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2015/10/16

Autocarro antigo Camo com chassis Volvo (1/3)


Variando um pouco as publicações que temos feito, apresentamos uma série de fotografias de um autocarro antigo da Camo com chassis Volvo que ainda recentemente circulada e servia para instrução numa escola de condução no Algarve.

Aparentemente será um Camo Inter 5.5 (?...), fabricado pelas carroçarias Camo, Lda de Vila Nova de Gaia.

Tirando os actos de vandalismo que lhe danificaram os vidros e a pintura, o estado geral é bom, podendo com alguma facilidade voltar a circular (isto dito por quem não percebe muito do assunto e não imagina o dinheiro necessário tara tal tarefa).

O interior aparenta estar completo e com os bancos todos e em bom estado.
Junto ao tecto tem a tradicional prateleira para colocação de bagagem de pequena dimensão.

Os bancos são em tecido e têm as costas em napa castanha. O encosto para os braços existente nos bancos é feito na mesma napa usada nos bancos.

No chão vêem-se muitos fragmentos de vidros resultantes do actos de vandalismo que referimos anteriormente.

Por baixo do autocarro é este o aspecto que se pode ver. Pouca ferrugem e presença de poeira presa em zonas onde verteu algum óleo / fluído.

Na porta do condutor há dois espelhos que permitiam controlar melhor o trânsito e facilitar as manobras.

Na frente havia dois faróis da Bosch de cada lado, tendo aros em metal.
Mais fotos brevemente!

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2009/01/07

Masac 202 Mini Tuxa - Catálogo motorizadas Masac


Ainda mal recuperados da ressaca da publicação do cat. de ciclomotores Confersil, aqui vai mais uma dose... Desta vez é o catálogo das motorizadas Masac.
A primeira imagem é da capa do catálogo, onde podemos ler "Masac apresenta uma motorizada fiel ao seu dono".

Logo de seguida aparece o modelo 202 Mini Tuxa, fotografado num porto (?). Por baixo da imagem a referência ao fabricante: MArcelino dos SAntos e C.ª L.da, de Cantanhede, com filial na Avenida da República, n.º 99 B em Lisboa.

Na parte de trás da imagem anterior, aparece novamente a Masac 202 Mini Tuxa com a respectiva ficha técnica muito detalhada:
- Motor Casal M 148 ou M 149, 2 velocidades de mão, com 2,5 cv. de potência a 5000 rpm.
- Ignição: Volante magneto Bosch 6 V, 17 W, vela 225 T-I e bobine A.T. externa.
- Carburador: abertura 16, Gicler 70.
- Consumo: 1,8 l/100 Km.
- Velocidade: 60 Km/h
- Quadro: Em tubo de aço reforçado, equipado com para-pernas à frente.
- Cubos: Tambor, de alto poder de travagem 120 m/m e travão de pé.
- Rodas: 2,75-14, aros em aço cromados.
- Peso: 55 kg

Na parte de trás do catálogo, é dito que a Masac é Confersil e que "Tudo passa... Mas Masac... Ultrapassa!".

Obrigado ao filho do Sr. Manuel por permitir o acesso ao catálogo!

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2019/01/18

Automóvel Olda em exposição - 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018


Parece que foram os faróis quem mandou nas linhas da carroçaria deste automóvel Olda, pois sobressaem no conjunto e fazem a ligação com a zona das rodas.

Este era outro dos automóveis de fabrico português que esteve em exposição na 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018.

Ao vivo era possível ver a fluidez das linhas deste desportivo nacional. Vejam na imagem que precede o texto, o que já dissemos anteriormente, os faróis estão colocados de forma avançada, dando um toque especial a este veículo.

Neste momento não tinha emblema na grelha ou no capot (situação que originalmente não seria assim), mas mantinha a marca colocada no topo da zona lateral, entre as portas e as rodas da frente.

As rodas tinham jantes de raios e os pneus escolhidos eram da Camac, que não seriam os que foram usados na época em que este carro foi fabricado, mas sendo pneus de fabrico nacional, acabam por ficar bem no conjunto.

Tanto na dianteira, como na traseira não havia para-choques, solução estética que ajudava a reforçar as linhas curvas da carroçaria. Note-se o pormenor da saída de ar da cava da roda traseira, que está pintado de cor diferente, acentuando a sua existência.

Na frente, o farol da Bosch tinha aro em metal cromado.

Na parte do capot havia uma correia em couro que servia para fechar o acesso à zona do interior da carroçaria. Aqui há um elemento gráfico a branco, onde em tempos era colocado o número que o Olda tinha nas corridas em que participava.

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2017/12/07

Moto-bomba / motor de rega Sachs antigo (1/4)


Em busca de informações e material para partilhar no blogue Rodas de Viriato, surgem objectos como esta moto bomba / motor de rega de marca Sachs e que aparenta ter cunho nacional.

O motor usado não há dúvidas de que se trata de um Sachs, fabricado pela Fichtel & Sachs construido na Alemanha.

Mas quando olhamos para a parte da bomba que suga a água e depois a expele, vemos que tem umas siglas gravadas no metal.

E não parece que sejam umas siglas de um antigo dono da moto-bomba, de modo a identificá-la e evitar que fosse roubada ou desviada para outro sítio.

Parecem ser as letras ou emblema da metalúrgica onde terá sido fabricada esta secção do grupo moto-bomba Sachs. Fica a dúvida de que metalúrgica seria...

O conjunto está bem conservado para a idade que apresenta e ainda é possível ver as cores usadas para pintar as diferentes parte da bomba, ora a vermelho, ora a prateado.

Outra característica desta moto-bomba é que tem a maioria dos componentes originais e da época, como o cachimbo de marca Bosch.

Este motor tinha um depósito para combustível, estando dividido em duas partes diferentes. O controlo do combustível era feito com torneiras de marca Armaturen-Werke GmbH, de Frankfurt.

E como se não bastasse, tem o carburador de marca Bing, modelo 13/11/1.

Esta moto-bomba antiga Sachs está disponível para venda, para mais informações usar o contacto de e-mail existente na lateral direita do ecrã.

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2011/12/17

Bicicleta Órbita M 20 Maxi vermelha (1/2)


Mais uma bicicleta Órbita a constar neste blogue.
Este exemplar é uma Órbita M 20 Maxi, modelo dobrável datado de 1983.

O selim é da Órbita, com fabrico da Socal.

Na parte de trás tem uma zona para transporte de pequenas mercadorias, com uma mola para que tudo chegue ao destino.

Nesta bicicleta não faltam extras, como as mudanças da Sturmey Archer. Na imagem seguinte podemos ver o selector das três mudanças.

Os metais estão com pouca oxidação, como se pode ver por este pormenor do guiador. Já a pintura tem algumas zonas com a tinta a saltar.

O grupo eléctrico também está presente, sendo o dínamo da Bosch.

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2013/12/02

Postal da Sociedade Comercial do Vouga - 1971


Mais um documento com informações que nos permitem conhecer melhor o panorama do mercado nacional do mundo das 2 rodas com e sem motor no nosso país.
Neste postal da Sociedade Comercial do Vouga - Importadores, armazenistas e representantes, situados em Águeda, com filial em Caldas da Rainha e no Porto, podemos ver as muitas marcas com que trabalhavam.
Vendiam bicicletas e motorizadas, bem como peças para Demm, F.B.M, Morini, H.M.W., Ilo, Kreidler, Moton, N.S.U., Rex, Sachs, Victória, Zundapp.
Vendiam ainda artigos das marcas, Bosch, Bing, CEAT, Coventry, Castrol, Champion, Continental, Campagnolo, DINAMIN, Dunlop, Dellorto, Hella, Huret, Impex, K.L.G., K.T.M., Magneet, Rádium, Regina, Sturmey, Suspa, Somaschini, S.K.F., Stronglight, T.D. Cross, Vredestein, Wipperman, Michelin, Zundapp.
O postal é datado de 1971 e informava da visita do colaborador A. Fernandes a uma empresa do ramo.
Agradeço a André Ricardo pela oferta do postal!

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2023/07/21

O folheto da Famel XF 17


A Famel XF 17 tem uma grande legião de entusiastas que a veneram, por ter umas linhas muito desportivas e por permitir atingir velocidades consideráveis com um motor Zundapp de 50 cc.
Este foi um dos folhetos que a Famel mandou imprimir para publicitar a sua motorizada com especiais.

O modelo da Famel XF-17 que se vê na imagem foi fotografado junto a uma vivenda, que tem pavimento em xadrez branco e cinzento. Pode ter sido um acaso, mas este pormenor leva-nos para o mundo das provas de competição em pista.
No verso podemos ver as características técnicas da Famel XF17 em três línguas diferentes (português, francês e inglês).

O motor Zundapp referido no folheto é o Zundapp tipo 284-12. de 5 velocidades, arrefecido por ar, com cilindro Super Therm e com volante magnético Bosch.
Se uma Famel XF 17 fica bem na garagem, um folheto assim também fica!

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2011/03/20

Motorizada S04 - Automobilia Ibérica da Moita 2011 (parte 1/2)


Continuando com a publicação de material proveniente da VIII Automobilia Ibérica da Moita de 2011, mostramos detalhadamente a motorizada/moto SO4 (tem matrícula de motorizada, mas pelos vistos o motor tem 95 cc...), uma máquina de duas rodas que está no grupo dos mais bonitos e exclusivos exemplares nacionais.

Não é a primeira vez que a SO4 é exibida na Moita, tendo já participado numa das primeiras edições (terá sido em 2006?), se bem que com uma pintura ligeiramente diferente.

Aproveitámos o facto para registar os vários pormenores que o construtor desta máquina, António Mendes, pensou e concretizou.

Um facto curioso sobre este veículo, é que a transmissão é feita por veio e não por corrente, como era comum na época.

Na parte da frente existem dois faróis, sendo que um é de pequenas dimensões e está montado por cima do guarda-lamas. O farol principal é da Bosch com um vidro que tem umas pequenas abas na parte lateral.

Brevemente publicaremos mais um grupo de fotos da SO4...

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2011/11/15

Pachancho C 503 no Classic' Auto 2011


Ir a eventos que são menos conhecidos ou afamados, pode ser um risco, mas também tem as suas vantagens. É mais ou menos como ver uma pintura de Hieronymus Bosch, no Museu do Prado em Madrid ou no Museu de Arte Antiga em Lisboa. No primeiro andamos ao encontrão e ao pontapé para ver a pintura, no segundo podemos espreguiçar-nos ou dançar um trecho de Fandango ao som de Kuduro sem que tenhamos contacto físico (diria mesmo até contacto visual...) com alguém.
Mas é claro que em Madrid é que é... O resto é conversa.
Este parece ser um desses casos, no Classic' Auto, realizado em Caldas da Rainha esteve à venda esta Pachancho C 503, que podia ser vista e fotografada sem problemas.

Podíamos ver o motor da marca Pachancho.

O emblema Pachancho C-503 na tampa da caixa de ferramenta...

E muitos outros pormenores que uma máquina deste tipo tem. Vejam por exemplo a peça situada por cima do guarda-lamas da frente, onde está colocado o claxon da buzina.

Na parte de trás também havia que ver, não só o farolim arredondado que esta motorizada fabricada em Braga tem, mas também a chapa com o símbolo da Pachancho.

Reparem na peça que prende o guiador à forqueta da roda da frente... Bem como no desenho da forma do guiador e na relação que tem com a outra peça...

O depósito tinha o típico friso decorativo em forma de anzol deitado, pintado de verde, com filete a dourado, sobre fundo preto.

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