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2022/10/27

Blindado Chaimite em Figueira de Castelo Rodrigo (1/3)


E continuamos a assinalar o 16.º aniversário do Rodas de Viriato, com mais outra publicação, desta vez relativa a um blindado Chaimite.

Consistência e sistematização são dois factores que indicam a qualidade e a validade de um trabalho, mas são factores que analfabetos digitais ignoram quando passeiam pela Internet. Dizemos isto porque temos divulgado ao longo da nossa existência muitos blindados Chaimite V200 e, alguns deles, estão expostos em diferentes localidades portuguesas, a saber:
- O blindado Chaimite V 200 de Aljubarrota;
- O blindado Chaimite V200 de Vila Real.

Hoje continuamos essa sistematização divulgando o Chaimite que está em exposição estática em Figueira de Castelo Rodrigo, perto de um monumento que homenageia os combatentes do Ultramar deste conselho.

De acordo com a informação existente numa placa metálica colocada ao lado desta viatura de guerra portuguesa, este Chaimite com matrícula MG-50-85 também participou na revolução do 25 de Abril de 1974, tendo por isso um duplo valor histórico.

Este carro de combate Chaimite tinha algumas características especiais, uma delas é que tem o compartimento do guincho mecânico destrancado, pelo que pudemos ver e fotografar esta peça que nem sempre se pode observar (ver imagens anteriores).

Na zona superior podia-se observar a base onde podia ser aplicada a torre rotativa que alguns destes blindados tinham.

Na imagem anterior vemos que o monumento aos combatentes do Ultramar foi inaugurado em 2007, mas só em 2017 é que foi feito o contrato entre o município e o Exército Português (ver ata on-line) que permitiu a colocação da viatura neste local.

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2020/04/25

Folheto antigo blindado Chaimite V-400 MKII - Armamento de 90 mm


No Rodas de Viriato esta é a revolução que fazemos todos os dias, visando mudar a realidade para melhor.
Divulgar aspectos pouco conhecidos, relacionados com a história dos veículos fabricados em Portugal, mostrando que temos capacidade de produzir, mesmo quando faltam apoios, quando se é ignorado ou o produto final é subvalorizado.

A Bravia é uma marca que se encaixa bem nesta realidade. Mas o tempo e a história acabaram por fazer com que o blindado Chaimite V200, da Bravia, ficasse imortalizado num  marcante acontecimento da vida política e coletiva Portuguesa.

Falamos do 25 de Abril, assinalando-se hoje 46 anos deste acontecimento.
E sendo dia de festa, abrimos os nossos arquivos para um documento de peso: um folheto antigo da viatura blindada 4x4 Chaimite, modelo V-400 MK II, com canhão francês de 90 mm de calibre.

Este folheto antigo tem o formato A4, tendo 4 páginas.
Antes de analisarmos o interior, dois apontamentos importantes: No desenho técnico que ilustra a capa, na parte relativa à lateral do veículo só contamos 2 janelas, tendo o blindado Chaimite 3... Seria para ser mesmo assim; mas não foi, porque as várias versões tiveram todas a mesma base? Ou isto ainda é uma reminiscência do desenho do Cadillac Gage V100 (que só tinha duas janelas), que serviu de inspiração para o fabrico desta viatura?
Outra questão, a capa tem uma reimpressão. Por baixo do retângulo onde se lê: "Chaimite armoured car 4x4 model V-400 MK II (French Gun)", pode ler-se:
- "Outside - Chaimite armoured car 4x4 model V-400 MK I (Mecar Gun)";
- "Inside - Chaimite armoured car 4x4 model V-400 MK II (French Gun)".

Passando para o interior, vemos fotografias das torres que podiam equipar o Chaimite V 400.
As duas torres eram fabricada pela C.N.M.P. Berthiez, pesando a primeira 1850 kg; enquanto que a outra era uma versão melhorada, chamada Lynx 90 e pesava 2000 kg.
A acompanhar as fotografias estão escritas as características técnicas dos dois equipamentos referidos.

No verso podemos ver uma fotografia com os vários projécteis de 90 mm que podiam ser disparados pelas torres referidas anteriormente. Podiam ser munições de treino ou para combate, em confrontos com tanques de guerra.

As munições de 90 mm anti-tanque e A.P.C. (veículo blindado para transporte de pessoal) eram de fabrico francês, pela Lucheire ou pela G.I.A.T.

A terminar este folheto antigo do Chaimite V 400 temos os contactos do fabricante (a Bravia) e do agente de vendas, Trace S.A., situado no principado do Liechtenstein (sítio conhecido há uns anos por ser um local de lavagem de dinheiro…).

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2019/04/25

Blindado Chaimite "Bula" e o 25 de Abril de 1974


No dia em que se assinalam 45 anos da chamada Revolução dos Cravos - o 25 de Abril de 1974, é natural que a publicação no Rodas de Viriato seja sobre um dos veículos de fabrico nacional que participou activamente no golpe militar em questão.

Quem acompanha o trabalho diário ao longo destes 12 anos de publicações, sabe que tentamos acrescentar mais alguma coisa ao que já é conhecido e revelar pormenores desconhecidos (ou pouco conhecidos) da maioria dos entusiastas de veículos fabricados em Portugal.

Pois o blindado Chaimite, fabricado pela Bravia / VM, teve um papel muito importante no 25 de Abril de 1974, tendo sido um dos veículos que os revoltosos escolheram para ser utilizado na madrugada que iria mudar Portugal a vários níveis.

Um dos blindados Chaimite, com matrícula MG-48-04 ficou imortalizado em fotografias e filmagens desse dia, pois foi a viatura que retirou Marcelo Caetano do Quartel do Carmo, tendo-o transportado em segurança, de modo a que pudesse mais tarde abandonar o país.

Nas imagens vemos o blindado 4x4 Chaimite a que nos referimos, conservando ainda na torre o símbolo de campanha da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, onde estava ao serviço e onde Salgueiro Maia era capitão.

Sendo um veículo histórico, está neste momento em depósito no Museu Militar de Elvas, juntamente com outros veículos do passado militar Português.

E se no início deste texto dizíamos que gostamos de mostra aspectos desconhecidos de muitos, aqui está um: os pneus fabricados pela Mabor General para este veículo anfíbio tinham gravada na borracha a palavra "Chaimite", antecedida de "N.D. C.C." (o que significam?...).

Os pneus que eram usados no blindado Chaimite eram de fabrico nacional. Era hábito na época tentar incorporar o máximo possível de componentes fabricados no país, contribuindo esta situação por um lado para o desenvolvimento tecnológico e industrial e, por outro lado, evitava-se a saída de divisas e a dependência de outros países, no que diz respeito a este componente.

Para além do que já referimos, há um aspecto do qual não nos podemos esquecer, o blindado Chaimite tinha características anfíbias, sendo a propulsão em água conseguida a partir da rotação das rodas, pelo que a configuração do piso deste pneu ajuda à deslocação na água.

Este pneu Chaimite da Mabor General tinha a medida 14.00 - 20 e houve o cuidado de os conservar nesta viatura histórica.

25 de Abril sempre, pneus estrangeiros nunca mais!

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2018/11/03

Livro Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais - Editora Contra a Corrente


Haver novidades editoriais sobre veículos fabricados em Portugal é sempre motivo de alegria para todos aqueles que gostam desta temática, que é tão específica, quanto apaixonante.
Por esse motivo aqui apresentamos o livro "Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais", de Pedro Monteiro, publicado pela Editora Contra a Corrente, em Abril de 2018 e que passado pouco tempo esgotou (750 exemplares numerados).

Para quem não conhece o livro, podemos dizer que se divide genericamente em duas partes: uma primeira, onde é feita a contextualização e resenha histórica do fabrico das viaturas e, numa segunda parte, a implicação das viaturas militares nacionais apresentadas em situações concretas, na guerra e na paz.

Pela sua antiguidade, e por ser o primeiro grande projecto de fabrico de uma viatura militar nacional, começa-se pela história da fábrica da Metalúrgica Duarte Ferreira, com os camiões Berliet Tramagal -
cruzando-se a parte da vertente civil com a militar, acabando por sobressair esta última, com as diferentes versões construídas para responder às necessidades resultantes do esforço de guerra feito por Portugal em África. Entre elas, há fotografias de um camião Berliet Tramagal GBA com semilagartas, na parte de trás.
Ao longo do livro há secções com ilustrações das várias versões de veículos militares, por marca, onde aparecem ilustrações vistas de frente e de lado, com as respectivas fichas técnicas dos veículos. Ainda a respeito dos camiões Berliet Tramagal, é abordada a intervenção estatal no pós 25 de Abril  de 1974 / Fim da Guerra Colonial; bem como o regresso da empresa à família. É aqui que são apresentadas imagens e informações dos camiões Tramagal TT 13/160 6x6 Turbo, versão militar e bombeiros, cuja existência é desconhecida por muitos.

Continuando a linha temporal - ainda relacionada com a Guerra em África; segue-se uma parte sobre os blindados Chaimite, e de outros veículos da Bravia, intitulada "Os segredos de um ícone nacional". Nela é explicado o processo de surgimento do blindado Chaimite (a partir de um blindado Commando V-100 da Cadillac Gauge), bem como os ensaios, os testes e as demonstrações realizadas em Portugal e no estrangeiro, com vista à sua comercialização.
A Bravia foi uma empresa dinâmica no que diz respeito ao fabrico de veículos para diferentes fins, pelo que nesta secção são apresentados os camiões militares Gazela e Leopardo. São ainda descritas as dificuldades sentidas em África, na Guerra Colonial, por quem lidava com estes veículos, bem como pelos representantes da Bravia que tentavam vender as viaturas um pouco por todo o mundo.
Por todo o livro há fotografias de época, e nesta secção podemos ver muitas de versões especiais do Chaimite, por exemplo com torre Mecar. Há ainda ilustrações (vistas laterais) dos blindados Chaimite usados por forças militares / policiais, em Portugal e no mundo - Líbano, Peru e pelo Exército Português na Bósnia.
Terminada a guerra, a Bravia também produziu camiões Leopardo e Gazela para os bombeiros, situação documentada no livro, tal como acontece com o período pós-falência da empresa.

Segue-se uma parte do livro sobre os jipes UMM - desta vez com o título "A grande aventura do Cournil e Alter". Também aqui é feito o enquadramento do surgimento deste projecto, bem como da produção destes jipes para uso militar. As fotografias não faltam e podemos ver versões pouco conhecidas, como um UMM ambulância, ou um com mísseis anti-carro SS-11. Há ainda espaço para se falar dos UMM da GNR e de parcerias desenvolvidas no estrangeiro, como é o caso dos franceses Heuliez VLH, ou dos UMM holandeses. Antes de se avançar no livro, é apresentada uma parte que trata dos jipes UMM em competição, especialmente no que respeita à aventura Africana; e do protótipo do jipe UMM A4.

Apesar de não constar directamente no título do livro, os blindados Pandur também têm uma secção a eles dedicada, pois também por cá foram fabricados. A necessidade de ter um novo veículo, que de alguma forma pudesse substituir os blindados Chaimite, fez com que surgisse uma nova fábrica de veículos blindados em Portugal. Nesta secção é apresentada uma ilustração do Steyer Pandur II 8x8, para além de muitas fotos do processo de fabrico e da sua utilização em contexto militar.

Numa segunda parte do livro volta-se a falar de cada veiculo, mas abordando a implicação destas viaturas militares em situações concretas; a saber:
- Camiões Berliet Tramagal e blindados Chaimite, na secção "A prova de fogo", com imagens de época, em que são abordadas as inúmeras dificuldades, trabalhos e problemas, pelos quais passaram estes dois veículos em África.
- No capítulo "Transição para a democracia" aborda-se a utilização de blindados Chaimite, de camiões Berliet Tramagal e Bravia Gazela, no período entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, estando o texto acompanhado de fotos emblemáticas, algumas delas a cores.
- Em África, nos Balcãs e em Timor - "As missões de paz". Os jipes UMM foram protagonistas principais e os blindados Chaimite continuaram a mostrar que eram robustos, mesmo com dezenas de anos de utilização, marcando presença e ao mesmo tempo impondo respeito. Em resultado das diferenças de latitudes onde foram utilizados, também se abordam as dificuldades e as adaptações feitas, de modo a que resistissem a diferentes temperaturas e condições.
- Blindados Pandur e Chaimite - "Passagem de testemunho na Lituânia", onde as duas gerações de blindados coexistiram.
- E no Épilo - "Um novo fôlego" - é descrito o (risonho) futuro reservado para alguns destes veículos, reunidos, conservados e mantidos no Museu Militar de Elvas.

Olhando para o futuro, sabemos que está a ser preparada uma segunda edição do livro, revista e aumentada. Estão previstas seis páginas totalmente novas, incluindo as reportagens com o UMM Entrepreneur holandês do Nationaal Militair Museum (National Military Museum), em Soesterberg; uma reportagem sobre o camião Berliet-Tramagal GBC, dos Bombeiros de Cacilhas e dos blindados Pandur - que vão em breve para a República Centro Africana. Ao conteúdo do livro serão ainda adicionadas dezenas de fotos novas, sobretudo nos capítulos da Bravia (por exemplo, a versão V-400 na Malásia); da UMM (mais das provas dos jipes UMM Alter, no Chile e na Holanda) e da Guerra de África (por exemplo, fotos a cores das Chaimite de Angola, bem como dos Unimog e Berliet Tramagal em África, do espólio da Liga dos Combatentes).

Quem quiser reservar um destes exemplares, pode contactar a editora Contra a Corrente, pelo e-mail:  livroscontraacorrente@gmail.com

Pode ainda aproveitar a nova campanha de crowdfunding para esta segunda edição, acção que decorre até 19 de Novembro de 2018, em: https://ppl.com.pt/prj/berliet-chaimite-umm2
Com um apoio de 25 euros, recebe um dos 500 livros numerados e um poster do camião Berliet Tramagal, em Dezembro, a tempo das prendas de Natal.

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2023/01/21

Blindado Chaimite em Figueira de Castelo Rodrigo (2/3)


E continuamos a divulgação de fotografias do blindado Chaimite V200 que está em exposição estática em Figueira de Castelo Rodrigo.

Mais uma vez aproveitamos para mostrar diferentes detalhes e pormenores deste blindado fabricado em Portugal pela Bravia / VM - Veículos Motorizados.

São muitos os detalhes em que vemos que a concepção da viatura foi pensada para ser (obviamente) robusta e possante, podendo "passar por cima de toda a folha", como se costuma dizer.

Neste exemplar de blindado Chaimite pudemos ver um pormenor curioso, que é visível na imagem seguinte: o casco da viatura foi cortado na parte inferior, tendo o orifício resultante sido tapado com uma chapa perfurada fina.

Ficam as perguntas: Para que serviriam estas furações? 
E elas não inviabilizavam a estanquicidade da viatura (que tinha capacidades anfíbias)?

Na imagem anterior demos que foram feitos 4 cortes destes no casco do Chaimite, todos eles de forma paralela a um dos eixos.

Mais uma vez vemos que faltam peças na parte da transmissão desta viatura militar. Terão sido usadas para reparação de outras viaturas ou foram retiradas por motivos de segurança?

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2017/04/25

Blindado Chaimite V 200 em Pinhal Novo


O blindado Chaimite V200, produzido pela Bravia, é uma viatura que está intimamente associada ao 25 de Abril de 1974, pois foi nela que Marcelo Caetano abandonou o Quartel do Carmo, para poder mais tarde poder exilar-se no Brasil.

Sendo uma viatura fabricada em Portugal, e ainda que tendo parecenças com a americana Cadillac Gage Commando V100, deu à Revolução dos Cravos um toque português. Afinal tratava-se de um assunto nacional e nada como usar a prata da casa (muito provavelmente não terá sido assim, mas se foi, parabéns a quem teve esta ideia).

As imagens que divulgamos juntamente com este texto, servem para assinalar o dia 25 de Abril de 1974 no blogue Rodas de Viriato e foram captadas no dia 23 de Abril de 2017, em Pinhal Novo, onde a viatura Chaimite V200 com matrícula MX-57-44 foi colocada temporariamente em exposição estática num largo desta vila.

A cerimónia oficial contou com a presença de diferentes elementos do poder civil e militar, bem como de populares que se deslocaram ao local para assinalar os 43 anos do Dia da Liberdade em Portugal.

A liberdade que passados todos estes anos permite que muitos fiquem aprisionados na visão dicotómica esquerda / direita, em que se procuram evidências para provar que o outro está errado, que o outro faz mal, que o outro não devia mandar. A liberdade que nos permite querer sempre mais, muitas vezes a partir da influência de alguém que quer o nosso dinheiro, tempo e saúde, contribuindo para o desequilíbrio do sistema pelo qual alguns lutaram.

No Rodas de Viriato usamos a liberdade para mostrar um ponto de vista, que muitas vezes pode parecer deturpado, do valor dos veículos feitos em Portugal, mas temos liberdade para isso!
E temos liberdade para que outros possam com o trabalho que aqui é divulgado, encontrar o que procuram e ter uma vida melhor!

25 de Abril sempre!

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2022/04/25

Blindado Chaimite em Moura (1/3)


É 25 de Abril e não deixamos de assinalar a data que marcou o rumo da história de Portugal e, sendo o Rodas de Viriato um blogue que divulga os veículos fabricados em Portugal, aproveitamos para mostrar mais algumas fotografias de um blindado Chaimite.

Os blindados Chaimite tiveram um papel activo na Revolução dos Cravos e na Guerra Colonial, sendo uma resposta da indústria portuguesa à falta de material militar que pudesse ser usado em operações militares em África. Por esse motivo fazem parte do imaginário nacional.

Este exemplar está em exposição em Moura, no Alentejo, sendo um dos vários que podem ser vistos de Norte a Sul do país.
Para quem não nos visita com regularidade, já aqui mostrámos os seguintes:
- O blindado Chaimite V 200 de Aljubarrota;
- O blindado Chaimite V200 de Vila Real.

Neste blindado Chaimite é possível ter acesso ao compartimento do motor do guincho, situado na frente, pelo que tirámos uma fotografia que mostra como é. 
A ponta do cabo metálico é usada para segurar a roda suplente, que se vê na frente destes carros militares.

Como o blindado está em exposição permanente, optou-se por o colocar assente em cima de suportes metálicos na zona dos eixos. Assim os pneus não estão sujeitos a esvaziar e a fazer com que o blindado Chaimite fique de lado.

Terminamos com um pormenor da zona da cava da roda, onde podemos ver o vários elementos mecânicos da suspensão, bem como a solda das diferentes chapas que garantiam a blindagem desta viatura.
25 de Abril, Sempre!

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