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A apresentar mensagens correspondentes à consulta balanço do ano ordenadas por data. Ordenar por relevância Mostrar todas as mensagens
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2023/01/01

R-D-V: Balanço do ano de 2022


Começar o ano olhando para trás...
Vendo as publicações do Rodas de Viriato podemos dizer que olhamos para o passado, mas esse olhar é feito a pensar no futuro.
Seguindo a tradição anual, pedimos ao nosso departamento de imagem fixa e em movimento mais uma ilustração do que pode ter sido este ano Rodas de Viriato (por este caminhar, qualquer dia podemos organizar uma exposição de ilustração, só com estes trabalhos).
E assim aqui fica o balanço do ano RDV:
- Foi o ano do regresso à chamada normalidade (como se isso fosse possível num mundo que está sempre em mutação...), depois de 2 anos para se repensar o que é importante, com o Covid-19... Pudemos voltar a visitar feiras de automobilia; ver exposições; ter contacto com camiões raros - como o Gazela dos B. V. de Cerva; ir a passeios de motorizadas ou de bicicletas antigas (como o de Budens) e continuar a encontrar muitas perguntas sobre o nosso passado, das quais ainda não temos resposta...

Pois a caminhada de 16 anos continuou, seguindo-se um trajecto que ajude quem precisa - com a disponibilização de cópias de catálogos de peças, manuais de instruções e cuidados e de folhetos antigos, sempre úteis na reparação ou restauro de um motor ou de um veículo.
- Por outro lado também temos conseguido disponibilizar aos nossos leitores e visitantes várias peças de coleção, onde primamos pela qualidade do artigo e do seu estado de conservação, fazendo com que mais pessoas se tornem divulgadores e guardiões de um passado rico, mas desconhecido de muitos.

- Em termos de números, temos 5.693 publicações no blogue e 264 seguidores... Para um total de mais de 4.239.779 visualizações do blogue, que originaram mais de 2.700 comentários. No Facebook temos mais de 6.000 seguidores e mais de 5.700 "gosto" na página.

Entretanto podem ajudar a que a caminhada seja mais longa, divulgando as publicações feitas e falando do que aqui se publica, junto de amigos e de conhecidos. Obrigado!

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2021/01/01

R-D-V: Balanço do ano de 2020


Não. O ano de 2020 não foi mau!
Sim, é verdade que tivemos de mudar algumas práticas, mas como o Rodas de Viriato atingiu os 14 anos de existência, tudo pareceu mais ou menos natural, nesta adolescência blogueriana. Somando isso ao poder de trabalho que temos e de contornar as dificuldades, nada a estranhar! O percurso tem sido sempre deste modo. E que os piores dias da nossa vida sejam assim!
E se muitos se viram impossibilitados de ir a feiras, exposições, lojas, oficinas, nós continuámos activos, sempre com material da melhor qualidade, sinal de que o Rodas de Viriato é a melhor montra para se encontrar o que se procura. 

Pois começou um ano novo e olhamos para o passado, fazendo o balanço do que foi o ano de 2020 no Rodas de Viriato.
- Chegámos aos 253 seguidores do blogue e no Facebook temos 4491 seguidores - isto sem enviar convites e chatear as pessoas para que façam o favor de seguir o blogue, só porque as conhecemos.
- No Facebook temos 4340 "Likes"!
- Temos 5323 publicações no blogue!
- As marcas inventariadas são mais de 500!
- Os meses da quarentena do Coronavírus / Covid19 trouxeram um aumento no número de visitantes;
- Continuamos a ter fotografias pirateadas por sites, revistas, grupos do Facebook... Mas mesmo com ofensas às nossas chamadas de atenção, continuamos a mostrar o poder INSANO que temos (estava morto por usar esta palavra) e a fazer valer os princípios da autoria e propriedade intelectual.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 3 693 407 visualizações de páginas, desde que começámos este projecto em 2006.

E agora é tempo de olhar para este novo ano que começou e tratar de continuar a caminhada, conseguindo recursos e tempo para continuar a reunir um espólio de valor para a cultura portuguesa, que a seu tempo será reconhecido!
E reparem que não aproveitámos a situação da pandemia de Covid19 para pedir um subsídio para fazermos o que tanto gostamos.

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2019/12/31

RDV: Balanço do ano de 2019


Mais um ano que acabou e mais um balanço que fazemos da nossa actividade no Rodas de Viriato.
Completámos 13 anos de existência e continuámos da forma que sempre nos caracterizou, sempre com conteúdos novos e exclusivos, com muito ritmo e com a bitola da qualidade bem alta, como os veículos fabricados em Portugal bem merecem.
A disponibilização de catálogos, folhetos, manuais e listas de peças continuou a bom ritmo, sendo cada vez maior a oferta e a variedade disponível.
Este ano continuámos a divulgar pormenores desconhecidos de alguns dos camiões fabricados em Portugal, situação que fez com que muitos nos visitassem para saberem mais sobre o assunto.
Continuámos a apoiar a divulgação de eventos relacionados com a temática do blogue.
Trouxemos a público algum material desconhecido da marca Bravia, tanto do jipe Bravia Comando MKII, como do blindado Chaimite.
Conseguimos acesso a material relacionado com o início da história das bicicletas em Portugal, mais concretamente sobre João Garrido.
A marca UMM continuou a ter um destaque especial, tendo continuado a saga de descobrir mais material promocional, muito dele produzido no mercado estrangeiro.
Isto entre muitos outros aspectos que fazem com que a leitura do blogue seja fundamental para quem gosta de veículos clássicos e antigos
E não nos podemos esquecer de quem nos ajuda, de quem connosco colabora e de quem nos apoia, permitindo que a caminha vá mais longe e mais depressa: a Moto & Restauro; a Sericértima; a Ferrugens & Companhia e a Assenha. Obrigado a todos!
Em relação a preocupações, o pirateamento e roubo de material publicado continuou, levando-nos à colocação do ridículo aviso "Atenção: É proibido usar as imagens do Rodas de Viriato sem indicar a fonte e sem colocar um link para a respectiva publicação". O Facebook é o local onde mais frequentemente acontece esta situação, que poderá originar problemas, já referidos em publicações anteriores.

Para o futuro, procuramos quem tenha coragem de nos chamar para desenvolvermos exposições, livros e para nos pedir opiniões ou conselhos (para o desenvolvimento de colecções, para encontrar peças e veículos…). E atenção, não temos frio, pelo que não procuramos trabalhar para aquecer!

E falando de números...
- O número de seguidores do blogue é de 248 pessoas;
- O número de publicações total no blogue é de 4994 artigos;
- A página no Facebook tem 3364 "likes" e 3456 seguidores.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 3 451 042 visualizações de páginas, desde que há 13 anos iniciámos esta caminhada.

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2018/12/31

RDV: Balanço do ano de 2018


Todos os anos gostamos de fazer uma publicação no último dia de Dezembro onde fazemos o ponto da situação do que foi o ano Rodas de Viriato.
Enchendo chouriços podemos dizer que completámos 12 anos de existência, com publicações diárias, primando sempre por apresentar material relevante, exclusivo e que acrescente algo ao que já se conhece. Pode parecer tarefa fácil – e é, mas por vezes as coisas complicam-se.
Começando pelo copo meio cheio, podemos dizer que este ano foi marcado por um aprofundar do interesse em determinadas áreas dos assuntos sobre quais versa o Rodas de Viriato – Os veículos fabricados em Portugal. Especialmente no que diz respeito à antiguidade das empresas (não imaginam o que é descobrir coisas do final do Século XIX), bem como dos produtos por elas fabricados (quando são coisas específicas ou pouco conhecidas, tanto melhor!). Não demorará muito a que isso aqui seja partilhado!
Em relação a manuais antigos e catálogos antigos foi um ano em cheio. A quantidade de ficheiros com digitalizações de qualidade já ultrapassa uma dezena, o que pode ajudar muito quem procura um artigo destes e não o encontra.
O copo quase que ficou cheio em termos de publicações (livros), pois foram vários os títulos que surgiram e que trataram diferentes tipos de veículos e marcas.
Olhando para o copo meio vazio, podemos dizer que a situação da utilização das imagens deste blogue, sem que sejam respeitadas as nossas (simples) condições, é a que mais momentos desagradáveis trouxe. Sim, especialmente nas redes sociais, bem como em sites e fóruns, pela Internet, há sempre que ache que pode usar uma foto do Rodas de Viriato, sem indicar a fonte e sem colocar o link para o local de onde a retirou. E muitas vezes para vender artigos. Para além de ser fraude ilustrar uma venda com uma imagem que não corresponde a verdade, quando nos dirigimos a quem faz isto, de forma educada e cordial, ainda somos tratados de forma incorrecta. E ainda estou para ver o dia em que alguém nos virá pedir contas de um negócio que correu mal, onde aparecia uma imagem que dizia “Rodas de Viriato", e onde não apareceu mais o dinheiro pago pelo artigo, nem o vendedor. Nos últimos tempos temos batalhado contra isto, chegando a situações que são ridículas, procurando dar nas vistas. Estranhamente não vemos ninguém querer sujar as mãos com o assunto. É mais fácil deixar andar a situação, do que fazer algo que pode significar perder algum “amigo virtual” / “amigo interesseiro”; perder algum negócio ou perder alguns membros do grupo / do fórum. Mas uma coisa é certa, não temos de condicionar a nossa vida, só porque alguém quis acabar com a festa.
A melhorar, temos de ultrapassar as dificuldades em obter fonte de financiamento para continuar a investir em material, folhetos, catálogos, manuais, deslocações, tempo, electricidade, equipamento  fotográfico/informático… É por isso que a nossa ilustração de hoje tem um pé a pisar uma pessoa que entretanto é forçada a deixar um mundo e a ir para outro. É uma alegoria ao que nos vai acontecendo. A pressão a que somos sujeitos ao nos esmagarem, só nos leva para um local melhor. A procura que se regista pelo material com preço “sem ouro”, o com o “melhor preço” que conseguirmos, os pedidos de ajuda ou de informações que recebemos encapotados com promessas de envio de material para publicar ou de compras por vir, tudo nos faz crescer nesta adolescência desconhecida (lembrem-se que temos 12 anos…).~

E se fosse para desistir, já o teríamos feito há muito tempo!

À laia de conclusão, terminamos 2018 assim:
- O número de seguidores do blogue é de 241 pessoas;
- O número de publicações total no blogue é de 4628 artigos;
- A página no Facebook tem 2335 "likes" e 2371 seguidores.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 3 219 267 visualizações de páginas.

Bom 2019!

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2018/04/20

Salão Motorclássico 2018 - Balanço (2/2)


É o momento da segunda parte do balanço feito ao Salão Motorclássico 2018 pelo Rodas de Viriato.
Como referido na informação já divulgada, neste artigo não vamos tanto pela perspectiva do tema deste blogue - os veículos fabricados em Portugal -, mas pelo que observamos durante a nossa visita ao evento.

Uma das primeiras impressões que tivemos, foi a de que o clima que estava no Parque das Nações, parecia prolongar-se pelo pavilhão de exposição do Motorclássico... A chuva caia pontualmente no exterior e no salão sentia-se um arrefecimento.

É conhecida a aversão que muitos entusiastas e proprietários de automóveis antigos têm à chuva e à humidade, situação que acaba por condicionar inevitavelmente saídas e passeios.
Mas há sempre quem leve o assunto a sério e o número de visitantes durante a nossa visita estava dentro do que seria de esperar.

Como em anos anteriores, pudemos ver em exposição, e à venda, uma considerável quantidade de automóveis vulgarmente chamados de "topo". Estamos na capital portuguesa e o Motorclássico serve de local privilegiado para se fazerem contactos e negócios.

E via-se um pouco de tudo, desde cromados e pinturas brilhantes / reluzentes, a pessoas que mostravam a sua pressuposta virilidade carregando no pedal do acelerador de um automóvel ligado... Fazendo barulho, alguma poluição e captando a atenção de quem acha isto muito giro.

Mas quem quer vender, tem de captar a atenção dos potenciais clientes. Muitos tentam ir pela originalidade, expondo os veículos de forma diferente, recriando ambientes ou fazendo algo pouco visto ou inédito.

Já assistimos a muitos bailados e coreografias, mas nunca feitos por um automóvel. Com o surgimento dos automóveis eléctricos que têm motores para tudo e mais alguma coisa, lá nos estreámos a ver uma coreografia (sem seres humanos) de abrir e fechar portas, a par de ligar e desligar faróis, farolins e piscas, enquanto umas guitarradas dos anos 80 / 90 se faziam ouvir.

Mas havia mais do que automóveis expostos. Havia vários expositores de peças e acessórios; materiais / produtos; artigos de colecção e prestadores de serviços, nacionais e estrangeiros. Uma prova de que o mercado está vivo e em desenvolvimento.

No parque fechado do Salão Motorclássico notou-se a influência do frio. O número de viaturas no parque de automóveis clássicos era menor do que no ano anterior (tal com já acontecera no ano anterior). Sem pudores, é um ponto que merece alguma reflexão.

Em relação ao leilão de automobilia também nos pareceu que diminuiu o número de material disponível para venda, ainda assim vimos peças que foram disputadas de forma aguerrida pelos participantes.

Terminamos dizendo que é sempre positivo a realização deste tipo de eventos, e o Salão Motorclássico esta nesta área de classificação.
Agradecemos à organização pelas facilidades concedidas pelo ingresso no evento.
Entretanto começa a contagem decrescente para o salão Motorclássico 2019!

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2018/04/13

Salão Motorclássico 2018 - Balanço (1/2)


Realizou-se há pouco dias o Salão Motorclássico 2018, em Lisboa, na FIL. E à semelhança do ano passado, aqui estamos a fazer o balanço do que observámos neste evento dedicado ao veículos antigos. Esta análise divide-se em duas partes, de modo a facilitar a escrita e a abordagem de temas.

Sendo o Rodas de Viriato um blogue dedicado à divulgação dos veículos de fabrico nacional, e de tudo o que com eles estiver relacionado, é precisamente por ai que começamos - tendo noção de que há vida para além deste limite.

Afinal não é por termos tido uma indústria de fabrico de motorizadas / motos, bicicletas, jipes e camiões (entre outras), que eles têm de ser valorizados num dos maiores eventos deste tipo (incluindo Automobilia de Aveiro e Autoclássico). Mas tal como na antiga publicidade do leite "Matinal", em que uma senhora perguntava "Se não gostar de mim, quem gostará?", também neste caso podemos perguntar:
- Se os veículos nacionais não forem valorizados num evento destes, onde é que vão ser? Num salão em França, Itália, Reino Unido ou em Espanha?

Felizmente havia muitos e variados veículos fabricados em Portugal em exposição no Salão Motorclássico 2018 (com excepção das motorizadas e das bicicletas, que pouco representadas estavam).
Começamos por destacar a presença do automóvel APM, um descapotável construído no Porto em 1937 e que até esta data permanecia desconhecido da esmagadora maioria de entusiastas de veículos construídos em Portugal.

Havia ainda dois automóveis, também eles descapotáveis, Citroen AX BB Cabrio em exposição / à venda. Tendo em conta o número de exemplares produzidos, esta situação é motivo de alegria. Para além disto, estavam pintados de cores diferentes, o que tornava a situação mais especial.

O Clube UMM, e à semelhança de anos anteriores, continua a estar presente tendo o cuidado de colocar em exposição diferentes versões de jipes UMM, o que mostra a dedicação e empenho deste clube liderado por Norberto Liberato. Este ano os visitantes do Salão Motorclássico podiam ver um UMM Alter versão reboque e um UMM 4x4 transformado pela INASI, para combate a incêndios.

Ainda no que respeita a estes jipes, pudemos ver a imagem do início da linha de montagem dos jipes UMM (e que aqui divulgámos em 2014), impressa no livro Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais, que foi oficialmente apresentado no final do dia de Sábado.

Durante a apresentação foi possível ouvir o autor - Pedro Monteiro, bem como pessoas ligadas à Metalúrgica Duarte Ferreira e à causa militar, falar sobre os veículos militares fabricados em Portugal (e sobre as dificuldades inerentes a este processo).

A apresentação do livro foi feita no espaço da Associação Portuguesa de Veículos Militares, que tinha em exposição um camião Berliet Tramagal, versão TG4 T21, que integra o espólio do Museu Militar de Elvas.

No leilão de automobilia realizado no salão também havia alguns artigos relacionados com marcas nacionais. Destacamos uma chapa esmaltada antiga dos pneus Mabor General, vertical, de grandes dimensões.

Pudemos ainda registar diferentes situações que demonstram que os veículos de fabrico nacional continuam presentes e vivos no imaginário de muitas pessoas.
Na imagem anterior vemos uma aguarela com o automóvel Edfor que estava a ser realizada enquanto decorria o certame.

Na banca de Carlos Martins / Old Moped havia uma grande variedade de artigos para motorizadas e motos portuguesas, bem como para bicicletas antigas fabricadas em Portugal. Os selins "high rise" para bicicletas Stelber levavam-nos para final dos anos 70 / início de anos 80, quando pedalar em bicicletas com formas exageradas era moda.

E não podemos terminar esta reportagem sobre o que vimos no Motoclássico 2018, sem falar no espaço da empresa Ferrugens e Companhia que comercializa uma ampla gama de produtos para restauro, manutenção, conservação e recuperação de veículos antigos. Para os que pudessem ter dúvidas sobre os resultados obtidos, neste espaço era possível contactar com peças tratadas com os produtos que a Ferrugens e Companhia representa, vendo-se os resultados obtidos. Qualquer dúvida ficava logo desfeita!

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2018/03/17

XV Automobilia Ibérica da Moita - Balanço


Mais um ano consecutivo em que aqui fazemos o balanço do que vimos na XV Automobilia Ibérica da Moita - 2018, que está a decorrer neste fim-de-semana nesta localidade situada na margem sul do rio Tejo.

Este ano a chuva fez-se sentir no momento em que visitamos esta automobilia (também chamada de Feira da Moita) o que aparentemente refreou o número de visitantes e de entusiastas presentes no local.

No espaço circundante ao pavilhão de exposições era onde isto mais se fazia sentir, pois quase não havia automóveis, nem motorizadas antigas estacionadas nas imediações, ao contrário do que se fazia sentir em edições anteriores desta feira ibérica de peças, acessórios para automóveis, motociclos clássicos e de época.

Deste modo também sentimos menor afluência de visitantes / compradores dentro do espaço coberto onde decorria o evento.

Em termos de vendedores, a situação continuou como em anos anteriores, com todo o espaço disponível para venda e exposição preenchido e ocupado.

Falando um pouco sobre o que respeita à temática do blogue Rodas de Viriato, a Automobilia Ibérica da Moita continua a ser um local onde quem procura material, peças e informações sobre veículos de fabrico nacional, muito provavelmente consegue encontrar o que quer.

Mais uma vez observámos que se continua a verificar a diminutização dos artigos para venda. Queremos com isto dizer que gradualmente vão desaparecendo os veículos inteiros, especialmente os de maiores dimensões, e vêem-se à venda cada vez mais componentes, peças e acessórios.

Poderá ser reflexo da dita crise e um caminho que se tomou de forma involuntária. Ainda assim é uma questão na qual todos poderemos pensar, pois contactar com exposições de viaturas é sempre gratificante.

Paralelamente à venda dos artigos referidos, também havia bancas com outro tipo de material, como a Archivo, que continua a apresentar uma variada gama de t-sirts e produtos com motivos relacionados com as antigas marcas portuguesas.

Havia ainda quem representasse marcas de produtos para restauros e manutenção de automóveis, motos e motorizadas, como acontece neste tipo de feitas.

Outra vertente que continua muito presente é a do coleccionismo de artigos relacionados com tudo o que tenha rodas. Nesta área havia muitas miniaturas, revistas, livros, chapas, autocolantes e latas de óleo disponíveis para venda.

Não podemos deixar de terminar sem referir uma grande mais valia deste tipo de eventos, relacionada com a componente humana, pois é aqui que muitas pessoas se encontram para falar e discutir informações e pontos de vista, o que ajuda ao desenvolvimento do mercado ligado aos veículos antigos.

Quem tiver curiosidade sobre as edições anteriores da Automobilia da Moita pode ver:
- XIV Automobilia Ibérica da Moita - 2017
- XIII Automobilia Ibérica da Moita - 2016
- XII Automobilia Ibérica da Moita - 2015
- XI Automobilia Ibérica da Moita - 2014
- X Automobilia Ibérica da Moita - 2013
- IX Automobilia Ibérica da Moita - 2012
- VIII Automobilia Ibérica da Moita - 2011
- VII Automobilia Ibérica da Moita - 2010
- VI Automobilia Ibérica da Moita - 2009
- V Automobilia Ibérica da Moita - 2008
- IV Automobilia Ibérica da Moita - 2007

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2017/12/31

RDV: Balanço do ano de 2017


Ao começarmos este texto que pretende falar sobre o que foi o ano de 2017, apetece falar do futuro, pois é ele que interessa e é para lá que vamos.
O foco tem de ser no que interessa, no que ainda falta fazer e mudar. Sim, neste mundo da transmissão do conhecimento / de informações, do coleccionismo, dos restauros; que é parte do mundo real, há sempre muito por fazer e por mudar.
Antes de mais poder fazer com que cada um pense por si e que não se limite a ser um papagaio dos que sabem repetir o que lhes foi ensinado ou que viram em algum lado.
A busca desenfreada que se regista no mundo dito desenvolvido, pelo barato, resulta num pesado retrocesso, onde a mediocridade (e muitas vezes nem a essa se chega) consegue prosperar e impedir que se vá mais longe.
Sim, por exemplo, como é que se explica que se pretenda fazer um restauro de valor, tentando poupar, tentando conseguir material barato com compras agressivas, ou réplicas de peças feitas sem qualidade? Muitas vezes usando argumentos sem sentido ou chavões como "A motorizada tem ouro?"... Se acham que a coisa não está bem, tentem fazer melhor. Se não conseguem, remetam-se ao silêncio. De outro modo estarão a condicionar o vosso próprio futuro.
E se o Sol está lá todos os dias, sem que nada façamos para isso, tal não é motivo para que não sejamos agradecidos. Metaforicamente falamos do material disponibilizado gratuitamente, que regra geral não tem uma palavra de agradecimento, ou como alguém dizia: "É que nem à m**** te mandam!". Pessoas que nada dizem de agradecimento, são as primeiras a falar no dia em que lhes for pedido algo em troca. Mas para quê perder tempo escrevendo sobre pessoas deste tipo?
Mas o foco é no que falta fazer e quem estiver mal, que se mude - neste caso, que faço melhor!

E já passaram mais 365 dias e aqui fica o balanço do ano de 2017 no blogue Rodas de Viriato.
- O número de seguidores do blogue é de 255 pessoas;
- O número de publicações total no blogue é de 4263 artigos;
- A página no Facebook tem 1494 "likes" e 1511 seguidores.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 2 881 103 visualizações de páginas, desde que há 11 anos iniciámos esta caminhada.

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2017/09/23

17.º Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo - Balanço


No passado dia 17 de Setembro de 2017, realizou-se o 17.º Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo e como tem sido regra no Rodas de Viriato, aqui apresentamos a reportagem do que vimos até ao momento de partida para o passeio.

A afluência de participantes estava forte, à semelhança do que tem acontecido em anos anteriores, tanto de participantes locais, como de outros vindos de longe. E o mesmo se passava em termos de visitantes.

Na localidade de Pinhal Novo há a chamada tradição caramela (nome dado aos habitantes mais antigos que deixaram as suas aldeias para se instalarem nesta zona, onde realizavam trabalhos agrícolas a troco de dinheiro) e neste evento notaram-se alguns resquícios desses tempos, por exemplo em motorizadas antigas com adereços da vida no campo.

Também se notou um pequeno aumento do número de motorizadas que participam no passeio com a patine do tempo e da utilização, havendo só a preocupação de que funcionassem, mesmo que tenham camadas e camadas de pó. Afinal se chegaram assim até aos nossos dias, para quê estar a mudar algo que mostra a sua genuinidade?

Em termos de motos de cilindradas maiores é que notámos um pequeno decréscimo no número de exemplares presentes, ainda que as motos participantes fossem de diferentes estilos, marcas e épocas.

Este ano também só vimos uma moto com side-car, quando normalmente se vêem duas ou três.

No meio das motos pudemos ver uma Casal K 276 fabricada em Portugal, com motor Casal de 125 cc, pintada no tradicional tom creme. Deste modo as motos Casal continuaram representadas neste evento, como tem acontecido em anos anteriores.

Na classe das 50 cc as motorizadas nacionais continuam rainhas no Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo (ou não estivessem no seu próprio país...).
Havia uma boa representação das diferentes marcas nacionais, bem como dos modelos por elas fabricados, mas desses daremos conta em futuras publicações.

Assim que foi dado o sinal para que os participantes se preparassem para o passeio registou-se a habitual euforia, que normalmente é manifestada no enrolar do punho do acelerador, que logo se traduz no som do trabalhar do motor.

E também na quantidade de fumo presente no ar...

Relembramos como foram as últimas edições do:
- Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo em 2016;
- Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo em 2015;
- Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo em 2014;
- Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo em 2013;
- Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo em 2012...

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