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2013/02/05

Automóvel De Moura na Motor Clássico n.º 72


Na edição de Fevereiro de 2013 da revista Motor Clássico há um artigo sobre um projecto que desconhecíamos, o do automóvel De Moura.
Sim, a De Moura esteve para produzir em pequena série o automóvel De Moura Sport (apresentado na revista). Estava ainda prevista a construção do automóvel De Moura Grande-Turismo e, se as condições o permitissem, um De Moura fórmula Júnior .
Para além do destaque na capa, o artigo tem 4 páginas com fotos a (preto e branco) e recortes do artigo que serviu para fazer o texto (originalmente publicado na revista Mundo Motorizado) sobre esta peça do puzzle da história do automóvel de fabrico português.
Os volantes sabemos que andam por ai, e este carro, onde estará?

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2012/05/12

Volantes "De Moura" - Publicidade de 1972


Mais uma achega para a história dos volantes De Moura.
Nesta publicidade de Setembro de 1972 podemos ver um dos volantes com três raios que esta marca produziu.
As palavras conforto e segurança estão em grande destaque, afinal os volantes De moura tinham as patentes números 7146480 e 137, estavam aprovados pelo Lab. U.T.A.C., com dossiê técnico número 71/13. 42/1101.
É ainda dito na publicidade que os volantes De Moura eram usados pelo Team Alpine e estavam à venda nas casas da especialidade.
Eram distribuídos pela Pinto & Vasconcelos, Lda., de Lisboa.

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2007/02/06

50 anos da Masac

Aqui fica o press release da Masac, sobre o seu 50º aniversário:

"No passado dia 7 de Janeiro, a MASAC comemorou 50 anos de vida num almoço que reuniu cerca de 250 pessoas, entre colaboradores actuais e antigos e respectivas famílias, fornecedores nacionais e estrangeiros, colegas e amigos. A comemoração teve lugar no Sítio dos Oliveiras, concelho de Cantanhede.

O almoço começou com uma projecção em vídeo do historial da empresa, começando com a assinatura da escritura, a 7 de Janeiro de 1957, passando pelos momentos marcantes da vida da empresa, até aos dias de hoje.
Durante a cerimónia, vários convidados quiseram deixar o seu testemunho e dar os parabéns à MASAC pela efeméride.
Jeremy Appleton, da Alpinestars, afirmou ser “uma grande honra estar presente neste evento” e felicitou a administração da empresa pelos 50 anos de vida, desejando “o melhor possível nos próximos 50”.
Luís Roque, presidente da Associação Empresarial de Cantanhede, também proferiu algumas palavras: “Quero agradecer duplamente ao Grupo MASAC: ao Jasmim Neto e família pelo amável convite que fez à AEC para participar deste dia tão importante, e pelo papel de relevo que tem no tecido empresarial de Cantanhede, e talvez do país. Não é qualquer empresa de cariz familiar/local que está tantos anos no mercado com esta vitalidade. É um grande orgulho e uma grande honra para a AEC a MASAC estar situada em Cantanhede.”

João Moura, presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, aproveitou a oportunidade para felicitar a empresa e afirmou que “uma empresa que comemora 50 anos de actividade na posição de líder nacional em vários dos segmentos de mercado em que opera, e que, exportando já para todo o território espanhol, está em fase de expansão para vários outros países europeus, não pode deixar de ser considerada uma referência marcante da economia do Concelho.”
Também Pedro Mariano, presidente da Comissão de Enduro da Federação Nacional de Motoclismo (FNM), falou em seu nome pessoal e em representação da FNM, felicitando a empresa “pela postura muito correcta que sempre teve em relação aos desportistas”, agradecendo em nome de todos os motociclistas desportistas todo o apoio que o Grupo MASAC lhes tem dado.
Falou ainda um porta-voz dos colaboradores do Grupo MASAC, Fernando Cordeiro, fazendo votos sinceros para que os colaboradores actuais possam continuar a afirmar bem alto “Tudo passa, mas a MASAC ultrapassa”.

Na altura do corte do bolo de aniversário, os filhos e netos de Jasmim Neto, presidente do Conselho de Administração do Grupo MASAC, prestaram-lhe uma homenagem através de uma projecção de um vídeo com a história da sua vida.

Jasmim Neto agradeceu a todos os que estiveram presentes na celebração e afirmou que “50 anos é uma vida de trabalho, de muitas alegrias, de alguns dissabores, mas chegar a este momento é uma enorme felicidade, uma alegria imensa que me realiza”. O presidente confessou ainda a sua satisfação por ter conseguido reunir os outros dois fundadores da Marcelino dos Santos & C.ª Lda.: Marcelino dos Santos, agora com 96 anos, e o seu filho, Renato Moreira dos Santos.
No final da cerimónia, a administração do Grupo MASAC entregou o livro “MASAC: 50 Anos de História” a todos os presentes."

Resta-nos dar os parabéns à Masac e agradecer à Sra. Mariana Coimbra pela atenção prestada ao blog "Rodas de Viriato".

Saber mais:
- Masac - Site oficial
- Motorizada Masac - 1140tv.blogspot.com

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2021/12/19

Revista Motor Clássico n.º 14 - II série


Já está nas bancas a nova revista Motor Clássico, a n.º 14, de Novembro / Dezembro de 2021.
Este número está cheio de artigos relacionados com veículos fabricados em Portugal, havendo na capa espaço para destacar a carrinha Datsun Sado e o automóvel De Moura. Mas logo que começamos a folhear o interior, deparamos com um artigo sobre Manoel de Oliveira e a sua faceta de piloto de automóveis (que está ligada aos Edfor).
Em relação ao artigo já mencionado sobre o automóvel De Moura 2000 GT de 1962, tem um total de 8 páginas onde se fala da marca e da vida desta viatura. O artigo sobre a Datsun Sado explica o processo que levou ao fabrico e apresentação destas carrinhas fabricadas pelo Entreposto. São ainda apresentados desenhos de Carlos Bravo Marinho, num artigo sobre as suas concepções para futuros automóveis.
Há ainda outros artigos na revista, sobre provas automóveis em Portugal, sobre marcas e modelos que marcaram a história do automobilismo mundial, sobre leilões de viaturas de luxo, sobre motos BSA, bem como as tradicionais rúbricas sobre miniaturas e o correio do leitor.

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2023/10/22

Manual da Vilar 125 cc - Modelo de 1952 - 17.º aniversário Rodas de Viriato


Assinalando o 17.º aniversário do Rodas de Viriato, divulgamos uma publicação ainda mais especial que funciona como um presente para os nossos leitores.
Esta acaba por sintetizar o esforço que têm sido feito nos últimos tempos: a procura, aquisição e disponibilização de material especial, por exemplo catálogos e manuais (a par da inversão da filosofia da livre disponibilização de material, que acabava por ter um efeito perverso, comprometendo o futuro e sobrecarregando a equipa técnica). 

Assim, é com muito orgulho que apresentamos um manual de instruções e de uso da moto Vilar 125 cc, modelo de 1952, inteiramente original e em excepcional estado de conservação. Até o lacinho em cordão de fio de cor bordô tem o nó original!

É uma publicação feita pela Fábrica Nacional de Bicicletas e Motociclos de Vilarinho & Moura, L.da, do Porto.
Logo no início da publicação é referido que no modelo de 1952 da moto Vilar foram introduzidas melhorias e feitas algumas considerações sobre o uso da moto / informações com ela relacionadas.

Depois são apresentadas de forma detalhada as catacterísticas técnicas do motociclo Vilar, do tipo utilitário 125 cc, nomeadamente sobre o motor Villiers 125 cc.; da caixa de velocidades; da ignição; da bateria; da vela e do claxon...

E também do carburador; dos colectores de escape; do quadro; da forqueta; das rodas; dos travões; da iluminação; do depósito de gasolina; da transmissão; dos guarda-lamas; do selim; do acabamento; das ferramentas; do descanso; do peso (85 kg!) e da velocidade, atingindo um máximo de 80 / 90 kms/h.

Paralelamente às informações escritas são apresentadas fotografias, tanto da totalidade da moto Vilar 125 cc, como de pormenores. 
Depois segue-se uma parte sobre o modo de funcionamento da moto e sobre cuidados a ter para evitar problemas ou avarias.

Perto do fim há uma série de indicações úteis relacionadas com a vela, com o carburador, com os travões e com os platinados. E termina com dados sobre a garantia do moto Vilar 125 cc e com a referência aos preços do motociclo.

Esta publicação foi impressa na tipografia António Pereira & Santos, Lda, do Porto.

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2019/04/24

Envelope da Castros & Moura, L.da pré-endereçado


Continuando a divulgar elementos ligados à empresa Castros & Moura, L.da, nas imagens temos um envelope pré-endereçado à Castros & Moura, Lda, pela Castros e Moura, L.da.
É em formato DL, podendo levar folhas de formato A4 dobradas em três.

No lado esquerdo do envelope constam as marcas que a empresa Castros & Moura, L.da (da marca Marvil), representava:
- Primax - Pedais e séries de direcção especiais;
- Bosch - Velas, bobines e platinados;
- Famel - Motorizadas e tricarros;
- Mavic - Artigos especiais de corrida;
- Frabel - Torneiras de gasolina;
- Facomsa - Cachimbos de vela, centrais de pisca e conta quilómetros.

E terminamos com o verso do envelope.
Agradecemos a Carlos Martins, que tem página no Facebook de venda de peças para motorizadas antigas, pela oferta deste envelope.

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2008/03/03

Volante "De Moura"


Aqui ficam algumas fotografias de um volante da marca De Moura (na imagem anterior é possível ver o símbolo da marca). Este volante desportivo era feito em alumínio polido, sendo forrado com pele sintética.

Segundo o que consta estes volantes eram construídos numa fábrica em Coimbra.
Existiam vários modelos, com vários tamanhos. Estes volantes ficaram conhecidos por terem sido usados no microcarro nacional Sado 550.

Aparentemente este volante não equipava o Sado 550, mas sim outros modelos (Datsun?...).
O do Sado 550 tinha perfurações circulares nos raios.

Saber mais:
- Fotografia do interior de Sado 550 (3.ª série) com volante De Moura - Jcle.pt/sado550

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2022/04/25

Blindado Chaimite em Moura (1/3)


É 25 de Abril e não deixamos de assinalar a data que marcou o rumo da história de Portugal e, sendo o Rodas de Viriato um blogue que divulga os veículos fabricados em Portugal, aproveitamos para mostrar mais algumas fotografias de um blindado Chaimite.

Os blindados Chaimite tiveram um papel activo na Revolução dos Cravos e na Guerra Colonial, sendo uma resposta da indústria portuguesa à falta de material militar que pudesse ser usado em operações militares em África. Por esse motivo fazem parte do imaginário nacional.

Este exemplar está em exposição em Moura, no Alentejo, sendo um dos vários que podem ser vistos de Norte a Sul do país.
Para quem não nos visita com regularidade, já aqui mostrámos os seguintes:
- O blindado Chaimite V 200 de Aljubarrota;
- O blindado Chaimite V200 de Vila Real.

Neste blindado Chaimite é possível ter acesso ao compartimento do motor do guincho, situado na frente, pelo que tirámos uma fotografia que mostra como é. 
A ponta do cabo metálico é usada para segurar a roda suplente, que se vê na frente destes carros militares.

Como o blindado está em exposição permanente, optou-se por o colocar assente em cima de suportes metálicos na zona dos eixos. Assim os pneus não estão sujeitos a esvaziar e a fazer com que o blindado Chaimite fique de lado.

Terminamos com um pormenor da zona da cava da roda, onde podemos ver o vários elementos mecânicos da suspensão, bem como a solda das diferentes chapas que garantiam a blindagem desta viatura.
25 de Abril, Sempre!

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2022/06/11

Blindado Chaimite em Moura (2/3)


Ontem foi dia 10 de Junho, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Sendo este blogue sobre os veículos fabricados em Portugal não podemos deixar de assinalar a data, mas apetecendo brincar com esta coisa de ser pela nação, decidimos fazer a publicação no dia 11 de Junho!
Sim, enquanto não recebemos postumamente a Medalha de Ordem de Instrução Pública pelos serviços prestados no estudo e divulgação dos veículos fabricados em Portugal, temos de tirar alguma satisfação do que fazemos, brincando com a nossa realidade. Era ontem que a coisa fazia sentido, mas é hoje que levas a publicação. 

Sim, fazemos muita coisa e somos activos, mas gostávamos de ir mais longe e "o meu país não deixou"...
De momento sentimos que a engrenagem dos portugueses não funciona lá muito bem, pelo que aproveitámos para desanuviar, escrevendo uma tiradas para reflexão.
O blindado Chaimite materializa a capacidade criativa nacional e ao mesmo tempo ilustra esta coisa das engrenagens desengrenadas... Reparem na imagem anterior que um dos veios do eixo de transmissão está desaparafusado (nada como ter o manual de peças do blindado Chaimite 4x4 e confirmar na página 50 o nome da peça!).

Certamente será uma medida de segurança, não vá alguém lembrar-se de fugir com o blindado e armar alguma confusão pelo caminho. 
Mas se por algum motivo de emergência for preciso usá-lo, não podemos!
Depois de termos observado este episódio, já pudemos confirmar noutro exemplar a mesma situação. 

E como notamos alguma exaustão pensativa, a publicação fica mais ou menos por aqui, um bocadinho como as nossas vidas, é o que se arranja!
E se quiserem melhor, tratem de o fazer ou então assegurem que há condições para que seja feito!

Et hoc est, dixi!

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2012/07/14

A história de um ciclomotor Vilar Lutz


Depois de aqui termos mostrado o vídeo deste ciclomotor Vilar Lutz a trabalhar, hoje mostramos algumas fotos desta máquina antes de ser recuperada, bem como depois de ser recuperada.

Aproveitamos a ocasião para tentar aprofundar um pouco mais sobre os motores auxiliares Lutz e começar aquilo que poderá vir a ser uma resenha histórica da sua utilização em montagens nacionais - pelo que qualquer correcção ou informação é bem-vinda.

Com o final da década de 40 e o início da década de 50, a Vilarinho e Moura, L.da, da Fábrica Nacional de Bicicletas e Motocicletas, começa a desenvolver várias máquinas Vilar de duas rodas equipadas com motores de diferentes marcas e cilindradas.

Uma vez que a marca já produzia bicicletas há alguns anos, um dos passos lógicos seria a construção de bicicletas um pouco mais robustas, onde eram aplicados motores auxiliares.

Uma das escolhas terá recaído nos motores da marca Lutz GmBh, de Braunschweig - Querum (Alemanha), que eram vendidos com os restantes componentes que permitiam a transformação de uma bicicleta numa motocicleta ou ciclomotor. Aparentemente estes motores eram importados pela Casa Tomáz e tinham a particularidade de serem aplicados por cima da zona da roda pedaleira, no centro do quadro, como no exemplar Perfecta Lutz que já aqui mostrámos.

No caso do exemplar de Domingos Silva, a máquina pertenceu a um vizinho, que a comprou nova. Segundo o afilhado do antigo proprietário, ele ia na mesma para todo o lado. Entretanto o proprietário faleceu e nessa altura deitaram a máquina para o lixo, meia desmontada. A pessoa a quem foi comprada é que descobriu o ciclomotor com motor Lutz, no meio de um monte, tendo pegado nela e "plantou-a" no jardim de sua casa, onde foi descoberta uns 3 ou 4 anos depois da dita "plantação".

Depois de adquirida, demorou cerca de 5 anos a reunir documentação, peças, informação pertinente sobre a máquina e restaurar a Vilar Lutz.
Nas imagens ainda falta o suporte traseiro e o guarda-corrente, que entretanto já foi adquirido, tendo ido para a metalização.

Agradeço a Domingos Silva pelas fotografias e informações cedidas.

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2022/10/27

Blindado Chaimite em Figueira de Castelo Rodrigo (1/3)


E continuamos a assinalar o 16.º aniversário do Rodas de Viriato, com mais outra publicação, desta vez relativa a um blindado Chaimite.

Consistência e sistematização são dois factores que indicam a qualidade e a validade de um trabalho, mas são factores que analfabetos digitais ignoram quando passeiam pela Internet. Dizemos isto porque temos divulgado ao longo da nossa existência muitos blindados Chaimite V200 e, alguns deles, estão expostos em diferentes localidades portuguesas, a saber:
- O blindado Chaimite V 200 de Aljubarrota;
- O blindado Chaimite V200 de Vila Real.

Hoje continuamos essa sistematização divulgando o Chaimite que está em exposição estática em Figueira de Castelo Rodrigo, perto de um monumento que homenageia os combatentes do Ultramar deste conselho.

De acordo com a informação existente numa placa metálica colocada ao lado desta viatura de guerra portuguesa, este Chaimite com matrícula MG-50-85 também participou na revolução do 25 de Abril de 1974, tendo por isso um duplo valor histórico.

Este carro de combate Chaimite tinha algumas características especiais, uma delas é que tem o compartimento do guincho mecânico destrancado, pelo que pudemos ver e fotografar esta peça que nem sempre se pode observar (ver imagens anteriores).

Na zona superior podia-se observar a base onde podia ser aplicada a torre rotativa que alguns destes blindados tinham.

Na imagem anterior vemos que o monumento aos combatentes do Ultramar foi inaugurado em 2007, mas só em 2017 é que foi feito o contrato entre o município e o Exército Português (ver ata on-line) que permitiu a colocação da viatura neste local.

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2010/10/26

Vilar Cucciolo Ducati (Oficina João Ferreira)


Este ciclomotor Vilar Cucciolo Ducati remonta ao início da produção de ciclomotores da marca Vilar.

Trata-se de uma bicicleta que foi melhorada para que pudesse suportar um motor.
Por esse motivo o quadro está arqueado na parte superior para suportar tensões e, ao mesmo tempo, criar uma linha contínua desde a parte dianteira do quadro, até ao eixo traseiro.

Está cheia de pormenores, como era característico na época.
O cachimbo do guiador tem um trevo de 4 folhas, supostamente para dar sorte.
Na imagem anterior podemos ver o carburador Weber Cucciolo.

Na testa do quadro esteve um tempos um emblema da Vilar, que pelo contorno parece ser muito idêntico ao que a marca usou até mais tarde, com uma águia na parte superior.

A bola da manete de mudanças parece ser original, pois diz: Quick por Cucciolo.

O motor era da Ducati e tinha 48 cc. Curiosamente este motor tem um número certo, será o primeiro de uma série? Na imagem o número foi omitido.

A base das manetes dos travões estava soldada ao guiador, e não presa, o que em caso de queda do ciclomotor poderia representar um gasto superior. Se ficasse danificado, teria de se substituir todo o conjunto.

O depósito de combustível parece ter sido mudado de lugar. Aparentemente deveria estar preso nos suportes que aparecem na imagem anterior.

Nos guarda-lamas aparece este símbolo FNB - Fábrica Nacional de Bicicletas (mais tarde F.N.B. e M. - Fábrica Nacional de Bicicletas e Motocicletas ?...), da firma Vilarinho e Moura, L.da.

O escape seguia a linha de todo o conjunto, pelo que era de dimensões muito pequenas e estava colocado perpendicularmente em relação à orientação do Vilar Cucciolo.

Para qualquer assunto relacionado com este ciclomotor, contactar a oficina de João Ferreira:
Telem.: 965205686 - João Ferreira
Telem.: 916817999 - Nelson Ferreira
Ou usar o e-mail: n_a_ferreira@hotmail.com

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