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2010/02/07

Bicicletas Etnerap Cicles - Algés - Portugal


Nos últimos tempos temos publicados artigos sobre a marca Etnerap e sobre António Augusto Parente e hoje apresentamos mais um contributo para a divulgação da história desta marca, mais concretamente sobre as bicicletas Etnerap.
É com orgulho que o fazemos, pois estamos a acrescentar algo ao já existente. Note-se que a marca Etnerap começou com a produção de bicicletas, tendo depois passado para os automóveis, mas são estes últimos que estão associados à marca.
Para além deste facto, a história das bicicletas Etnerap são uma excepção, pois não está ligada a Sangalhos nem à Bairrada, nem é mais uma marca de um armazenista que se limitava a colocar o seu emblema e marca na bicicleta.
As bicicletas Etnerap eram construídas e vendidas por António Augusto Parente em Algés (Lisboa), na Rua Major Afonso Pala. De um lado da rua, onde hoje se situam os restaurantes "O telheiro" e "Montenegro", situava-se a loja. Os dois edifícios ainda têm elementos que atestam a sua idade, como se pode ver pela imagem seguinte. Já a oficina, era do outro lado da rua, onde hoje existem uma série de estabelecimentos comerciais (ver a última fotografia deste artigo).

António Augusto Parente estudou na Escola Industrial Marquês de Pombal, onde adquiriu conhecimentos que lhe permitiram ir mais longe e sonhar mais alto. Antes de começar a IIª Guerra Mundial, já produzia as bicicletas Etnerap em alumínio, que eram mais leves e resistentes do que as existentes na época. Tinham um design desportivo, tipo de corrida, com travões normais (em vez de travões de alavanca), aros especiais e tinham mudanças com alavanca no quadro. Muitas das peças incorporadas nas bicicletas eram importadas de Itália.
Para além do modelo normal, também havia bicicletas para senhora. E o negócio não se limitava à venda, havia também aluguer de bicicletas ao fim-de-semana, que eram usadas em passeios até Cascais e ao Estoril pela Marginal.
O mais curioso é que António Augusto Parente chegou a entrar em competições com as suas bicicletas, tal como fez mais tarde com os automóveis Etnerap.

No emblema que era colocado na testa do quadro (ver a 1.ª imagem) a palavra "bicicletas" foi substituída pelo termo inglês "Cycles", mas curiosamente aparece escrito "Cicles".
Todos estes factos fizeram com que tivessem sucesso comercial, tendo sido produzidas durante mais de meia dúzia de anos, até depois da guerra, não se sabendo em que quantidade.
Também não se conhece o paradeiro de nenhum exemplar desta marca, pelo que qualquer informação sobre as bicicletas Etnerap será bem-vinda, por todos os amantes de bicicletas de fabrico nacional e especialmente por António Parente (filho) a quem mais uma vez agradecemos a disponibilidade e a hospitalidade com que nos recebeu e partilhou todas estas informações (e também pela oferta da chapa da marca).

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2006/11/24

Etnerap - EE-11-67


O nome da marca Etnerap surgiu da inversão do apelido do proprietário da mesma - António Augusto Parente.
Inicialmente António Augusto Parente produzia bicicletas em Algés, mas o seu gosto pela competição automóvel levou-o a criar os seus próprios carros de corrida.
Na imagem apresentamos o 1º automóvel que produziu em 1953. Tinha como base um chassis de um Fiat 1100, a carroçaria era construída em alumínio (estampada à mão).
Participou em várias competições nacionais tendo terminado a sua carreira competitiva em 1957.
Foram construídos mais dois Etnerap que oportunamente aqui mostraremos.

Símbolo do Etnerap (retirada de fotografia do 2º Etnerap construído). Ao que consta, é desconhecido o paradeiro destes veículos.

Saber mais:
- Outra fotografia do Etnerap

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2009/12/13

Automóveis Etnerap - Emblema


Como disse há uns dias, tive a oportunidade de saber mais sobre a Etnerap a partir de quem viveu de muito perto a evolução da marca.
Agora partilho aqui parte dessa informação, neste caso o emblema (ou símbolo) dos automóveis Etnerap, já aqui apresentado no 1.º artigo sobre o Etnerap (a partir do artigo publicado na AutoClássico), mas a qualidade da imagem não era a melhor.
Agora podemos ver "ao vivo e a cores" o emblema original (algo de inédito até à data) e cuja forma era inspirado nos brasões da heráldica. Era dividido por uma faixa com as letras Etnerap e tinha um ganso em vôo na parte de baixo e uma estrela na parte de cima. No emblema houve ainda espaço para escrever a palavra "Portugal".
É curioso que o ALBA - mas também o OLDA - escolheram uma ave a voar como símbolo para decoração dos seus carros de competição.

A terminar quero informar que a imagem foi manipulada digitalmente, pois partes da tinta original não estão nas melhores condições de conservação. Esta manipulação foi uma opção pessoal, que não pretende tirar propriedades ou antiguidade à peça, mas sim divulgar o emblema como ele seria. O original está, e estará, com a tinta que vem do tempo em que os automóveis foram construídos.
Quero ainda agradecer publicamente a António Parente (filho de António Augusto Parente) pela oferta do emblema, que de outro modo dificilmente aqui poderia constar, bem como na minha colecção de emblemas, pins e alfinetes de lapela de marcas ligadas às "rodas nacionais".

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2010/07/12

Automóveis Etnerap - Alfinete de lapela


Depois de termos mostrado o emblema usado nas bicicletas Etnerap, bem como o emblema usado nos automóveis Etnerap, mostramos um alfinete de lapela da marca em questão.
Este alfinete é um testemunho da vontade de António Augusto Parente em ter a sua marca de automóveis, de fabrico nacional, capazes de fazer frente e vencer os melhores veículos internacionais da mesma categoria na época.
Mais uma vez agradeço a António Parente (filho de António Augusto Parente) pela oferta do alfinete de lapela.

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2012/03/04

Fotografia de época de Etnerap em competição


Depois de recentemente mostrarmos a foto com a traseira do Etnerap, hoje mostrámos uma fotografia já conhecida, mas com mais pormenores ao nível do ambiente onde o Etnerap corria durante uma competição ou treino.
A foto já tinha sido publicada na revista Auto Clássico, mas com os pormenores do passeio em empedrado e das árvores tipo cedro, parece que a mesma terá sido feita em Monsanto, será?
Agradeço a António Parente (filho de António Augusto Parente), pela cedência da fotografia.

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2009/12/08

António Augusto Parente e Etnerap - 1955


Na fotografia que antecede esta frase temos António Augusto Parente sentado no seu automóvel Etnerap. E quando digo "seu", refiro-me a ser proprietário e autor/construtor do automóvel.
No canto inferior esquerdo da fotografia está escrito "Monsanto 1955" e esta é umas das muitas fotografias que hoje pude ver ao vivo, graças à simpatia e hospitalidade de António Parente (filho) e da sua mãe.
Foi uma tarde de conversa, de contacto com objectos e de sítios relacionados com a marca Etnerap e com o seu mentor - desde as bicicletas até aos automóveis.
Nos próximos tempos serão divulgadas mais imagens e informações de um tempo em que a competição e a construção de um automóvel faziam parte do dia-a-dia e permitiam momentos descontraídos como o da fotografia.

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2012/01/18

Fotografia de época do Etnerap - Vista traseira


Apresentamos mais um documento histórico, uma fotografia de época com o automóvel Etnerap visto a "três quartos" com a parte traseira a merecer destaque.
Se uma fotografia inédita do Etnerap é coisa que merece destaque, melhor ainda se ela apresentar a parte de trás.
Deste modo podemos ver o trabalho realizado na carroçaria do carro, que acaba em forma arredondada, sem para-choques. A zona das rodas é ligeiramente mais alta do que a restante parte traseira, tendo a meio o tampão do depósito de combustível. Segundo António Parente (filho de António Augusto Parente, a quem agradecemos a fotografia, bem como as informações cedidas) este tampão do depósito de combustível foi fundido em alumínio, com recurso a moldes de madeira. Era largo, à semelhança do que acontecia em carros de competição da época e abria-se automaticamente carregando numa patilha que tinha.
Os farolins e piscas estão colocados horizontalmente, lado a lado, tendo a matrícula a dividir os dois lados. Por cima da matrícula há um elemento que será a luz de presença da matrícula.
Relembramos que este automóvel continua por localizar (bem como as bicicletas com a mesma marca), pelo que qualquer informação é bem-vinda.

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2007/10/08

Revista Autoclássico n.º 13 (Etnerap)


O número 13 (Janeiro de 1993) da revista Autoclássico - revista portuguesa de automóveis antigos, tinha uma reportagem muito detalhada sobre os automóveis Etnerap.


O texto e a investigação é de José Barros Rodrigues, autor de vários artigos do mesmo género na mesma revista, dedicados às máquinas nacionais.


Este é daqueles exemplares que deve constar em todas as bibliotecas de interessados na história do automóvel português.


Quem não tem a revista, pode sempre clicar com o cursor do rato nas imagens e deste modo visioná-las com mais qualidade.

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2014/07/05

Emblemas de lapela da Etnerap


Relembramos a época de ouro do fabrico de automóveis nacionais de competição.
Apresentamos dois emblemas de lapela da Etnerap, que para além do fabrico de automóveis, também fabricou bicicletas, conhecidas por terem o quadro em alumínio.

Os emblemas têm cores diferentes, como já tínhamos mostrado a versão com fundo preto e também a versão com fundo em amarelo, colocámos a versão com fundo vermelho em primeiro lugar.
Agradeço a Carlos Caria por mais esta colaboração (obrigado!).

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2009/09/12

MG Canelas na Automóveis Portugueses - Museu do Caramulo (1/2)


Mais um dos automóveis que está no Museu do Caramulo, na exposição Automóveis Portugueses.

Trata-se do MG Canelas de 1952, construído por José Jorge Canelas.

Na imagem anterior podemos ver alguns dos pormenores estéticos na parte superior do MG Calenas, como observar um painel onde constavam fotografias de outros automóveis construídos em Portugal, mas que não constavam na exposição (entre eles um AR - Alcobia e Ribeiro e um Etnerap).

Já na imagem anterior, podemos ver o espaço para o condutor, e acompanhante, do MG Canelas. Será que estou enganado se disser que na zona dos pés do acompanhante estão algumas caixas de cartão? E o carro parece não ter "chão" na mesma zona...

O MG Canelas tem muitas entradas de ar, como se pode ver na imagem anterior. Este facto acentua muito o ar desportivo.

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2013/09/18

Revista Motor Clássico n.º 79 e as 4 rodas nacionais


O título pode parecer redutor, mas tendo em conta a diversidade de veículos de fabrico nacional que são abordados na edição n.º 79 da revista Motor Clássico, não será fácil fazer melhor.
Dizemos isto porque nesta edição os veículos a motor com quatro rodas de fabrico nacional estão bem representados, começando com (mais) um artigo sobre os automóveis dos anos 50: Etnerap, FAP, PE e Dima/DM; e a sua evolução (ou tentativa de...) da competição para a produção em série. Os textos estão acompanhados de fotos da época dos automóveis em questão, e no caso do DM coupé, é publicada uma imagem captada durante a construção do mesmo.
Segue-se um artigo sobre "Comerciais de sonho", onde figura os nacionais Austin Mini IMA, a GM Amigo e a Datsun Sado. O artigo tem um tom de humor, mas comparar a Datsun Sado, com o Rui Rio, é o mesmo que comparar a Cicciolina com a madre Teresa de Calcutá - aparentemente ambas se preocuparam com o bem estar do homem, mas todos sabemos que de modos bem diferenciados! Que se diga que a Datsun Sado é "honesta e simples, sem requintes", tudo bem... Associar isso a alguém que aparentemente só é honesto e simples na demanda dos seus princípios/interesses, tudo mal! Já para não falar no "sem requintes", pois quem não os tem, não se veste de piloto e muito menos conduz carros nos quais o comum dos "honestos" só põe a mão se os estiver a lavar ou a reparar!... Tudo isto num evento efémero onde foi gasto dinheiro que podia servir para ajudar e facilitar a vida dos tais "honestos, simples e sem requintes"...
Antes do artigo sobre a Chaimite, há uma reportagem sobre um passeio de motorizadas onde constam alguns exemplares de fabrico nacional.
A terminar, temos o peso pesado das quatro rodas nacionais, o blindado Chaimite, desta vez num artigo que aborda a utilização deste veículo nos Fuzileiros portugueses e peruanos. O artigo é acompanhado de várias fotos, que abordam a vida do blindado da Bravia, em diferentes cenários e utilizações.
Revista já nas bancas!

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2010/01/09

António Augusto Parente e outros nomes ligados aos automóveis nacionais - anos 50


Durante a tarde em que fiquei a saber mais sobre António Augusto Parente, pude ver um recorte de um jornal de 1955 (relativo à Taça Cidade do Porto?...) onde constavam fotografias dos vários pilotos / construtores de automóveis nacionais da década de 50.
Como muitas vezes conhecemos os automóveis e os nomes a eles ligados, mas não conhecemos a imagem correspondente ao nome, aproveitamos para aqui publicar as fotografias que estavam no recorte de jornal.
A primeira imagem é relativa a António Augusto Parente que correu em Etnerap.

De seguida, temos Victor Guimarães que correu em F.A.P.

Depois segue-se F. L. "Constantino" que correu no automóvel L.N.A.

Segue-se Corte Real Pereira que correu em Alba.

E António Martins Pereira, também em Alba.

Terminamos com Abílio Barros que correu em F.A.P., este aparece numa fotografia ao volante de um carro de competição, usando um capacete.

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2016/03/18

Medalha do Rali Marconi em 1964


A competição automóvel foi responsável pelo surgimento de várias marcas de automóveis nacionais, como o Edfor, o Alba, o Olda, o Etnerap, o AR e de tantos outros... Foi também responsável pelo aperfeiçoamento / desenvolvimento de jipes como o Portaro e o UMM.

Pelo que sem provas de competição, a nossa história automóvel não teria sido a mesma. Existiram e existem um pouco por todo o país, tendo diferentes configurações o objectivos, aguçando o engenho e a perícia de quem quer ir um pouco mais longe. As medalhas são a materialização desse espírito, e uma forma de mostrar que se esteve lá.

Esta medalha antiga é do I Rali Marconi, realizado a 29 de Novembro de 1964, restando adivinhar a histórias que a ela estão ligadas.
A medalha está disponível para venda (mais informações via e-mail).

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2014/02/01

Fotografia com António Augusto Parente - Rampa da Pena 1963


Relembramos uma fotografia que vimos durante a entrevista a António Parente, filho de António Augusto Parente, criador da marca de bicicletas e dos automóveis Etnerap.
É relativa à entrega de prémios da Rampa da Pena - Taça Vila de Sintra, no dia 6 de Outubro de 1963, onde vemos António Augusto Parente a receber um troféu pela sua participação. É mais um contributo para conhecermos quem esteve na origem de uma das marcas de automóveis nacionais!
A fotografia é da Foto Ávila, de Lisboa.

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2022/05/15

Autocolante S.O.V. Expresso Team antigo


Penso que podemos estabelecer um paralelismo entre o que se passou nos anos 50 e 60, como o que aconteceu no final dos anos 80 e o início dos anos 90 do século passado em termos de competição automóvel em Portugal, pois foram anos em que os veículos de fabrico nacional marcaram o panorama (e as tabelas de classificação!) das corridas com automóveis.
Se nas duas primeiras décadas referidas os automóveis eram de fabrico artesanal e corriam em pistas asfaltadas, nas outras duas décadas os automóveis eram fabricados numa linha de produção, em série, e corriam em pistas de terra batida. Num grupo temos o ALBA, o DM, o Etnerap, o Olda e o MG Canelas... No outro grupo temos os UMM e os Portaro!

Este autocolante antigo é da SOV Expresso TEAM que teve jipes UMM Alter Troféu na sua equipa e que competiu nas provas de todo o terreno em Portugal. Fica a memória!

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2012/10/20

Algarve Classic Festival - Portimão


Um dia este tipo de evento terá uma parte dedicada aos carros de competição de fabrico nacional... Alba, Etnerap, FAP, Marlei, Olda, DM... Só é preciso alguma vontade.
É o Algarve Classic Festival, que terá lugar dos dias 19 a 21 de Outubro, no Autódromo Internacional do Algarve.
"Um festival que celebrará as grandes corridas de endurance da época em que os poderosos protótipos lutavam pelas vitórias. O AIA apresenta assim várias corridas de 2 horas que vão colocar à prova a garra de todos os pilotos e as suas máquinas.
Vão estar em pista 9 categorias num total de 14 corridas: JD Classic Challenge, U2TC, Sirtling Moss Trophy, GT & Sport Car Cup, Pre-War Sport Cars, Formula Junior, 1.000Km, IGD (Iberian Gentlemen Drivers) – Portimão Race e o Campeonato Nacional de Clássicos 1300.
Os 1000km é um Campeonato de Endurance que visita algum dos mais prestigiados circuitos da Europa tais como Donington no Reino Unido, Dijon em França ou Monza em Itália.
Irão marcar presença no conceituado circuito de Portimão carros tão variados como Lola T70, Ferrari 512, Chevron B8 e B16, além de BMW 2002, Ford Escort MK2, Alfa Romeo GTAM, Porsche 911, Shelby 350, Ferrari Daytona, Ford GT40, o Pantera, Datsun 240Z Série 1, com uma classe especial para os carros de turismo V8 pré-1963.
Este é o quarto ano que se realiza este grande festival, agora denominado Algarve Classic Festival, o maior e mais importante evento de carros históricos em Portugal."

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2009/10/28

Automóveis fabrico nacional em competição


É com estas fotografias da Galeria de Biblioteca de Arte, da autoria do Estúdio Mário Novais, que a Fundação Calouste Gulbenkian tem no site Flickr.com que terminamos a semana de comemorações do 3.º aniversário deste blogue.

Não estão datadas ou identificadas, mas segundo um comentário deixado, serão do Circuito de Monsanto, realizado nos dias 24/25 de Julho de 1953.
Segundo os comentários deixados, nas imagens aparecem o ALBA, o FAP, o DM e o Etnerap.

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2008/07/11

Circuito da Boavista - Velocidade na Boavista

O livro "Circuito da Boavista - Velocidade na Boavista" de José Barros Rodrigues é uma obra essencial para qualquer amante das 4 rodas de fabrico nacional. Foi editado em 2005 pela Talento - Edições, Publicidade e Promoções, Lda e distribuído pelo Jornal de Notícias (?).

Ao logo de aproximadamente 160 páginas, com textos acompanhados de fotografias (de arquivos bem como de publicações da época), é possível conhecer melhor a história deste circuito que está intimamente ligado a marcas como a Edfor, a FAP, a DM, a Dima, a PE, a Olda e a Etnerap.

Na imagem anterior podemos ver os automóveis DM, respectivamente o modelo de 52 e os modelos de 1951.
Este livro tem ainda um índice remissivo, quadros resumo das classificações (década de 30, 50 e 60) e a bibliografia que serviu de base à elaboração deste livro - elementos preciosos para quem faz investigação sobre esta temática.

Uma boa ideia que deveria ser alargada a outros eventos e a outro tipo de veículos!

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