..
A apresentar mensagens correspondentes à consulta balanço do ano ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta balanço do ano ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

2012/12/31

R-D-V: Balanço do ano de 2012


Final de ano é sinónimo de um ciclo que está a começar, pelo que é chegado o momento de fazer o balanço do ano que agora termina (o 6.º de existência deste blogue!) para podermos olhar o futuro com a certeza de que será ainda melhor.
E como já vem sendo tradição, gostamos de relembrar o muito que vamos fazendo (aqui podem ver o que dissemos de 2011, de 2010, de 2009, de 2008, de 2007 e de 2006).

Como nestas coisas de botar faladura é sempre preciso mostrar certezas e dizer coisas nas quais ninguém repara, aqui vamos nós (bem... por breves instantes até me vi no estúdio da TVI, na mesma mesa da Judite de Sousa...):
- 2012 é o ano dos triciclos! Desde logo porque esta é a verdade oculta nos números do ano... 2012: (2x0=0) + (1+2=3) = 0+3=3, aqui o "três" refere-se ao número das rodas... Para além disto, o que mostrámos sobre marcas nacionais de triciclos fez com que estes veículos começassem a ser vistos com outros olhos e mais admirados (notem que não dissemos procurados ou valorizados, isso fica para os críticos de algibeira!).
- 2012 foi o ano em que a martelagem dos meios de comunicação e dos grupos económicos fizeram com que começassem a aparecer no mercado grande número de veículos restaurados a preços inferiores ao do restauro. Mais do que ser um sinal de que alguém anda com os apêndices penianos apertados, é sinal de que alguém afinal não gosta tanto dos veículos como queria pensar...
- 2012 foi um ano cheio de projectos realizados (se com crise somos assim, imaginem quando as coisas estiverem melhores!). Desde logo o lançamento dos selos com os jipes UMM Cournil no ralie Paris/Dakar, versão de 1982 e a de 1984. Mas foi também o ano de pioneirismo no lançamento de miniaturas de jipes Portaro 240 e do Portaro Campina! Tudo artigos exclusivos do blogue Rodas de Viriato.
- 2012 foi o ano em que se sentiu a falta de alguém capaz na divulgação e apoio de eventos ligados aos veículos de fabrico/montagem nacional. Se temos de ser nós, muito bem, é com gosto que o fazemos e já aqui está a solução!

Para terminar, os tradicionais números....
- O número de visitas / entradas diárias no blogue continuou a aumentar, para uma média de 550 por dia, tendo-se registado uma maior flutuação dos valores de acordo com a época do ano (e da respectiva disponibilidade para se andar na Internet).
- Já publicámos 2395 artigos desde a criação deste blogue.
- Temos mais de 350 marcas inventariadas.
- Acabamos o ano com 123 seguidores do blogue, quase que duplicámos o valor num ano! Se ainda não é seguidor, pode ir à lateral da página e juntar-se ao grupo - não custa nada!).
- Continuámos a estar presentes nesse rolo de papél higiénico privado de frases profundas e emoções confusas e estéreis chamado de Facebook, bem como no OLX. Se bem que ponderamos seriamente deixar este site, pois as exigências colocadas na publicação de anúncios está a anos luz da realidade de há uns meses. Se antes era possível publicar um anúncio com uma foto de um africano nú, segurando numa vara de carne na zona da cintura, juntamente com um texto do tipo "querez amdar de môtos... telfoname ou manda memsajens"... Agora só falta pedirem um requerimento em papel azul com 25 linhas!...

Antes de terminarmos, deixamos o aviso: Verifiquem o ar dos pneus dos veículos antes da passagem de ano, já sabem que entrar no ano novo sem ar no pneu, é sinal de azar e de pouca sorte!

Um 2013 cheio de espírito rodoviriano!

Continue lendo...

2015/12/31

RDV: Balanço do ano de 2015 + 5 melhores momentos


Aproxima-se o final do ano e, à boa maneira dos meios de comunicação de massas que nunca desejámos ser, aproveitamos o momento para relembrar 5 dos melhores momentos Rodas de Viriato do ano de 2015. Só que no RDV não fazemos isto porque estamos de férias ou a meio gás, mas sim porque gostamos de relembrar o que de bom conseguimos fazer.
Em 1.º lugar colocamos a exposição "A pedalar..." que esteve presente no Vintage Festival na FIL, em Lisboa e que foi integralmente produzida por nós. Nela estiveram várias bicicletas representativas do que foi a nossa indústria de bicicletas.

Em 2.º lugar colocamos a comemoração dos 40 anos do início da comercialização do jipe Portaro. Tal como aconteceu na comemoração dos 100 anos da EFS fomos quem se lembrou da efeméride e fez alguma coisa por não deixar passar o acontecimento. E o melhor de tudo é que as iniciativas são feitas sem gastar dinheiros públicos e sem receber um tostão de alguém. Imaginem o que podíamos fazer com algum apoio?!...

Em 3.º lugar colocamos o lançamento do livro Motorizadas 50 cc Portuguesas, de Pedro Pinto e no qual colaborámos largamente com folhetos; catálogos; imagens e fotografias de oficinas, encontros /concentrações, pins e emblemas, enriquecendo muito o conteúdo em termos visuais. O muito material publicado neste blogue passou do mundo virtual para o mundo real.

Em 4.º lugar colocamos os eventos que apoiamos, sejam encontros ou concentrações de bicicletas ou de motorizadas; como passeios que se revestem de especial destaque pela extensão e dificuldade a que se propuseram. Foi o caso do Épico Passeio de Motorizadas - Campo Maior / Imilchil - Merzouga ou do Farruncas no Asfalto - Apresentação Viagem Lisboa / Madrid. As motorizadas nacionais estão vivas, a rolar e prontas para levar aventureiros até onde eles quiserem!

A terminar, colocámos em 5.º lugar o 9.º Aniversário do blogue Rodas de Viriato. São milhares de horas em frente ao computador e outras tantas à procura de material para aqui divulgar. Pode parecer fácil ou parecer brincadeira de garotos, mas o certo é que já vimos nascer e terminar muitos projectos.

Fazendo agora o balanço do ano de 2015 e as contas do costume...

- O número de seguidores do blogue continua a aumentar, situando-se em 202.
- O número de publicações total no blogue é de 3532 artigos (se recebêssemos 5 euros por cada artigo publicado, teríamos amealhado 17 660 euros! Por outro lado se gastarmos uma média de 1 euro por cada artigo publicado - comprando pins, folhetos, porta-chaves, envelopes, emblemas, etc... - estariam investidos 3535 euros neste blogue!... Na realidade o valor investido é bem maior!...
- Temos mais de 509 marcas inventariadas.
- Temos uma nova página no Facebook e outra no Pinterest.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 1 929 237 visualizações de páginas...

E sobre o que se vai passando à nossa volta:
- O número de passeios e concentrações continua elevado.
- No seguimento do decréscimo dos preços praticados em vendas, nota-se um aumento do número de peças (especialmente usadas) disponíveis no mercado. Em relação ao jipe Portaro então tem sido uma loucura, visto que antes quase não havia nenhuma!
- Ainda em relação às vendas, o OLX que para muitos parecia ser uma maravilha de site, tem ampliado o leque de áreas onde cobra pela publicação de artigos (já perceberam agora porque é que se vêem lá menos bicicletas, motos e motorizadas?...). Já no Facebook continua a registar-se a publicação de fotografias de motorizadas e de motos, com a pergunta "Quanto é que vale" (aliás, as perguntas são algo do tipo "Kuanto e k vale?", ou "guanto vale ezta mota?" ou ainda "dam quanto pur ela?"...). Será que temos de nos dar ao trabalho de fazer uma tabela de preços de motos e motorizadas usadas?
- Ao nível dos restauros tem-se registado uma tendência para a realização de trabalhos sem grandes gastos, recorrendo-se a peças e trabalhos de fraca qualidade. Este comportamento não faz com que o produto final seja de qualidade, nem muito menos com que fique valorizado, acabando por se fazer o que se queria evitar: não deitar dinheiro para o lixo.

A terminar um pensamento para 2016... Cada vez mais o coleccionismo é uma forma de investimento, não só económica, mas acima de tudo patrimonial, que pode ser uma solução para evitar confiar dinheiro a abutres agiotas (refiro-me aos bancos e outros do mesmo tipo...) que fazem o que querem e que acabam por tornar a nossa vida pior.

Rolem bem por 2016!

Continue lendo...

2009/12/31

R-D-V - Balanço do ano 2009


Mais uma vez fazemos o tradicional balanço do ano, relativo a este blogue que já tem neste momento 1206 artigos publicados. Assim sendo, vamos por partes:
- O número de visitas voltou a duplicar, situando-se actualmente em cerca de 250 visitas diárias (em Dezembro o número médio é inferior devido às festividades da época).
- As imagens do blogue começaram a aparecer nas pesquisas realizadas no google (pesquisas por imagens, entenda-se).
- O blogue é cada vez mais reconhecido por muitos, prova disso foi o destaque dado na revista Damoto Clássica n.º 16 e a referência realizada num artigo do jornal Público, assinado por Paulo varela Gomes. Continua a regista-se a utilização de imagens e textos do blogue, especialmente em fóruns (sem que seja respeitado o meu pedido da inclusão de um link para o blogue).
- As colaborações que temos recebido continuam a ser de qualidade e em bom número. Este ano registou-se ainda o aumento de colaborações vindas de pessoas directamente envolvidas em projectos nacionais.
- Novas funcionalidades no blogue, resultado da mudança/melhoria do "template", que fazem com que esteja quase "em ponto de rebuçado", mas ainda há arestas a limar...
Entre as novas funcionalidades temos o quadro de mensagens, a publicidade, a consulta de manuais e/ou catálogos, os seguidores, os classificados, as novidades da imprensa escrita, o calendário de encontros, concentrações.
- A falta de tempo tem sido um elemento que tem condicionado a publicação de artigos de forma pontual, mas continuamos com a média de 1 post/artigo por dia. Sempre na busca do ainda não divulgado/conhecido.
- Os vídeos têm conquistado espaço neste blogue (já temos 34 vídeos seleccionados de entre o que vai aparecendo na Internet). Mas há muito que queremos apostar na produção própria e este ano termina com a aquisição de uma máquina para realização de entrevistas e de documentários. Este foi ainda o ano em que uma hemeroteca começou a ganhar forma, a partir da aquisição de lotes de revistas antigas, de modo a que sirvam de fonte de pesquisa para o que vai sendo publicado no blogue.

A terminar:
- O meu agradecimento a todos aqueles que têm visitado e colaborado com o blogue. Sem uns e sem outros de nada valeria o trabalho aqui publicado.
- Neste balanço tive vontade de falar em projectos que se têm multiplicado e que estão ligados às "rodas nacionais", como seja a exposição de automóveis portugueses no Museu do Caramulo, os blogues relacionados com veículos nacionais (desde os destinados ao comércio de peças para motorizadas nacionais, como aos que falam de marcas em específico)... Mas achei que estava fora das minhas competências. Pode ser que para o ano faça esse apanhado.
- Desejo a todos um 2010 de descobertas e aprendizagens, tanto a nível das "rodas nacionais", como a nível pessoal.

Continue lendo...

2010/12/31

R-D-V - Balanço do ano 2010


É dia 31 de Dezembro e como já vem sendo norma fazemos o tradicional balanço do ano, deste blogue que entrou no 4.º ano de existência e que já tem publicadas aproximadamente 1850 postagens...

Vamos então por partes:
- O número de visitantes do blogue quase que voltou a duplicar, registando-se uma média de 420 entradas diárias no final do mês de Novembro.
- O blogue continua a cimentar a posição de referência no mundo dos veículos de fabrico nacional. Tanto nos motores de busca na Internet, como quando é necessário esclarecer alguma questão num fórum. E também quando é preciso uma imagem - por exemplo - para vender um Sado 500 e/ou comprar um Portaro ou uma motorizada, vai-se ao "Rodas" e é só colocar no anúncio do OLX, sem que seja referida a fonte...
- Continuamos a receber colaborações regularmente de colaboradores de longa data, mas também de outros que nos descobrem e que querem participar na festa (muito obrigado pela vossa dedicação!).
- São também muitos os pedidos de ajuda, relacionados especialmente com motorizadas ou com peças para jipes. Nem sempre temos a resposta que esperam, mas o blogue está disponível para publicar pedidos de ajuda, o que já é qualquer coisa!
- Este foi também o ano em que visitámos a oficina de João Ferreira, em Carvalhal Benfeito (Caldas da Rainha), o que para além de divulgar modelos desconhecidos de muitos, ajuda a encontrar a resposta que tínhamos sobre este ou aquele modelo.
- A falta de tempo continuou a fazer das suas, o que se tornou mais visível em situações pontuais de resposta a mensagens de correio electrónico.
- Encerrámos o ano com 45 seguidores do blogue (se ainda não é seguidor, pode ir ao final da página do blogue e juntar-se ao grupo - não custa nada! Ou então cliquem aqui!).

Para 2011 esperamos melhorar alguns aspectos, entre eles:
- Colocar on-line de forma regular mais manuais relacionados com veículos nacionais (para consulta gratuita);
- Apostar na produção de material que ajude a perpetuar o legado que nos foi deixado;
- Tornar o blogue num maior local de encontro, para o que não se consegue encontrar sobre veículos nacionais;

"O comboio dos outros já o perdi, mas o meu ainda o posso apanhar."

A terminar gostava de dizer que 2010 não foi um ano de crise com muitos nos querem fazer crer. Foi sim um ano em que muitos de nós tiveram de acordar para uma realidade ilusória, vendida por meios de comunicação social e por políticos/chefias de visão tacanha e sem horizontes, para quem o imediato e efémero são coisas eternas custe o que custar, como se não houvesse uma descida, depois de uma subida; como se não houvesse uma vaca gorda, depois de uma vaca magra ou como se não houvesse dia, depois de haver noite.
A memória é uma das partes que nos ajuda a enfrentar o futuro e o desconhecido sem medo e sem receios, pelo que precisamos de pessoas de boa memória para levar este blogue, este país e este planeta, para onde quiserem ir.
É o momento ideal para encontrar novas oportunidades, que possam trazer qualidade de vida a todos. E quando digo "qualidade de vida" não me refiro à parte económica. Deixem isso com os agiotas legais e com os seus amigos. Partilhem o que sabem e o que têm, todos ficamos a ganhar, com excepção dos que referi anteriormente...
Um banco pode-vos cobrar despesas de manutenção, aumentar a prestação da casa e outras aldrabices a coberto do Banco de Portugal, mas não vós pode tirar o prazer de ir dar uma volta de bicicleta de fabrico nacional, o gosto em mexer num manual antigo de um jipe nacional ou, se gostarem de prazeres mais desmedidos, da sensação de pânico daqueles que se sentem seguros dentro de um fato atrás de um balcão ou de uma secretária de uma das várias empresas que nos tiram a vida aos pedaços, depois de verem um camião Berliet Tramagal entrar desgovernado pelo seu espaço a dentro.

Usem a imaginação neste 2011. Vão ver que não custa nada e ainda ganham alguma coisa!

Bom 2011!

Continue lendo...

2011/12/31

R-D-V - Balanço do ano 2011


"A vida não é castigo que tens de viver" - António Variações

É com esta frase que começamos o tradicional balanço do ano.
E começamos o balanço desta forma porque é preciso lembrar às pessoas de que a vida não é um castigo que têm de viver.
Deixando um pouco a temática do blogue, ainda que o que vamos dizer esteja directamente relacionado com o que aqui fazemos, este ano mais uma vez fomos bombardeados com uma suposta crise, que como já disse, não existe!
O que existe, é uma necessidade de alguém nos criar necessidades (ou não vivêssemos numa sociedade capitalista, que só sobrevive criando necessidades). Se no passado essas necessidades passavam por ajudar a alterar a realidade, evitando que os "maus" levassem a sua avante (o nuclear, a caça à baleia, a camada de ozono, a desflorestação, o ambiente...). Agora os "maus" somos nós, que fizemos e compramos coisas que nos diziam para fazer e comprar e que, afinal, agora nos dizem que não devíamos ter feito ou comprado. Mas somos tão "maus" que os ouvimos e não percebemos que fazem pouco de nós e que somos usados, não para combater os "maus", para para os fazer prosperar e dominar.

Vejamos o caso concreto da Manifestação dos Indignados, em Lisboa, no dia 12 de Março de 2011, onde estive presente...
As pessoas decidem mobilizar-se sem que um partido (essa coisa inexplicável... Veja-se que a própria palavra nos remete para pedaços, fragmentos, estilhaços; mas alguns conseguem que os pedaços, os fragmentos, os estilhaços sejam uma peça maciça, que como uma esfera rola por cima de tudo e de todos... Se quase nunca nos entendemos com as outras pessoas para conseguirmos atingir um objectivo comum, como é que meia dúzia de inergúmenos o conseguem fazer?... Não sei e prefiro não saber... Mas tiro-lhes o meu chapéu!), voltando à manifestação... As pessoas querem fazer-se ouvir, querem um mundo melhor para si e para todos, e lá vão elas...

Algumas vão com a sua bicicleta Órbita M 20 Maxi, velhinha, mas que cumpre o seu dever tornando o mundo melhor para todos (pratica-se desporto, não origina poluição, evita o consumo de novos bens...). Outras vão a pé, mas todas estão cientes de que o pão e o circo que lhes dão já não chega...
Como nestas coisas de manifestações há sempre "maus" com os quais todo o cuidado é pouco, os "maus" verdadeiros enviam polícia em força para que as coisas não fiquem descontroladas....

Vejam que na imagem anterior podem contar 7 carrinhas transformadas pela Auto Ribeiro para a PSP. É do senso comum que se eu for à PSP dizer que uns "maus" andam a assaltar casas na minha zona, e que ontem assaltaram a minha casa, nem uma carrinha destas passarei a ver na minha zona na sequência da minha queixa. E ainda bem que assim é, pois com a idade (aliás, com a experiência) tenho deixado de ter respeito por quem sempre achei que o devia ter, pelo que não gostava de que a minha vizinhança andasse a ser conspurcada. Dos nossos leitores que fazem parte do grupo ou da profissão em causa, poderei receber mensagens do tipo "mas nós temos de obedecer às ordens que nos dão" ou "em todas as profissões há maçãs podres e não se pode julgar a parte pelo todo". No primeiro caso diria que cabe a cada um saber se quer ser criado ou se quer ser senhor e no segundo caso diria que têm razão, mas que quando a casca da maçã é saudável, bem que pode estar em contacto com uma maçã podre, que a doença não passa...
Mas isto tudo para dizer o quê?...
Para dizer que são situações como esta que nos fazem vir aqui todos os dias (e já lá vão 5 anos!), que nos fazem partilhar o que temos e o que sabemos, porque se não temos perfil para nos agruparmos com os inergúmenos em partidos, temos a noção de que pelo exemplo e pelo trabalho feito podemos mudar a realidade para melhor. E mais, não vivemos de promessas. E das poucas vezes em que dizemos que vamos fazer isto ou aquilo, assim que a coisa é feita, logo relembramos que foi prometido e feito.
E a vontade de fazer com que este mundo seja melhor, não para os nossos filhos, mas para nós, porque a situação já está no limite, fazem-nos avançar com iniciativas como a comemoração dos 100 anos da EFS. É preciso relembrar o que de bom já fizemos, para que também possamos fazer algo de bom. Bem sei que os "maus" não gostam disso, pois desenvolver a auto-estima, apresentar outras soluções ou fazer as pessoas pensar é muito perigoso. Mas não conseguimos viver de outro modo. Também nós, aqui no blogue, somos "maus". E tal como para eles, o nosso ano de 2011 foi muito positivo. A crise que continue que não tarda muito teremos um grande império!

Para terminar, os tradicionais números....
- O número de visitas / entradas diárias no blogue aumentou para uma média de 530 por dia, tendo-se registado uma estabilização no final do ano num valor mais baixo.
- Já publicámos 1981 artigos desde a criação deste blogue.
- Temos mais de 325 marcas inventariadas.
- Acabamos o ano com 73 seguidores do blogue (se ainda não é seguidor, pode ir ao final da página do blogue e juntar-se ao grupo - não custa nada! Ou então cliquem aqui!).
- Passámos a estar presentes no Facebook e no OLX.

E é basicamente tudo. Bom 2012!

Continue lendo...

2023/01/01

R-D-V: Balanço do ano de 2022


Começar o ano olhando para trás...
Vendo as publicações do Rodas de Viriato podemos dizer que olhamos para o passado, mas esse olhar é feito a pensar no futuro.
Seguindo a tradição anual, pedimos ao nosso departamento de imagem fixa e em movimento mais uma ilustração do que pode ter sido este ano Rodas de Viriato (por este caminhar, qualquer dia podemos organizar uma exposição de ilustração, só com estes trabalhos).
E assim aqui fica o balanço do ano RDV:
- Foi o ano do regresso à chamada normalidade (como se isso fosse possível num mundo que está sempre em mutação...), depois de 2 anos para se repensar o que é importante, com o Covid-19... Pudemos voltar a visitar feiras de automobilia; ver exposições; ter contacto com camiões raros - como o Gazela dos B. V. de Cerva; ir a passeios de motorizadas ou de bicicletas antigas (como o de Budens) e continuar a encontrar muitas perguntas sobre o nosso passado, das quais ainda não temos resposta...

Pois a caminhada de 16 anos continuou, seguindo-se um trajecto que ajude quem precisa - com a disponibilização de cópias de catálogos de peças, manuais de instruções e cuidados e de folhetos antigos, sempre úteis na reparação ou restauro de um motor ou de um veículo.
- Por outro lado também temos conseguido disponibilizar aos nossos leitores e visitantes várias peças de coleção, onde primamos pela qualidade do artigo e do seu estado de conservação, fazendo com que mais pessoas se tornem divulgadores e guardiões de um passado rico, mas desconhecido de muitos.

- Em termos de números, temos 5.693 publicações no blogue e 264 seguidores... Para um total de mais de 4.239.779 visualizações do blogue, que originaram mais de 2.700 comentários. No Facebook temos mais de 6.000 seguidores e mais de 5.700 "gosto" na página.

Entretanto podem ajudar a que a caminhada seja mais longa, divulgando as publicações feitas e falando do que aqui se publica, junto de amigos e de conhecidos. Obrigado!

Continue lendo...

2008/12/31

R-D-V: Balanço do ano de 2008

Mais uma vez, é altura de fazer o tradicional balanço do ano, no que respeita a este blogue, que vai a caminho do 3 ano de existência (ainda me lembro que foi ontem que esta brincadeira começou...). Então aqui vai:

- O número médio de visitas no blogue Rodas de Viriato voltou a duplicar (situa-se em cerca de 120 por dia) e de mês para mês o número de visitas continua, genericamente, a aumentar (podem confirmar isso aqui);
- O blogue é cada vez mais reconhecido por muitos. Prova disso são os comentários deixados, os e-mails recebidos, os primeiros lugares nas páginas de pesquisas na net, a usurpação do trabalho nele publicado (quando nos roubam o trabalho, é porque somos mesmo bons!). Refiro-me ao amigo Nelson (quando digo amigo, estou a ser sincero, mesmo não o conhecendo - pois temos os mesmos objectivos, mas meios diferentes de os conseguirmos) do Portal dos Clássicos onde o material deste blogue alimentou o tópico "automóveis de fabrico nacional" (ou algo assim...) e à revista Motor Clássico que publicou uma imagem deste blogue sem indicar a fonte, num artigo de Hugo Reis, com imagens do "arquivo". Se no primeiro caso a referência "Rodas de Viriato" era apagada com um simples borrão (provavelmente feito com recuso ao Paint), já no segundo a questão resolveu-se com mais classe, retirando-se o "Rodas de Viriato" recorrendo ao Photoshop. Não querendo estar aqui a lavar roupa suja, afinal estas querelas são para quem não tem mais nada que fazer na vida, quero que se saiba que o papalvo que faz este blogue está em cima dos acontecimentos. Quero também que se saiba que no 1.º caso não fiz qualquer diligência relacionada com o assunto (se fizesse ou fizer, será para convidar o Nelson para colaborador deste blogue, nada mais) e que no 2.º caso, como nunca tinha gasto o meu dinheiro na revista, tentei usar o fórum da mesma para obter um e-mail para reclamações mas, ou não fizesse ela parte de um grande grupo internacional onde os clientes parecem que não são coisa de valor ou a respeitar, tal tarefa tornou-se impossível.
Quem lê este texto deve estar a pensar: "espera lá... mas o objectivo do RDV não é divulgar as rodas nacionais?... Então para que é esta conversa?...". Sim, o objectivo é divulgar as rodas nacionais... Por isso a 1.ª situação está encerrada, agora em relação à 2.ª situação exijo ser tratado com o rigor que apregoam. Quantos dos que lêem estas linhas não levaram já uma penalização no fórum da revista em questão por colocarem um link que mostra algo do que estão a falar? Se é regra do fórum eu digo que tenho, e sempre tive, uma nota (que deverá ser respeitada) na parte lateral do blogue que diz: O material apresentado neste blog pode ser copiado desde que indicada a fonte original com um link. Neste caso penso que quem tratou do artigo terá elasticidade mental suficiente para perceber que em publicações em papel o "link" é substituído por "referência". Termino dizendo que este é um ponto de passagem, o outro (o tal fórum) é um ponto de chegada. São maneiras de estar na vida e de nos colocarmos perante os outros;
- O número e a qualidade das colaborações recebidas têm crescido substancialmente. Muitas delas são autênticos documentos históricos da nossa contemporaneidade. Uns relativos a veículos mais antigos outros a veículos mais modernos, todos eles são e serão importantes para os estudiosos e interessados nestes assuntos;
- Muito tem sido o que aprendi com este blogue onde vou ensinando o que sei. Devagar, muito devagar mesmo, a manta de retalhos vai-se tornando grande e os conhecimentos isolados vão-se cruzando, relacionando e agrupando. Seja com o simples juntar de informações, seja com os comentários deixados por que visita este espaço e sabe muito mais do que eu sei. Todos ficamos a ganhar;
- Várias têm sido os contactos que surgem a partir do blogue e alguns deles têm-se transformado em amizades "virtuais". Fica a faltar uma desculpa para que estas amizades se tornem "reais ou analógicas". Ideias para desculpas precisam-se!
- Ao nível do conteúdo, continuamos a procurar apresentar sempre coisas que acrescentem algo ao que já existe. Por esse motivo é que vamos onde "o diabo perdeu as botas" em busca do (quase) nunca mostrado. E quando apresentamos algo que muitos já conhecem, como no caso das imagens dos catálogos/folhetos publicados pelas empresas, temos uma mais valia: neste blogue pode-se clicar com o cursor do rato nas imagens e elas ficam maiores (factor muito importante para quem está a fazer um restauro e não sabe bem como é que é aquele pormenor, por outro lado, não é preciso prestarem-me vassalagem para que eu ceda a informação - Viva a livre circulação de informação!);
- Este blogue tem-se tornado numa espécie de revista on-line, quer pela quantidade de artigos publicados (1 por dia = 30 num mês +/- = a 30 páginas) quer pela profundidade de alguns dos artigos (sim, sei que aqui também há artigos para "encher chouriço", mas as revistas também os têm...), pelo menos aqui não têm de pagar, é gratuito!
- A falta de tempo tem sido um elemento que tem andado por aqui, facto pelo qual posso demorar um pouco a responder a comentários ou a e-mails. Mas a vida é mesmo assim: devagar se vai ao longe e é preciso saber esperar - muitos de nós tiveram de esperar 9 meses para nascer, por isso, para quê reclamar?
- É muita a vontade de referir aqui os nomes daqueles que têm colaborado com o blogue, enviando colaborações, informações, imagens, e-mails ou deixando comentários... Mas não o faço porque são muitos e corro o risco de, injustamente, me esquecer de alguém. Para além disso, faltam 3 minutos para a passagem de ano e tenho de ir fazer um monte com 12 passas de uva para as doze badaladas (estou a brincar, isto foi escrito 2 dias antes!).

A todos um muito obrigado e um 2009 cheio de projectos realizados com sucesso!

Continue lendo...

2017/12/31

RDV: Balanço do ano de 2017


Ao começarmos este texto que pretende falar sobre o que foi o ano de 2017, apetece falar do futuro, pois é ele que interessa e é para lá que vamos.
O foco tem de ser no que interessa, no que ainda falta fazer e mudar. Sim, neste mundo da transmissão do conhecimento / de informações, do coleccionismo, dos restauros; que é parte do mundo real, há sempre muito por fazer e por mudar.
Antes de mais poder fazer com que cada um pense por si e que não se limite a ser um papagaio dos que sabem repetir o que lhes foi ensinado ou que viram em algum lado.
A busca desenfreada que se regista no mundo dito desenvolvido, pelo barato, resulta num pesado retrocesso, onde a mediocridade (e muitas vezes nem a essa se chega) consegue prosperar e impedir que se vá mais longe.
Sim, por exemplo, como é que se explica que se pretenda fazer um restauro de valor, tentando poupar, tentando conseguir material barato com compras agressivas, ou réplicas de peças feitas sem qualidade? Muitas vezes usando argumentos sem sentido ou chavões como "A motorizada tem ouro?"... Se acham que a coisa não está bem, tentem fazer melhor. Se não conseguem, remetam-se ao silêncio. De outro modo estarão a condicionar o vosso próprio futuro.
E se o Sol está lá todos os dias, sem que nada façamos para isso, tal não é motivo para que não sejamos agradecidos. Metaforicamente falamos do material disponibilizado gratuitamente, que regra geral não tem uma palavra de agradecimento, ou como alguém dizia: "É que nem à m**** te mandam!". Pessoas que nada dizem de agradecimento, são as primeiras a falar no dia em que lhes for pedido algo em troca. Mas para quê perder tempo escrevendo sobre pessoas deste tipo?
Mas o foco é no que falta fazer e quem estiver mal, que se mude - neste caso, que faço melhor!

E já passaram mais 365 dias e aqui fica o balanço do ano de 2017 no blogue Rodas de Viriato.
- O número de seguidores do blogue é de 255 pessoas;
- O número de publicações total no blogue é de 4263 artigos;
- A página no Facebook tem 1494 "likes" e 1511 seguidores.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 2 881 103 visualizações de páginas, desde que há 11 anos iniciámos esta caminhada.

Continue lendo...

2013/12/31

R-D-V: Balanço do ano de 2013


E mais um ano que acaba, a vida continua e para o Rodas de Viriato é altura de fazer mais um balanço do ano... Ou seja, uma desculpa para pensar no que se fez, e no que se pode fazer.

Podemos dizer que 2013 foi o ano de sairmos do virtual para o real, tentando estar sempre na vanguarda, apostando no exclusivo e na inovação, como temos feito ao longo destes 7 anos de existência:
- O evento Garagem Aberta R-D-V foi uma boa desculpa para momentos de conversa entre leitores e editor deste blogue, num total de 4 iniciativas que esperamos possam servir de inspiração para outros entusiastas de veículos antigos partilharem o que sabem e o que têm com os outros;
- A exposição Início da Indústria de Ciclomotores em Portugal, mostrou a nossa capacidade organizativa e o modo de trabalhar, tentando trazer algo de novo e apresentando alternativas válidas.
- Fomos "Media partner" de vários eventos, ajudando na divulgação de passeios e encontros de veículos antigos, junto dos nossos leitores e contactos, usando os mais variados meios para tal;
- Continuámos a apostar na divulgação de marcas e modelos de pneus antigos usados por marcas nacionais de bicicletas, motorizadas e motos. Paralelamente temos para troca ou venda vários pneus que permitem restauros rigorosos, ajudando deste modo quem gosta de ir ao mais pequeno pormenor;
- Acabamos o anos com 152 seguidores do blogue e 1132 "amigos" no Facebook.
- O número de artigos publicados está em 2790, sendo que estes originaram um total de 1 420 438 visualizações de páginas...

Em termos de mercado (essa nova religião e doutrina que ainda não tem muitos contestatários), notaram-se algumas mudanças...
- Notou-se um aumento do número de veículos para venda, o que nem sempre correspondeu a uma diminuição dos preços praticados;
- Registou-se o incremento do número de cópias de peças para restauros, especialmente para motorizadas nacionais;
- Continuaram a aparecer novas empresas e projectos como a Motos & Restauros ou o site Gasolina Super, que são um complemento a outros projectos que já existem, ajudando ao crescimento da área.

Prontos para mais uma volta da corrida sem fim, para o que der e vier... E para quem quiser! Assim haja esferas nas zona da junção das pernas! 2014 sai da frente!

Continue lendo...

2021/01/01

R-D-V: Balanço do ano de 2020


Não. O ano de 2020 não foi mau!
Sim, é verdade que tivemos de mudar algumas práticas, mas como o Rodas de Viriato atingiu os 14 anos de existência, tudo pareceu mais ou menos natural, nesta adolescência blogueriana. Somando isso ao poder de trabalho que temos e de contornar as dificuldades, nada a estranhar! O percurso tem sido sempre deste modo. E que os piores dias da nossa vida sejam assim!
E se muitos se viram impossibilitados de ir a feiras, exposições, lojas, oficinas, nós continuámos activos, sempre com material da melhor qualidade, sinal de que o Rodas de Viriato é a melhor montra para se encontrar o que se procura. 

Pois começou um ano novo e olhamos para o passado, fazendo o balanço do que foi o ano de 2020 no Rodas de Viriato.
- Chegámos aos 253 seguidores do blogue e no Facebook temos 4491 seguidores - isto sem enviar convites e chatear as pessoas para que façam o favor de seguir o blogue, só porque as conhecemos.
- No Facebook temos 4340 "Likes"!
- Temos 5323 publicações no blogue!
- As marcas inventariadas são mais de 500!
- Os meses da quarentena do Coronavírus / Covid19 trouxeram um aumento no número de visitantes;
- Continuamos a ter fotografias pirateadas por sites, revistas, grupos do Facebook... Mas mesmo com ofensas às nossas chamadas de atenção, continuamos a mostrar o poder INSANO que temos (estava morto por usar esta palavra) e a fazer valer os princípios da autoria e propriedade intelectual.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 3 693 407 visualizações de páginas, desde que começámos este projecto em 2006.

E agora é tempo de olhar para este novo ano que começou e tratar de continuar a caminhada, conseguindo recursos e tempo para continuar a reunir um espólio de valor para a cultura portuguesa, que a seu tempo será reconhecido!
E reparem que não aproveitámos a situação da pandemia de Covid19 para pedir um subsídio para fazermos o que tanto gostamos.

Continue lendo...

2007/12/31

R-D-V: Balanço do ano de 2007

Depois de completado o 1.º ano de existência em Outubro, o blogue Rodas de Viriato vem, tal como foi feito no ano passado, fazer o balanço do ano de 2007.

- O número médio de vistas diárias duplicou num ano (situa-se em 60).
- O blogue começa a ser reconhecido pelo trabalho que nele é apresentado, o que faz com que seja indicado em vários fóruns ligados aos assuntos nele apresentados (automóveis, comboios, motorizadas...).
- O número de links de outros sites/blogues também cresceu (aleatoriamente alguns deles): Carrinhos de rolamentos, Horta das vespas, 1140 TV, Fórum Garagem VW, Regabophe, O Castelo, ACordei...
- Uma actualização por cada dia (em Novembro tivemos 2 actualizações por dia!)...
- A grande maioria do material publicado é exclusivo, o que faz com que cada visita seja sempre uma novidade.
- Uma agradecimento muito especial a todos aqueles que colaboraram com este blogue, enviando fotografias, textos, informações, rectificações ou simplesmente escrevendo e-mails de felicitação pelo trabalho desenvolvido. Assim vale a pena continuar a trabalhar!

Em 2008 já sabem que haverá mais e melhor!

Até lá!

João Bragança

Continue lendo...

2018/12/31

RDV: Balanço do ano de 2018


Todos os anos gostamos de fazer uma publicação no último dia de Dezembro onde fazemos o ponto da situação do que foi o ano Rodas de Viriato.
Enchendo chouriços podemos dizer que completámos 12 anos de existência, com publicações diárias, primando sempre por apresentar material relevante, exclusivo e que acrescente algo ao que já se conhece. Pode parecer tarefa fácil – e é, mas por vezes as coisas complicam-se.
Começando pelo copo meio cheio, podemos dizer que este ano foi marcado por um aprofundar do interesse em determinadas áreas dos assuntos sobre quais versa o Rodas de Viriato – Os veículos fabricados em Portugal. Especialmente no que diz respeito à antiguidade das empresas (não imaginam o que é descobrir coisas do final do Século XIX), bem como dos produtos por elas fabricados (quando são coisas específicas ou pouco conhecidas, tanto melhor!). Não demorará muito a que isso aqui seja partilhado!
Em relação a manuais antigos e catálogos antigos foi um ano em cheio. A quantidade de ficheiros com digitalizações de qualidade já ultrapassa uma dezena, o que pode ajudar muito quem procura um artigo destes e não o encontra.
O copo quase que ficou cheio em termos de publicações (livros), pois foram vários os títulos que surgiram e que trataram diferentes tipos de veículos e marcas.
Olhando para o copo meio vazio, podemos dizer que a situação da utilização das imagens deste blogue, sem que sejam respeitadas as nossas (simples) condições, é a que mais momentos desagradáveis trouxe. Sim, especialmente nas redes sociais, bem como em sites e fóruns, pela Internet, há sempre que ache que pode usar uma foto do Rodas de Viriato, sem indicar a fonte e sem colocar o link para o local de onde a retirou. E muitas vezes para vender artigos. Para além de ser fraude ilustrar uma venda com uma imagem que não corresponde a verdade, quando nos dirigimos a quem faz isto, de forma educada e cordial, ainda somos tratados de forma incorrecta. E ainda estou para ver o dia em que alguém nos virá pedir contas de um negócio que correu mal, onde aparecia uma imagem que dizia “Rodas de Viriato", e onde não apareceu mais o dinheiro pago pelo artigo, nem o vendedor. Nos últimos tempos temos batalhado contra isto, chegando a situações que são ridículas, procurando dar nas vistas. Estranhamente não vemos ninguém querer sujar as mãos com o assunto. É mais fácil deixar andar a situação, do que fazer algo que pode significar perder algum “amigo virtual” / “amigo interesseiro”; perder algum negócio ou perder alguns membros do grupo / do fórum. Mas uma coisa é certa, não temos de condicionar a nossa vida, só porque alguém quis acabar com a festa.
A melhorar, temos de ultrapassar as dificuldades em obter fonte de financiamento para continuar a investir em material, folhetos, catálogos, manuais, deslocações, tempo, electricidade, equipamento  fotográfico/informático… É por isso que a nossa ilustração de hoje tem um pé a pisar uma pessoa que entretanto é forçada a deixar um mundo e a ir para outro. É uma alegoria ao que nos vai acontecendo. A pressão a que somos sujeitos ao nos esmagarem, só nos leva para um local melhor. A procura que se regista pelo material com preço “sem ouro”, o com o “melhor preço” que conseguirmos, os pedidos de ajuda ou de informações que recebemos encapotados com promessas de envio de material para publicar ou de compras por vir, tudo nos faz crescer nesta adolescência desconhecida (lembrem-se que temos 12 anos…).~

E se fosse para desistir, já o teríamos feito há muito tempo!

À laia de conclusão, terminamos 2018 assim:
- O número de seguidores do blogue é de 241 pessoas;
- O número de publicações total no blogue é de 4628 artigos;
- A página no Facebook tem 2335 "likes" e 2371 seguidores.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 3 219 267 visualizações de páginas.

Bom 2019!

Continue lendo...

2016/12/31

RDV: Balanço do ano de 2016


Quem gosta de música diz que o ano de 2016 foi um annus horribilis, devido à morte vários cantores famosos que influenciaram o mundo musical. Mas quem diz isto esquece-se de que tudo tem um tempo, que caminhamos todos para o mesmo e que aquilo que está a nossa volta não é eterno. Nem nós!
Pois no blogue Rodas de Viriato foi mais um ano desta caminhada que já tem mais de 10 anos, em que todos os dias publicamos e divulgamos informações que tornam a vida dos interessados neste temática mais fácil. Por esse motivo já faz parte da rotina do dia-a-dia pensar no RDV e naquilo que nele é publicado.
Concluímos o anos com 211 seguidores; o número de publicações total no blogue é de 3898 artigos fazendo com que o tempo e o dinheiro nele investido comecem a tomar proporções um pouco elevadas... Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 2 392 847 visualizações de páginas e continuamos a apoiar eventos e a ajudar na criação de cartazes para os mesmos.
Mas isto é só a faceta mais visível, não estamos a contar com os restauros e negócios que são feitos a partir do que é publicado no blogue e dos contactos que indicamos; do material produzido a partir do que divulgamos e dos plágios que fazem do nosso material para alimentar páginas no Facebook (e noutras plataformas na Internet), bem como dos anúncios que são colocados on-line com fotos retiradas deste blogue, sem que lucremos um cêntimo com isso.
É o custo de oferecermos o melhor que temos a quem o quiser ver e ler. Faz parte da nossa cultura portuguesa associar "oferta" a ideias como: sem valor... a não respeitar... sem qualidade.
Por isso vai sendo altura de dar um passo atrás e pensar em ter conteúdos que têm de ser pagos. É claro que o preço a pagar será o mais baixo do mercado e o que mais valias trás para quem os quiser! E deste modo podemos começar a tornar real o mito de possuirmos uma armazém gigante cheio com todos os veículos fabricados em Portugal e toda a informações com eles relacionada.

Falando do que está à nossa volta, e em termos de veículos antigos, este ano registámos algumas mudanças que dão que pensar ou, tão somente, mostram como as coisas mudam.
- Nos automóveis de fabrico nacional, registou-se uma ligeira subida nos preços pretendidos na venda de jipes Portaro (situação que não será alheia à comemoração que fizemos dos 40 anos da marca), por outro lado tivemos uma estagnação e podemos até dizer que uma descida no preço dos Sado 550.
- Nas motorizadas de fabrico nacional os modelos ditos desportivos continuam em alta e nos outros regista-se uma diminuição dos preços pretendidos, comprando-se hoje uma motorizada com documentos pelo preço pretendido há uns anos por uma sem documentos.
- Em termos de revistas dedicadas a veículos antigos notam-se alguns abusos em termos da qualidade do que é publicado (tocando no assunto referido umas linhas antes, como são revistas pagas, isso é sinal de que o que nelas é publicado é bom!). Se algumas enchem páginas e páginas com artigos que são submetidos por clubes e grupos de entusiastas (poupando deste modo o trabalho de criação de conteúdos), outras há que fazem um artigo sobre uma visita a uma feira, enchendo pelo menos uma dúzia de páginas com fotos e uma legenda opinativa sobre o preço pedido pelo material à venda. Registou-se ainda o fim de uma das revistas que se dedicava aos automóveis antigos, revista essa que pertencia a um grupo empresarial de grandes dimensões de amplitude internacional.

Mas o passado já lá vai e já temos uma perna no ar para avançar em direcção a 2017! Venha ele!

Continue lendo...

2015/04/11

Salão Motor Clássico 2015 na FIL - Balanço


Já estivemos no salão Motorclássico - Salão Internacional de Automóveis e Motociclos Clássicos, a edição de 2015, e aqui deixamos um balanço do que vimos, como já vem sendo norma nos últimos anos.
Este ano vacilamos um pouco sobre a avaliação geral com que saímos do evento.
Dizemos isto porque não se pode dizer que tenha sido mau, mas também não se pode dizer que tenha sido bom.

E é aqui que as coisas se complicam um pouco, pois temos noção de que este juízo de valor pode ser parcial e não queremos dar uma opinião como geral, a partir de uma parte. Mas antes isso do que não emitir a minha opinião e limitar-me a difundir as informações disponibilizadas pela organização, sem qualquer sentido crítico - para isso terão de ler a imprensa especializada!
Mas há indícios claros de que é preciso fazer algo para que as expectativas não saiam goradas quando se visita um novo evento destes. Não falamos do preço do ingresso, que muitos consideram alto... Um desses indícios está relacionado com o leilão realizado, que em edições anteriores foi mais pujante em quantidade de artigos a leilão. Outro indício foram os espaços vazios do lado esquerdo (de quem entra) no pavilhão, bem como no espaço exterior do mesmo.

Em termos de veículos nacionais, este ano não houve preocupação da organização em ter os exemplares de fabrico nacional em destaque. Nem o próprio espaço do Museu do Caramulo tinha um dos muitos que por cá se fizeram. Por esse motivo foram outras instituições quem fez com que este Motorclássico tivesse algo de português.
Junta Autónoma de Estadas voltou a exibir a SIS Sachs Lebre e trouxe um tricarro da Motalli que pertenceu à Direcção de Estradas de Castelo Branco, o que é motivo de alegria, pois esta instituição teve vários veículos de fabrico nacional na sua frota.

O Clube UMM voltou a estar presente, desta vez com um dois jipes UMM Alter, sendo que um deles era uma miniatura para brincar na escala 1:2. O espaço tinha fotografias e vídeos sobre estes jipes, bem como uma equipa pronta a falar sobre este todo-o-terreno nacional.

As motorizadas nacionais voltaram a estar presentes, sendo que no espaço do Clube de Motorizadas de Lisboa era onde estavam em maior número e com vários modelos emblemáticos do que por cá se fez. No meio de várias motorizadas pensadas para velocidade produzidas pela Famel e SIS Sachs, havia ainda clássicos de trabalho, como uma Famel 76 e um tricarro da mesma Ernesto.

Mas um evento destes também tem a componente do coleccionismo e da arte. Nesta área sobressaia uma pintura com um automóvel Alba.

Num espaço dedicado ao desporto motorizado, era possível ver kartcross da Semog, um dos quais obteve a vitória na categoria de buggy na 3.ª edição das 3 horas de TT de Vila de Fronteira.

Tendo noção de que a nossa história não é só feita de "made in Portugal", aproveitamos para mostrar algumas fotografias de automóveis que se destacavam e que também são nosso património. Um deles era um Cadillac, que tinha uma mascote bem curiosa.

Outro era um Amilcar que terminava em forma de proa de barco e que podia levar um 3.º passageiro num lugar individual na parte de trás - coisas dos anos 20!

Terminamos com uma foto de uma das exposições temáticas deste ano que era sobre os 60 anos do Citroen DS. A foto não está torta por acaso... Deste modo fazemos uma homenagem ao automóvel que tinha faróis direccionados, mostrando uma fotografia direccionada para mostrar 3 exemplares deste automóvel!

Continue lendo...

2019/12/31

RDV: Balanço do ano de 2019


Mais um ano que acabou e mais um balanço que fazemos da nossa actividade no Rodas de Viriato.
Completámos 13 anos de existência e continuámos da forma que sempre nos caracterizou, sempre com conteúdos novos e exclusivos, com muito ritmo e com a bitola da qualidade bem alta, como os veículos fabricados em Portugal bem merecem.
A disponibilização de catálogos, folhetos, manuais e listas de peças continuou a bom ritmo, sendo cada vez maior a oferta e a variedade disponível.
Este ano continuámos a divulgar pormenores desconhecidos de alguns dos camiões fabricados em Portugal, situação que fez com que muitos nos visitassem para saberem mais sobre o assunto.
Continuámos a apoiar a divulgação de eventos relacionados com a temática do blogue.
Trouxemos a público algum material desconhecido da marca Bravia, tanto do jipe Bravia Comando MKII, como do blindado Chaimite.
Conseguimos acesso a material relacionado com o início da história das bicicletas em Portugal, mais concretamente sobre João Garrido.
A marca UMM continuou a ter um destaque especial, tendo continuado a saga de descobrir mais material promocional, muito dele produzido no mercado estrangeiro.
Isto entre muitos outros aspectos que fazem com que a leitura do blogue seja fundamental para quem gosta de veículos clássicos e antigos
E não nos podemos esquecer de quem nos ajuda, de quem connosco colabora e de quem nos apoia, permitindo que a caminha vá mais longe e mais depressa: a Moto & Restauro; a Sericértima; a Ferrugens & Companhia e a Assenha. Obrigado a todos!
Em relação a preocupações, o pirateamento e roubo de material publicado continuou, levando-nos à colocação do ridículo aviso "Atenção: É proibido usar as imagens do Rodas de Viriato sem indicar a fonte e sem colocar um link para a respectiva publicação". O Facebook é o local onde mais frequentemente acontece esta situação, que poderá originar problemas, já referidos em publicações anteriores.

Para o futuro, procuramos quem tenha coragem de nos chamar para desenvolvermos exposições, livros e para nos pedir opiniões ou conselhos (para o desenvolvimento de colecções, para encontrar peças e veículos…). E atenção, não temos frio, pelo que não procuramos trabalhar para aquecer!

E falando de números...
- O número de seguidores do blogue é de 248 pessoas;
- O número de publicações total no blogue é de 4994 artigos;
- A página no Facebook tem 3364 "likes" e 3456 seguidores.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 3 451 042 visualizações de páginas, desde que há 13 anos iniciámos esta caminhada.

Continue lendo...

2013/04/07

Salão Motor Clássico 2013, na FIL - Balanço


Este fim-de-semana decorreu o Salão Motorclássico 2013, na FIL.
Como já vem sendo norma, aproveitamos para fazer o balanço do que vimos, sempre na perspectiva dos veículos de fabrico nacional e tendo o cuidado de dar aos nossos leitores a melhor informação sobre o evento. Como também já vem sendo norma, ao longo dos próximos tempos iremos mostrar em detalhe muitas das máquinas que estiveram no salão (vícios ou virtudes de quem não tem carteira profissional de jornalista...).

O evento continua a seguir a linha de anos anteriores, pelo que a nota é positiva.
A diferença que mais registámos, é a de que este ano os veículos de fabrico nacional marcaram mais a sua presença e fizeram a diferença (coisa que já vinha acontecendo de forma progressiva nos últimos anos).

E nem podia ser de outra forma!
Se queremos um evento único, temos de ir para aquilo que temos de diferente - que pode passar por máquinas caras e de fabrico limitadíssimo (mas que qualquer entidade com dinheiro poderá conseguir), ou mostrar máquinas que podem ou não ser caras, mas que de certa forma serão limitadíssimas (e que poucas entidades conseguem ou querem, por falta de visão estratégica!). Falamos dos máquinas nacionais, é claro!

Muito perto da entrada, mas não logo na primeira linha, uma banca de material relacionado com motorizadas e motos nacionais, pela mão de Carlos Martins / Old Moped. Banca essa que estava ladeada de motos de fabrico nacional (e também com a Flandria, literalmente "de corrida" que está em fase "finalíssima" de restauro). A escolha foi criteriosa, pelo que as máquinas em exposição não deixavam quem passava de forma indiferente.

Logo a seguir estava a área da exposição de motorizadas antigas portuguesas (ver foto que abre este tópico), onde predominavam exemplares da SIS Sachs, e que abrangia cerca de 30 anos de produção de duas rodas com motor em Portugal. Um pouco mais para o lado, no espaço do ACP (ver segunda foto) uma motorizada SIS Sachs Lebre que pertenceu à JAE e que me fez crer que finalmente o Automóvel Clube de Portugal põe um pouco de Portugal no que faz, para além de o pôr no nome.

Este ano o leilão de veículos clássicos e de artigos de automobilia realizou-se dentro do espaço do salão (no ano passado foi numa área adjacente) o que deu alguma animação ao final da tarde de sábado, mas que criava alguma confusão em termos de delimitação de espaços, especialmente na zona dos automóveis.

A oferta em termos de veículos continuou variada, prova disso foi a exposição de bicicletas antigas com máquinas bem antigas, tanto na área com exemplares do Museu do Caramulo, como na área do ENBA.

A terminar não podemos deixar de falar no encontro de Sado/550 (ver 3.ª fotografia), bem como no lançamento do livro sobre este micro-carro nacional e no espaço do Clube UMM, tudo zonas onde foi possível (re)encontrar e conhecer amigos "digitais" e "analógicos", das mais variadas idades e interesses. E um evento destes também serve para isso!

É claro que aproveitámos para ir ao Motorshow, com a visão focada no espaço das motos AJP (e nem as raparigas que fazem promoção às marcas e que estão vestidas de forma provocadora nos conseguiram alterar do rumo definido!).
Mas isso fica para os próximos dias!

Agradeço à organização pelas facilidades concedidas na visita ao evento.

Continue lendo...

2018/04/13

Salão Motorclássico 2018 - Balanço (1/2)


Realizou-se há pouco dias o Salão Motorclássico 2018, em Lisboa, na FIL. E à semelhança do ano passado, aqui estamos a fazer o balanço do que observámos neste evento dedicado ao veículos antigos. Esta análise divide-se em duas partes, de modo a facilitar a escrita e a abordagem de temas.

Sendo o Rodas de Viriato um blogue dedicado à divulgação dos veículos de fabrico nacional, e de tudo o que com eles estiver relacionado, é precisamente por ai que começamos - tendo noção de que há vida para além deste limite.

Afinal não é por termos tido uma indústria de fabrico de motorizadas / motos, bicicletas, jipes e camiões (entre outras), que eles têm de ser valorizados num dos maiores eventos deste tipo (incluindo Automobilia de Aveiro e Autoclássico). Mas tal como na antiga publicidade do leite "Matinal", em que uma senhora perguntava "Se não gostar de mim, quem gostará?", também neste caso podemos perguntar:
- Se os veículos nacionais não forem valorizados num evento destes, onde é que vão ser? Num salão em França, Itália, Reino Unido ou em Espanha?

Felizmente havia muitos e variados veículos fabricados em Portugal em exposição no Salão Motorclássico 2018 (com excepção das motorizadas e das bicicletas, que pouco representadas estavam).
Começamos por destacar a presença do automóvel APM, um descapotável construído no Porto em 1937 e que até esta data permanecia desconhecido da esmagadora maioria de entusiastas de veículos construídos em Portugal.

Havia ainda dois automóveis, também eles descapotáveis, Citroen AX BB Cabrio em exposição / à venda. Tendo em conta o número de exemplares produzidos, esta situação é motivo de alegria. Para além disto, estavam pintados de cores diferentes, o que tornava a situação mais especial.

O Clube UMM, e à semelhança de anos anteriores, continua a estar presente tendo o cuidado de colocar em exposição diferentes versões de jipes UMM, o que mostra a dedicação e empenho deste clube liderado por Norberto Liberato. Este ano os visitantes do Salão Motorclássico podiam ver um UMM Alter versão reboque e um UMM 4x4 transformado pela INASI, para combate a incêndios.

Ainda no que respeita a estes jipes, pudemos ver a imagem do início da linha de montagem dos jipes UMM (e que aqui divulgámos em 2014), impressa no livro Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais, que foi oficialmente apresentado no final do dia de Sábado.

Durante a apresentação foi possível ouvir o autor - Pedro Monteiro, bem como pessoas ligadas à Metalúrgica Duarte Ferreira e à causa militar, falar sobre os veículos militares fabricados em Portugal (e sobre as dificuldades inerentes a este processo).

A apresentação do livro foi feita no espaço da Associação Portuguesa de Veículos Militares, que tinha em exposição um camião Berliet Tramagal, versão TG4 T21, que integra o espólio do Museu Militar de Elvas.

No leilão de automobilia realizado no salão também havia alguns artigos relacionados com marcas nacionais. Destacamos uma chapa esmaltada antiga dos pneus Mabor General, vertical, de grandes dimensões.

Pudemos ainda registar diferentes situações que demonstram que os veículos de fabrico nacional continuam presentes e vivos no imaginário de muitas pessoas.
Na imagem anterior vemos uma aguarela com o automóvel Edfor que estava a ser realizada enquanto decorria o certame.

Na banca de Carlos Martins / Old Moped havia uma grande variedade de artigos para motorizadas e motos portuguesas, bem como para bicicletas antigas fabricadas em Portugal. Os selins "high rise" para bicicletas Stelber levavam-nos para final dos anos 70 / início de anos 80, quando pedalar em bicicletas com formas exageradas era moda.

E não podemos terminar esta reportagem sobre o que vimos no Motoclássico 2018, sem falar no espaço da empresa Ferrugens e Companhia que comercializa uma ampla gama de produtos para restauro, manutenção, conservação e recuperação de veículos antigos. Para os que pudessem ter dúvidas sobre os resultados obtidos, neste espaço era possível contactar com peças tratadas com os produtos que a Ferrugens e Companhia representa, vendo-se os resultados obtidos. Qualquer dúvida ficava logo desfeita!

Continue lendo...