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2013/03/25

Motorizada Diana FC 17 - X Automobilia Ibérica da Moita


A origem dos primeiros ciclomotores nacionais está intimamente relacionada com a aplicação dos chamados motores auxiliares (Pachancho, Alma, Cucciolo, Lutz, Mosquito, Alpino...) em bicicletas melhoradas, normalmente com suspensão dianteira e com um quadro com linhas um pouco diferentes.

Esta motorizada Diana FC 17 parece manter o espírito dos primeiros ciclomotores portugueses, só que com a diferença de ter sido construída 20 anos depois.

Dizemos isto porque a Diana FC 17 é uma motorizada, mas segue a linha de pensamento usado na concepção de numa bicicleta. Até tem uma chapa na testa do quadro com a marca Diana, ao contrário de algumas das suas contemporâneas, que tinham uma pequena chapa onde era registado o número de quadro, bem como o ano de fabrico. Na Diana FC 17 essa chapa está colocada no quadro, perto do motor.

O depósito é de pequenas dimensões e está colocado entre o selim e o guarda-lamas da roda traseira, um pouco como era feito nos ciclomotores Vilar Cucciolo.

Mas os pormenores característicos não se ficam por aqui...
No guarda-lamas da frente tem uma chapa Diana.

Estava equipada com motor Casal, com 50 cc.

E tinha um suporte para mercadorias de dimensões generosas, ou não fosse uma motorizada utilitária, que é como quem diz, uma motorizada de trabalho (sim, as motorizadas eram usadas para ir trabalhar e não para ir passear...).

Esta motorizada Diana FC 17 esteve à venda na X Automobilia Ibérica da Moita.

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2024/05/23

Motorizada Diana Motoc 50 - 29.ª Automobilia de Aveiro / 2023


A Automobilia de Aveiro está a chegar e ainda há tempo para relembrar uma das motorizadas que esteve para venda e na última edição e que nos deixou com um elevado nível de curiosidade.

Isto porque nunca tínhamos visto uma motorizada Diana, modelo Motoc 50.

É um modelo que parece a evolução da motorizada Diana FC 17 e da Diana G3, pois tem um tudo do quadro a suportar o depósito de combustível, que lembra as motorizadas referidas.

E como é de uma marca que teve pouca expressão em termos de mercado, fica a curiosidade sobre esta Diana Motoc 50.

Quem souber mais sobre esta motorizada, deixe comentário por favor.

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2022/07/14

Motorizada Diana de 1964 com motor Zundapp


Ter um veículo clássico em estado original não é coisa que se consiga com facilidade.
Mas é o caso da motorizada Diana com motor Zundapp de 3 velocidades que hoje aqui partilhamos e que pertence a Ricardo Rodrigues (a quem agradecemos a colaboração).

É o segundo proprietário da motorizada Diana que ainda tem os pneus originais Michelin, bem como as câmaras de ar de cor vermelha da época. As manetes e os punhos são de marca Magura, enquanto que o farol e o farolim são da marca Impex.

No depósito de combustível podemos ver o emblema em metal com uma senhora nua que tem um arco nas mãos e na flecha podemos ler "Diana Motorizadas". O banco também é o original e chegou aos nossos dias sem rasgos. Na mala de ferramentas ainda tem a bolsa de ferramenta original.

A terminar, a crista metálica que era colocada na parte superior do guarda-lamas da frente, onde se lê "Diana".

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2026/08/31

Folheto motorizada Diana Mini Cross com 2 velocidades


Qual é o melhor dia do ano para divorciar?
É o 31 de Agosto, porque a seguir entra Setembro (deve ler-se com entoação "se te lembro").
E assim terminamos o mês de Agosto com esta publicação onde podemos ver a motorizada Diana, modelo Mini Cross, com motor Casal de duas velocidades.

A questão inicial é só para fazer render o texto e dar mais algum interesse ao que é escrito, pois vivemos tempos em que algo que só é o que é, não tem interesse, mesmo que seja uma pedaço de património nacional, como é o caso deste folheto antigo. 

Como é sabido, as motorizadas Diana eram fabricadas pela Fausto de Carvalho, L.da, em Sangalhos, tendo uma filial em Santarém.

Deste folheto foram impressos 1000 exemplares, na Lito S. João, em São João da Madeira, não havendo qualquer referência sobre a data deste trabalho.

Tal como na publicação com o folheto motorizada Diana FC17-A com 4 ou 5 velocidades, também neste aparece o emblema da casal, que fornecia o motor de 2 velocidades que equipava esta motorizada de linhas bem agosteiras.

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2010/12/01

Motorizada Diana G3 (Oficina de João Ferreira)


Depois de termos mostrado a motorizada Diana G4, mostramos o modelo com a denominação anterior, a Diana G3.

Uma das características que torna esta motorizada distinta das outras, prende-se com o tubo de aço que liga a parte de trás da motorizada, à zona de comandos e direcção.

O motor usado na motorizada era da Casal.

Terminamos com uma imagem do autocolante existente no tubo do quadro, onde se lê "Diana".

Para qualquer assunto relacionado com esta motorizada, contactar a oficina de João Ferreira:
Telem.: 965205686 - João Ferreira
Telem.: 916817999 - Nelson Ferreira
Ou usar o e-mail: n_a_ferreira@hotmail.com

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2017/01/12

Motorizada Diana FC 17 - Oficina Moto & Restauro


Na oficina Moto & Restauro entrou recentemente uma motorizada de marca Diana FC 17 do ano de 1970 para ser restaurada.

No depósito tem um emblema redondo com a marca Diana e FC 17. O "FC" é relativo a Fausto de Carvalho.

No guarda-lamas da roda da frente até aparece a chapa desta empresa de Sangalhos, chapa essa que tem do lado esquerdo o emblema da empresa e ao centro a referência a "Importação e Montagem".

Sendo uma motorizada de fabrico nacional, não é de estranhar que o motor escolhido para equipar esta motorizada fosse o Casal M 152 de turbina.

Na lateral do guarda-corrente ainda é possível ver o decalque original da marca Diana, bem como outro colocada na parte inferior do cromado do amortecedor.

Na roda da frente estava montado um pneu fabricado pela CNP, um Bufalo de medida 21 x 2.75.

A motorizada está pintada de azul, com partes a branco.
Os cromados também estão presentes em grande quantidade.

Em termos de componentes de fabrico nacional também temos o cubo da roda traseira que é da EFS, como se pode ver pelo emblema em relevo nele existente.

Já o farol tem o velocímetro embutido na parte de cima e o aro é cromado, tendo o emblema da Miranda e Irmão, L.da.

Para mais informações sobre motorizadas, podem visitar a página da Moto & Restauro no Facebook e se precisarem de telefonar para a oficina, aqui fica o contacto Moto & Restauro - telemóvel 962448182 ou o 968423967 (Moche) ou pelo e-mail jadantunes@hotmail.com.

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2026/08/03

Folheto motorizada Diana FC17-A com 4 ou 5 velocidades


Olheiro!
Na vida há coisas que idolatramos e outras que nos fazem idolatrar, ou adorar. Algumas até nos causam arrepios na espinha. São daquelas coisas pelas quais abdicávamos de uma das mãos, só para podermos ser assim ou para termos essa coisa. O melhor é que quando analisamos a questão, rapidamente vemos que não faz qualquer sentido, mesmo que todos à nossa volta pensem o contrário. A aura que todos vêem, rapidamente se desvanece. Mas há sempre quem continue a idolatrar o que é comum, como se de algo imaculado se tratasse.
Pensamos no "olheiro", essa personagem (ou profissão...) que pode estar na origem de grandes valores no mundo dos panos verdes no chão, que poderão fazer mexem milhões; dar horas e dias de transmissões televisivas; fazer imprimir rolos e rolos de papel com notícias pífias e alimentar conversas vazias em redes sociais, sites, cafés e em grupos de amigos... O olheiro é como que um excremento que pode dar origem a um diamante; o fermento que fez levedar a massa de farinha na padaria; o rio por onde passou a água que a todos matou a sede; a bufa que deu o ar a quem quase morreu asfixiado!

Pois a motorizada Diana FC 17-A, com motor Casal de 4 ou de 5 velocidades, precisou de um olheiro que nunca teve. Era uma motorizada de linhas únicas e bem marcadas, que podia ter feito a diferença na vida da Fausto de Carvalho, Lda, que a fabricou. Com um olheiro, podia ter entrado em filmes, em sessões de fotografia, em publicidades, em capas de livros ou de discos... Mas não.

Na Diana FC 17- A destacam-se o guiador de dimensões consideráveis; o selim comprido com um encosto em metal que quase chegava à altura do pescoço do motociclista; com o quadro construído maioritariamente numa secção tubular e o escape que estava colocado em posição elevada. Estava cheia de cromados, o que ajudava a que desse nas vistas pelo brilho.

Tudo elementos que a poderiam ter feito vingar no mercado, se tivesse tido um olheiro! Mas na época ainda não havia o nome para o gajo inútil que via jogos sem interesse, em que se persegue um brinquedo esférico, feitos entre crianças ou jovens... Ou que via o que é que era produzido na indústria e fazia a ligação com o mercado promocional.
Do folheto que vemos nas imagens foram feitos 1000 exemplares. É curioso o facto de vermos a Diana / Fausto de Carvalho colocarem o emblema da Casal em grande destaque. 

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2013/02/16

Motorizada Diana na IX Automobilia Ibérica da Moita


Aproxima-se a X Automobilia Ibérica da Moita pelo que aproveitamos para relembrar algumas das máquinas que estiveram presentes na última edição, como foi o caso desta motorizada Diana.

Este exemplar tinha algumas curiosidades, tais como uns emblemas Diana presos na lateral da forqueta da motorizada e o motor de marca Diana. Ainda apresentava a pintura original e estava para venda com os documentos.

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2018/05/20

Motorizada Diana G3 - XV Automobilia Ibérica da Moita / 2018


Na XV Automobilia Ibérica da Moita / 2018 foi possível ver motorizadas de marca Diana, comercializadas pela Fausto de Carvalho, L.da, de Sangalhos.

No caso das imagens que divulgamos, trata-se de uma motorizada Diana G 3, recentemente recuperada, equipada com motor Casal.

Nesta motorizada sobressai a sua forma, onde aparentemente não existe depósito de combustível. Na tradicional zona do depósito vemos um tubo de ferro com alguma grossura, estando protegido por um elemento metálico cromado.

Nas malas colocadas por baixo do selim, vê-se a referência G3 do modelo da motorizada, em letras prateadas, contornadas a preto.

Na traseira houve espaço para colocar um suporte de mercadorias.

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2019/05/08

Motorizada Diana G4 restaurada


Há uns anos divulgámos uma motorizada Diana G4 que tinha chegado aos nossos dias apresentando os normais sinais de utilização e da idade.
Para além de não ser um modelo que se veja com facilidade, esta motorizada tinha um grande valor sentimental, pois o seu proprietário - Paulo Fernandes (a quem agradecemos o envio das fotografias), cresceu com esta motorizada.

Por esse motivo a motorizada foi restaurada, para que pudesse voltar a ter o brilho de outros tempos.
Ao compararmos a cor da motorizada antes e depois do restauro, vemos que está diferente na pintura, mas não houve qualquer alteração.

O que aconteceu foi que a cor original ficou muito alterada pela exposição ao sol, mas por dentro das malas de ferramentas (e também em fotografias antigas) é possível comprovar que esta era a sua cor original.

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