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A apresentar mensagens correspondentes à consulta autocarro antigo de fabrico nacional ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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2019/05/30

Reportagem da 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019 (1/2)


Já estamos com o pensamento na 28.ª Automobilia de Aveiro / 2020, que se realizará no próximo ano, mas antes disso ainda há muito para mostrar sobre a última edição que decorreu no fim de semana de (17) 18 e 19 de maio.

Como tem sido norma apresentamos de forma genérica o que vimos na 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019 repartido em duas reportagens e depois passaremos à apresentação individual de viaturas, que merecem destaque pela sua especificidade.
Sendo o Rodas de Viriato um blogue sobre os veículos fabricados em Portugal, é precisamente por ai que começamos, pelo que mais gostamos!

Ao entrarmos no espaço da Automobilia de Aveiro depressa nos apercebemos de uma magote de pessoas que fazem fila junto de uma imitação de uma antiga placa de "Paragem" de autocarros. Isto porque durante o evento houve carreiras feitas em autocarro antigo pela cidade de Aveiro. Esta actividade era grátis, pelo que não faltavam interessados e esta realizou-se com a colaboração do Clube Viação Clássica.

Na entrada também era possível ver outros autocarros antigos de fabrico nacional, como o UTIC AEC pertencente ao Clube Aveirense de Automóveis Antigos e o autocarro Salvador Mini PTB19, pertencente ao Clube Viação Clássica.

Continuando a falar de veículos com tamanho mais considerável, numa lateral dos pavilhões era possível ver a exposição "O automóvel no apoio às emergências", com vários carros antigos de bombeiros, muitos deles com placas identificativas dos carroçadores nacionais que os construíram.

Assim que se entrava nos pavilhões da feira de Aveiro, depressa encontrávamos muitas motos e motorizadas nacionais, restauradas e por restaurar à venda.
Na imagem anterior podemos ver uma das 125 cc da Casal que era possível comprar, uma Casal K 270.

Este foi mais um ano em que os veículos de duas rodas com motor fabricados em Portugal estiveram bem representados, numa pluralidade de marcas, géneros e idades. Nas imagens vemos alguns deles... SIS Scahs, Casal, Confersil, Clipper...

O mesmo se pode dizer em relação à venda de peças usadas, novas e de reproduções.
Por entre as bancas que marcam presença todos os ano na Automobilia de Aveiro, vão-se vendo novos vendedores, e vendedores que aparecem com grandes quantidades de material, algum dele novo, proveniente de armazéns antigos.

Num dos corredores havia uma banca que dava nas vistas, pois um dos comerciantes presente na feira aproveitou uma carrinha Datsun Sado, de caixa aberta em metal, para usar como expositor e bancada. Pelas suas forma e cor, a Datsun Sado cumpria bem a sua nova tarefa.

Gradualmente temos registado um incremento na quantidade de pessoas que levam bicicletas fabricadas em Portugal, bem como peças e artigos de colecção para a Automobilia de Aveiro, subindo a fasquia da qualidade, de ano para ano. Na imagem anterior podemos ver muito material relacionado com as bicicletas Órbita.

Em relação aos jipes UMM também estiveram bem representados. No interior de um pavilhão podia-se ver um UMM Alter 4x4 com chassis longo no espaço de uma empresa que vende peças para este jipe nacional.

No exterior também era possível ver vários jipes UMM que foram em caravana até à Automobilia de Aveiro, para visitarem o evento. Este conjunto de jipes UMM ficou estacionado no relvado ao lado de um dos pavilhões, marcando visivelmente a sua presença.

Em termos de coleccionismo e de artigos relacionados com os veículos nacionais, a Archivo apresentava a sua bancada cheia de t-shirts, aventais, chapas e outros artigos para quem gosta das marcas ligadas ao passado português.

No exterior dos pavilhões também havia outros pontos de interesse, alguns dos quais era preciso ter sorte para os ver, como foi o caso da motorizada EFS 301 m da GNR que vimos no momento em que começou o passeio de bicicletas antigas promovido pelo CAAA.

Em termos de material para venda, mais uma vez o leque de opções era muito variado, como se pode ver pelas imagens. Motores, depósitos, guarda-correntes e até motorizadas quase completas estavam disponíveis para quem gosta de duas rodas.

E quem gosta de veículos antigos de quatro rodas, também tinha muito por onde escolher!

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2026/05/15

Reportagem Salão Motorclássico 2026 (1/2)


Realizou-se no mês de Março passado mais uma edição do Salão Motorclássico 2026, na Cordoaria Nacional, bem perto do Rio Tejo, em Lisboa.
Em frente ao edifício era possível ver um autocarro antigo AEC de dois pisos, que servia de chamariz para quem passava de carro pela Avenida das Índias.

Com este grupo de fotografias apresentamos a primeira parte da reportagem geral do que vimos nesta edição, seguindo-se depois a divulgação de veículos que se destacam pela sua importância e por serem de fabrico português.

O espaço onde decorre o evento é o ideal, pois as paredes e as texturas dos materiais (de pedras, do ferro e do vidro antigo) são os ideais para valorizar os veículos de outros tempos, permitindo ainda a divisão de zonas de venda, de exposição e de artigos coleccionáveis.

Em termos de afluência, o Salão Motorclássico 2026 estava bastante concorrido, sendo possível ver famílias que passeavam pelo local e visitantes sozinhos. E se para muitos a visita era uma forma enriquecedora de ocupar o tempo; para muitos esta era a oportunidade de encontrar algo com que se sonha e que se deseja há muito tempo.

E era também uma forma de ser trocarem impressões e informações sobre temas de interesse.
Na entrada destacavam-se dois automóveis Lancia, que assinalavam os 120 anos da marca. Um deles era um Lancia 037 de competição, com matrícula portuguesa.

No Salão Motorclássico 2026 foram vários os clubes e entidades que estiveram presentes, como foi o caso do Regimento de Sapadores de Lisboa que tinha em exposição um FIAT do ano de 1914, que servia para socorro. É impressionante ver como era um carro dos bombeiros há 100 anos...

Em termos de veículos de fabrico nacional era possível encontrar exemplares emblemáticos, como o UMM 4x4 que participou em várias provas do ralie Paris Dakar. Este jipe foi restaurado recentemente, estando literalmente novo, dando nas vistas e despertando a curiosidade de quem visitava o evento.

Agradecemos à organização pelas facilidades concedidas no acesso ao avento.

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2025/12/11

Autocarro UTIC Volvo B10M - Horários do Funchal


Repescando material que de alguma forma ficou por publicar, fomos dar com estas fotografias de um autocarro antigo de marca UTIC Volvo B 10 M.

Este autocarro UTIC Volvo B10M esteve em exposição na 29.ª Automobilia de Aveiro / 2023, ao lado de outros autocarros de fabrico nacional.

Este autocarro pertenceu à Horários do Funchal, uma empresa de transportes públicos urbanos de passageiros na cidade do Funchal, na Ilha da Madeira.

Este autocarro foi construído em 1986 pela UTIC, tendo uma carroçaria NAUP (Novo Autocarro Urbano Português). Este ao serviço até 2022, altura em que foi retirado do serviço e entregue à Clube Viação Clássica, que o mantem.

Um museu de uma empresa diretamente ligada à marca do chassis do autocarro apoiou a vinda do autocarro para Portugal continental. 
E assim se preserva o nosso património e a nossa memória colectiva.

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2015/12/22

Autocarro antigo Camo com chassis Volvo (3/3)


E com este grupo de fotografias acabamos a apresentação do autocarro antigo Camo com chassis Volvo que mostrámos recentemente.

Na primeira fotografia podemos ver a placa quadrada com a letra L, típica de veículos de instrução, que neste caso ajudou a que o autocarro tivesse chegado aos nossos dias.

Os actos de vandalismo não se limitaram ao partir de alguns vidros, também foram feitos grafities no autocarro.

Antes de pertencer a uma escola de condução, este autocarro fez parte da frota da Câmara Municipal de Portimão.

Tendo uma carroçaria de fabrico nacional, não é de estranhar que tenha acessórios e peças de outras empresas portuguesas.

É o que acontece nos farolins ou luzes traseiras, fabricadas na PBOL - Porto / Portugal.

A zona do banco do condutor está rebaixada, tendo nesta zona o painel com os diferentes indicadores e comandos necessários à condução.

Entretanto esperamos por saber qual a nova vida deste autocarro e, se pudermos, aqui daremos notícias.

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2014/01/02

Álbum fotográfico de 1961 com vários veículos


Mais um álbum fotográfico antigo para o nosso arquivo.

É datado de 9 de Novembro de 1961 e foi construído por Maria Amélia santos da Silva, de Setúbal, que o ofereceu ao Sr. José.

É uma fonte de informação sobre os veículos antigos da altura, pois há várias fotografias onde eles aparecem. Na imagem anterior podemos ver um grupo de pessoas junto de um autocarro antigo. De que empresa seria o autocarro?

Em várias fotografias aparece uma scooter da KTM, que está personalizada com decalques que eram usados na altura.

Provavelmente era o melhor veículo da família, pelo que há várias fotos onde as pessoas usam a scooter KTM para adereço.

Há ainda duas fotografias com um tricarro ou triciclo motorizado, cuja marca não conseguimos identificar.

A suspensão da frente é diferente das que costumamos observar em tricarros de fabrico nacional. Será que é um tricarro da SIS Sachs?

O tricarro tem uma caixa forrada a tecido ou lona, que é muito alta. Para que serviria? Não poderia ser para transportar mercadorias pesadas, pois isso podia fazer com que o tricarro tombasse ao curvar.

A terminar deixamos uma fotografia com um triciclo para criança, dos que eram feitos em madeira e metal.

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2010/02/12

Autocarro UTIC AEC Reliance ATF n.º 80


Mais uma autocarro antigo de fabrico nacional que faz parte da frota da Auto Transportes do Fundão e que ainda pode ser visto na rua.

Trata-se de um autocarro UTIC com chassis AEC Reliance.

É o número 80 da frota e está pintado nas cores típicas desta empresa, o azul e o branco.

Os bancos são em napa e estão fixos ao chão através de uma estrutura metálica tubular.

O local do condutor parece ser arcaico, tendo em conta os modelos actuais de autocarros, onde o design e a ergonomia são uma preocupação. Mas pelo menos aqui está tudo à vista.

Os aglomerados e laminados de madeira abundam no interior do autocarro, como era normal na época em que foi construído, a década de 70.

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