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2017/04/04

Moto Honda CG 125 - Oficina Moto & Restauro


Quem acompanha os trabalhos feitos na oficina Moto & Restauro sabe que as motorizadas de fabrico nacional ocupam um lugar especial, mas as motos estrangeiras também são tratadas do mesmo modo.

Dois bons exemplos do que dizemos são a MZ ES150 e a Motobecane Cady que lá foram restauradas.

Hoje mostramos uma moto Honda CG 125 que entrou recentemente na oficina e que se encontra muito bem conservada e em estado quase original.

Observando detalhadamente as várias peças e componentes, percebemos rapidamente que esta Honda foi pouco utilizada, vejam por exemplo o guarda-corrente.

Olhando para o velocímetro confirmamos o que dizemos, esta moto só tem 18 mil e poucos quilómetros percorridos.

Na panela do escape podemos ver as gravações feitas no metal pela marca, mostrando que também esta é uma peça original.

O mesmo se passa com os piscas, que são de dimensões generosas e feitos em plástico cor de laranja.

Quando vista de lado, nota-se que esta Honda tem um suporte de mercadorias que pode levar dois alforges lateralmente, permitindo transportar documentos ou outras coisas.

O motor Honda que equipa esta moto é monocilíndrico a quatro tempos e com 124 cc.

E os cromados desta Honda CG125 estão como novos.
No depósito de combustível ainda tem um autocolante antigo com 3 mensagens que continuam perfeitamente actuais: Preserve a natureza; use sempre capacete e pense na segurança.

Para mais informações sobre esta moto, podem visitar a página da Moto & Restauro no Facebook e se precisarem de telefonar para a oficina localizada no Fundão, aqui fica o contacto Moto & Restauro - telemóvel 962448182 ou o 968423967 (Moche) ou pelo e-mail jadantunes@hotmail.com.

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2012/03/24

Revista Motos Clássicas e Vintage n.º 22


Já temos mais um número da revista Motos Clássicas e Vintage, o n.º 22 de Abril de 2012.
Neste número o destaque em termos de indústria nacional de duas rodas vai para o artigo sobre a motorizada Macal M 70 com motor Honda a 4 tempos. Uma vez que o artigo teve a colaboração Ernesto Caetano (descendente de Manuel Caetano Henriques - proprietário da Macal), foi possível realizar a história do modelo, abordando as diferenças nos sucessivos modelos produzidos ao longo dos anos, bem como saber o número de exemplares construídos. O ensaio realizado tem ainda algumas considerações sobre a ciclistica do modelo, bem como alguns conselhos sobre a manutenção / conservação do motor Honda SS50.
Na reportagem sobre a IX Automobilia Ibérica da Moita, é ainda possível ver algumas das motorizadas nacionais presentes no evento.

Mas o conteúdo da revista não fica por aqui, podem ainda ver:
- Artigos variados na secção Actualidades;
- Artigo sobre a Laverda Jota 1000 - Eficiência brutal;
- Reportagem sobre os eventos: II Automobilia & Expoclássico do Cartaxo, 3.ª Expo Clássico de Coimbra e Automobilia Ibérica da Moita;
- Artigo sobre Rex McCandless - O criador da Norton Manx;
- Reportagem sobre o Sintra MX 2012 - Almargem do Bispo;
- Artigo na secção Técnica sobre "Soldagem";
- Secção Coleccionador sobre Vítor Esteves - Fascino Honda:
- Artigo na secção Histórias da História das Motos, sobre Edward Turner - Designer de génio;
- Artigo sobre Nicco Bakker - Construtor de chassis;
- Artigo Campeão Latino sobre Dave Aldana.

E as tradicionais secções de Fichas de Clássicas e dos Classificados.

Já está nas bancas!

(revista gentilmente oferecida pelo editor)

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2020/04/29

Motorizada Macal m70 com motor Honda - Exposição Bicicleta Motorizada


Estava previsto a exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda, ter terminado no passado dia 26 de Abril de 2020, não fosse a pandemia de Covid-19 obrigar a que fechasse mais cedo.

Mas podem sempre ir acompanhando as publicações que fazemos e ficar a conhecer as motorizadas que lá estiveram em exposição, como esta Macal M 70 com motor Honda.

Este modelo é conhecido por ter motor de marca Honda, a 4 tempos, situação que não é muito frequente no mundo das motorizadas fabricadas em Portugal.

Tinha alguns pormenores que lhe davam um ar desportivo, como a fixa axadrezada no depósito de combustível.

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2011/12/21

Revista Motos Clássicas e Vintage n.º 19


E já chegou mais um número da revista Motos Clássicas e Vintage, o n.º 19.
Mais um vez a vontade de receber a revista era grande, pois nela estaria a 2.ª parte do artigo sobre os 100 aos da EFS.
Mas a coisa não se ficou por aqui. Logo na parte das notícias há um pequeno artigo sobre o selo com a Motoesa EFS Mini Puch (o meu obrigado pela divulgação!) e mais lá para a frente há uma página dedicada a este modelo, onde é feita a contextualização do aparecimento da mini motorizada, bem como as caraterísticas de cada modelo.
Depois, e como se pode ver pela foto na capa, a EFS M 125, com motor Puch de 125 cc., foi a nacional testada neste número. O exemplar usado foi a EFS M 125 de Mário Domingues e o teste é bastante abonatório em relação ao modelo!

E não é tudo, podem ainda encontrar o seguinte conteúdo na revista:
- Artigo "Clássica de capa" sobre a Honda CL77 305 cc Scrambler
- Entrevista a George Beale
- Artigo sobre a Clássica Moderna - Honda Fireblade
- Reportagem sobre o Carrossel Moto GNR
- Reportagem sobre os 25 anos do Moto Clube de Sintra
- Artigo sobre o coleccionador Evaristo Dias
- Reportagem sobre o 6.º Salão Antigo - Clássico de Aveiro
- Artigo sobre curiosidades relacionadas com os nomes das marcas de motos
- Artigo sobre a História da Heinkel
- Contacto BMW R50/5 - As motos do Troféu Nacional de Clássicas Fuchs Silkolene
- Artigo sobre o piloto Kenny Roberts

Há ainda a secção de Classificados e das Fichas das Clássicas, com informações e cotações de diversas motos e motorizadas nacionais.

Já está nas bancas!

(revista gentilmente oferecida pelo editor)

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2014/02/02

Macal M70 com motor Honda - 13.º Encontro Motas Antigas Pinhal Novo


Parece que o encontro do Pinhal Novo tem uma certa tendência para juntar motorizadas nacionais com motor Honda a 4 tempos...
Aqui fica mais um exemplar com este tipo de motorização, é uma Macal M 70 e pelo aspecto terá sido a que serviu para o artigo que foi publicado na revista Motos Clássicas e Vintage n.º 22.

A zona das malas de ferramenta é bem característica deste modelo.
Está pintada num tom de vermelho, com apontamentos a preto e dourado.

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2023/12/19

Motorizada Vanguard H 4 - 29.ª Automobilia de Aveiro / 2023


Os fabricantes de motorizadas em Portugal conseguiram juntar o melhor de diferentes mundos, pois sempre lidaram com fornecedores de diferentes países. Esta situação deve ser ímpar em termos mundiais, só falta é aparecer alguém que o diga e que tenha um séquito de seguidores para o seguirem.

Se não vejamos, os motores usados em motorizadas e em motos portuguesas podiam se origem alemã (Zundapp, Sachs), como de origem belga (Flandria); como de origem austríaca (HMWPuch), ou de origem italiana (Cucciolo, Alpino, Minarelli), ou de origem inglesa (JAP, Villiers) ou ainda de origem japonesa, como é o caso desta Vanguard com motor Honda (mas também tivemos motos com motor Hodaka e Yamaha). E o que referimos não é exaustivo!

Uma prova de que ainda falta muito para mostrar a importância e a dimensão dos veículos de duas rodas com motor que foram fabricados em Portugal. Mas o Rodas de Viriato está cá para mudar isso!

Nas imagens vemos uma Vanguard H4 com motor a 4 tempos da Honda que esteve em exposição na 29.ª Automobilia de Aveiro / 2023.

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2014/03/05

Paulo Pernão e as motos Anfesa

 
(Paulo Pernão na prova Portalegre em 1990, com o número 146)
No seguimento de apresentarmos uma fotografia de Paulo Pernão a participar na prova Guadiana 500 no ano de 1988, recebemos um e-mail do piloto em questão a partir do qual foi possível recolher mais algumas informações sobre as suas aventuras em motos de marca Anfesa, em diferentes provas de competição. O piloto não estava ligado à Anfesa - ANtónio FErreira SAntos, mas começou por competir com esta marca, o que para nós é uma situação que não podemos deixar de divulgar.
 
(Paulo Pernão na prova TransPortugal em 1991, com o número 84)
Paulo Pernão começou a competir ao comando das Anfesa com 34 anos de idade e um pouco por carolice.
Praticou Voleibol, onde foi internacional e começou a andar de mota depois de ter filhos, altura em que deixou de ser seguro continuar a passar as férias e os tempos livres com a família, num barco à vela com 80 anos. Um ano depois das primeiras voltas pelas serras, já estava a fazer competição, situação que se prolongou durante cerca de 12 anos, tendo depois deixado de andar de moto e voltado novamente aos barcos, tendo um blogue popular, o Interesting Sailboats.
 
(Paulo Pernão na prova Portalegre em 1990)
Voltando às competições, a primeira participação numa prova de todo-o-terreno de Paulo Pernão foi na Guadiana 500, usando a Anfesa 175. Sendo novo nestas andanças, a par da Anfesa - cujo motor não estava preparado para responder às solicitações, os resultados conseguidos não foram os melhores.
Entretanto Paulo Pernão adquiriu uma Anfesa RV 250, com motor Rotax, com a qual passou a competir e realizou provas durante 3 anos. A Anfesa 175 acabou por ser vendida para a zona de Coimbra.
Com a Anfesa RV 250 o andamento já era outro. A moto andava bem, o que trazia algumas dificuldades ao piloto. Ainda assim, e falando de resultados práticos, na altura em que no Portalegre corriam cerca de 340 motos, costumava ficar à volta do 100.º lugar.
Depois passou a competir usando motorizações superiores, com motos KTM, tendo chegado a fazer um campeonato completo de TT.
 
(Paulo Pernão na prova Portalegre em 1991, com o número 62)
Segundo o testemunho que recebemos, a moto Anfesa RV 250 era muito boa, particularmente as suspensões que Paulo Pernão gostava de afinar na perfeição. A parte menos conseguida era a do motor, que tinha muitas baixas, mas não a potência dos motores Japoneses, se bem que não andasse longe das capacidades destes. Mesmo assim, e no auge da Anfesa, quando em 1992 organizou um troféu monomarca, Paulo Pernão classificou-se em 4.º lugar.

(Paulo Pernão na prova Raid Costa Azul em 1991, com o número 14)
Sobre a Anfesa, foram-nos avançadas algumas informações que ajudam a perceber a história da marca e a origem dos modelos produzidos.
António Santos era o concessionário Honda da zona de Alcobaça e, para além de comercializar motos, era um entusiasta das mesmas. Começou por aproveitar a existência no mercado de motores de 125 cc e 175 cc muito baratos, tendo comprado o stock de material que resultou da falência de uma empresa oriental (Coreana?...). Deste modo pode fazer motos com as motorizações referidas a preços muito convidativos.
Depois decidiu  fazer uma mota mais a sério, o que iria dar origem à Anfesa RV 250. Para esse efeito foi a Itália e conseguiu uma licença para produzir uma mota de topo, a Kram-it (Enduro e Cross), mas usando o nome Anfesa. Os quadros eram feitos na pequena oficina em Fervença, bem como toda a montagem da mota.
Na altura usavam as melhores suspensões da Marzocchi na roda da frente - as primeiras invertidas enquanto a Honda e Yamaha ainda tinham as suspensões “normais”, e suspensão da Ohlins atrás. O motor era da Rotax. Por este motivo a Anfesa RV 250 e a Kram-it RV 250 são praticamente iguais. 

Agradeço a Paulo Pernão pelas informações e fotos cedidas para publicação no blogue, obrigado!

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2016/03/23

Alfinete de lapela da motorizada Macal H4


Há quem procure coleccionar motorizadas pouco comuns.
Uns baseiam-se no tipo de motorizada ou na sua função, outros em marcas com produção reduzida e outros ainda na motorização utilizada.
Estando a falar de modelos pouco frequentes, ainda menos frequente será conseguir material promocional das marcas ou dos modelos em causa. Mas no Rodas de Viriato conseguimos o que parece impossível.

É um pouco o que se passa com este alfinete de lapela das motorizadas Macal com motor H-4 da Honda. O alfinete tem como elemento principal a asa da marca Honda e dentro de uma oval, tem escrito em relevo Macal H4.

O alfinete está colado e não soldado como é frequente ver-se neste tipo de artigos.

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2013/04/05

Jipe Portaro em vídeo promocional Honda - Paris Dakar 1983


Continuamos com vídeos de qualidade.
É verdade, já se passaram 30 anos desde que a Portaro ficou em 10.º lugar na edição do ralie Paris Dakar em 1983, tendo a efeméride passado em branco para a maioria dos amantes destes jipes nacionais e, já para não falar, dos restantes amantes ou admiradores das 4 rodas.
Para relembrar o facto, aqui fica um vídeo onde podemos ver o jipe com o número 159 a progredir num trajecto com muita areia, e com uma pancada no painel dianteiro do Portaro, no lado direito do condutor, estando o farol e parte do pára-choques em falta.
Como o vídeo é de promoção da marca Honda, podem ir directamente para os 4 minutos e 17 segundos do vídeo, para assistirem a estes maravilhosos 3 segundos de filmagem!
O vídeo está na página do utilizador Chaine de hmc62100 no Youtube.

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2020/03/21

Motorizada CF Sport 2002 - Exposição Bicicleta Motorizada


O mundo dos veículos a motor com duas rodas fabricados em Portugal é tão grande, como a pequenez de muitos portugueses.

As montagens da Macal com motor Honda são conhecidas daqueles que gostam de motorizadas pouco comuns fabricadas em Portugal (se é que se podem denominar assim…).

Pois para além do uso de motores Honda (e os Hodaka usados nas Forvel 125), também houve motorizadas com outros motores oriundos do Japão.

Esta motorizada CF Sport 2002 é um exemplo disso, estando equipada com motor Yamaha de 50 cc, com autolube.

Esta montagem foi fabricada pela EFS, para a CF - Condessa & Ferreira, pelo que tem no depósito de combustível o emblema em forma de gota, característico da EFS, mas com as letras CF.

Esta motorizada tem os dois guarda-lamas cromados, mas aparentemente também as houve com guarda-lamas pintados na mesma cor azul, usada noutras peças.

O guiador ao nível do farol, com hastes de pequena dimensão dá-lhe um ar desportivo. O padrão xadrez existente no emblema da mala de ferramentas também contribui para este aspecto.

É mais uma das motorizadas da exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda.

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2012/02/19

Revista Motos Clássicas e Vintage n.º 21


Com a regularidade a que já estamos habituados, recebemos o novo número da revista Motos Clássicas e Vintage, o n.º 21 de Março de 2012.
No que respeita a máquinas de fabrico nacional, neste número o destaque vai para o artigo de ensaio de uma motorizada Famel Victória, com 5 velocidades, do ano de 1959.
Há ainda uma série de imagens de "rodas nacionais" ao longo da revista, seja na reportagem sobre a Expo Clássicos de Oliveira do Bairro (Famel Yuppie, SIS Sachs V5 Top Racing, Macal Vanguard com motor Honda, Famel XF 17), seja na entrevista a Jorge Viegas (do Sintra MX 2012), onde se pode ver uma Macal em competição.

Mas a revista não se fica por aqui, temos ainda:
- Artigos variados na secção Actualidades;
- Artigo sobre a Sunbeam S8, com 500 cc. de 1958 - A inglesa suave;
- Reportagem Expomoto 2012:
- Artigo sobre o Museu Sammy Miller;
- Entrevista a José Artur Campos Costa - Vice-presidente F.M.P./Comissão de Clássicas + F.I.M.;
- Artigo sobre "parafusos e Roscas" na nova secção Técnica;
- Reportagem sobre a Moto Sport de Águeda, na secção Restaurador;
- 2.ª parte do artigo sobre a história da AJS;
- Contacto com a Honda CB 900 Bol d'Or, na secção As Motos do Troféu Nacional de Clássicas;
- Artigo sobre Kent Andersson.

A secção de Fichas de Clássicas continua a evoluir, tendo-se registado a inclusão da EFS Fórmula 1 (relembro que foi eleita pelos leitores deste blogue a EFS com duas rodas e motor mais emblemática da marca).

Já na bancas!

(revista gentilmente oferecida pelo editor)

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2011/07/12

Fotos do I Passeio de Motorizadas da Malveira


Já se realizou o I Passeio de Motorizadas da Malveira e pelas fotos parece que teve boa adesão em termos de participação, segundo Paulo Almeida (a quem agradecemos as fotos e as informações) o evento contou com 72 Motorizadas.

Como anunciado, havia vários prémios. Aqui fica a lista de prémios + motorizada + proprietário/condutor + origem:
1.ª Motorizada melhor restaurada - Casal Perfecta de 1972 - Júlio Margalho - Foros de Vale Figueira;
2.ª Motorizada melhor restaurada - Zundapp Santa Maria de 1960 - Hermenegildo Alexandre - Igreja Nova;
3.ª Motorizada melhor restaurada - SIS Sachs V5 TOP Racing de 1983 - Tiago Poneira;

O Participante + Idoso - Honda CD50 de 1975 - António Simões - Milharado;
O Participante + Jovem / A motorizada mais Antiga - ITOM Astor Sport de 1954 - Diogo Silva - Lousa.

As marcas nacionais estiveram presentes, tanto em motorizadas, como em scooters e em tricarros.

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2011/12/10

Revista Só Clássicas n.º 6


Já está nas bancas a revista Só Clássicas n.º 6.
Neste número o maior destaque para motorizadas de fabrico nacional vai para a Fundador Chopper, a quem é dedicada a ficha motorizada nacional do mês.
Como vem sendo norma, aparecem várias imagens de motorizadas e de triciclos nacionais em reportagens sobre passeios e encontros realizados, acompanhadas de uma legenda sobre o veículo em questão.
Destacamos o artigo sobre a 2.ª exposição de motos e motorizadas de Castanheira de Pêra, onde aparecem muitas máquinas nacionais, desde Macal Vanguard com motor Honda, passando por EFS Cross, por um ciclomotor Vilar Pachancho e por uma Casal K 185.
Na reportagem sobre o Passeio de Coruche podem ver uma fotografia sobre uma moto EFS M 125.

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2012/10/23

Motorizadas Vanguard H 4 - 12.º Encontro Motas Antigas Pinhal Novo


Apresentamos não uma, mas sim duas das três motorizadas Vanguard H 4 que estiveram presentes no 12.º Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo.

Estando lado a lado, era mais fácil perceber as diferenças existentes entre modelos ao longo da produção ou descobrir as peças que eventualmente já terão sido mudadas.

Neste exemplares pintados de cinzento, com pormenores a preto, o guarda-corrente era integral, ficando a corrente totalmente protegida.

No guarda-lamas da frente ainda era possível ver o emblema da Moreira e Letra, de Cantanhede, importador dos motores Honda a 4 tempos que equipam estas motorizadas Vanguard H4.

Sendo motorizadas fabricadas pela Macal, não faltam peças contrastadas com o emblema da marca...

E decalques, como estes que dizem Super Macal de Luxo. Notem que os decalques em xadrez não contornam toda a superfície da forqueta.

Uma das diferenças que mais sobressaia era a utilização de dois modelos de guarda-lamas diferentes na roda da frente, sendo que um era menos envolvente.

Numa das malas laterais, ainda era possível observar fragmentos do decalque com o contorno igual aos da Macal M 70 Turismo que já aqui mostrámos.

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