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2016/03/17

Protótipo de farolim da A. Maia para motorizada


Se falarmos no nome António Augusto Nunes Maia a alguém que gosta de motorizadas nacionais, não será imediata a associação aos farolins A. Maia, de Sangalhos.

(imagem de António Maia retirada do site: www.atesempre.pt)
Mas depois de feita a associação, não será difícil referir várias motorizadas que estavam equipadas com material desta marca.

Mas a marca A. Maia de António Augusto Nunes Maia, L.da, está ligada à fabricação de outros componentes e acessórios para veículos de fabrico nacional, por exemplo faróis; claxons e de bombas de ar para veículos de duas rodas.

Já nas quatro rodas, podemos dizer que as matrículas rebatíveis do automóvel Sado 550 produzido pelo Entreposto eram desta marca.

Nas imagens temos um farolim de motorizada que aparentemente será um protótipo que a marca A. Maia pretendia comercializar. Dizemos isto porque tem uma etiqueta em papel onde se pode ler:
Mod. Ind. n.º 12263 Cl. 27.ª
Requerente
António Augusto Nunes maia
Sangalhos

A etiqueta está assinada pelo chefe da secção de invenções e tem um carimbo tipo "selo branco".
Não podemos deixar de referir que no passado dia 1 de Março de 2016, faleceu António Maia, aos 85 anos (nasceu a 30 de Junho de 1930).
Agradeço a Joaquim Amaro pelo envio das fotografias (obrigado!).

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2008/01/26

Motalli TR 2 para cenário de teatro

Depois de alguns contactos electrónicos onde tentámos ajudar a encontrar um triciclo de fabrico nacional para servir de adereço num cenário de teatro, ficámos a par de um acontecimento cultural relacionado com os triciclos da marca Motalli, que passamos a divulgar:
Trata-se da utilização de um triciclo Motalli TR 2 como carro de apoio de uma das personagens da peça de teatro "La Strada", adaptada a partir do filme com o mesmo nome realizado por Federico Fellini.

No blog "La strada", e referido que esta peça de teatro "é uma história sobre a condição humana, a vida dos artistas, sobre a rudeza, inaptidão, e sobretudo, sobre a verdade do amor", e nada melhor do que um Motalli para encarnar esses sentimentos.
Enquanto aguardamos desenvolvimentos sobre a peça, podemos dizer que:
- O triciclo Motalli foi conseguido a custo zero, uma vez que estava abandonado num jardim da cidade de Lisboa;
- Já está prevista a itinerância do espectáculo, o que dá a oportunidade aos amantes de "rodas nacionais" de assistirem à representação da peça! Lista de locais e datas onde será apresentada a peça:
- Comuna de 11 a 16 de Março, às 22h.
- Teatro Independente de Oeiras de 25 a 30 de Março às 21h30.
- Plano B no Porto 4 de Abril às 22h.
- Tertúlia Castelense na Maia 5 de Abril às 22h.
- Incrível Club em Almada de 10 a 12 de Abril às 22h.
- Teatro Municipal Sá Miranda em Viana do Castelo 2 e 3 de Maio às 21h30.
- Teatro Viriato em Viseu a 30 de Maio às 21h30.

Mais desenvolvimentos brevemente!

Saber mais:
- La Strada - Blog oficial

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2010/01/18

Vídeo sobre Chaimite de monumento a Salgueiro Maia


Continuamos a apresentação de vídeos relacionados com a rodas nacionais. Este em concreto mostra o blindado Chaimite que está junto da estátua de Salgueiro Maia, em Santarém, a ser retirado por elementos do exército para ser recuperado.
A recuperação foi realizada para as comemorações do 10 de Junho de 2009, que decorreram em Santarém, e para a homenagem que o Presidente da República fez ao capitão Salgueiro Maia.
Segundo a informação constante no vídeo, a remoção da viatura demorou 2 horas e graças a este registo temos um interessante documento relacionado com os blindados em questão.
O vídeo é do utilizador TV4Ribatejo do Youtube.

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2009/07/06

Sóbrinca Deluxo - Bicicleta para criança (1/2)

Se há dias em que escrever neste blogue é uma coisa objectiva, outros há em que é uma coisa subjectiva. Mas num caso e no outro, há um objectivo: falar das "rodas nacionais".
Mas também há dias em que a escrita não tem adjectivos pelo meio e dias em que a escrita está cheia de adjectivos - no 1.º caso não há opinião de quem escreve, no 2.º caso o texto é mais subjectivo, uma vez que está contaminado com a opinião do autor.
Hoje o texto é tendencialmente de 2.º caso (e acho que amanhã também o será...).

Então vamos lá:
Se Sintra tem o museu do brinquedo mais conhecido do país - fruto da doação de uma colecção de brinquedos que alguém fez durante muitos anos, já Caldas de S. Jorge não tem o museu dos brinquedos fabricados no seu território.
Se no 1.º caso a coisa foi feita por gosto e nos tempos livres (será que foi?), no 2.º caso o museu não existe, nem existe nenhuma valorização por parte de quem esteve ligado a estes projectos, talvez por estarem associados a esforço e horas de trabalho. As fábricas fecharam e hoje nestas localidades ainda não se reuniram esforços para mostrar o que de bem faziam. Afinal estes foram os brinquedos da infãncia de muitos de nós.
É a dicotomia deste país, não fazer nada versus fazer alguma coisa. Aparentemente os primeiros levam vantagem considerável sobre os segundos.
Aos segundos resta-lhes arregaçar ainda mais as mãos e trabalhar para verem o seu trabalho reconhecido, ou então, esperar que os primeiros sofram privações por não trabalharem - mais tarde ou mais cedo terão de fazer alguma coisa, afinal as vacas gordas não duram para sempre e sempre ouvi dizer que "quem não trabuca, não manduca".
Sei que o que descrevi ainda poderá demorar alguns anos a acontecer, ou nem chegar a acontecer - mas o tempo dirá que tenho razão.
O Museu do Brinquedo de Sintra está desenraizado no local onde se encontra - com excepção da provável relação entre o coleccionador e a localidade onde está o museu + o facto de alguma da população de Sintra ter tido capacidade financeira para comprar brinquedos, numa época em que não era qualquer um que os tinha.
A questão é que é uma colecção de brinquedos que tanto poderia ser de um coleccionador português, como brasileiro, como angolano... É uma colecção que resulta de um critério pouco objectivo: juntar brinquedos! Apesar de ter o interesse de mostrar diferentes exemplares de diferentes épocas, materiais e culturas.
Acontece que em Caldas de S. Jorge fabricaram-se, e ainda se fabricam brinquedos... Brinquedos esses que estão intimamente ligados a quem nós somos. Também se ignora o passado industrial, que acaba por se refectir no modo como hoje se encara o presente. Um museu com uma colecção desses brinquedos pode ser uma mais valia indiscutível: relembra um passado de iniciativa, de determinação e de capacidade criativa. Esse museu poderia ainda ter uma zona para exposição, temporária ou permanente, de brinquedos representativos da industria nacional: da Maia Borges, da Majora, da Osul, da Luso Toys e de outros tantos.

Não será pela falta de matéria prima que o museu não estará repleto. Já aqui mostrámos brinquedos da Bébécar, da Carbébé, da Fabruima e da Sóbrinca. Tudo marcas que laboraram em Caldas de S. Jorge e estou certo que a lista ainda não está completa (a Fabrinca também será de lá?...).

Como dizíamos no início deste texto, o objectivo é falar das rodas nacionais, pelo que aqui estou eu a apresentar esta bicicleta com rodinhas da Sóbrinca. É o modelo Deluxo, tem selim da marca Raio...

As rodas são em borracha maciça, com uma faixa lateral branca. Já as rodas são em chapa estampada e cortada de modo a imitar os rais das rodas dos "grandes".

Tem um suporte para mercadorias na zona traseira e brevemente haverá mais fotografias sobre ele.

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2016/07/13

Moto SMC Sport com JAP 500 cc - 12.º Motorclássico / 2016 (1/3)


Quando fizemos o balanço do 12.º Motorclássico / 2016 escolhemos para imagem de abertura do texto, um pormenor da moto SMC Sport que esteve em exposição no evento referido. O destaque é mais que merecido, seja pela qualidade de construção da moto, seja pela sua raridade.

Esta moto esteve integrada na exposição "A Moto Portuguesa Nacional / SMC - Juntas pela primeira vez desde os anos 30", juntamente com outras duas motos dos mesmos fabricantes.

Uma delas - a moto Nacional - já aqui a mostrámos (ver parte 1, a parte 2 e a parte 3), pelo que hoje divulgamos outro modelo, também pintado de prateado.

As iniciais dos nomes dos fabricantes: Manuel Seixas e Marinho Cruz deram origem à SMC, modelo Sport equipada com motor JAP de 500 cc, fabricada já depois de Augusto Morais Maia ter abandonado a sociedade que tinha com Manuel Malheiro Seixas e José Silvestre (tendo o seu lugar sido ocupado por Marinho da Cruz).

Não podemos deixar de associar a década de 30 do século passado a projectos arrojados em termos de veículos de fabrico português. As motos nacional / SMC são a prova disso, juntamente com os automóveis Edfor.

E eram arrojados em termos de desenho / concepção, mas também em termos de componentes, procurando-se o melhor.
Na imagem anterior podemos ver o carburador de marca AMAL.

Este estava colocado numa posição que obrigava o depósito no lado esquerdo a ter uma zona metida para dentro, mas que mal se nota.

O punho direito da moto também tem gravada a marca AMAL.
Note-se que a manete estava colocada no final do tubo do guiador, com a extremidade virada para dentro, dando-lhe um toque especial.

Terminamos com uma fotografia da zona inferior do quadro, onde se podem ver os apoios do motor JAP de 500 cc.
Brevemente divulgaremos mais fotografias desta moto.

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2010/06/25

Vídeo do Vinci GT na estrada


Ao ver este vídeo sobre o Vinci GT a circular nas ruas da Maia, do utilizador Jmfpm2 (do Youtube), tenho dificuldade em me centrar no que tem de bom e fico com vontade de o utilizar para dizer mal...
Começo por dizer que é um importante documento histórico, pois tem imagens de um momento que com facilidade poderia ficar esquecido para sempre... Mas, tal como no vídeo Estoril 80 cc, esteve lá alguém que registou o momento, que teve o trabalho de se informar sobre o assunto em questão e que depois o divulgou - tudo como manda a lei!

Quando digo que me apetece usar este vídeo para dizer mal, é devido às polémicas que são expostas no mesmo... O eterno problema de ser ou não o "1.º automóvel português" ou de ser ou não "100% português"...
Sei que neste blogue esta situação também ocorre pontualmente, mas não como vemos em muitos sítios, em que a situação e levada a extremos.
Nesses casos fica-se a pensar que, por um lado, quem profere tais palavras é perito no assunto (devendo a realidade deverá ficar cristalizada para sempre assim) e, por outro lado, fica-se a pensar que essas pessoas devem ter uma vida muito triste, pois as tais questões de "primeiridade" ou "purinidade" mostram a sua maneira de ser e de pensar, pelo que poderemos aferir que:
- Nunca comem comida que sobrou de uma refeição anterior (não seria a primeira vez que a estavam a comer...);
- Não se relacionam com pessoas que não chegaram até si em estado de virgindade (não se tem relações com alguém que já o fez com outras pessoas...);
- Devem ter uma vida muito hermética, pois não compram produtos dos quais não conheçam a origem... Será que cada vez que querem um móvel vão para um pinhal (de preferência para o de Leiria...) com um calhau na mão (como e óbvio não vão usar uma serra que foi feita na China!) para cortarem um pinheiro do qual irão tentar tirar algumas tábuas para fazerem uma mesa ou uma cadeira? Até os de Paços de Ferreira podem ter sido feitos com máquinas construídas no estrangeiro!...
Torna-se num tipo de discurso castrador e que impede que se atinja o que é defendido.

E para aqueles que dizem que o Alba é que tem o motor 100% português, pergunto: O alumínio usado no mesmo, veio de alguma mina portuguesa?

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2019/04/25

Blindado Chaimite "Bula" e o 25 de Abril de 1974


No dia em que se assinalam 45 anos da chamada Revolução dos Cravos - o 25 de Abril de 1974, é natural que a publicação no Rodas de Viriato seja sobre um dos veículos de fabrico nacional que participou activamente no golpe militar em questão.

Quem acompanha o trabalho diário ao longo destes 12 anos de publicações, sabe que tentamos acrescentar mais alguma coisa ao que já é conhecido e revelar pormenores desconhecidos (ou pouco conhecidos) da maioria dos entusiastas de veículos fabricados em Portugal.

Pois o blindado Chaimite, fabricado pela Bravia / VM, teve um papel muito importante no 25 de Abril de 1974, tendo sido um dos veículos que os revoltosos escolheram para ser utilizado na madrugada que iria mudar Portugal a vários níveis.

Um dos blindados Chaimite, com matrícula MG-48-04 ficou imortalizado em fotografias e filmagens desse dia, pois foi a viatura que retirou Marcelo Caetano do Quartel do Carmo, tendo-o transportado em segurança, de modo a que pudesse mais tarde abandonar o país.

Nas imagens vemos o blindado 4x4 Chaimite a que nos referimos, conservando ainda na torre o símbolo de campanha da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, onde estava ao serviço e onde Salgueiro Maia era capitão.

Sendo um veículo histórico, está neste momento em depósito no Museu Militar de Elvas, juntamente com outros veículos do passado militar Português.

E se no início deste texto dizíamos que gostamos de mostra aspectos desconhecidos de muitos, aqui está um: os pneus fabricados pela Mabor General para este veículo anfíbio tinham gravada na borracha a palavra "Chaimite", antecedida de "N.D. C.C." (o que significam?...).

Os pneus que eram usados no blindado Chaimite eram de fabrico nacional. Era hábito na época tentar incorporar o máximo possível de componentes fabricados no país, contribuindo esta situação por um lado para o desenvolvimento tecnológico e industrial e, por outro lado, evitava-se a saída de divisas e a dependência de outros países, no que diz respeito a este componente.

Para além do que já referimos, há um aspecto do qual não nos podemos esquecer, o blindado Chaimite tinha características anfíbias, sendo a propulsão em água conseguida a partir da rotação das rodas, pelo que a configuração do piso deste pneu ajuda à deslocação na água.

Este pneu Chaimite da Mabor General tinha a medida 14.00 - 20 e houve o cuidado de os conservar nesta viatura histórica.

25 de Abril sempre, pneus estrangeiros nunca mais!

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2006/11/02

Vinci GT - Auto Museu da Maia Anuário - 2ª Edição


O Auto Museu da Maia apresentou recentemente no evento Autoclássico 2006, na Exponor (Matosinhos), o seu concept car Vinci GT.
O projecto ainda está em evolução, tendo já apoiantes e outros tantos críticos. Mas uma coisa é certa, pelo menos estão a tentar fazer em Portugal!
As imagens foram retiradas do Auto Anuário do Museu da Maia (2ª edição), quem quiser contactar a Auto Museu da Maia, deve telefonar para o 229476836.


Saber mais:
- Auto Museu da Maia

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2016/04/25

Moto Nacional modelo Sport - 12.º Motorclássico / 2016 (1/3)


Hoje é 25 de Abril e aparentemente fugimos ao tema do dia, onde seria de esperar que aqui mostrássemos um blindado Chaimite da Bravia ou um camião Berliet Tramagal, provavelmente em contexto revolucionário...

Mas não, optamos por mostrar algo diferente, mas que fosse nacional... Pelo que divulgamos fotografias da moto Nacional de 1934, equipada com motor JAP com 500 cc!

A nossa missão auto-imposta de divulgar o passado - para que melhor se possa construir o futuro, é de todo pertinente num dia em que muitos olham de lado para um acontecimento que pretendeu mudar o rumo de um povo e de um país, para que esse povo possa mudar o seu rumo e o seu país. É isso que fazemos neste blogue, agarramos naquilo de que gostamos e fazemos algo por ele, tentando levar um rumo e mudar o nosso país.

Com a moto Nacional podemos fazer algumas pontes entre o que dissemos anteriormente e a história de uma marca que começa a perder-se no tempo... Afinal foi em 1934 que 3 homens pretenderam mudar o rumo das suas vidas - e do seu país - fabricando motos a partir dos conhecimentos técnicos que tinham.

Os mais cépticos dizem: "Mas para quê, isso não deu em nada!...", ou "Uma moto nacional com motor inglês, só mesmo de um português!...".
Dizer mal e apontar defeitos é fácil, mas o que é certo, é que passados estes anos todos olhamos com orgulho para estas motos e com elas podemos calar aqueles que acham que só se fabricaram motorizadas com 50 cc em Portugal.

Como é que teria sido se os autores desta moto tivessem superado as dificuldades que todos os projectos têm, e tivessem continuado por muitos e bons anos a produzir motos? E se pelo meio tivessem tido a ousadia de entrar em competições com elas e obtido algumas vitórias? E se tivessem desenvolvido motorizações próprias com diferentes cilindradas? Não sabemos, mas pelo menos tentaram!

Este exemplar esteve em exposição em Lisboa, no salão Motorclássico, juntamente com outras duas motos Nacional / SMC.
No passado pertenceu a Augusto Maia que desenvolveu os projectos da marca. Tem o número 500 S 101 no quadro e caixa de velocidade de marca Albion.

Brevemente mostraremos os outros exemplares que estiveram em exposição, para que se saiba como é que foi!

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2024/12/07

Motorizada Casal K 182 - Versão militar


Na 30.ª Automobilia de Aveiro / 2024 havia vários espaços com exposição de veículos antigos e uma delas era de viaturas militares, onde constava uma EFS 301 m que terá pertencido à GNR.

Outra das motorizadas antigas que podia ser vista, era a Casal K 182 que vemos nas imagens e que tinha matrícula exclusiva da Marinha Portuguesa.

Fica a dúvida se esta motorizada Casal terá sido vendida por encomenda / concurso, integrando um lote de motorizadas, ou se tem outra história para contar.

Como se vê nas fotos, esta motorizada está restaurada e no escape cromado vemos gravada a marca Jamarcol.

E na traseira vemos a matricula referida, com letras brancas em relevo, sobre placa de plástico preto fabricada pela A. Maia.

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2026/04/07

Autocolante bicicletas F. Maia Special Cycles


O nome "Maia" está ligado ao mundo dos veículos de fabrico português, ficando a dúvida sobre qual será a relação entre as várias empresas que têm esta designação e os ramos comerciais / industriais a que se dedicaram.

No caso deste autocolante de bicicletas F. Maia deve ser da mesma empresa que colocou uma publicidade no ano de 1994, no catálogo da Bicimota 94.
Quem tiver uma bicicleta com um autocolantes destes, por favor entre em contacto connosco.

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2022/01/13

Certificado de Garantia Famel Foguete e factura de venda


Ter um certificado garantia de uma motorizada Famel Foguete não é para qualquer coleccionador, pois é um tipo de artigo que com facilidade seria deitado fora.

Nas fotografias vemos um destes documentos, de uma motorizada Famel Foguete fabricada no dia 15 de Maio de 1959 (abençoado dia!). Esta Famel Foguete era de cor preta, estava equipada com pneus 23 x 22,5 (certamente um erro tipográfico, sendo o correcto 23 x 2.25) e tinha selim comprido.

A motorizada foi vendida pelo agente Aurélio da Silva Azevedo, da Casa Cristina, de Castelo da Maia, em Julho do ano já referido. Esta empresa vendia também as bicicletas Cristina.

Como se ter a garantia não fosse já uma coisa especial, a mesma está acompanhada da factura de venda, onde são referido 6750 escudos!
Estes documentos históricos fazem parte da colecção dos irmãos Pedro Torres e Silvério Torres, a quem agradecemos a colaboração!

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