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2025/01/05

Catálogo EFS 1978 - Capas e EFS M125


Continuando com a divulgação de imagens originais e de época das motorizadas e das motos fabricadas em Portugal, avançamos com a divulgação de outro catálogo de ciclomotores EFS.

Como este catálogo não tem a data da sua impressão / publicação, achamos que será do ano de 1978, pois logo no início tem os dados cronológicos / história da EFS, que começa em 1911 e vai até 1978, onde é referido que foi produzida e lançada a moto EFS com 125 cc.

Esta situação é reforçada pela paginação, que coloca a moto EFS M 125, equipada com motor Puch de 125 cc, em primeiro lugar na sequência de apresentação da gama de veículos com duas rodas com motor fabricados pela EFS e disponíveis para venda.

Como já qui apresentámos em Abril de 2011 esta página do catálogo da moto EFS 125M, não iremos repetir a informação sobre as características técnicas desta moto (basta consultar a outra publicação).

Mas como a qualidade do original é melhor neste caso e faz parte do catálogo que vamos apresentar detalhadamente e de forma faseada, aqui fica esta parte.

No verso deste catálogo temos referência às duas fábricas da EFS, uma na Borralha, outra em Avelãs do Caminho.

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2020/02/27

Moto EFS M125 - Exposição Bicicleta Motorizada


Na lista das motos com motores de 125 cc fabricadas em Portugal consta a EFS M125, modelo que muitos desconhecem ter existido e que outros confundem com uma normal motorizada de 50 cc da EFS.

Esta situação resulta do facto de as linhas do depósito de combustível serem muito parecidas com o da motorizada EFS GT, que tinha na parte lateral um elemento cromado.

É um modelo de finais de anos 70 e no caso da que vemos nas imagens é de 1978.
Este é mais um dos veículos antigos que integra a exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda.

A moto EFS M 125 estava equipada com motor Puch com 125 cc, com 4 velocidades e tinha um escape com uma forma a lembrar a saída de um motor a jacto.

A escolha desta marca para o motor resulta do facto de a EFS ter a representação desta marca em Portugal.

Por esse motivo vemos várias EFS com motores Puch, especialmente nas montagens de 50 cc. Sendo uma marca com prestígio internacional, a EFS colocava o emblema da Puch nas tampas da caixa onde está o filtro de ar.

E falando de marcas prestigiadas, os amortecedores eram da Betor.

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2019/05/30

Reportagem da 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019 (1/2)


Já estamos com o pensamento na 28.ª Automobilia de Aveiro / 2020, que se realizará no próximo ano, mas antes disso ainda há muito para mostrar sobre a última edição que decorreu no fim de semana de (17) 18 e 19 de maio.

Como tem sido norma apresentamos de forma genérica o que vimos na 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019 repartido em duas reportagens e depois passaremos à apresentação individual de viaturas, que merecem destaque pela sua especificidade.
Sendo o Rodas de Viriato um blogue sobre os veículos fabricados em Portugal, é precisamente por ai que começamos, pelo que mais gostamos!

Ao entrarmos no espaço da Automobilia de Aveiro depressa nos apercebemos de uma magote de pessoas que fazem fila junto de uma imitação de uma antiga placa de "Paragem" de autocarros. Isto porque durante o evento houve carreiras feitas em autocarro antigo pela cidade de Aveiro. Esta actividade era grátis, pelo que não faltavam interessados e esta realizou-se com a colaboração do Clube Viação Clássica.

Na entrada também era possível ver outros autocarros antigos de fabrico nacional, como o UTIC AEC pertencente ao Clube Aveirense de Automóveis Antigos e o autocarro Salvador Mini PTB19, pertencente ao Clube Viação Clássica.

Continuando a falar de veículos com tamanho mais considerável, numa lateral dos pavilhões era possível ver a exposição "O automóvel no apoio às emergências", com vários carros antigos de bombeiros, muitos deles com placas identificativas dos carroçadores nacionais que os construíram.

Assim que se entrava nos pavilhões da feira de Aveiro, depressa encontrávamos muitas motos e motorizadas nacionais, restauradas e por restaurar à venda.
Na imagem anterior podemos ver uma das 125 cc da Casal que era possível comprar, uma Casal K 270.

Este foi mais um ano em que os veículos de duas rodas com motor fabricados em Portugal estiveram bem representados, numa pluralidade de marcas, géneros e idades. Nas imagens vemos alguns deles... SIS Scahs, Casal, Confersil, Clipper...

O mesmo se pode dizer em relação à venda de peças usadas, novas e de reproduções.
Por entre as bancas que marcam presença todos os ano na Automobilia de Aveiro, vão-se vendo novos vendedores, e vendedores que aparecem com grandes quantidades de material, algum dele novo, proveniente de armazéns antigos.

Num dos corredores havia uma banca que dava nas vistas, pois um dos comerciantes presente na feira aproveitou uma carrinha Datsun Sado, de caixa aberta em metal, para usar como expositor e bancada. Pelas suas forma e cor, a Datsun Sado cumpria bem a sua nova tarefa.

Gradualmente temos registado um incremento na quantidade de pessoas que levam bicicletas fabricadas em Portugal, bem como peças e artigos de colecção para a Automobilia de Aveiro, subindo a fasquia da qualidade, de ano para ano. Na imagem anterior podemos ver muito material relacionado com as bicicletas Órbita.

Em relação aos jipes UMM também estiveram bem representados. No interior de um pavilhão podia-se ver um UMM Alter 4x4 com chassis longo no espaço de uma empresa que vende peças para este jipe nacional.

No exterior também era possível ver vários jipes UMM que foram em caravana até à Automobilia de Aveiro, para visitarem o evento. Este conjunto de jipes UMM ficou estacionado no relvado ao lado de um dos pavilhões, marcando visivelmente a sua presença.

Em termos de coleccionismo e de artigos relacionados com os veículos nacionais, a Archivo apresentava a sua bancada cheia de t-shirts, aventais, chapas e outros artigos para quem gosta das marcas ligadas ao passado português.

No exterior dos pavilhões também havia outros pontos de interesse, alguns dos quais era preciso ter sorte para os ver, como foi o caso da motorizada EFS 301 m da GNR que vimos no momento em que começou o passeio de bicicletas antigas promovido pelo CAAA.

Em termos de material para venda, mais uma vez o leque de opções era muito variado, como se pode ver pelas imagens. Motores, depósitos, guarda-correntes e até motorizadas quase completas estavam disponíveis para quem gosta de duas rodas.

E quem gosta de veículos antigos de quatro rodas, também tinha muito por onde escolher!

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2019/05/03

Rider - Passeio de Motos Clássicas 2019


O Rider - Passeio de Motos Clássicas 2019, está agendado para os dias 14, 15 e 16 de Junho deste ano.
O site oficial do evento podemos obter a seguinte informação:
"um passeio de endurance, destinado a proprietários de motos históricas (com mais de 30 anos), que gostam de tirar o máximo prazer de condução da sua moto, garantindo a organização um veículo de assistência, com atrelado para motos, que acompanhará os participantes durante os dois dias do passeio.
O percurso do passeio baseia-se na Região Centro de Portugal, tendo como ponto de partida e chegada o Museu do Caramulo, levando todos os participantes a apreciar esta região através de estradas menos conhecidas, tendo como pano de fundo as paisagens naturais da zona.
O programa para os três dias inclui uma visita a uma fascinante colecção privada de motos, durante a qual poderão ser apreciados os mais variados modelos, num total de mais de 100 exemplares."
Uma boa oportunidade para tirar as Casal K260; as Casal K270; as EFS M 125 ou as Forvel 125 e passear com elas!

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2017/04/10

Moto Forvel 125 cc - XIV Automobilia Ibérica Moita (1/2)


Para além do ciclomotor Milo com motor Alma e da Casal K 175, também esta moto Forvel com 125 cc representava bem a indústria nacional de veículos de duas rodas com motor, na XIV Automobilia Ibérica da Moita.

Estava para venda no espaço de Jorge Simões na feira referida, juntamente com outras motorizadas nacionais e peças / acessórios para elas.

O motor que equipava esta moto de fabrico nacional era de marca Hodaka, fabricado no Japão, e que mais tarde também serviu para ser usado em algumas das motos da Anfesa.

Esta moto é do ano de 1979 e apresentava a patine e o desgaste do tempo, tendo ainda componentes como os piscas, com hastes cromadas.

Era possível encontrar a marca Mabor General nos pneus desta Forvel 125 cc, reforçando assim o toque nacional que ela tem.

Na frente, o guarda-lamas cromado era muito parecido com o usado noutra moto de 125 cc nacional, a EFS M 125, mas com algumas diferenças.

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2016/09/25

16.º Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo - Balanço


O 16.º Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo foi no fim-de-semana passado e aqui estamos a fazer o balanço do que vimos, antes de se iniciar o passeio pelas estradas da zona.

Depois de 15 edições é natural que este encontro já esteja marcado na agenda permanente de muita gente (na nossa está!).
Em termos de afluência de público, este ano parecia que havia mais entusiastas na zona, muitos dos quais estavam acompanhados das suas motorizadas, scooters ou motos.

A nossa objectiva andava em busca de veículos antigos de duas rodas de fabrico nacional, mas não resistimos a ver o que lá por fora se fez.

Mais uma vez as motorizadas presentes de fabrico nacional eram muitas. De muitas marcas e de muitos tipos; tanto das mais comuns, como das mais raras ou difíceis de encontrar. Aliás, as motorizadas de 50 cc foram quem mais presença marcou.

Todos os anos aparecem motorizadas de marcas pouco conhecidas, e este ano não foi excepção. Mais uns dias e aqui as apresentaremos em detalhe.

Em termos de material nacional, continuam a ver-se modelos de aspecto desportivo, todas restauradas e prontas a impressionar quem por ali passa e pouco ou nada conhece do que por cá se fez.

Também este ano reparámos que as grandes ausentes foram as motos fabricadas em Portugal. As Casal K 260, K 270 ou as K 276, bem como as EFS M 125 e as Forvel 125 têm estado ausentes. Pode ser que um prémio chamativo para este tipo de motos, possa ajudar a inverter a situação.

Em termos de scooters de fabrico nacional, também não vimos nenhuma no momento em que estivemos presentes no local. Quem sabe se para o ano quem nos lê e vai a este encontro, se lembra de levar uma Casal Carina, ou uma Famel Faxion ou uma Macal CY. Uma vez que a organização tem espaços próprios para os diferentes tipos de veículos, seria uma forma de lhes dar destaque.

Terminamos com uma motorizada SIS Sachs TC 50 e a pensar: "Que motorizadas é que estarão presentes para o ano?".

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2015/09/27

15.º Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo - Balanço


Faz hoje uma semana que decorreu o 15.º Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo.
Mais uma vez o blogue Rodas de Viriato esteve presente e aqui fica a reportagem e o balanço do evento, isto antes de apresentarmos brevemente motorizadas que se destacaram neste encontro.

Em termos gerais podemos dizer que o encontro continuou concorrido como aconteceu em anos anteriores, tendo-se registado algumas mudanças ou diferenças, como é natural que aconteça em tudo o que evolui.

As motorizadas de fabrico nacional continuaram em grande número e representadas de forma variada. Notámos que este ano havia uma maior quantidade (ou então eram poucas, mas davam nas vistas...) de motorizadas sem restauro e com os sinais da idade e da utilização.

Com facilidade podíamos encontrar motorizadas da SIS Sachs, da Famel, da EFS, da Casal; isto para não falarmos nas motorizadas de marcas de menor dimensão, como a Dúnia ou a Confersil e que também tiveram exemplares a participar.

Por outro lado as motos de fabrico nacional, como as Casal K 260 ou a K 270, ou a EFS M 125 que noutros anos foram dando um ar de sua graça, este ano estiveram ausentes.

Mas não é a cilindrada que faz com que um veículo de duas rodas a motor tenha interesse...
Vejam na fotografia anterior a SIS Sachs V5 Sport que esteve presente e que até tinha porta-chaves com o emblema da marca.

Foram vários os modelos vocacionados para velocidade que podíamos ver em exposição, alguns mais fieis ao projecto de fábrica (vejam a SIS Sachs Top Racing V5 Sport na imagem anterior!), outros mais fieis às ideias dos seus donos.

Num estacionamento perto do local do encontro podia-se ver uma Famel XF 17 pintada em tons de verde, junto de uma Vespa com uma pintura personalizada em toda a chapa.

Mas regressando ao encontro propriamente dito, falta falarmos um pouco mais das motos. Como já dissemos, só vimos exemplares estrangeiros, uns mais recentes como a Moto Guzzi NTX 650 Enduro (?) da imagem anterior e as clássicas inglesas da imagem seguinte.

Se scooters havia várias, inclusive uma de competição; motos com side car só conseguimos avistar uma.
Pelas 11 horas os participantes arrancaram para uma volta pela região e á hora de almoço regressaram para almoçar um cozido à portuguesa nas novas instalação do Moto Clube de Pinhal Novo.
Para o ano haverá mais!

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