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2017/02/09

Motorizada ML / EFS GT Super - Oficina Moto & Restauro


Esta motorizada EFS GT Super que vimos na Moto & Restauro foi vendida pela ML - Moreira e Letra, de Cantanhede, pelo que tem o emblema no depósito de combustível com as duas iniciais desta empresa.

Mas esta típica motorizada portuguesa foi fabricada pela EFS e, como já sabemos, esta empresa tentava colocar o seu emblema em todas as peças que fabricava. Por esse motivo é que vemos uma chapinha da EFS no aro cromado do farol.

E de lado, no depósito, também podemos ver o emblema EFS nas borrachas de protecção do tanque de combustível.

Tal como acontece nas tampas metálicas laterais, onde se vê o emblema da EFS juntamente com o nome do modelo - GT Super.

Esta motorizada apresenta-se no estado original, tendo sido bem conservada. Como tal não é de estranhar que ainda tenha o guarda-corrente completo.

Os modelos EFS GT Super podiam ser equipados com diferentes motores, tendo neste caso o motor Sachs 50 S.

Ao lado do velocímetro podíamos mais uma vez ver o emblema da EFS, agora na tampa da caixa da ignição.
O hodómetro era da marca VDO e a marcação de velocidade chegava até aos 120 km/h.

Este modelo tinha os 4 piscas cromados, marcando o visual da motorizada.

Curiosamente o pneu da frente desta motorizada ainda era de uma marca portuguesa, era um Bufalo da CNP.

Para mais informações sobre esta motorizada, podem visitar a página da Moto & Restauro no Facebook e se precisarem de telefonar para a oficina, aqui fica o contacto Moto & Restauro - telemóvel 962448182 ou o 968423967 (Moche) ou pelo e-mail jadantunes@hotmail.com.

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2016/06/17

Motorizada EFS GT Super - Salão Motorclássico 2016


Um dos eventos promovidos pelo Salão Motorclássico em 2016 foi um passeio de motos e motorizadas antigas por Lisboa.

Se dentro dos pavilhões podíamos ver a exposição com as motos SMC / Nacional, no exterior as rodas nacionais também estavam bem representadas, neste caso com uma EFS GT Super, que marcou presença junto de motas estrangeiras e de maior cilindrada.

Estava com a patine do tempo, apresentando os sinais que a utilização ao longo dos anos lhe foi deixando.

Segundo informação do actual proprietário, esta EFS GT Super terá servido em tempos para as deslocações para a pesca do antigo dono.

Estava equipada com motor Zundapp de turbina e até tinha a bomba de ar da marca Miranda e Irmão Limitada, para encher os pneus.

No depósito de combustível tinha vestígios do autocolante da EFS 220m Record.

Este modelos tinha piscas com haste cromada, aparentemente de marca SIM.
No aro cromado do farol podia-se ver a chapinha azul oval da EFS.

O farol de longo alcance tinha o vidro amarelado, dando um toque especial a esta motorizada.

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2011/02/24

EFS GT Super motor Kreidler - Catálogo EFS ciclomotores (vertical)


Mais uma versão da motorizada EFS GT Super, desta vez com motor Kreidler RS, de 5 velocidades.
O selim era G. T. de grande comodidade, o depósito era modelo G. T. com partes laterais cromadas e borrachas joelheiras, dando-lhe uma elegância inigualável e o farol era EFS G. T. estudado para este modelo.

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2011/11/19

"Alguns dos 100 anos da EFS" - Classic' Auto 2011


Aqui ficam as fotos da exposição «Alguns dos 100 anos da EFS» que esteve patente no Classic' Auto 2011.
Na primeira foto podemos ver a exposição no momento em que estavam a chegar os primeiros visitantes. Na parte de trás, estava o letreiro identificativo da exposição e por baixo era possível ver um calendário de parede original da EFS.

Tentou-se fazer um exposição que mostrasse a diversidade de veículos produzidos. Por isso estiveram em exposição duas Motoesa EFS Mini Puch e uma bicicleta Sprinter, com quadro e acessórios EFS...

Havia ainda uma EFS Netinha com a pintura original e uma EFS GT Super. Quatro dos veículos referidos foram gentilmente cedidos pela oficina de Nelson e João Ferreira (ver também o site na Internet - www.motosclassicas.yolasite.com).

No domingo à noite era altura de voltar para casa e a exposição teve de sofrer algumas alterações. Foi incluída mais uma Dúnia GT Super, gentilmente cedida por João Correia do fórum Auto-Rainha Meeting.

Esta imagem dos 70 anos do EFS, em 1981, foi gentilmente oferecida por Carlos Martins / Old Moped, que também teve a simpatia de levar para o evento alguns coleccionáveis raros da EFS, nomeadamente um alfinete de lapela na caixa original, uma bola pisa papéis em vidro e uma capa com mola para folhas A4.

Muito obrigado a todos os colaboradores, à organização do evento e aos interessados na exposição!

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2011/07/17

100 anos da EFS - Que fazer?



[O antes]
Começo por dizer que a minha relação com a EFS é daquelas coisas que se aproximam do "engole o que cuspiste". Isto porque quando me interessei pelos veículos de produção nacional, sempre que via uma motorizada EFS (especialmente o modelo GT Super) pensava: "Que coisa tão mal amanhada!..." ou algo parecido (eventualmente mais obsceno)...
Depois comecei a conhecer melhor a marca e os seus (milhentos) veículos de 2 rodas, com e sem motor. Pelo meio conheci a EFS Mini Puch e mais tarde outro modelo com motor Puch, o M 125, que basicamente é um modelo GT Super em XL. O feio virava bonito e o vírus começava a propagar-se!
Entretanto puxa-se uma cereja e vêm mais duas ou três... Ora uma catálogo, ora uma fotografia na Internet, ora uma bicicleta, ora a história da marca ... E... Espera lá! A EFS foi fundada em 1911! Estamos em 2011, são 100 anos! É preciso fazer alguma coisa!

[Que fazer?]
Não gosto muito de chamar a mim o que deve ser feito por outros, especialmente quando há entidades competentes para o fazer. Mas o problema, é que muitas vezes quem está nas ditas entidades, tanto pode estar lá, como estar num lagar de azeite. É igual, o que importa é o ordenado no final do mês. Enquanto que quando se gosta de uma coisa, o ordenado não importa.
Por outro lado, neste caso qual ou quem seria a entidade competente?
Os mais atentos terão parado para pensar nesta questão durante uns 15 segundos, não encontrando ninguém. Os menos atentos em dois segundos lembraram-se logo de um museu ou de uma feira que o poderiam fazer, mas... O museu ou os museus, estão mais ocupados com carros e motos a sério, exibidos em eventos com nomes pomposos em inglês e a feira ou as feiras também estão ocupados a vender lotes de espaço no pavilhão... Se sobrar algum espaço, de preferência num canto onde ninguém passa, até se podem mostrar umas 5 ou 6 motorizadas, que alguém empresta para o evento e sempre é mais uma coisa para o programa...

[Os 100 anos da EFS e o RDV]
Sendo o Rodas de Viriato um espaço onde se divulgam informações sobre veículos de fabrico nacional e, consequentemente, um espaço de encontro daqueles que se interessam pelos mesmos, porque não criar condições para a comemoração do centenário da EFS?
E digo criar condições e não digo organizar uma concentração / encontro / exposição como muitos estarão habituados, porque:
- Pretendemos que cada proprietário (ou condutor) seja tão livre quanto o seu veículo lhe permite. Pelo que não haverá uma inscrição paga, um percurso realizado num só sentido, um programa que só enriquece quem organiza o evento e os proprietários dos estabelecimentos onde se para, seja para almoçar, degustar ou ver qualquer coisa.
- Pretendemos que da eventual comemoração do centenário da EFS resulte qualquer coisa de concreto, que seja uma mais valia em relação ao que existia e que seja feito com os recursos existentes e disponíveis, sem artificialidades.
- Pretendemos que seja o primeiro de muitos eventos sobre esta marca e que possa ser replicado para outras marcas. Para tal, deverá ser tão simples, que seja capaz de existir por si só. Digo isto porque o viver não pode estar dependente de uma calendário ou de uma cartaz que alguém faz. E digo isto porque o meu trabalho e participação serão fortemente condicionados pelos afazeres do dia-a-dia, o que quer dizer que estarei sempre deste lado do teclado, em vez de ao lado cada um de vós que lê estas linhas.


[Proposta]
As ideias são muitas, mas como disse, sejamos razoáveis (o que não quer dizer que tenhamos de ser parcos...):
- Combinar um dia em que cada proprietário ou condutor de veículo EFS faça o caminho entre o local da fábrica n.º 1 (Borralha) e a fábrica n.º 2 (Avelãs de Caminho). É longe? E que nunca fui lá!... Isto sem que haja uma hora ou sentido pré-definido. Cada um vai como e quando quiser.
- Editar um postal e um selo relativos à EFS. Uma mistura entre arte e coleccionismo, para relembrar os 100 anos da fundação da marca.
- Organizar pequenos eventos dedicados a modelos específicos. Por exemplo usar as EFS M 125 com motor Puch para passar em locais vedados à esmagadora maioria dos veículos de 2 rodas de fabrico nacional, por exemplo atravessar a ponte 25 de Abril num determinado dia, mostrando que 33 anos depois ainda estão prontas para o ritmo do dia-a-dia. Pessoal das EFS Mini Puch, querem melhor desculpa para se juntarem?... O que vamos fazer de útil?...
- Gostava ainda de editar uma publicação, provavelmente usando a fotocopiadora e um agrafador, sobre a marca EFS. Não será um livro, pois isso são coisas para gente de barba rija, mas uma publicação que sirva de base à divulgação da marca e acima de tudo, que possa ser criticado, corrigido e ampliado.

[Procuram-se]
Sim, 100 anos desde a fundação da marca até hoje (seja lá em que dia for, até porque não temos qualquer prova de que tenha sido em 1911, até pode ter sido um simples golpe de marketing...) merecem pelo menos 100 ideias diferentes e válidas.
Por isso:
1 - Digam se acham bem avançar com a comemoração do centenário da criação da EFS, usando a votação existente na lateral do blogue;
2 - Deixem comentários com críticas, sugestões, ideias, datas... ou já que mais não seja um "não tenho ideias, mas quero dar o corpo ao manifesto, por isso contem comigo!" ou então "deixem-se de coisas, isso devia estar tudo na sucata para fazer janelas novas para futuros centros comerciais".

Dentro de 2 semanas (mais coisa menos ela), darei conta dos desenvolvimentos...

Entretanto divulguem a ideia!

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2011/01/17

EFS GT Super com malas bagageiras - Catálogo EFS ciclomotores (vertical)


Mais uma motorizada da EFS que consta num catálogo de ciclomotores da marca.
O modelo apresentado é a EFS GT Super com malas bagageiras para viagem. Pelo aspecto, era um modelo que poderia desempenhar funções muito úteis em instituições como a Polícia, a GNR ou em câmaras municipais.
Sendo um modelo pensado para viagens / transportar pequenas mercadorias, tem um depósito com capacidade para 14 litros de combustível aproximadamente, espelhos panorâmicos e piscas para sinalizar as manobras durante o percurso.
No folheto não é referido, mas atrevo-me a dizer que as malas são em fibra, com grande capacidade de abertura e aros para protecção cromados.

O motor era da Sachs 50 SA de 5 velocidades, com 49 cc.
Agradeço a Márcio Martins pelo envio desta colaboração.

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2008/03/31

EFS GT Super


Esta motorizada EFS Gt Super esteve à venda na V Automobilia Ibérica da Moita (2008).

Pintada no característico azul petróleo.

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2012/02/03

E a EFS com 2 rodas e motor mais emblemática é...


... a EFS Fórmula 1!
É verdade, a votação integrada na comemoração os 100 da EFS mostrou que este modelo foi o preferido das 113 pessoas que participaram na votação.
A EfS Fórmula 1 foi escolhida por 35 pessoas, tendo-se seguido a EFS GT Super com 21 votos e em 3.º lugar ficou a EFS M 125.
A EFS 220 m ficou em 4.º lugar, o que não é de admirar, pois foi um modelo que vendeu muito bem.
A título de curiosidade, a EFS 320 m e a EFS 2004 Sport não tiveram qualquer voto.

E agora, vamos escolher qual a melhor motorização que a EFS usou?

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2018/10/28

Calendário de parede da Motoesa Ciclomotores de 1984


E com este calendário de parede antigo da Motoesa, do ano de 1984, terminamos a série de publicações (mais) especiais para assinalar os 12 anos de actividade do blogue Rodas de Viriato.

Olhando para a estrutura / apresentação da informação no calendário podemos conhecer melhor a gama de motorizadas que a Motoesa Ciclomotores vendia, bem como as marcas que representava.

A Motoesa apresentava de um lado dois modelos com a sua própria marca, a Motoesa modelo 220 m Sport CX, na imagem equipada com motor Sachs e de linhas desportivas.

E a Motoesa modelo 101 m 82 / 2 vel, na imagem equipada com motor Casal.

A Motoesa foi a marca que sucedeu à EFS,  e usou o (bom) nome que esta ganhou ao longo de muitos anos de produção. Por esse motivo temos na parte central deste calendário de parede referência à Distribuidora Central EFS, Lda, de Águeda.
Uma das motorizadas que comercializava era a EFS G.T. Super, na imagem com motor Sachs.

Outra motorizada era a desportiva EFS modelo Fórmula 1 Esp., também ela com motor Sachs e equipada com mini carenagem e jantes especiais.

Outra motorizada comercializada era a EFS modelo 220 m Record Tur., a típica motorizada de trabalho portuguesa, estando a da imagem equipada com motor Casal.

A Motoesa também assumiu a representação e montagem dos motores Puch, situação herdada da EFS, produzindo a Motoesa Maxi Puch, com motor automático

Foram impressos 500 exemplares deste calendário na Lito S. João L.da.

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2015/02/24

Farruncas no Asfalto - Apresentação viagem Lisboa / Madrid


Hoje falamos de nova aventura que se aproxima e que tem o centro da Península Ibérica como objectivo. É ideia do grupo "Farruncas no Asfalto" que vão fazer a viagem entre Lisboa e Madrid em motorizadas de fabrico nacional!
Aqui fica a apresentação do projecto:
A cada ano, uma nova aventura dos Farruncas, este ano o destino é Madrid, mais propriamente, o parque diversões Warner Bros.
Aquando da escolha do destino, pensamos - que tal irmos a um parque de diversões? - das várias hipóteses, escolhemos Madrid, por ser uma zona de Espanha que as nossas motoretas ainda não conhecem.
Pela estrada fora e com a casa às costas, planeamos fazer a viagem em 9 dias. Vamos sair do Cristo Rei por volta das 10h do dia 6 de Junho e nos 3 dias seguintes vamos passar por Marvão, Toledo e ficamos em Aranjuez. Depois 1 dia será para visitar a cidade e outro o Warner Bros. Seguem-se mais 4 dias de viagem de regresso e vamos passar por Salamanca, Almeida, Cinfães e terminados a viagem dia 14.
Este ano o grupo cresceu, com 2 novos aventureiros, o Reinaldo Queirós que vai levar uma XF-17 e o Lourenço, mais conhecido por Produtor Maravilha e que ainda não sabe que máquina vai levar.
De França virá novamente o David Fernandes e vamos ver se a Motoesa Sport se porta bem este ano. Da Figueira da Foz virá o seu irmão João Fernandes com uma EFS GT Super.
De Lisboa, o Hélio Costa que vai levar a Famel 76 e o Sérgio Botelho com a sua EFS GT.
E por fim eu (Nelson Nunes) na Macal M70, na qual tenho feito todas as viagens dos Farruncas e que muitos mais kms haverá de fazer!
Até breve!
O blogue Rodas de Viriato apoia o evento, que também conta com o apoio da Crevity, da Motoclasse, da Moto Magazine e da Ziggy Sixtyeight.

Este grupo já é conhecido por já ter feito outras viagens longas, vejam algumas delas:
Viagem entre Lisboa e Marrocos
Viagem entre Lisboa e Santiago de Compostela

Passando a apresentar o grupo e os seus objectivos, aqui fica um texto sobre os "Farruncas no Asfalto":
Muitas pessoas guardam na memória o barulho e o cheiro das motorizadas no ar. Para a maioria dos Farruncas no Asfalto, este foi o único meio de transporte que conheceram na infância. Amparados no meio dos pais, lá ia-mos nós, estrada acima, estrada abaixo, muitas vezes de valeta em valeta, chegando sempre ao nosso destino.
Os tempos passaram e as motorizadas foram esquecidas e abandonadas nas garagens, nos palheiros ou na rua à mercê das intempéries. Nós fomos a última geração que teve a oportunidade de ter estes veículos presentes na adolescência, com as nossas loucuras, as nossas corridas…

Passados alguns anos, pegamos nos nossos esquecidos e enferrujados 'álbuns de recordações', para fazer um pouco daquilo que as gerações antepassadas faziam no dia à dia.

A ideia de que apenas os motões de grande cilindrada permitem fazer grandes viagens não é totalmente verdadeira, pois nós, os Farruncas, somos exemplo de que não importa a potência das motas mas sim a vontade e o espírito de aventura. Este grupo de amigos, todos os anos, viaja durante 7 dias nas suas motorizadas, com a casa às costas como o caracol, pernoitando e convivendo em lugares esquecidos e perdidos no tempo que descobrimos e revivemos, conhecendo Portugal de lés-a-lés e não só!

A cada ano, um novo desafio, um novo destino, que começa com a preparação das nossas Farruncas, passando pelas aventuras a cavalo nelas pelo asfalto fora, pelas noites nos 'hotéis' e terminando com muitas histórias para contar, mas também, algumas avarias e muitas e boas buxas, ou seja, momentos que nos orgulhamos de partilhar com vocês.

Um muito obrigado a todos aqueles que nos acompanham, apoiam e acreditam em nós, em especial às nossas famílias e amigos.

Para saber mais sobre este grupo de destemidos e sobre os seus passeios, podem visitar:
Blogue oficial Farruncas no Asfalto
Página de Facebook dos Farruncas no Asfalto

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2011/11/29

Autocolante EFS modelo GT Super


Retomando o tema das comemorações dos 100 anos da EFS, apresentamos este autocolante que era usado nas motorizadas EFS 220 m, modelo GT Super.
Era colocado na protecção do guarda-lamas.

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2016/06/10

Malas bagageiras da EFS para viagem


10 de Junho de 2016 - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
O que é um país?
É a sua história, é a sua identidade, é a sua economia, é o seu futuro?...

Neste blogue é a linha de fronteira que define o tema dos assuntos que apresentamos.
Por esse motivo hoje escolhemos umas malas bagageiras em fibra, ou alforges em fibra vendidos pela EFS para motorizadas.

Segundo o que é referido no folheto de apresentação da EFS GT Super, seriam malas bagageiras para viagem, o que era na época seria uma novidade em termos nacionais e uma nova forma de encarar a utilização das motorizadas.

Mais tarde malas semelhantes foram usadas em motorizadas de forças de segurança, servindo para guardar blocos de notas e pequenos objectos.
Estas tinham fecho de segurança com chave, aros metálicos cromados que serviam de protecção da fibra e tinham farolins da SIM, com a referência 079-101-16.

Estavam pintadas de branco, tendo na parte de cima umas linhas paralelas a preto, às quais se sobrepunha o emblema da marca EFS.
Estas estiveram para venda na última edição da Automobilia de Aveiro.

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