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2013/03/25

Motorizada Diana FC 17 - X Automobilia Ibérica da Moita


A origem dos primeiros ciclomotores nacionais está intimamente relacionada com a aplicação dos chamados motores auxiliares (Pachancho, Alma, Cucciolo, Lutz, Mosquito, Alpino...) em bicicletas melhoradas, normalmente com suspensão dianteira e com um quadro com linhas um pouco diferentes.

Esta motorizada Diana FC 17 parece manter o espírito dos primeiros ciclomotores portugueses, só que com a diferença de ter sido construída 20 anos depois.

Dizemos isto porque a Diana FC 17 é uma motorizada, mas segue a linha de pensamento usado na concepção de numa bicicleta. Até tem uma chapa na testa do quadro com a marca Diana, ao contrário de algumas das suas contemporâneas, que tinham uma pequena chapa onde era registado o número de quadro, bem como o ano de fabrico. Na Diana FC 17 essa chapa está colocada no quadro, perto do motor.

O depósito é de pequenas dimensões e está colocado entre o selim e o guarda-lamas da roda traseira, um pouco como era feito nos ciclomotores Vilar Cucciolo.

Mas os pormenores característicos não se ficam por aqui...
No guarda-lamas da frente tem uma chapa Diana.

Estava equipada com motor Casal, com 50 cc.

E tinha um suporte para mercadorias de dimensões generosas, ou não fosse uma motorizada utilitária, que é como quem diz, uma motorizada de trabalho (sim, as motorizadas eram usadas para ir trabalhar e não para ir passear...).

Esta motorizada Diana FC 17 esteve à venda na X Automobilia Ibérica da Moita.

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2017/01/12

Motorizada Diana FC 17 - Oficina Moto & Restauro


Na oficina Moto & Restauro entrou recentemente uma motorizada de marca Diana FC 17 do ano de 1970 para ser restaurada.

No depósito tem um emblema redondo com a marca Diana e FC 17. O "FC" é relativo a Fausto de Carvalho.

No guarda-lamas da roda da frente até aparece a chapa desta empresa de Sangalhos, chapa essa que tem do lado esquerdo o emblema da empresa e ao centro a referência a "Importação e Montagem".

Sendo uma motorizada de fabrico nacional, não é de estranhar que o motor escolhido para equipar esta motorizada fosse o Casal M 152 de turbina.

Na lateral do guarda-corrente ainda é possível ver o decalque original da marca Diana, bem como outro colocada na parte inferior do cromado do amortecedor.

Na roda da frente estava montado um pneu fabricado pela CNP, um Bufalo de medida 21 x 2.75.

A motorizada está pintada de azul, com partes a branco.
Os cromados também estão presentes em grande quantidade.

Em termos de componentes de fabrico nacional também temos o cubo da roda traseira que é da EFS, como se pode ver pelo emblema em relevo nele existente.

Já o farol tem o velocímetro embutido na parte de cima e o aro é cromado, tendo o emblema da Miranda e Irmão, L.da.

Para mais informações sobre motorizadas, podem visitar a página da Moto & Restauro no Facebook e se precisarem de telefonar para a oficina, aqui fica o contacto Moto & Restauro - telemóvel 962448182 ou o 968423967 (Moche) ou pelo e-mail jadantunes@hotmail.com.

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2024/05/23

Motorizada Diana Motoc 50 - 29.ª Automobilia de Aveiro / 2023


A Automobilia de Aveiro está a chegar e ainda há tempo para relembrar uma das motorizadas que esteve para venda e na última edição e que nos deixou com um elevado nível de curiosidade.

Isto porque nunca tínhamos visto uma motorizada Diana, modelo Motoc 50.

É um modelo que parece a evolução da motorizada Diana FC 17 e da Diana G3, pois tem um tudo do quadro a suportar o depósito de combustível, que lembra as motorizadas referidas.

E como é de uma marca que teve pouca expressão em termos de mercado, fica a curiosidade sobre esta Diana Motoc 50.

Quem souber mais sobre esta motorizada, deixe comentário por favor.

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