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A apresentar mensagens correspondentes à consulta motorizadas e motos EFS ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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2015/12/31

RDV: Balanço do ano de 2015 + 5 melhores momentos


Aproxima-se o final do ano e, à boa maneira dos meios de comunicação de massas que nunca desejámos ser, aproveitamos o momento para relembrar 5 dos melhores momentos Rodas de Viriato do ano de 2015. Só que no RDV não fazemos isto porque estamos de férias ou a meio gás, mas sim porque gostamos de relembrar o que de bom conseguimos fazer.
Em 1.º lugar colocamos a exposição "A pedalar..." que esteve presente no Vintage Festival na FIL, em Lisboa e que foi integralmente produzida por nós. Nela estiveram várias bicicletas representativas do que foi a nossa indústria de bicicletas.

Em 2.º lugar colocamos a comemoração dos 40 anos do início da comercialização do jipe Portaro. Tal como aconteceu na comemoração dos 100 anos da EFS fomos quem se lembrou da efeméride e fez alguma coisa por não deixar passar o acontecimento. E o melhor de tudo é que as iniciativas são feitas sem gastar dinheiros públicos e sem receber um tostão de alguém. Imaginem o que podíamos fazer com algum apoio?!...

Em 3.º lugar colocamos o lançamento do livro Motorizadas 50 cc Portuguesas, de Pedro Pinto e no qual colaborámos largamente com folhetos; catálogos; imagens e fotografias de oficinas, encontros /concentrações, pins e emblemas, enriquecendo muito o conteúdo em termos visuais. O muito material publicado neste blogue passou do mundo virtual para o mundo real.

Em 4.º lugar colocamos os eventos que apoiamos, sejam encontros ou concentrações de bicicletas ou de motorizadas; como passeios que se revestem de especial destaque pela extensão e dificuldade a que se propuseram. Foi o caso do Épico Passeio de Motorizadas - Campo Maior / Imilchil - Merzouga ou do Farruncas no Asfalto - Apresentação Viagem Lisboa / Madrid. As motorizadas nacionais estão vivas, a rolar e prontas para levar aventureiros até onde eles quiserem!

A terminar, colocámos em 5.º lugar o 9.º Aniversário do blogue Rodas de Viriato. São milhares de horas em frente ao computador e outras tantas à procura de material para aqui divulgar. Pode parecer fácil ou parecer brincadeira de garotos, mas o certo é que já vimos nascer e terminar muitos projectos.

Fazendo agora o balanço do ano de 2015 e as contas do costume...

- O número de seguidores do blogue continua a aumentar, situando-se em 202.
- O número de publicações total no blogue é de 3532 artigos (se recebêssemos 5 euros por cada artigo publicado, teríamos amealhado 17 660 euros! Por outro lado se gastarmos uma média de 1 euro por cada artigo publicado - comprando pins, folhetos, porta-chaves, envelopes, emblemas, etc... - estariam investidos 3535 euros neste blogue!... Na realidade o valor investido é bem maior!...
- Temos mais de 509 marcas inventariadas.
- Temos uma nova página no Facebook e outra no Pinterest.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 1 929 237 visualizações de páginas...

E sobre o que se vai passando à nossa volta:
- O número de passeios e concentrações continua elevado.
- No seguimento do decréscimo dos preços praticados em vendas, nota-se um aumento do número de peças (especialmente usadas) disponíveis no mercado. Em relação ao jipe Portaro então tem sido uma loucura, visto que antes quase não havia nenhuma!
- Ainda em relação às vendas, o OLX que para muitos parecia ser uma maravilha de site, tem ampliado o leque de áreas onde cobra pela publicação de artigos (já perceberam agora porque é que se vêem lá menos bicicletas, motos e motorizadas?...). Já no Facebook continua a registar-se a publicação de fotografias de motorizadas e de motos, com a pergunta "Quanto é que vale" (aliás, as perguntas são algo do tipo "Kuanto e k vale?", ou "guanto vale ezta mota?" ou ainda "dam quanto pur ela?"...). Será que temos de nos dar ao trabalho de fazer uma tabela de preços de motos e motorizadas usadas?
- Ao nível dos restauros tem-se registado uma tendência para a realização de trabalhos sem grandes gastos, recorrendo-se a peças e trabalhos de fraca qualidade. Este comportamento não faz com que o produto final seja de qualidade, nem muito menos com que fique valorizado, acabando por se fazer o que se queria evitar: não deitar dinheiro para o lixo.

A terminar um pensamento para 2016... Cada vez mais o coleccionismo é uma forma de investimento, não só económica, mas acima de tudo patrimonial, que pode ser uma solução para evitar confiar dinheiro a abutres agiotas (refiro-me aos bancos e outros do mesmo tipo...) que fazem o que querem e que acabam por tornar a nossa vida pior.

Rolem bem por 2016!

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2011/07/17

100 anos da EFS - Que fazer?



[O antes]
Começo por dizer que a minha relação com a EFS é daquelas coisas que se aproximam do "engole o que cuspiste". Isto porque quando me interessei pelos veículos de produção nacional, sempre que via uma motorizada EFS (especialmente o modelo GT Super) pensava: "Que coisa tão mal amanhada!..." ou algo parecido (eventualmente mais obsceno)...
Depois comecei a conhecer melhor a marca e os seus (milhentos) veículos de 2 rodas, com e sem motor. Pelo meio conheci a EFS Mini Puch e mais tarde outro modelo com motor Puch, o M 125, que basicamente é um modelo GT Super em XL. O feio virava bonito e o vírus começava a propagar-se!
Entretanto puxa-se uma cereja e vêm mais duas ou três... Ora uma catálogo, ora uma fotografia na Internet, ora uma bicicleta, ora a história da marca ... E... Espera lá! A EFS foi fundada em 1911! Estamos em 2011, são 100 anos! É preciso fazer alguma coisa!

[Que fazer?]
Não gosto muito de chamar a mim o que deve ser feito por outros, especialmente quando há entidades competentes para o fazer. Mas o problema, é que muitas vezes quem está nas ditas entidades, tanto pode estar lá, como estar num lagar de azeite. É igual, o que importa é o ordenado no final do mês. Enquanto que quando se gosta de uma coisa, o ordenado não importa.
Por outro lado, neste caso qual ou quem seria a entidade competente?
Os mais atentos terão parado para pensar nesta questão durante uns 15 segundos, não encontrando ninguém. Os menos atentos em dois segundos lembraram-se logo de um museu ou de uma feira que o poderiam fazer, mas... O museu ou os museus, estão mais ocupados com carros e motos a sério, exibidos em eventos com nomes pomposos em inglês e a feira ou as feiras também estão ocupados a vender lotes de espaço no pavilhão... Se sobrar algum espaço, de preferência num canto onde ninguém passa, até se podem mostrar umas 5 ou 6 motorizadas, que alguém empresta para o evento e sempre é mais uma coisa para o programa...

[Os 100 anos da EFS e o RDV]
Sendo o Rodas de Viriato um espaço onde se divulgam informações sobre veículos de fabrico nacional e, consequentemente, um espaço de encontro daqueles que se interessam pelos mesmos, porque não criar condições para a comemoração do centenário da EFS?
E digo criar condições e não digo organizar uma concentração / encontro / exposição como muitos estarão habituados, porque:
- Pretendemos que cada proprietário (ou condutor) seja tão livre quanto o seu veículo lhe permite. Pelo que não haverá uma inscrição paga, um percurso realizado num só sentido, um programa que só enriquece quem organiza o evento e os proprietários dos estabelecimentos onde se para, seja para almoçar, degustar ou ver qualquer coisa.
- Pretendemos que da eventual comemoração do centenário da EFS resulte qualquer coisa de concreto, que seja uma mais valia em relação ao que existia e que seja feito com os recursos existentes e disponíveis, sem artificialidades.
- Pretendemos que seja o primeiro de muitos eventos sobre esta marca e que possa ser replicado para outras marcas. Para tal, deverá ser tão simples, que seja capaz de existir por si só. Digo isto porque o viver não pode estar dependente de uma calendário ou de uma cartaz que alguém faz. E digo isto porque o meu trabalho e participação serão fortemente condicionados pelos afazeres do dia-a-dia, o que quer dizer que estarei sempre deste lado do teclado, em vez de ao lado cada um de vós que lê estas linhas.


[Proposta]
As ideias são muitas, mas como disse, sejamos razoáveis (o que não quer dizer que tenhamos de ser parcos...):
- Combinar um dia em que cada proprietário ou condutor de veículo EFS faça o caminho entre o local da fábrica n.º 1 (Borralha) e a fábrica n.º 2 (Avelãs de Caminho). É longe? E que nunca fui lá!... Isto sem que haja uma hora ou sentido pré-definido. Cada um vai como e quando quiser.
- Editar um postal e um selo relativos à EFS. Uma mistura entre arte e coleccionismo, para relembrar os 100 anos da fundação da marca.
- Organizar pequenos eventos dedicados a modelos específicos. Por exemplo usar as EFS M 125 com motor Puch para passar em locais vedados à esmagadora maioria dos veículos de 2 rodas de fabrico nacional, por exemplo atravessar a ponte 25 de Abril num determinado dia, mostrando que 33 anos depois ainda estão prontas para o ritmo do dia-a-dia. Pessoal das EFS Mini Puch, querem melhor desculpa para se juntarem?... O que vamos fazer de útil?...
- Gostava ainda de editar uma publicação, provavelmente usando a fotocopiadora e um agrafador, sobre a marca EFS. Não será um livro, pois isso são coisas para gente de barba rija, mas uma publicação que sirva de base à divulgação da marca e acima de tudo, que possa ser criticado, corrigido e ampliado.

[Procuram-se]
Sim, 100 anos desde a fundação da marca até hoje (seja lá em que dia for, até porque não temos qualquer prova de que tenha sido em 1911, até pode ter sido um simples golpe de marketing...) merecem pelo menos 100 ideias diferentes e válidas.
Por isso:
1 - Digam se acham bem avançar com a comemoração do centenário da criação da EFS, usando a votação existente na lateral do blogue;
2 - Deixem comentários com críticas, sugestões, ideias, datas... ou já que mais não seja um "não tenho ideias, mas quero dar o corpo ao manifesto, por isso contem comigo!" ou então "deixem-se de coisas, isso devia estar tudo na sucata para fazer janelas novas para futuros centros comerciais".

Dentro de 2 semanas (mais coisa menos ela), darei conta dos desenvolvimentos...

Entretanto divulguem a ideia!

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2011/11/23

Revista Motos Clássicas e Vintage n.º 18


Foi com redobrada satisfação que recebemos mais um número da revista Motos Clássicas e Vintage, o n.º 18, relativo ao mês de Dezembro.
Tudo isto porque queríamos ver (e ler) os artigos previstos sobre a EFS. E assim foi...
Nada mais, nada menos do que 8 páginas dedicadas exclusivamente à marca, num artigo de 6 páginas sobre os 100 anos da EFS (parte 1 - história da marca e EFS na competição) e outro artigo de duas páginas sobre o 1.º ajuntamento de mini motorizadas Motoesa EFS Mini Puch em Palmela.
Como se isto não bastasse, aparece ainda uma fotografia da exposição «Alguns dos 100 anos da EFS», num artigo sobre o Classic' Auto Oeste 2011.
Uma prova de que valeu a pena o trabalho resultante da ideia de comemorar o centenário da empresa da Borralha e de Avelãs de Caminho (e ainda falta concretizarmos a travessia da ponte 25 de Abril em EFS M 125 e o passeio entre fábricas!...).
Mas mais não contamos... Pois esta, é daquelas revistas que temos de ter na biblioteca!

Podem ainda encontrar o seguinte conteúdo na revista:
- Artigo "Clássica de capa" sobre a Triumph Trophy TR 650
- Reportagem sobre o II Enduro Classic da Lousan
- Artigo sobre os coleccionadores João e Nelson Ferreira - "Gruta de Aladino"
- Reportagem sobre o passeio do Classic' Auto Oeste - Caldas da Rainha
- Contacto Suzuki GSX1100 - As motos do Troféu Nacional de Clássicas Fuchs Silkolene
- Artigo sobre o Museu Soler em Basella (Espanha)
- Artigo sobre o piloto Renzo Pasolini
- Artigo sobre a História da Ariel, parte II
- Entrevista a Matos de Sousa - Veterano da velocidade
- Reportagem sobre os 25 Anos da Baja de Portalegre

E como já vem sendo norma, há ainda a secção de Classificados e das Fichas das Clássicas, com informações e cotações de diversas motos e motorizadas nacionais.

Já nas bancas!

(revista gentilmente oferecida pelo editor)

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2018/12/22

Livro "Less is More" - Centro de Artes de Águeda


Se oferecer um presente a uma mulher é coisa fácil, que se resolve rapidamente e que temos a certeza de que vai ser do gosto de quem o recebe; quando se fala de oferecer um presente a um homem, o caso muda um pouco de figura.

Seja na época de Natal, seja num aniversário, seja só porque sim; dar um livro que trata de motos, motorizadas e de scooters antigas pode ser a melhor opção de oferta, especialmente quando sabemos que a pessoa que o vai receber gosta desta temática.

Nas livrarias podemos encontrar muitas publicações sobre motos, motorizadas e scooters: mas se quisermos uma que incida sobre os veículos de duas rodas com motor, fabricados em Portugal, já é mais difícil encontrar uma (aliás, se for numa livraria de um centro comercial, é impossível!).
Pelo que aqui deixamos uma sugestão!

No Rodas de Viriato fazemos tudo para que os nossos leitores saibam o que vai acontecendo no mundo dos veículos clássicos, pelo que apresentamos o livro "Less is More", da autoria de Emanuel Barbosa, editado pelo Município de Águeda / Centro de Artes de Águeda.

Este livro funciona como catálogo da exposição com o mesmo nome - Less is More -, que se realizou de 17 de Fevereiro de 2018 a 30 de Abril de 2018, no Centro de Artes de Águeda, nesta localidade que tem ligações históricas à indústria de motorizadas / motos de fabrico português.

Neste livro de 140 páginas, profusamente ilustrado com fotografias a cores, podemos ver as motorizadas, motos e scooters que constaram na exposição, havendo textos com o enquadramento teórico subjacente à exposição.
O livro está dividido em secções, algumas das quais estão balizadas pelo país de fabrico dos veículos expostos. Logo no início temos Portugal, constando veículos de 50 cc até 125 cc de várias marcas e épocas - Famel, Macal, Casal, EFS, SIS Sachs, Cruzador, Mourisotam, Dunia, Mayal, Diana, MSC, Confersil e Motoesa.

Seguem-se outros capítulos sobre veículos de duas rodas com motor fabricados em Itália, Alemanha, França e outros países; sendo todos do tipo "scooter".

Ao chegarmos ao final do livro, voltamos a Portugal, desta vez para ficarmos a saber um pouco mais sobre o mundo do motocross em Águeda, como começou, quem o apoiou, os nomes a ele ligados, estando o texto acompanhado de fotografias antigas.

O motocross também esteve representado na exposição, constando no livro fotos de motos usadas por pilotos portugueses, algumas das quais produzidas em Portugal - Macal Cross e Geni Protótipo.
Agradecemos ao Centro de Artes de Águeda, a oferta desta publicação para que aqui fosse divulgada (e a Daniel Madeira pelo acompanhamento do assunto).

Quem pretender adquiri este livro, pode fazê-lo no Centro de Artes de Águeda, na Rua Joaquim Valente Almeida, 30; 3759-154 Águeda.
Caso estejam geograficamente distantes, podem usar o contacto de e-mail info@centroartesagueda.pt ou pelo site www.centroartesagueda.pt

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2013/08/24

Novidade - Moto & Restauro na cidade do Fundão


Sempre que possível vamos divulgando novos projectos e empresas que podem ser uma mais valia para o mundo dos veículos clássicos. Recentemente falámos da Montabike, hoje apresentamos a recém aberta Moto & Restauro, na cidade do Fundão (entre Covilhã e Castelo Branco).

Situa-se na Rua Conselheiro José Alves Monteiro, na Urbanização Rebordão (perto do tribunal) e resulta do gosto de José António Dias Antunes pela reparação e restauro de motorizadas e motos antigas.
Quando visitámos as instalações da Motos & Restauro, para além de motorizadas restauradas e por restaurar, também visitámos a parte de oficina, onde uma Famel XF 17 estava a começar a ser montada.

Em relação a motorizadas restauradas, o leque era variado, começando numa Famel XF 17, passando por uma Forvel Turismo, uma Mayal, uma EFS 220 m e uma SIS Sachs V5 Turismo.

Na parte de motorizadas por restaurar podíamos ver uma Famel DKW, uma SIS Sachs Lebre, uma Vanguard com motor Sachs e uma KTM (?).
O negócio também prevê a venda de peças e acessórios para motorizadas antigas, como pneus, selins, motores.... A montra de material era como se pode ver na imagem. Muitos artigos Famel e EFS.
Para contactar a Moto & Restauro, podem usar o número de telemóvel 962448182 ou o 968423967 (Moche) ou pelo e-mail jadantunes@hotmail.com .
Brevemente mostraremos as motorizadas individualmente.

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2015/08/14

Kits de autocolantes SIS Sachs e Confersil - Sericértima


O mês de Agosto está a meio e muitos aproveitam as férias para fazer restauros nas suas motorizadas, para entretanto usarem em passeios e em concentrações de motos e motorizadas antigas.
Neste processo a Sericértima é um aliado pronto a fornecer autocolantes novos, basta entrar no site e escolher o que se procura (e se for um caso mais específico, fazendo um contacto enviando algumas fotos, medidas e informações, a situação também fica resolvida).

Caso o restauro já esteja pronto, a Sericértima tem uma colecção / kits com autocolantes de motorizadas e motos das várias marcas nacionais (já aqui falámos dos da Famel, Macal e Fundador; bem como dos da Casal, EFS e Motoesa) e hoje mostramos mais!
Falamos concretamente do kit de motorizadas antigas da SIS Sachs, com 8 conjuntos disponíveis e onde constam motorizadas como a SIS Sachs V5, a SIS Sachs Lotus, a SIS Sachs Lebre, a SIS Sachs Minor GT ou a SIS Sachs Fuego...

Mas as marcas mais pequenas ou menos conhecidas não ficaram esquecidas...
No conjunto de autocolantes com motorizadas da Confersil podem encontrar modelos como a Confersil Dina, a Confersil 504 SS Sport, a Confersil Monza 2000 ou os modelos criados a pensar no fora de estrada como a Confersil Trial ou a Confersil Cross.
Ao navegar pelo site da Sericértima, devem indicar as quantidades pretendidas no "carrinho de compras" e depois fazer o registo para finalizarem a compra.

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2021/10/09

Visita ao M2R - Museu Duas Rodas


Na longa caminhada pelo reconhecimento e valor do que foi, e é, a história dos veículos fabricados em Portugal, muito pode e deve ser feito.

Quando o Rodas de Viriato iniciou a sua atividade divulgadora destes veículos no ano de 2006, muito havia por fazer na Internet e mais ainda no mundo real. De entre os variados tipos e marcas de veículos, foi no mundo das motorizadas que mais se sentiu a necessidade da criação de um museu, de modo a esclarecer muitos pormenores desconhecidos.

Se havia quem dissesse que se devia fazer um museu das motorizadas portuguesas numa das antigas fábricas, havia quem dissesse que o mesmo deveria ser numa das localidades a que elas estão associadas. E havia ainda quem dissesse que esse museu deveria estar ligado a um outro museu já existente (não por se pretender aglutinar recursos e dar expressão à dimensão deste passado, mas por se considerar que esse museu poderia ter interesse neste mundo). 

Entretanto surgiram exposições (o Rodas de Viriato organizou e montou as exposições Início da Indústria de Ciclomotores em PortugalAlguns dos 100 anos da EFS e A Pedalar) e livros relacionados com as motos antigas portuguesas, permitindo a sistematização de conhecimento sobre o tema e a criação de contactos de diferentes pessoas e entidades que podiam dar aso a outros projectos. 

Mas a criação de um museu era uma realidade que demorava a ganhar forma e a ser concretizada, até que este ano abriu o Museu Duas Rodas - M2R, no Centro de Alto Rendimento de Anadia / Velódromo Nacional de Sangalhos.

E o Rodas de Viriato lá teve uma boa desculpa para ir até ao concelho de Anadia, a uma zona cujo nome está associado a vinhos, mas também a bicicletas e a motorizadas.

Para visitar o Museu Duas Rodas - M2R é conveniente fazer uma marcação prévia, pois o mesmo está instalado no corredor exterior da pista do Centro de Alto Rendimento de Anadia / Velódromo Nacional de Sangalhos. Como há motorizadas, motos e peças expostas sem estarem protegidas por um vidro, a visita é feita por uma guia que vai falando sobre o que está exposto e ao mesmo tempo garante-se que não há furtos ou danos no que está exposto.

A planta do museu tem uma forma oval, pelo que foi criado um percurso com várias "estações" em que é explicada a evolução desta indústria local, mostrando bicicletas, motorizadas, motos, triciclos; bem como uma série de coleccionáveis, documentários e até algumas propostas tecnológicas com realidade virtual.

A visita tem a duração de aproximadamente uma hora e pela variedade do que está exposto, podemos dizer que é recomendada para todas as faixas etárias (como é conveniente num museu...).

E já que falámos do que vimos no museu M2R sem fazer referência às fotos que acompanham este texto, fiquem a saber que na fotografia seguinte vemos uma experiência de realidade virtual em que é possível montar uma SIS Sachs V5 pegando "virtualmente" nas principais peças desta motorizada com a mão.
Caso para dizer: Sangalhástico!

Para mais informações, visitar:

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2011/10/23

Juntamento de Motoesa EFS Mini Puch - Palmela 2011 (1/2)


E já se realizou o 1.º ajuntamento de mini motorizadas Motoesa EFS Mini Puch... Que são tão pequenas, que é possível juntar 3 mini motorizadas num metro quadrado...
O dia começou bem, com algum sol no céu (estava anunciada chuva, mas só a meio da tarde é que apareceu...), o que fez com que os participantes saíssem de casa e ainda bem que assim foi. O resultado foi muito positivo e ultrapassou as expectativas (mas sou suspeito para dizer isto...).

As mini motorizadas iam chegando e logo se começavam a ver as semelhanças e diferenças existentes nos vários exemplares, em resultado de opções de fabrico ou em resultado de opções dos proprietários (de agora ou de outros tempos).

À hora da partida foi possível juntar 4 exemplares de Motoesa EFS Mini Puch, sendo que um deles (o que foi usado para o cartaz) não poderia acompanhar a caravana por motivos técnicos. Havia ainda uma outra mini motorizada que estava a caminho, pelo que se juntaria ao grupo mais tarde.

E assim o grupo partiu a caminho da Quinta do Anjo para ver os sepulcros neolíticos. Chegados ao local, as máquinas descansaram um pouco e os participantes puderam ficar a saber mais sobre o passado da região. Na imagem seguinte podemos ver o corredor que dá acesso a um dos igloos escavado na rocha.

E voltámos à estrada e como o caminho era a subir, aproveitamos para visitar o centro Fortuna, de artes tradicionais, onde para além da visita aos vários espaços, foi possível comer alguma da doçaria típica da localidade e ver a oficina tradicional de cerâmica, com maquinaria antiga.

Novamente na estrada e desta vez a caminho dos moinhos, onde estava à espera mais um exemplar da marca e modelo em questão. Mais dois dedos de conversa e mais uma análise à máquina que se juntara ao grupo.

Seguiu-se o almoço, onde foi feita a sessão de fotos individuais e em grupo (a apresentar dentro de dias) e a visita ao castelo de Palmela. Mesmo no final do evento a chuva apareceu, pelo que a gincana não se realizou.
O que vale é que as Motoesa EFS Mini Puch são fáceis e rápidas de arrumar, mesmo dentro de um carro de dimensões vulgares, como se pode ver pela imagem seguinte.

A terminar quero agradecer a todos os participantes que estiveram presentes e que permitiram que este 1.º evento se realizasse, bem como agradecer aos familiares / acompanhantes da caravana, que permitiram que a mesma pudesse circular sem problemas. Uma referência especial ao site de João e Nelson Ferreira na Internet - www.motosclassicas.yolasite.com - que apoiou o evento e a Paulo Araújo, editor da revista Motos Clássicas e Vintage pela companhia, pela reportagem do evento e pela oferta de revistas aos participantes.

E agora fica a pergunta: Onde vamos realizar a 2.ª edição do evento?

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2025/01/05

Catálogo EFS 1978 - Capas e EFS M125


Continuando com a divulgação de imagens originais e de época das motorizadas e das motos fabricadas em Portugal, avançamos com a divulgação de outro catálogo de ciclomotores EFS.

Como este catálogo não tem a data da sua impressão / publicação, achamos que será do ano de 1978, pois logo no início tem os dados cronológicos / história da EFS, que começa em 1911 e vai até 1978, onde é referido que foi produzida e lançada a moto EFS com 125 cc.

Esta situação é reforçada pela paginação, que coloca a moto EFS M 125, equipada com motor Puch de 125 cc, em primeiro lugar na sequência de apresentação da gama de veículos com duas rodas com motor fabricados pela EFS e disponíveis para venda.

Como já qui apresentámos em Abril de 2011 esta página do catálogo da moto EFS 125M, não iremos repetir a informação sobre as características técnicas desta moto (basta consultar a outra publicação).

Mas como a qualidade do original é melhor neste caso e faz parte do catálogo que vamos apresentar detalhadamente e de forma faseada, aqui fica esta parte.

No verso deste catálogo temos referência às duas fábricas da EFS, uma na Borralha, outra em Avelãs do Caminho.

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2019/07/18

Chapéu com publicidade à EFS Fórmula 1


A EFS foi uma marca especial… Não só por ter começado no ano de 1911; mas também por ter feito muitas e diferentes bicicletas, motorizadas e motos.

Das motorizadas que produziu, várias marcaram o seu tempo e a EFS Fórmula 1, de linhas desportivas, foi uma delas.

E o esforço da EFS em ter uma gama de produtos variados era levada tão a sério, que no caso da EFS Fórmula 1 foram produzidas versões com motor Casal, Flandria, Kreidler, Sachs e Zundapp.

Depois houve a preocupação de divulgar este modelo em específico, por exemplo através da realização de um calendário de parede com uma EFS Fórmula 1 com carenagem aerodinâmica.

Outra das formas de fazer publicidade à EFS Fórmula 1 foi distribuir este chapéu em eventos desportivos, como também a Cosmos fez.

Nas imagens vemos vários pormenores de um chapéu antigo com o emblema da EFS, tendo impresso lateralmente a palavra Formula 1. Pela qualidade da impressão, dos materiais do chapéu e do acabamento, este chapéu seria oferecido.

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