, no momento em que Manuel Romão passou para o projecto Datsun Sado. Foi ele que teve a tarefa de encontrar algumas das peças usadas no Sado 550, tanto no mercado nacional, como no mercado internacional. Em relação a este último, a tarefa foi mais complicada devido ao estado das finanças portuguesas na época, que obrigava a esperar pela autorização governamental para que se pudesse importar material. Se o motor e a caixa de velocidades vinham do Japão, o diferencial traseiro vinha de Itália.
 - Para concluirmos e para se perceber melhor a linha temporal do automóvel Sado 550 e da carrinha Datsun Sado, o Sado 550 desenvolveu-se de 1975 até 1985, enquanto que a Datsun Sado desenvolveu-se de 1977 a 1982, tendo sido fabricadas aproximadamente 2000 unidades (média de 80 por mês / 800 por ano). Da Nissan vinha a mecânica da carrinha, o motor e a caixa de velocidades. Há ainda a referir que o Sado 550 demorou mais tempo a desenvolver porque foi um projecto que foi criado de raiz pelo Entreposto, enquanto que a carrinha Datsun Sado foi um projecto proposto pela Nissan, já desenvolvido e pronto a implementar. Segundo Manuel Romão são dois produtos que resultam da conjuntura da fase da revolução do 25 de Abril de 1974, de um país pouco desenvolvido e que não tinha dinheiro para fazer importações.

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2018/10/09

Doze Dedos de Conversa em Alcochete - 12 anos Rodas de Viriato


Aproxima-se o 12.º aniversário do blogue Rodas de Viriato e como não conseguimos deixar de estar no activo, concebendo, inovando e alargando horizontes, aproveitamos a ocasião para fazer o evento 12 Dedos de Conversa.
Sim, podiam ser 2 dedos de conversa, mas neste encontro informal haverá tanto para falarmos, que terão de ser doze dedos de conversa - um por cada ano de existência do RDV, com actualizações a cada dia!
Quem nos conhece das exposições que idealizámos e realizámos, como a "Início da Indústria de Ciclomotores em Portugal", a "Alguns dos 100 anos da EFS" e a "A pedalar...", já sabe com o que pode contar.

O Doze Dedos de Conversa está agendado para dia 28 de Outubro de 2018, realizando-se no Sítio das Hortas, em Alcochete, tendo o Rio Tejo como pano de fundo.
Os veículos de fabrico português dominarão as conversas, pelo que quem quiser pode fazer-se deslocar no seu clássico português.
Se tudo isto já é bom, juntem-se a um grupo de amigos e será ainda será melhor!

Programa do Doze dedos de Conversa:
15 horas - Curso prático: "Identificar uma bicicleta portuguesa" - Quem se quiser iniciar no mundo das bicicletas fabricadas em Portugal, ficará a saber várias dicas para o fazer da melhor forma.
16 horas - Convívio no local - Momento para socialização e conversa, enquanto se lancha o que cada um trouxer.
17 horas - Fim - Encerramento do evento.

A participação é grátis, devendo ser confirmada antecipadamente via e-mail.

Atenção:
Não haverá passeio de veículos antigos (sejam jipes, automóveis, motorizadas, motos, bicicletas ou outros...).
Poderão estar disponíveis ficheiros, manuais, folhetos, emblemas, pneus ou outros artigos que sejam solicitados previamente via e-mail.

Contacto / mais informações:

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2021/10/21

2021: Os 15 anos do Rodas de Viriato


Se os ânus passam por selins ou por bancos, entremeados por panos; no Rodas de Viriato os anos passam entremeados por muitas e boas fotografias e informações.
Assinala-se hoje o 15.º aniversário deste blogue que trata tudo o que é relacionado com veículos fabricados em Portugal.
Nesta data especial (21/10/21), um muito obrigado a quem nos acompanha, aos nossos colaboradores, aos nossos leitores, aos nossos patrocinadores e todos aqueles que de uma forma ou outra contribuíram para este trajecto singular e de qualidade. 
E como vem sendo norma, nos próximos dias haverá presentes para quem nos lê, com publicações ainda mais especiais!
Rumo ao desconhecimento!

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2020/10/27

Carta da A. S. de Carvalho para João Garrido de 1901


Mais uma publicação relativa ao 14.º aniversário do Rodas de Viriato e que nos leva para o início do século passado, ajudando a compreender a história da bicicleta em Portugal, que ainda está por escrever.

É uma carta da empresa A. S. Carvalho, de Coimbra, que foi fundada em 1891, dirigida a João Garrido, do Porto.

Esta empresa dedicava-se à venda de velocípedes e acessórios para eles, pianos, máquinas de costura, artigos elécticos, óculos e lunetas, situando-se na Rua do Visconde da Luz, n.º 25 e 27 (havendo sobreposição de informação feita posteriormente, referindo a Rua da Sophia, n.º 15, 1.º andar, continuando com o título de Casino Velocipédico).

Em relação a bicicletas, a A. S. Carvalho vendia as marcas Clément; Raleigh; Phebus; Metropole e Cravford, tendo oficina ligada ao estabelecimento. Era possível alugar bicicletas, bem como ter aulas para aprender a andar de bicicleta.

Esta folha funcionava como publicidade, mas também como carta da empresa, dando para perceber que nela se fala da venda de uma bicicleta (do que se percebe, foi a um "cliente muito digno"!).

Como o espaço para a escrita não foi suficiente, foi usado o espaço da margem lateral, bem como algum espaço por cima do texto publicitário impresso.

A carta é datada de 23 de Junho (?) de 1901, tendo um carimbo de 24 de Julho de 1901, colocado por João Garrido.

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2022/07/04

Porta-chaves UMM Alter 4x4 francês [45 anos UMM]


[45.º aniversário UMM no Rodas de Viriato] Assinalam-se os 45 ano da criação da marca UMM e como vem sendo norma nos últimos 15 anos no blogue Rodas de Viriato, mostramos algumas publicações sobre jipes UMM 4x4 ainda mais especiais (quem não quer ver aqui, pode sempre ver e ficar admirado com publicações redutoras, superficiais, deturpadas e parciais em diferentes sites da Internet, revistas ou livros, que usam as nossas imagens).
A publicação de hoje não foge à regra e mostra um porta-chaves antigo em metal, com pintura em material vítreo de cor verde.

Este porta-chaves UMM foi produzido para o mercado francês, para fazer publicidade à Echappee 4x4 - Location UMM - aparentemente uma empresa que alugava jipes UMM Alter para momentos de aventura, escapadinhas ou fugas ao dia-a-dia.

Se de um dos lados vemos os números de telefone da empresa, no outro vemos um jipe UMM Alter 4x4 a avançar por uma zona de solo rochoso, sem qualquer tipo de vegetação.
Assim há motivos redobrados para chegar ao café e pousar o porta-chaves do todo-o-terreno português UMM.
E assim vamos a cominho dos 50 anos da marca UMM!

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2017/10/28

Famel Zundapp X-15 - Emblemas depósito motorizada


11.º Aniversário Rodas de Viriato!
Ao longo destes anos os artigos de colecção têm merecido o nosso destaque.
Os motivos são muitos, começando nas marcas que representam, nas cores e formas que têm, passando pela sua relevância como elementos decorativos.

Nas imagens podemos ver duas chapas para depósito de combustível de uma motorizada Famel Zundapp X-15 que estão dentro deste parâmetros.

Estes emblemas são em metal, mais concretamente em alumínio anodizado. Por esse motivo as cores são fortes e resistentes ao passar do tempo.

Estes emblemas Famel estão perfurado em lados oposto, a meio da altura das chapas, de modo a que pudessem ser presos ao depósito.

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