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2016/12/01

Fotografia antiga da fábrica da Famel - Fábrica de Produtos Metálicos, Limitada


Começamos o mês de Dezembro com uma fotografia especial, é da fábrica da Famel - Fábrica de Produtos Metálicos, Limitada; provavelmente de inícios dos anos 50, vendo-se a parte da frente da fábrica, virada para a estrada e uma parte da lateral, onde se pode ler "Aros Famel".
Na parte da fábrica que está virada para a estrada também se vê o emblema da Famel e a referência "Aros para Bicicletas".
Tendo em conta esta imagem, e a que foi impressa nos envelopes que já mostrámos dos anos de 1962 e 1963, a fábrica foi ampliada para o lado esquerdo, onde se vê um campo livre.
Quem puder deixar mais informações sobre esta fotografia, por favor deixe comentário.
Mais uma vez agradecemos a Fernando Gonçalves pelo envio desta colaboração.

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2017/07/24

Fábrica das motorizadas e bicicletas Confersil em 2017


Nos dias de hoje ainda é possível ver vestígios das antigas fábricas ligadas à indústria nacional de veículos de duas rodas, com e sem motor. Na sua maioria são sítios ao abandono ou que foram reconvertidos para albergar outras empresas. Quem passar pela Estrada Nacional n.º 333, em Corga, poderá ver o que resta da fábrica de motorizadas e bicicletas da Confersil.

As instalações da Confersil eram constituídas por 3 edifícios. O edifício principal era o que fica na esquina com a Rua da Corga e que ainda tem um painel de azulejos na entrada com o logótipo da empresa.

Este edifício teve um túnel que passava por cima da Rua da Corga, fazendo a ligação para outro edifício mais recente, que agora pertence a uma empresa que vende produtos para animais. O túnel referido foi entretanto demolido, mas ainda há vestígios da sua existência na parede da antiga fábrica.

Do outro lado da Estrada Nacional n.º 333 ficava o parque de estacionamento dos empregados e da carrinha da empresa. Este barracão fica ao lado da loja de produtos para animais que comprou o pavilhão / armazém (mais recente da Confersil) com paredes cor de laranja, que vemos na fotografia anterior.

Agradecemos a Raul Santos que gentilmente nos enviou as fotografias e informações a partir das quais foi criado este artigo (obrigado!). Raul Santos é também um dos nossos leitores habituais e pertence a esta localidade, onde as motorizadas e bicicletas marcaram as vidas de muitas pessoas. Na sua infância passava todos os dias a pé, ou de autocarro, às portas desta empresa, onde via uma camioneta Ford azul a ser carregada de bicicletas.
A fábrica da Confersil foi recentemente vendida e entretanto foram retirados os letreiros "Confersil" que tinha na fachada. Não só nesta fábrica, como noutras, muito património corre risco de desaparecer para sempre, pelo que é importante a sua salvaguarda, seja por instituições locais ou por privados, de modo a poder ser futuramente exibido num museu das duas rodas ou em eventos relacionados coma temática.

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2011/02/13

Sinfonia Metálica - Filme sobre a Pachancho (1954)


O documentário Sinfonia Metálica é uma produção de Ricardo Malheiro sobre a Fábrica Nacional de Pistões Pachancho, datado de 1954.
É um importante documento histórico, pois apresenta de forma detalhada a fábrica, a maquinaria e os processos usados, bem como os produtos fabricados, entre eles acessórios para motores, correntes de rolos e micromotores para bicicletas, produzidos na fábrica Pachancho com 25 mil metros quadrados.
Do complexo industrial faziam parte uma central termo-eléctrica, uma fundição, oficina de moldes e de torneamento, secção de controlo de qualidade e de testes, secção de montagem de micromotores, salão de assistência e montagem de motores nas bicicletas, secção de embalagens e de expedição de material para exportação.
O filme é ainda uma boa fonte de informação sobre a montagem dos motores Pachancho, pois pode-se observar a sequência de movimentos realizada pelos funcionários na montagem dos motores.
O filme termina com uma publicidade ao representante exclusivo em Angola, Jóse Guimarães, em Luanda.
Ricardo Malheiro nasceu em 1909 em Vila Nova de Famalição e realizou vários documentários sobre indústrias no Norte de Portugal, entre elas conta-se um sobre a Mabor. O realizador faleceu em 1977. Destacamos ainda a banda sonora da autoria de Luiz Barão, cheia de sons repetitivos que lembram o ambiente de uma fábrica.
O vídeo está na página do utilizador Npul69 no Youtube.

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2008/07/06

Gandra - Tipo: Mercadorias


Há veículos que são mais queridos do que outros, La Palice não diria melhor... É o que se aplica a este veículo Gandra, da Fábrica Metalúrgica da Gandra, Lda.
De momento, poucos serão os que se atrevem a investir num exemplar igual a este, mas daqui a uns anos não será bem assim...

Para alterar essa forma de pensar, cá estamos nós. Afinal trata-se de mais uma forma de tentar fabricar veículos de 4 rodas em Portugal, neste caso tirando partido da necessidade que muitos pequenos agricultores tinham de se deslocar num veículo fechado.
Este Gandra faz parte da chamada linha agrícola - motoagrícola (penso eu...).

Trata-se do modelo 200(?), fabricado em 1991, do tipo "Mercadorias", com 1200 kg de peso bruto, com 400 kg de tara e com o número de chassis inferior a 4 centenas...

A empresa Fábrica Metalúrgica da Gandra, Lda. surgiu em 1949 e tem como principal actividade o fabrico e o comércio de máquinas para a agricultura e jardinagem.

A fábrica situa-se na Rua da Gandra, número 145, em Mouquim, no concelho de Vila Nova de Famalicão.

Quem quiser passar pelo stand de exposição e vendas da empresa, pode fazê-lo na Praça D. Maria II em V. N. de Famalicão

Saber mais:
- Fábrica Metalúrgica da Gandra, Lda. - Site oficial

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2016/06/21

Folheto com novas instalações S.I.S.-Sachs (em construção)


Crescer faz parte do ciclo da vida.
A SIS Sachs também cresceu e aqui podemos ver uma folha de formato A5 onde se via um desenho com as novas instalações da SIS Sachs, que na altura estavam em construção em Anadia, perto da E.N. 1, que fazia a ligação Lisboa - Porto.
A imagem será de 1969 ou de 1970. A fábrica da SIS Sachs foi inaugurada em 1971.

Pela imagem percebia-se que a fábrica teria o tradicional telhado industrial, na diagonal e vertical.
Junto da fábrica estaria um campo de jogos com uma pista no limite, que aparentemente acabou por não ser construído. Será que foi pensado para testar as motorizadas da SIS Sachs que acabavam de sair da fábrica?

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2019/04/28

Chapas antigas de motorizadas e da fábrica da Mourisotam


Na sequência da apresentação de pormenores históricos da fábrica de motorizadas Mourisotam, apresentamos um lote de material directamente relacionado com esta fábrica.
Do lado esquerdo da imagem podemos ver uma chapa de testa de quadro de motorizada Mourisotam, com relevo e pintura. Nela consta o número do quadro, o número do motor e o ano de fabrico.
Do lado direito, em cima, vemos uma chapa Mourisotam que era cravada nas hastes metálicas que seguravam o farol. Em relação à chapa redonda, com um número 52 gravado, é uma chapinha de ponto da Sotam. O operário ao entrar na fábrica, mudava a chapinha do quadro de saída para o de entrada e vice-versa, quando acabava o turno.
Agradecemos a Carlos Martins, que tem página no Facebook de venda de peças para motorizadas antigas, pela envio desta fotografia e informações.

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2009/05/25

Envelopes Fábrica de Produtos Metálicos Famel (1962/63)


No coleccionismo é frequente o lixo virar luxo.
Estes envelopes são um caso desses. Estão rasgados e a conservação não é a melhor, mas como todo e qualquer documento é importante para a história das duas rodas motorizadas nacionais, eles têm valor.
O primeiro, do qual apresentamos a frente o o verso, é datado de 1962. Na lateral diz "Mod. 10 - 5.000 ex. - 1-62" e tem carimbo dos correios datado do dia 15 (?) de Janeiro (?) de 1962.

No verso está manuscrito "1 Falcão liquidados aos (?) 6.2480$00 em 25 de Março". A informação é relativa à venda de uma motorizada Famel Falcão.

O segundo envelope, é datado de 1963. Na lateral diz "Mod. 1 - 5.000 ex. - 1-63" e tem carimbo dos correios datado do dia 20 de Março de 1963.
Os envelopes são idênticos com excepção do texto escrito na parte inferior. Um diz Famel Foguete * Utilitário * DKW", enquanto que o outro diz "Famel Foguetão * Foguete * Falcão".
Ao nível do design, o envelope tem uma vista da fábrica, em que se pode ler numa parede "Aros Famel" e ver uma carrinha a carregar material.
A marca "Famel" não tem muito destaque, mas sim o nome "Fábrica de Produtos Metálicos" - "Fábrica de Motociclos e Motocicletas". É ainda referido o "Fabrico Especial de AROS - séries para motorizadas - Acessórios e montagens".

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2015/10/27

Motorizada Casal K603 SS de 6 velocidades - Oficina Manuel M. Ruas (1/2)


9.º aniversário Rodas de Viriato...
E numa semana com uns artigos mais especiais, não podia faltar uma motorizada nova, nunca restaurada e com pouco quilómetros percorridos.

Trata-se de uma motorizada Casal K603 SS com carenagem de fábrica e muito semelhante à K602 SS.
É um modelo marcadamente desportivo e que mostra como a Casal tinha produtos de qualidade.

São vários os elementos que nela se destacam, mas a carenagem transparente com filetes horizontais colocados sensivelmente a meio, em cor vermelha e dourada, juntamente com o autocolante a dizer "6 speed" colocado por cima do farol é o que mais sobressai.

Segundo Carlos Martins / Old Moped (a quem agradecemos a colaboração com informações), esta motorizada Casal K603 era montada em Sangalhos na fábrica da Fundador, que na época era como que a fábrica n.º 3 da Casal.

Não é por isso de estranhar que encontrem semelhanças entre esta motorizada e a Fundador K 603 que esteve no Classic´ Auto.

O motor Casal estava equipado com um carburador Bing 1/19/40, pronto para responder às solicitações das 6 velocidades.

As rodas eram tipo jante de marca Grimeca, sendo que na da roda da frente se podia ler a inscrição Razze Incrociate Tip B.

Agradeço à oficina de Manuel M. Ruas, em São Luís, pela cedência da motorizada para a sessão de fotografias.

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2013/12/18

Catálogo Fábrica Sarotos - Secção de rodas - Acessórios para automóveis


E continuamos nessa atitude autista de divulgar o nosso património, gastando dinheiro em material sem ter retorno financeiro.
É daquelas coisa de que gostamos, mas que não deviam ter lugar, pois se pensarmos um pouco, a partilha, o grátis, são próprios de sistemas políticos medonhos, onde não se prospera, onde não se pode subjugar o outro em proveito próprio, de modo a enriquecer. Diria mesmo que isto é terrorismo cultural.

Mas como as incongruências fazem parte da vida - especialmente da minha - continuo a acreditar que uma pessoa pode mudar o mundo e vou fazendo a minha parte até ao dia em que acordarei e chegarei à conclusão de que tudo não passou de um pesadelo.

A Fábrica Sarotos, com sede na freguesia de São Victor, em Braga, encerrou portas em 2008. O processo de insolvência começou no dia 28 de Julho de 2008 terminou em Abril de 2011.
Ao encerrar portas, a Sarotos lançou para o desemprego cerca de 70 trabalhadores, mas nos tempos de maior actividade, chegaram a ser centenas.

Segundo o que consta, laborou durante 108 anos, tendo começado as suas actividades em 1900.
É uma das muitas empresas/marcas que contribuíram para a economia nacional e que é completamente desconhecida de muitos dos amantes de veículos nacionais.
Mas estamos cá para isso e devagar vamos mostrando coisas que deviam envergonhar muita boa gente, que tanto sabe sobre veículos. No que toca a Braga, já aqui falámos da Onça, da Pachancho, da Motalli e da Rito...
A propósito de empresas centenárias (ou quase), fomos os impulsionadores da comemoração dos 100 da EFS...

Hoje mostramos parte deste catálogo da secção de rodas, da Fábrica Sarotos, que aparentemente terá sido editado em 1962, ou posteriormente,
A reprodução do catálogo foi feita pela gráfica Minho, em Braga. Não há indicação do número da tiragem, mas pelo tipo de impressão e de encadernação (com agrafos), adivinha-se que terá sido muito pequena.

Tanta conversa não podia acabar sem a informação de que este catálogo está disponível para consulta, bastando para tal que tratem do assunto via e-mail.

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2008/09/04

Catálogo de ciclomotores EFS


Hoje apresentamos a capa, a contracapa e um das páginas do interior de um catálogo das motorizadas EFS. Brevemente iremos publicar mais fotografias relativas aos modelos em catálogo, bem como as respectivas características e fichas técnicas.
A capa do catálogo tinha o símbolo da EFS em relevo. Ainda no símbolo da EFS está escrita a data 1911.
Este catálogo tem um carimbo da empresa Moreira e Letra, de Cantanhede, que era armazenista das motorizadas EFS.

Na fotografia da contracapa, temos informações que ajudam a perceber porque é que as motorizadas das marcas ML (Cantanhede), Dúnia (Malaposta) e Motobil (Malaposta) eram iguais às motorizadas E.F.S. - porque estas marcas eram de firmas associadas à E. F. Sucena Filhos, Lda. (Águeda).

Concluímos com uma folha que mostra um desenho da fábrica n.º 2 em Avelãs de Caminho, junto à E.N. n.º 1, mais concretamente a 28 km de Coimbra e a 10 de Águeda. A fábrica n.º 1 da E. F. Sucena Filhos, Lda. era em Borralha - Águeda.
Para terminar, gostava que reparassem nos telheiros do lado esquerdo da entrada da fábrica - eram destinado ao estacionamento de motorizadas e bicicletas dos trabalhadores... Hoje esse espaço teria de ser 3 ou 4 vezes maior, de modo a suportar todos os automóveis que os trabalhadores conduziriam...

Muito obrigado ao Sr. Manuel por permitir o acesso ao catálogo!

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2018/07/21

Cinzeiro antigo Firestone Cavallino Sport 200


A localização de fábricas em determinados países ou zonas está sempre ligada a factores como o conhecimento tecnológico dos trabalhadores, o acesso a matéria prima, o preço da mão de obra, a rede de transportes existente ou, em último caso, com a ligação geográfica do local do proprietário.

Em Portugal foram sendo criadas fábricas de marcas estrangeiras de veículos ou de componentes / peças. E na área dos pneus ainda hoje temos a Continental.

A localidade de Alcochete foi onde a Firestone implantou uma fábrica em 1959, dedicando-se a fabricar pneus e câmaras de ar, tendo cerca de 400 trabalhadores. Em 1961 a marca passou também a fabricar, noutro edifício, jantes para automóveis.

Nos anos 80 a fábrica foi vendida à Bridgestone e em finais dos anos 90 foi apresentado o projecto para a construção no mesmo local, do centro comercial Freeport.

Este cinzeiro antigo da Firestone está relacionado com esta fábrica.
Para o seu fabrico foi criado um pneu pequeno, no centro do qual foi colocado um recipiente em vidro, com o fundo serigrafado.

No pneu aparece a marca Firestone, bem como o seu emblema e as referências ao modelo Sport 200 Radial e à fabricação portuguesa. No vidro também aparece a designação Cavallino.

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2019/08/22

Carro para transporte de munições - Fábrica Braço de Prata


Já sabíamos que a Fábrica Braço de Prata esteve ligada ao fabrico de viaturas em Portugal, pois certo belo dia tivemos nas mãos um postal com uma carrinha de marca Citroen, com carroçaria fabricada por esta empresa. A questão é que o postal é daqueles que equivalem a uma nota de 50 ou 100 euros e teve de ficar no escaparate do vendedor… Caso contrário, já aqui o tínhamos divulgado.

Na nossa visita ao Museu Militar de Elvas foi possível ver alguns veículos de tracção animal produzidos pela Fábrica Braço de Prata e este é um deles.

De acordo com a tabuleta que estava colocada junto, é um carro para transporte de munições das peças de artilharia, que era "colocado em posição de municiamento junto às bocas de fogo".

É datado de 1930 e foi construído com recurso a madeira e metal, sendo este usado em locais estratégicos. O compartimento de carga está dividido de forma a evitar que as munições se tocassem ou misturassem.

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2023/02/05

Folheto publicitário Fábrica Nacional de Bicicletas - 1939


A criação da Fábrica Nacional de Bicicletas remonta ao primeiro quartel do século XX, pertencendo à empresa Vilarinho e Moura, L.da, que se situava na Rua do Bomjardim, 826; na cidade do Porto. Tendo ficado conhecida como sendo a marca "Vilar".

Como o nome indica, começou por fabricar bicicletas, tendo no final dos anos 40 / início dos anos 50, começado a fabricas motorizadas e, mais tarde, motos com diferentes cilindradas (indo até aos 250 cc). Curiosamente a marca Vilar terminou os seus dias da forma como começou, vendendo bicicletas.

O panfleto antigo que aqui divulgamos é datado de 1939 e apresenta uma banda desenhada em que se referem muitos e variados motivos para se comprar uma bicicleta.

Como é impresso a uma só cor, recorreu-se ao uso de traços e de tramas para dar a noção de volume nos desenhos.
Ainda que não seja referida a autoria dos desenhos, nota-se que foram feitos por alguém profissional e que têm um cunho de modernidade e de cosmopolitismo - o que ajudaria na venda das bicicletas. 

No canto inferior esquerdo podemos ver que estes panfletos antigos da Fábrica Nacional de Bicicletas foram impressos na Tipografia Ideal, na Rua do Bomjardim, 330 (no Porto).

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