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A apresentar mensagens correspondentes à consulta viaturas militares antigas ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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2010/06/15

Um dia no quartel - IV Concentração de Veículos Militares Antigos


Mais uma concentração de veículos antigos, neste caso militares (informação retirada do blogue: Clube TT Oeiras).
Uma boa oportunidade para tirar o jipe UMM da garagem, mas também podem ir de camião Tramagal ou Bravia!

"O Clube Todo-o-Terreno de Oeiras vai realizar nos próximos dias 19 e 20 de Junho mais uma edição da Concentração de Veículos Militares Antigos. O CTTO conta este ano com a colaboração da Câmara Municipal de Oeiras e da Câmara Municipal de Mafra.
Este ano e graças ao convite da Associação de Comandos, o local da concentração será na antiga Bateria de Artilharia de Costa da Lage, sobranceira à praia de St. Amaro de Oeiras, que já conhecemos de edições anteriores. Durante a manhã haverá uma visita à Fortaleza de S. Julião da Barra após o que faremos uma deslocação em coluna militar até ao Regimento de Artilharia Anti-Aérea n.º1 em Queluz onde os participantes terão oportunidade de ficar a conhecer a história da Artilharia do Exército em Portugal até aos actuais sistemas de defesa anti-aérea. Equipamentos de várias épocas vão estar expostos e alguns em demonstração. Do programa de sábado consta ainda um grande desfile pelo concelho de Oeiras passando por algumas antigas estradas militares, a finalizar no local da concentração com um jantar de confraternização. Após o jantar a Associação Portuguesa de Veículos Militares vai promover um “Workshop” sobre o tema da concentração.

O programa de Domingo é ambicioso obrigando os participantes a sair cedo para a estrada. Está prevista uma deslocação a Mafra (cerca de 40 Km), com um percurso Todo Terreno pela Tapada Militar, uma visita à Escola Prática de Infantaria no Convento de Mafra e como ponto alto assistir a uma recriação histórica no Forte do Zambujal. O almoço será servido no Refeitório dos Frades do Convento de Mafra.

Também este ano e pela primeira vez em parceria com a marca VITORINOX SWISS ARMY vamos efectuar um concurso tendo em vista eleger o conjunto, viatura decorada/indumentária tripulação, que melhor caracterize a sua época. Este concurso contará com a opinião dos participantes, decorrerá nos dois dias de passeio e a entrega do prémio ao vencedor será feita durante o almoço de Domingo.

Participação
Para poder participar neste encontro agradecemos que nos enviem a ficha de inscrição disponível no nosso site www.clubettoeiras.com, para a morada ou para o email aí indicado. Mais informações pelo Tlm. 969361191 (Helena Sousa) ou 967001697 (José Alves).

Pensando na pernoita dos participantes que não residam na área de Lisboa, a organização propõe o alojamento num complexo hoteleiro junto ao local da concentração com estacionamento privado para as viaturas. Os participantes que desejem utilizar este alojamento devem fazer a sua marcação até ao dia 10 de Junho. A partir dessa data a organização não garante o alojamento nas condições indicadas na ficha de inscrição.

Querendo fazer deste encontro um evento de âmbito nacional, e sabendo a dificuldade prática para deslocar este tipo de viaturas a grandes distâncias, mediante o contacto atempado dos interessados, a organização poderá providenciar o transporte das mesmas a um custo simbólico.

Estará disponível um parque fechado, não coberto, para viaturas e reboques logo na sexta-feira (18) e até segunda-feira (21).

Horário
19 Junho (Sábado)
08.00H às 10.00H – Recepção aos participantes na Bateria da Lage.
10.00H – Briefing seguido de visita ao Forte de S. Julião da Barra.
12.30H – Saída da coluna militar com destino ao Quartel de Queluz.
13.30H – Almoço e visita ao Regimento de Artilharia Anti-Aérea n.º1
16.30H – Desfile passando por algumas antigas estradas militares.
18.00H – Chegada à Bateria da Lage.
20.00H – Jantar de convívio. Distribuição de lembranças de participação.
21.30H – Workshop “Veículos militares antigos em Portugal”

20 Junho (Domingo)
08.00H – Distribuição do kit de sobrevivência.
08.30H – Briefing e saída para a estrada com destino a Mafra.
10.30H – Chegada à Escola Prática de Infantaria, percurso TT na Tapada Militar e visita ao Museu da Unidade.
13.00H – Almoço no Refeitório dos Frades.
15.00H – Deslocação para o Forte do Zambujal.
16.00H – Recriação histórica do Forte do Zambujal.
17.00H – Reinicio da marcha com destino a Oeiras.
18.00H – Chegada ao local da concentração e destroçar."
Ou visite o site Clube TT Oeiras)

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2025/03/11

Reportagem Salão Motorclássico 2025 (2/2)


Se na anterior publicação sobre o Salão Motorclássico 2025 demos mais destaque a tudo o que era relacionado com a temática do Rodas de Viriato (os veículos fabricados em Portugal), hoje apresentamos uma visão mais geral sobre este evento.
No edifício principal da Cordoaria Nacional sucediam-se as viaturas antigas, que eram iluminadas por uma série de luzes que fazem lembrar a parte final das linhas de montagem das fábricas de automóveis.

Em termos de espaços, este ano registámos uma diminuição da área ocupada por expositores, clubes, instituições e por vendedores. Mas como "quantidade", não quer dizer "qualidade", quem visitasse o Motorclássico pela primeira vez não sentiria nada de estranho.

No que diz respeito a viaturas, em termos do que estava exposto e para venda, pareceu que se está a assistir a uma ligeira mudança, predominando veículos e artigos destinados a um segmento de clientes mais exigente e com mais disponibilidade financeira. Com isto, os chamados "clássicos populares" estavam em minoria.

É normal que quando se mostra algo, que isso seja especial. O que muitas vezes está ligado ao factor raridade, que por sua vez pode estar ligado ao valor monetário. Ainda assim era possível ver viaturas que povoam o imaginário de muitas pessoas, como as viaturas militares ligadas à 2.ª Guerra Mundial.

Já na parte dos artigos de colecção, havia artigos para todos e para todos os preços. As miniaturas estavam presentes em força, mas também havia muitos livros e catálogos; brinquedos; porta-chaves; chapas antigas e peças de vestuário - entre outras coisas.

Paralelamente às exposições e às vendas, também houve várias iniciativas (como as descritas na anterior publicação sobre o Motorclássico 2025) e outras que aparentemente não estavam programadas, como a reparação do automóvel Bugatti que vemos na imagem anterior. Presenciar o trabalho realizado numa viatura assim, não é todos os dias que acontece.

Fica a expectativa de como será o Motorclássico 2026 e entretanto vamos contando os dias que faltam para o próximo evento!

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2025/08/13

Motorizada Casal K184 5 V - Marinha Portuguesa


Há sempre exposição de viaturas militares antigas na Automobilia de Aveiro e este ano não foi diferente. 

A motorizada Casal K184 5 V que vemos nas imagens foi um dos veículos de fabrico nacional que esteve no evento, podendo ser contemplado por quem o visitava.

Estava restaurada e pinta de azul escuro, fica a dúvida se seria assim originalmente, mas esta era a cor que melhor condizia com o ramo militar a que pertence: a Marinha Portuguesa.

Em tempos passados deve ter sido muito útil nas deslocações dentro de uma capitania e eventualmente para fazer recados ou idas a espaços fora das docas.

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2013/04/25

Um 25 de Abril em fotos da época


No dia 25 de Abril gostamos de recordar, e também de escrever um pouco sobre a liberdade (ver: aqui e aqui) e hoje não será diferente. E também não é diferente a linha editorial do blogue, das actualizações diárias e da publicação de material exclusivo, pelo que aqui apresentamos imagens de primeira categoria.

As imagens que apresentamos são de dois álbuns fotográficos adquiridos recentemente e que alguém fez, com fotografias de Lisboa e onde estão registados muitos instantes do pós 25 de Abril de 1974, havendo indícios que apontam para os anos de 1977 e de 1978.
Como não somos peritos em relação a viaturas militares portuguesas, pedimos ajuda a Luís Costa (aqui fica o nosso obrigado!) que prontamente identificou as viaturas que aparecem nas fotografias antigas que mostramos, num desfile militar do 25 de Abril (que começaram a realizar-se em 1976).
Na 1.ª fotografia temos um jipe Willys CJ5 4x4 do Regimento de Artilharia de Lisboa, precedendo uma coluna de camiões Berliet-Tramagal GBA6MT 2,5 Ton. 6x6, também do mesmo regimento. Pela ampliação que realizámos da fotografia, aparentemente há 6 camiões no desfile.

Segue-se uma V.T.G. Berliet-Tramagal GBC8KT 6x6 m/1966, do Regimento de Artilharia de Lisboa, que circula na Praça do Comércio em direcção ao rio Tejo.

A coluna militar continua e segue-se um jipe Willys CJ6 4x4, com volante à direita, de origem Sul-Africana.

Numa observação mais pormenorizada, foi possível identificar dois blindados, aparentemente Chaimite, da Bravia, que deixam a Avenida da Liberdade, em direcção ao Rossio.

Na fotografia anterior estão estacionados uma série de veículos, sendo que em 1.º plano temos uma grua Galion do Regimento de Engenharia n.º 1.

Do lado esquerdo da fotografia aparentemente temos mais dois camiões da Metalúrgica Duarte Ferreira.

As fotografias estão montadas nas folhas dos álbuns em grupos de 4, como se pode ver pela fotografia anterior.

Os álbuns são os que estão na imagem anterior, com encadernação da época.

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Uma vez que há mais fotografias nos álbuns que merecem ver a luz do dia, e que estão um pouco fora do tema deste blogue, aproveitamos para as mostrar e para fazer algumas considerações que fogem às linhas que anteriormente escrevemos e que servem para pensar no passado, no presente e no futuro...

Há uma fotografia da Assembleia da República onde se estava a passar algum evento significativo, pois nota-se alguma afluência de público e há uma plataforma com um operador de máquina de filmar (?), para além das faixas com a bandeira nacional.
Note-se que a escadaria está vazia. Se noutros tempos os assuntos políticos já faziam desinteressar muita gente, nos nossos dias a escadaria estaria cheia de polícia de intervenção a mando de quem quer continuar a fazer o que lhe apetece, em nome do bem e da liberdade.

A porta da Procuradoria Geral da República ainda não tinha o senhor que há uma série de anos procura ver resolvido um assunto... Em vez disso tinha as paredes conspurcadas com nomes de partidos e de figuras do poder.

Em várias fotos é possível ver escrito o nome de partidos políticos, lembrando um pouco rodas de automóvel ou postes de iluminação mijados por cães que querem demarcar território.

Era uma altura em que as pessoas se uniam para lutar por ideais... Essa coisa estranha, pois se nem com o vizinho conseguimos chegar a acordo sobre o nível de ruído no prédio; nem com o colega de trabalho conseguimos chegar a entendimento sobre o que cada um faz, como é que pessoas diferentes se entendem hoje em partidos? Tem de ser gente muito decidida a esvaziar um saco...

Várias fotos mostram eventos públicos com muitas pessoas - e não eram de um festival de música patrocinado por uma bebida de mijamento rápido ou de comunicamento vocal com assalto à carteira.
Frases como "Unidade da acção a força dos trabalhadores" ou "A unidade dos trabalhadores a garantia das conquistas do 25 de Abril" eram o mote para se sonhar com um futuro melhor.

É curioso que ninguém falava daquilo que hoje é importante... O automóvel vistoso, a barra de chocolate que se coloca encostada ao ouvido para telefonar, a casa grande com a televisão cilindrada de ecrã XL onde vejo programas em HD com apanhados gravados com o telemóvel...

A campanha nacional dos 50000 contos, que aparentemente decorreu em 1977 fez levantar muito braço no ar, e não era porque impedimos um condutor eficiente de mostrar valentia num nicho de alcatrão...

Tudo sentimentos que muitas vezes tenho receio de dizer ou expressar, porque há sempre alguém que acha que aquilo que fazemos ou dizemos está mal, não se reconhecendo como seres telecomandados por aqueles que querem esvaziar o saco, invocando a direita, a esquerda, o centro, o cimo, o baixo, o diagonal... Ou o cristianismo, o judaismo, o islamismo, o hinduismo, o budismo, o xintoísmo, o sikhismo, o bahai, o jainismo... Ou o maçonismo, o isoterismo, ou o ****lhismo!

Terminamos com uma foto do Cais das Colunas em Lisboa, do tempo em que havia barcos no Tejo (e se não iam com rinocerontes para o Vaticano, também não iam para Veneza carregados de cenas fixes de Portugal...) e do tempo em que as pessoas eram felizes com o que tinham, e andavam abraçadas e apaixonadas.

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2023/10/19

Reportagem da 29.ª Automobilia de Aveiro / 2023 (2/2)


E é com uma fotografia de dois jipes de fabrico português - um UMM Alter e um jipe Portaro, que iniciamos a apresentação da segunda parte da reportagem da 29.ª Automobilia de Aveiro / 2023.
Estes estavam integrados numa exposição de viaturas todo-o-terreno antigas / clássicas, de diferentes marcas.

Em termos de comércio, e como já mostrado na publicação anterior, não faltavam escolhas, especialmente no que diz respeito às motorizadas fabricadas em Portugal.
As Famel XF17 continuam a estar entre as mais cobiças, pelo que não faltavam exemplares à venda. 

No que diz respeito às duas rodas sem motor, também havia várias bicicletas disponíveis.
Na imagem anterior vemos uma Vilar Catita que estava para venda, ao lado de um kart a pedais e de vários triciclos, também a pedais.

Se havia veículos que se encontravam facilmente, como o tricarro da imagem anterior, outros tinham se ser procurados com mais calma e atenção, como acontecia por exemplo na parte exterior dos pavilhões, onde estavam muitas bicicletas disponíveis para venda.

Mas a Automobilia de Aveiro é conhecida por ser mais do um espaço de venda, havendo muitas exposições, bem como iniciativas a decorrer durante o evento.

As viagens em autocarro antigo pela cidade de Aveiro continuam a ser uma delas, contado com a colaboração do Clube Viação Clássica. Um dos autocarros que este clube tinha em exposição era o UTIC Volvo B10M, que vemos na imagem anterior.

Outra das exposições patente era sobre os 75 anos dos veículos todo-o-terreno Land Rover, estando na lateral exterior dos pavilhões uma mostra com diferentes modelos, um dos quais era um jipe União, produzido em Angola.

Quem também fazia anos era a Harley Davidson, mais concretamente 120 anos, pelo que havia exposição de várias motos antigas desta marca, algumas das quais com atrelagem lateral.

Já as motos da BMW faziam 100 anos, o que também foi assinalado com uma exposição de diferentes modelos, como se pode ver na imagem anterior.

As forças de segurança nacionais têm estado presentes nas edições da Automobilia de Aveiro e este ano não foi excepção. 

Pelo meio das diferentes exposições também era possível ver motos militares, o que juntava diferentes mundos no só veículo. Quem não gosta de ver motos com side-car e imaginar onde é que elas cumpriram missões militares?.

Entretanto iremos divulgar veículos que estiveram no evento e que merecem um artigo.
E já estamos a contar os dias que faltam para a 30.ª Automobilia de Aveiro 2024.

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2024/12/07

Motorizada Casal K 182 - Versão militar


Na 30.ª Automobilia de Aveiro / 2024 havia vários espaços com exposição de veículos antigos e uma delas era de viaturas militares, onde constava uma EFS 301 m que terá pertencido à GNR.

Outra das motorizadas antigas que podia ser vista, era a Casal K 182 que vemos nas imagens e que tinha matrícula exclusiva da Marinha Portuguesa.

Fica a dúvida se esta motorizada Casal terá sido vendida por encomenda / concurso, integrando um lote de motorizadas, ou se tem outra história para contar.

Como se vê nas fotos, esta motorizada está restaurada e no escape cromado vemos gravada a marca Jamarcol.

E na traseira vemos a matricula referida, com letras brancas em relevo, sobre placa de plástico preto fabricada pela A. Maia.

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2024/09/11

Reportagem 30.ª Automobilia de Aveiro / 2024 (2/2)


E começamos a segunda parte da reportagem da 30.ª Automobilia de Aveiro / 2024 com uma fotografia com vários artigos muito especiais, que podiam ser vistos na banca de Carlos Martins / Old Moped.
Da direita para a esquerda, temos uma réplica de uma Casal GP 1970, que foi construída por Luís Lima; uma placa antiga da Metalurgia Casal; um poster da Casal; um casaco da SIS Sachs e uma Casal K 601 SS. Um bom modo de juntar a parte comercial, com a parte cultural!

E procurando pelas diferentes bancas de venda, apareciam mais objectos de colecção fabricados em Portugal, como o kart da Sóbrinca que vemos na imagem anterior.

Para além dos veículos fabricados em Portugal (e dos artigos com eles relacionados), havia muito para ver na Automobilia de Aveiro deste ano; como uma exposição de veículos militares, onde constava uma viatura Panhard, jipes, automóveis e motos com atrelado lateral, como se vê na fotografia anterior.

Outra das exposições era de bicicletas dos primórdios deste tipo de veículo (finais do Século XIX), onde se podiam ver diferentes soluções técnicas que foram sendo adoptadas até chegarmos aos dias de hoje.

Na zona da bilheteira principal viam-se automóveis de competição, numa exposição que abarcava carros de competição de um vasto espaço temporal. Todos eles acabavam por trazer uma memória de outros tempos em que estas máquinas dominavam as estradas e tinham tempo de antena nos meios de comunicação.

Junto desta exposição podiam-se ver livros e miniaturas sobre o mundo dos rallies antigos, complementando e enriquecendo o conjunto. E lembrando que deste modo também temos um pedaço deste mundo.

Das forças policiais também tínhamos viaturas antigas da GNR, uma delas era uma EFS 301 m, com selim curto e porta bagagens de dimensões generosas. Esta motorizada antiga era apresentada ao lado de um manequim com uma farda também antiga.

E na parte exterior podiam-se ver vários automóveis de fabrico japonês. Muitos deles vieram revolucionar o mercado dos automóveis citadinos e até havia modelos que foram montados em Portugal.
Entretanto preparem-se para a 31.ª Automobilia de Aveiro / 2025!

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