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A apresentar mensagens correspondentes à consulta Diana Motorizadas ordenadas por data. Ordenar por relevância Mostrar todas as mensagens
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2026/08/31

Folheto motorizada Diana Mini Cross com 2 velocidades


Qual é o melhor dia do ano para divorciar?
É o 31 de Agosto, porque a seguir entra Setembro (deve ler-se com entoação "se te lembro").
E assim terminamos o mês de Agosto com esta publicação onde podemos ver a motorizada Diana, modelo Mini Cross, com motor Casal de duas velocidades.

A questão inicial é só para fazer render o texto e dar mais algum interesse ao que é escrito, pois vivemos tempos em que algo que só é o que é, não tem interesse, mesmo que seja uma pedaço de património nacional, como é o caso deste folheto antigo. 

Como é sabido, as motorizadas Diana eram fabricadas pela Fausto de Carvalho, L.da, em Sangalhos, tendo uma filial em Santarém.

Deste folheto foram impressos 1000 exemplares, na Lito S. João, em São João da Madeira, não havendo qualquer referência sobre a data deste trabalho.

Tal como na publicação com o folheto motorizada Diana FC17-A com 4 ou 5 velocidades, também neste aparece o emblema da casal, que fornecia o motor de 2 velocidades que equipava esta motorizada de linhas bem agosteiras.

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2024/09/03

Letreiro luminoso SIS Sachs - Museu Duas Rodas


No M2R - Museu Duas Rodas, em Sangalhos, há vários letreiros publicitários em exposição, alguns deles luminosos, como é o caso do das motorizadas Macal que já aqui mostrámos. Outros são simplesmente letreiros para fazerem publicidade às marcas, como é o caso do das motorizadas Diana.

Hoje apresentamos uma situação mista, ou seja, um letreiro luminoso da SIS Sachs e um conjunto de letras em metal que provavelmente vieram da fábrica da SIS Sachs em Anadia.

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2024/05/23

Motorizada Diana Motoc 50 - 29.ª Automobilia de Aveiro / 2023


A Automobilia de Aveiro está a chegar e ainda há tempo para relembrar uma das motorizadas que esteve para venda e na última edição e que nos deixou com um elevado nível de curiosidade.

Isto porque nunca tínhamos visto uma motorizada Diana, modelo Motoc 50.

É um modelo que parece a evolução da motorizada Diana FC 17 e da Diana G3, pois tem um tudo do quadro a suportar o depósito de combustível, que lembra as motorizadas referidas.

E como é de uma marca que teve pouca expressão em termos de mercado, fica a curiosidade sobre esta Diana Motoc 50.

Quem souber mais sobre esta motorizada, deixe comentário por favor.

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2023/12/13

Revista SóClassicas n.º 100 - Dezembro de 2023


Já temos nas nossas posse mais um número da revista SóClássicas, é o número 100, de dezembro de 2023.
Na capa vemos em grande destaque uma motorizada Zundapp C50 Sport, cuja história é contada a partir das páginas centrais da revista.
Em termos de motorizadas nacionais, encontramos nesta edição uma reportagem sobre o Passeio de Motorizadas Antigas de Oriola, onde estiveram motorizadas das diferentes marcas nacionais.
Também há a reportagem sobre o passeio de Paço Branco, onde estiveram presentes uma Casal K 260 e uma Casal K 270, para além de outras motorizadas de fabrico nacional de marca Famel, Casal, Cruzador, Diana, EFS, Macal, MVM e SIS Sachs.
Nesta revista podemos anda ler a reportagem "A viagem da Cátia ao Japão" e encontrar a tradicional secção de anúncios.
De acordo com informação publicada na página de Facebook da revista, a partir do próximo número ela passará a ter edição digital.

Agradecemos ao editor pela oferta da revista!

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2023/10/05

Reportagem da 29.ª Automobilia de Aveiro / 2023 (1/2)


A 29.ª Automobilia de Aveiro foi em Maio e só agora apresentamos a reportagem, mas mais vale tarde do que nunca!
E para começar bem, nada como mostrar um dos protótipos da viatura Bravia Comando MK III que foi recentemente recuperada pela Associação Portuguesa de Veículos Militares Antigos.

Mais uma vez foi com gosto que passeámos pelos corredores das zonas de venda e pelos diferentes espaços com exposições; tanto temáticas, como de diferentes marcas ou tipo de veículos.
Logo na entrada havia uma exposição de automóveis que commumente são designados de "super carros", seja pela sua exclusividade, seja pelas suas performances técnicas / mecânicas, o que permitia ver ao vivo automóveis que normalmente só se vêem na televisão ou em revistas.

Outra das exposições que se podia ver quando se entrava nos pavilhões, era de brinquedos antigos a pedal, podendo-se viajar pelos tempos e pelas formas - desde aviões, passando por jipes e acabando em trotinetas, havia-os para todos os gostos.

E continuando nos pedais, quem gosta de bicicletas de corrida, daquelas que participaram em provas de competição e em voltas a Portugal em bicicleta, também encontrava em exposição muita variedade e com componentes do mais alto nível.

Os clássicos de trabalho também estavam (mais uma vez) representados, desta vez com outros exemplares que no passado ajudaram a que a circulação nas estradas decorresse de forma tranquila e sem incidentes.

Mas as exposições temáticas não se ficaram por aqui. Numa próxima publicação falaremos mais delas e apresentaremos fotografias.

No que diz respeito ao material à venda, abundavam os artigos, as marcas, as dimensões e os materiais em que eram feitos.

Que tanto podiam estar em espaços de comerciantes mais especializados, como mais genéricos. Bastava estar atento e logo se vislumbravam artigos que interessavam (vejam por exemplo na fotografia anterior um letreiro luminoso dos pneus Mabor General e na outra, mais em cima, com um letreiro publicitário da SIS Sachs!).

E quem procura viaturas de marcas estrangeiras, também encontrava muita oferta, tanto de automóveis ingleses (ver foto anterior), como de automóveis americanos, alemães, italianos e franceses...

E nas motos e nas motorizadas a situação não era diferente, mais uma vez bastava ter dinheiro na carteira e a garagem lá de casa ficaria com menos espaço disponível. 

E o que dizer por exemplo das motorizadas de competição que estavam para venda? A amarela e verde era uma Minarelli PCB 50 cc GP Competizione e a cinzenta era uma Kreidler Van Veer. 

E em relação às motorizadas nacionais também se podia encontrar muita variedade. 
Na imagem anterior podemos ver um lote delas, encabeçado por uma Casal S170 Carina, seguida de uma Diana FC17.

Brevemente divulgaremos a segunda parte desta reportagem!

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2023/05/30

Chapas redondas da DC - Domingos Casal


Foram várias as marcas de motorizadas que usaram as letras do seu nome para as inserir num emblema com um motociclista a andar de motorizada. A Masac foi uma delas, mas também a Confersil, a Cinal, a Diana e até a Famel o fizeram.

Nas imagens vemos outro emblema onde se repete a ideia que referimos anteriormente.
Estes são da marca DC - Domingos Casal, uma marca de Aveiro.
Nele aparece um motociclista em posição de condução desportiva, equipado com capacete e com óculos de protecção.

Os emblemas são em metal, nunca tendo sido usados.
Estas chapas estão disponíveis para venda, para mais informações usar o contacto de e-mail existente na lateral direita do ecrã ou clicando >> AQUI.

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2023/03/17

Revista SóClassicas n.º 97 - Março de 2023


O novo número da revista SóClássicas já está nas bancas. 
Neste número podemos ler um artigo sobre a oficina de Nuno Botica e um artigo sobre a Feira dos Carochas, em Aveiro (onde aparecem fotos de algumas motorizadas de fabrico português: Casal, Cruzador, Diana, Famel, Macal e Mayal).
No que respeita às motos e motorizadas estrangeiras, podemos encontrar um artigo sobre uma KTM 50 RLW; um artigo sobre uma viagem numa Gilera 215 pela Ruta 40 e outro sobre a coleção de Indians de Erick Fernandes.
No final da revista temos a tradicional secção de classificados.

Agradecemos ao editor pela oferta da revista!

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2022/07/14

Motorizada Diana de 1964 com motor Zundapp


Ter um veículo clássico em estado original não é coisa que se consiga com facilidade.
Mas é o caso da motorizada Diana com motor Zundapp de 3 velocidades que hoje aqui partilhamos e que pertence a Ricardo Rodrigues (a quem agradecemos a colaboração).

É o segundo proprietário da motorizada Diana que ainda tem os pneus originais Michelin, bem como as câmaras de ar de cor vermelha da época. As manetes e os punhos são de marca Magura, enquanto que o farol e o farolim são da marca Impex.

No depósito de combustível podemos ver o emblema em metal com uma senhora nua que tem um arco nas mãos e na flecha podemos ler "Diana Motorizadas". O banco também é o original e chegou aos nossos dias sem rasgos. Na mala de ferramentas ainda tem a bolsa de ferramenta original.

A terminar, a crista metálica que era colocada na parte superior do guarda-lamas da frente, onde se lê "Diana".

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2021/11/07

Letreiro da Diana em madeira - Museu Duas Rodas


A evolução da utilização dos materiais permite perceber em que época uma determinada peça foi construída. Nos letreiros e reclamos de empresas costuma haver uma relação clara entre o material usado, a técnica em que é feito e o momento histórico que o viu nascer (e se quiserem também podem incluir a "capacidade financeira" da empresa que o manda fazer).

Este letreiro das motorizadas e bicicletas Diana, exposto no Museu Duas Rodas, em Sangalhos, é feito em madeira pintada. A escolha deste material pode ser justificada com a facilidade com que qualquer marceneiro podia realizá-lo, havendo ainda a vantagem de não ser preciso (na época) ir muito longe. A parte mais complicada seria a da ampliação do emblema, baseado num motociclista. 

Passadas décadas é uma peça de colecção e de museu, que não se perdeu e que pode ser admira por qualquer visitante do museu.

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2020/02/21

Envelope antigo da Fausto de Carvalho de 1965


Já divulgámos tanta coisa ao longo destes 13 anos de publicações diárias no Rodas de Viriato, que pontualmente temos dúvidas sobre se já publicámos, ou não, certos artigos. Hoje é um desses casos, mas pelos motores de pesquisa, ainda não!

É um envelope antigo da Fausto de Carvalho, do ano de 1965, onde se vê a referência às motorizadas Diana.
No verso há uma imagem que faz publicidade aos pneus de bicicleta Sprinter - O rei dos pneus, anunciado como o melhor, o mais preferido e o mais durável.

Na frente tem também o emblema da Fausto de Carvalho, com um cavalo alado.

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2019/11/19

Tricarro Diana para condutor com limitações físicas (2/2)


Depois de aqui partilharmos como encontrámos este tricarro com marca Diana, é momento de apresentarmos as restantes fotografias que mostram como ele é.

Começando do centro para fora, mostramos o banco almofadado para o condutor, inclusive na zona do encosto para as costa e na zona lateral. Está fabricado de uma forma que mais parece que estamos sentados numa poltrona.

Na parte de trás, tem uma mala para bagagem, onde está cravada uma chapa da marca Diana.

Esta mala tem tampa metálica, fechando com molas metálicas colocadas em cada extremidade.

Numa das laterais tem uma alavanca que se desloca ao longo de uma ranhura no metal, do lado esquerdo do tricarro.

Do lado direito deste tricarro antigo vemos o tampão do depósito de combustível que está escondido dentro da chapa da carroçaria.

Estes dois pormenores só confirmam que alguém fez um trabalho pensado. Com algum investimento e divulgação, podiam ter feito muitos mais e, quem sabe, até ter criado uma marca própria.

O farol era cromado, tendo ainda o nome do proprietário, residente na "Beira baixa". O hodómetro é da marca VDO.

E na traseira vemos que os farolins usados eram iguais aos usados em motorizadas nacionais, durante a década de 60 do século passado.

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2019/11/17

Motorizada Diana FC - 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019


Diana era a deusa da lua e da caça para os romanos, que a consideravam forte e poderosa.

Com um nome destes, a Fausto de Carvalho, Lda necessitava de ter motorizadas robustas e fiáveis para vender.

Nas imagens vemos uma dessas motorizadas Diana, equipada com motor Zundapp de turbina e que esteve à venda na 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019.

Nesta motorizada Diana o filtro do ar estava dentro da zona da mala de ferramenta, com um formato inteiriço, colocada por baixo da zona do selim.

O velocímetro de marca Huret estava embutido no coco do farol cromado. Na ignição via-se a chave ainda com um porta-chaves antigo.

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