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A apresentar mensagens correspondentes à consulta Século XIX ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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2019/12/04

Exposição Bicicleta Motorizada - Águeda e a Democratização da Mobilidade Individual


No próximo fim-de-semana, no dia 7 de Dezembro de 2019, pelas 18 horas, inaugura a exposição Bicicleta Motorizada - Águeda e a Democratização da Mobilidade Individual, no CAA - Centro de Artes de Águeda. É organizada por Emanuel Barbosa e estará patente até 26 de Abril de 2020.
A exposição é apresentada do seguinte modo:
"A indústria nacional de ciclomotores e motociclos dá os primeiros passos no início do século XX, acompanha, com altos e baixos, todo o desenrolar do século e praticamente extingue-se no final do mesmo. A tradição metalúrgica e o empreendedorismo da região de Águeda proporciona ao país o desenvolvimento de um importante tecido empresarial ligado às duas rodas, relacionado com as transformações económicas vividas pela região desde finais do século XIX. Da bicicleta e dos seus componentes até à sua motorização e propagação por todo o território nacional, ultramarino e estrangeiro. A democratização da mobilidade individual produziu-se em Águeda."
Como imagem de cartaz foi escolhida uma fotografia de uma motorizada Macal.
A visitar!

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2019/09/18

Factura de 1913 da José Nunes Corrêa


Material do final do Século XIX e do início do Século XX ajuda-nos a perceber como era Portugal numa época em que os meios de transporte evoluíam a grande velocidade.
Se alguns já existiam há vários séculos, como o caso da F. Pinto Coelho (Herdeiros), L.da, que foi fundada em 1766 (!), outros estavam prestes a dar os primeiros passos no fabrico de veículos, como Tavares de Mello.

Ter ou trabalhar numa oficina de automóveis ou de motos, podia ser uma forma de ir mais longe, como aconteceu com António Peixoto, fundador da Pachancho.

Tudo isto porque apresentamos mais uma peça do quebra-cabeças da história dos veículos em Portugal. É uma factura da empresa José Nunes Corrêa, da Covilhã, que tinha oficina de carruagens, automóveis e trens de aluguer. O telefone era o número 96!

Pois esta factura datada de 15 de Maio de 1913, em nome do Sr. Teixeira, é relativa a "um carro ao Pombal", com custo de 1.200 escudos (?).
Na parte da frente é possível ver duas imagens, uma de um automóvel antigo e outra de uma carruagem puxada por cavalos.

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2017/10/27

Guindaste fabricado pela Fundição de Massarelos (1/4)


11.º Aniversário Rodas de Viriato!
Sim, 11 anos depois de começarmos esta aventura diária, continuamos com o mesmo espírito dos primeiros tempos, e divulgamos aqui aquilo com que nos cruzamos, que foi fabricado em Portugal e sobre o qual pouco sabemos.

Pois na cidade do Porto, em Lordelo de Ouro (entre a Ribeira e a Foz do Douro), junto ao Rio Douro, mesmo ao lado dos Estaleiro do Ouro, encontramos um velho guindaste fabricado na Fundição de Massarelos - Porto. Deste modo temos mais uma marca inventariada no Rodas de Viriato.

Pela construção em metal de ar robusto e pesado (à boa maneira portuguesa), adivinhamos que seja de finais de Século XIX. A Fundição de Massarelos pertencia à Companhia Aliança e terá sido fundada depois de 1850.

Depressa encontrou clientes em várias zonas do país. Fabricou material para edifícios como a Alfândega do Porto e, do que consta, a Fundição de Massarelos terá também fabricado componentes para navios, bem como moinhos para cereais e azeite, máquinas de vapor de alta e baixa pressão, e ainda máquinas de tecelagem e tipografia.

A título de curiosidade, a Companhia Aliança detinha também a Fundição do Ouro e terá construído na década de 20 do século passado, um motor de quatro cilindros para ser utilizado num automóvel de fabrico nacional.

Devido ao tipo de construção subjacente ao fabrico deste guindaste, conseguiu chegar até aos nossos dias no estado que as fotografias documentam. Tem a maioria dos componentes e com pouco esforço podia ser um dos pontos de interesse da zona.

A cidade do Porto tem sofrido muita pressão devido ao aumento do número de turistas que a visitam. Como consequência desta pressão, são conhecidos vários casos de destruição de lojas e espaços únicos, na tentativa de criar outras lojas e espaços únicos, mas que pecam por serem, ou poderem ser, iguais a tantos outros pelo mundo fora.

Guindastes como o de Lordelo de Ouro não haverá muitos, para além disto foi fabricado em Portugal e terá muitas histórias para contar, só é preciso que alguém as queira ouvir... Nós já ouvimos algumas...

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2018/01/13

Bicicleta Sparkbrook - 8.º Passeio Pasteleiras Pinhal Novo


Mais uma marca que divulgamos no blogue Rodas de Viriato.
É a Sparkbrook, vendida pela empresa Duque Seabra & C.ª Lda, de Sangalhos. Esta empresa também vendia bicicletas de marca Duseal e Vencedor. Tinha também a representação dos ciclomotores Pirotta (Moto Pirotta).

Fica uma dúvida em relação a esta marca. Existiu uma empresa chamada Sparkbrook Manufacturing Co, que fabricava bicicletas em finais do Século XIX / início de Século XX em Coventry - no Reino Unido (também fabricou motos). Pela chapa que divulgamos, as marcas não estão relacionadas.

Terá sido uma representação que acabou, mas que o agente fez questão de continuar, colocando essa marca nas montagens que vendia? Ou terá sido uma apropriação do nome, uma vez que a marca passou a pertencer à Singer em 1925?
Bicicleta fotografada no 8.º Passeio de Pasteleiras de Pinhal Novo.

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2014/03/25

Cavalo para montar de brincar em fotografia antiga


As fotografias antigas são um importante recurso para obter informações, especialmente quando não temos outro modo de as conseguir..
No caso desta fotografia antiga, uma "carte-de-visite" de finais do século XIX, início do século XX, com uma menina (?) fotografada aos 2 anos e meio, podemos ver um cavalo para montar. É um brinquedo com uma plataforma com rodas, para que se pudesse deslocar. Deste modo temos um testemunho dos brinquedos existentes há uns 100 anos... Seria de fabrico nacional?

A perna da frente do cavalo está no ar, o que indica que a estrutura do brinquedo é forte, caso contrário seria um dos pontos onde iria partir. Pelos pormenores do cavalo, nota-se que é um brinquedo refinado, o que quereria dizer caro - o que condiz com o resto da fotografia e com a própria fotografia.
Condiz com o resto da fotografia porque a menina tem ao pescoço um fio com um pendente, que muito provavelmente será num metal precioso, tal como a empunhadura da bengala que segura. Na mesa sobre a qual está o cavalo de brincar, há uma manta bordada, condizente com o restante universo que servia de afirmação social e económica.
E condiz com a própria fotografia, porque esta ainda não era um produto acessível a quem tivesse pouco dinheiro.

A fotografia é do fotógrafo amador J. Vaz (?) Guerreiro, de Cercal do Alentejo, como se pode ver pelo carimbo existente no verso.
Pelas pesquisas realizadas na Internet e no livro História da Imagem Fotográfica em Portugal, não sabemos mais nada deste fotógrafo, pelo que agradecemos qualquer informação útil.

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2020/04/01

Carta da União Velocipédica Espanhola para João Garrido


É dia 1 de Abril e poderá parecer mentira, mas não é!
É mais uma carta recebida por João Garrido, desta vez em Agosto de 1899, que foi remetida pelo Comité Central da Union Velocipédica Española - União Velocipédica Espanhola, em Português, que tinha sede em Barcelona.

E dizemos que pode parecer mentira, porque para um documento destes chegar ao dias de hoje, é preciso alguma sorte. É daquelas coisas que devia estra num museu sobre a bicicleta em Portugal ou numa exposição sobre a evolução da bicicleta em Portugal.

Do que entendemos de castelhano e da caligrafia do tesoureiro da UVE, a carta é relativa a pagamento de uns cartões / placas de numeração.

Esta carta mostra o dinamismo e a amplitude comercial que João Garrido teve no final do Século XIX / princípio de Século XX, que se refletiram no desenvolvimento do uso de bicicletas em Portugal.

A carta foi escrita em papel com marcas de água que podem ser vistas à transparência, sendo papel da marca SM Mateu ou IM Mateu, de Madrid.

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2019/12/08

Carta da Cycles Clément para João Garrido - 1901


Para se ter um produto, é preciso muito trabalho prévio. Contactos, diligências, investimentos, tempo perdido… São alguns dos passos que é preciso dar para se levar um barco a bom porto, isto é, ter uma empresa aberta e com produtos para vender..

Hoje mostramos mais uma carta dirigida a João Garrido, que vendia bicicletas na cidade do Porto na viragem do Século XIX para o Século XX, onde conseguimos aferir os negócios realizados entre a francesa Cycles Clément e a Casa João Garrido.

Do que se percebe, a Clément enviou 10 garfos / forquetas de bicicleta, modelo de luxo, para serem substituídas nas bicicletas encomendadas por João Garrido, aquando da sua passagem por Paris. Na carta também é referido que a Cycles Clément aguardava que as forquetas retiradas das bicicletas lhe fossem devolvidas, ou queria saber se devia debitar o valor das entretanto enviadas.

No verso desta carta há uma lista de 3 coisas, escritas a lápis, percebendo-se que uma delas é "1 avental".
E assim se descobre a história das bicicletas em Portugal!

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2019/05/05

Publicidade de 1899 às bicicletas Gladiator de Silvestre Dias Teixeira


Quando se pretende escrever a história das bicicletas em Portugal temos de ir até ao Século XIX e conhecer as empresas que desenvolveram este negócio.
Nas imagens podemos ver uma publicidade antiga, publicada no jornal "O Campeão", número 3-16, de 19 de Novembro de 1899. Este jornal era um "semanário de literatura, crítica e sport", pelo que na última página tinha anúncios para quem gostava destas temáticas. Um deles é de Silvestre Dias Teixeira, que era agente das bicicletas "Gladiator - As unicas que offerecem garantia aos ciclistas pela solidez de construcção, leveza de andamento, elegancia de quadros e, finalmente, pelo seu modico preço."

Para além das bicicletas Gladiator, também vendia triciclos Aster-Gladiator, com o motor a petróleo, "os que melhor resultado teem dado nas estradas portuguesas".
A casa de Silvestre Dias Teixeira era na Rua do Sá da Bandeira, número 153 a 157; tendo também uma filial na Rua de Cedofeita, n.º 8, na cidade do Porto. Aqui era possível comprar e alugar bicicletas, bem como fazer-lhes reparações.

Terminamos com a capa do jornal onde foi publicado o anúncio.

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2008/02/13

Furgão oficina CP J 31100 (parte 3)


Será que associam esta imagem a algo?...
Sim, já aqui tinha perguntado se adivinhavam o que era... E não conseguiram...
Bem sei que é difícil de imaginar o que a seguir mostro!

Quando publiquei a parte 1 e a parte 2 sobre o Furgão oficina CP J 31100, que estava ao abandono na estação de Castro Verde, nunca imaginei fazer esta "parte 3"... (já agora informo que haverá uma "parte 4")!

Um ano depois voltei ao local para ver o que teria sobrado do furgão oficina, pois já tinha lido no fórum ParaFerroviário que o mesmo tinha sido destruído...
Para quem não está dentro do assunto, neste local existia um furgão oficina com cerca de 100 anos. Sei que metal com 100 anos (século XIX, passagem para o séc. XX) é apreciado por sucateiros, pelo seu grau de pureza ou porque não tem outras ligas à mistura...
Nota: Parto do princípio que o furgão foi destruído, para depois vender o metal e usar esse dinheiro para pagar as dívidas que dizem que a CP tem... Mas também poderá ter sido destruído só porque era velho...

Não compreendo como é que material com esta idade é assim destruído... Se foi guardado (ou abandonado) e resistiu durante tanto anos, porquê isto?
Será que não tinha interesse para um museu, nem que fosse um qualquer museu municipal, já que o Museu Nacional Ferroviário tarda em ver a luz do dia?
E será que não haveria uns entusiastas nacionais (ou internacionais) dispostos a pagar mais do que o seu peso em metal, para depois o restaurar e conservar?

O local está cheio de restos de metal e de madeira, bem como de outros elementos que passarei a identificar:
- Uma tampa de recipiente com a inscrição "Tudor Portugal"...
- Outra tampa com a inscrição "Lazeite, Lda Lisboa"...

- Um carimbo feito à mão num pedaço de cortiça com a palavra "Alvalade", certamente pertenceu a alguém que estava farto de escrever a palavra à mão...

- Um suporte metálico em "L"...

- E os restos de uma lata com a marca "M. Cruz Lisboa" que foi usada para fazer um modelo, ou algo parecido...

São pequenos elementos com pouco ou nenhum valor museológico, mas estou certo que poderiam ser material suplente para futuros restauros ou para servirem como material pedagógico no futuro Museu Nacional Ferroviário - para que as crianças que "gostam de ver com as mãos" pudessem mexer em "coisas antigas" sem qualquer problema...

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2018/12/31

RDV: Balanço do ano de 2018


Todos os anos gostamos de fazer uma publicação no último dia de Dezembro onde fazemos o ponto da situação do que foi o ano Rodas de Viriato.
Enchendo chouriços podemos dizer que completámos 12 anos de existência, com publicações diárias, primando sempre por apresentar material relevante, exclusivo e que acrescente algo ao que já se conhece. Pode parecer tarefa fácil – e é, mas por vezes as coisas complicam-se.
Começando pelo copo meio cheio, podemos dizer que este ano foi marcado por um aprofundar do interesse em determinadas áreas dos assuntos sobre quais versa o Rodas de Viriato – Os veículos fabricados em Portugal. Especialmente no que diz respeito à antiguidade das empresas (não imaginam o que é descobrir coisas do final do Século XIX), bem como dos produtos por elas fabricados (quando são coisas específicas ou pouco conhecidas, tanto melhor!). Não demorará muito a que isso aqui seja partilhado!
Em relação a manuais antigos e catálogos antigos foi um ano em cheio. A quantidade de ficheiros com digitalizações de qualidade já ultrapassa uma dezena, o que pode ajudar muito quem procura um artigo destes e não o encontra.
O copo quase que ficou cheio em termos de publicações (livros), pois foram vários os títulos que surgiram e que trataram diferentes tipos de veículos e marcas.
Olhando para o copo meio vazio, podemos dizer que a situação da utilização das imagens deste blogue, sem que sejam respeitadas as nossas (simples) condições, é a que mais momentos desagradáveis trouxe. Sim, especialmente nas redes sociais, bem como em sites e fóruns, pela Internet, há sempre que ache que pode usar uma foto do Rodas de Viriato, sem indicar a fonte e sem colocar o link para o local de onde a retirou. E muitas vezes para vender artigos. Para além de ser fraude ilustrar uma venda com uma imagem que não corresponde a verdade, quando nos dirigimos a quem faz isto, de forma educada e cordial, ainda somos tratados de forma incorrecta. E ainda estou para ver o dia em que alguém nos virá pedir contas de um negócio que correu mal, onde aparecia uma imagem que dizia “Rodas de Viriato", e onde não apareceu mais o dinheiro pago pelo artigo, nem o vendedor. Nos últimos tempos temos batalhado contra isto, chegando a situações que são ridículas, procurando dar nas vistas. Estranhamente não vemos ninguém querer sujar as mãos com o assunto. É mais fácil deixar andar a situação, do que fazer algo que pode significar perder algum “amigo virtual” / “amigo interesseiro”; perder algum negócio ou perder alguns membros do grupo / do fórum. Mas uma coisa é certa, não temos de condicionar a nossa vida, só porque alguém quis acabar com a festa.
A melhorar, temos de ultrapassar as dificuldades em obter fonte de financiamento para continuar a investir em material, folhetos, catálogos, manuais, deslocações, tempo, electricidade, equipamento  fotográfico/informático… É por isso que a nossa ilustração de hoje tem um pé a pisar uma pessoa que entretanto é forçada a deixar um mundo e a ir para outro. É uma alegoria ao que nos vai acontecendo. A pressão a que somos sujeitos ao nos esmagarem, só nos leva para um local melhor. A procura que se regista pelo material com preço “sem ouro”, o com o “melhor preço” que conseguirmos, os pedidos de ajuda ou de informações que recebemos encapotados com promessas de envio de material para publicar ou de compras por vir, tudo nos faz crescer nesta adolescência desconhecida (lembrem-se que temos 12 anos…).~

E se fosse para desistir, já o teríamos feito há muito tempo!

À laia de conclusão, terminamos 2018 assim:
- O número de seguidores do blogue é de 241 pessoas;
- O número de publicações total no blogue é de 4628 artigos;
- A página no Facebook tem 2335 "likes" e 2371 seguidores.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 3 219 267 visualizações de páginas.

Bom 2019!

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2018/01/17

Calendário de 1970 da CNP - Companhia Nacional de Pneus


Colocar o moderno ao lado do que é antigo não é prática dos nossos tempos. Sempre houve um toque de nostalgia ao longo das últimas décadas/séculos.
Antes de 1970 começar, a CNP - Companhia Nacional de Pneus, mandou editar estes calendários com uma imagem de uma rapariga de vestido curto, com padrão psicadélico, ao lado de uma bicicleta antiga, do século XIX.

O calendário foi impresso em Dezembro de 1969, na Lito Maia, no Porto, num total de 20000 exemplares.

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2017/10/22

Cartão publicitário Motores Alma - 1955


11.º Aniversário Rodas de Viriato!
Os tempos rodam... Dê rodas ao seu tempo andando num Alma...
Parte destas palavras podiam ser usadas para assinalar o 11.º aniversário do blogue Rodas de Viriato, mas na verdade são de um cartão publicitário para promover os motores Alma.

É sabido que a Alma começou em Vila Nova de Gaia, tendo depois passado para Braga. Este cartão mostra que até 1955 os motores Alma, Lda. ainda se localizavam na zona ribeirinha de Vila Nova de Gaia, na Rua Fonte Nova, n.º 1.

No Sul os distribuidores eram a Lisboa Garagem Lda. que se situava na Rua Alexandre Herculano, n.º 11 - E, em Lisboa.

O cartão é impresso a duas cores e para além de um desenho de tipo humorístico, onde aparecem bicicletas de roda alta, características de finais do Século XIX; há um emblema da marca Alma e um contorno de um ciclomotor Alma visto de lado.

O verso não está impresso e nele podemos ver um tom azulado do cartão.

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2024/09/11

Reportagem 30.ª Automobilia de Aveiro / 2024 (2/2)


E começamos a segunda parte da reportagem da 30.ª Automobilia de Aveiro / 2024 com uma fotografia com vários artigos muito especiais, que podiam ser vistos na banca de Carlos Martins / Old Moped.
Da direita para a esquerda, temos uma réplica de uma Casal GP 1970, que foi construída por Luís Lima; uma placa antiga da Metalurgia Casal; um poster da Casal; um casaco da SIS Sachs e uma Casal K 601 SS. Um bom modo de juntar a parte comercial, com a parte cultural!

E procurando pelas diferentes bancas de venda, apareciam mais objectos de colecção fabricados em Portugal, como o kart da Sóbrinca que vemos na imagem anterior.

Para além dos veículos fabricados em Portugal (e dos artigos com eles relacionados), havia muito para ver na Automobilia de Aveiro deste ano; como uma exposição de veículos militares, onde constava uma viatura Panhard, jipes, automóveis e motos com atrelado lateral, como se vê na fotografia anterior.

Outra das exposições era de bicicletas dos primórdios deste tipo de veículo (finais do Século XIX), onde se podiam ver diferentes soluções técnicas que foram sendo adoptadas até chegarmos aos dias de hoje.

Na zona da bilheteira principal viam-se automóveis de competição, numa exposição que abarcava carros de competição de um vasto espaço temporal. Todos eles acabavam por trazer uma memória de outros tempos em que estas máquinas dominavam as estradas e tinham tempo de antena nos meios de comunicação.

Junto desta exposição podiam-se ver livros e miniaturas sobre o mundo dos rallies antigos, complementando e enriquecendo o conjunto. E lembrando que deste modo também temos um pedaço deste mundo.

Das forças policiais também tínhamos viaturas antigas da GNR, uma delas era uma EFS 301 m, com selim curto e porta bagagens de dimensões generosas. Esta motorizada antiga era apresentada ao lado de um manequim com uma farda também antiga.

E na parte exterior podiam-se ver vários automóveis de fabrico japonês. Muitos deles vieram revolucionar o mercado dos automóveis citadinos e até havia modelos que foram montados em Portugal.
Entretanto preparem-se para a 31.ª Automobilia de Aveiro / 2025!

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