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A apresentar mensagens correspondentes à consulta marcas nacionais de motorizadas ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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2018/05/26

92 anos de Paulino da Silva Gonçalves - Garagem Aliança (Barcelos)


A cidade de Barcelos possui um dos mais conhecidos símbolos do património cultural português - o galo de Barcelos. A par do muito património histórico que podemos admirar nesta cidade minhota, é ainda possível contactar com um dos homens que está ligado à história das motorizadas e bicicletas portuguesas.

Falamos de Paulino da Silva Gonçalves, nascido em 1926 e que esta semana completou 92 anos de idade! É o senhor que aparece na primeira imagem deste artigo, na sua loja, situada na Rua Direita, em Barcelos.

Para além de expressarmos os nossos parabéns pela idade atingida, aproveitamos para aqui divulgar um pouco da história de Paulino da Silva Gonçalves, da Garagem Aliança e das marcas que comercializou.

Paulino da Silva Gonçalves é natural de Vila Nova de Famalicão, tendo ido trabalhar como empregado para a Garagem Aliança, em Barcelos. Após a morte do seu patrão, ficou com o negócio que já existia, onde o seu espírito empreendedor não demorou muito a evidenciar-se. E não se limitou à venda de veículos de duas rodas, tendo também vendido mobílias e flores naturais, usando para tal a sua residência.

E não se limitava a ficar na loja à espera que os clientes chegassem. Periodicamente realizava viagens pelo norte de Portugal (chegava até à zona de Matosinhos, passando por Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Esposende, Valença, Monção, Melgaço...), vendendo motorizadas a prestações a quem não as conseguia pagar a pronto.
Para estas vendas, as motorizadas eram transportadas em carrinhas. A frota da Garagem Aliança contou com uma carrinha Ford Transit, bem como com outras de marca Mercedes.

Comercializou montagens de vários fabricantes nacionais, entre eles a Confersil, a Diana / Fausto de Carvalho, a EFS, a Famel, a Fundador (desta marca fez poucas vendas), a Sangal (bicicletas) e da SIS Sachs. Comprando regularmente, por exemplo, lotes de 80 motorizadas Confersil, 30 motorizadas Famel e 30 motorizadas SIS Sachs, que depois vendia.
Comercializava ainda componentes de marcas nacionais, como pneus da CNP - Companhia Nacional de Pneus, que ia buscar ao Porto, ou aros para rodas de bicicleta, de marca Vilar, que comprava em São Mamede de Infesta.

Vendia as motorizadas como chegavam da fábrica muitas vezes sem qualquer tipo de personalização ou requisitos específicos. Por vezes ostentavam no depósito de combustível as suas marcas: Alifort ou a Apollo XI.
Com o fecho das fábricas de motorizadas nacionais, passou a trabalhar mais no mercado das bicicletas, especialmente com a marca Sirla. Também fez pequenas encomendas à Esmaltina.

Com o interesse que se registou nos últimos anos pelo restauro de motorizadas e bicicletas antigas, a Garagem Aliança aproveitou o saber acumulado durante décadas passando a fazer vários trabalhos por ano. Também tem muitas peças disponíveis para venda, como se pode ver pelas imagens que divulgamos.

Em tempos passados trabalharam na Garagem Aliança os funcionários Avelino da Silva Gonçalves; Manuel Henrique Sousa e Domingos António Figueiredo (localmente conhecido como "Maneta", por não ter um braço). Nos dias que correm encontramos João Faria a trabalhar na Garagem Aliança, situação que se regista há 9 anos, pois Paulino da Silva Gonçalves bem que merece descansar.

Terminamos dizendo que não se sabe qual a origem do nome Alifot, pois esta marca já existia quando Paulino da Silva Gonçalves entrou para este negócio.
Sendo uma casa que existe há mais de 60 anos, está virada para o futuro, pelo que podem encontrar a Garagem Aliança no Facebook - Clicar aqui!

Muito obrigado a Paulino da Silva Gonçalves e a João Faria pela forma como fomos recebidos e pelo tempo despendido para que pudéssemos ficar a conhecer melhor este capítulo da nossa história. Obrigado!

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2011/09/05

Revista Só Clássicas n.º 3


Já saiu mais um número da revista Só Clássicas.
O tema em destaque nesta revista são as motorizadas nacionais de cross, pelo que a motorizada da capa é uma Macal de Cross.
Numa nota na página do editorial, é referido que o artigo poderá ter alguma omissão, o que de facto aconteceu, pois a Anfesa, a Masac e a Stamir não foram referidas.
É claro que é fácil detectar as falhas depois de o trabalho estar feito, e mesmo sendo discutível a referência a estas marcas, acho que pelo menos a Anfesa devia figurar.
Note-se que a Anfesa nasceu da experiência de preparação de veículos de duas rodas para provas de cross, aproveitando um nicho de mercado para vender as suas máquinas. Esta situação fez com que a marca se aventurasse na criação de motos com cilindradas que poucas marcas nacionais ousaram montar. Tudo graças ao panorama do cross nacional nos anos 70/80 e do todo-o-terreno dos anos 90, sem o qual a história da Anfesa não seria a mesma.
No artigo em questão, são apresentados por ordem alfabética os vários modelos comercializados pelas várias marcas nacionais de motorizadas, recorrendo a uma imagem e a uma legenda.
Mas há mais material sobre motorizadas nacionais na revista, começando numa SIS Sachs V5 numa foto de antigamente, seguindo-se a Motoesa EFS Mini Puch de Nelson Ferreira.
Nas reportagens sobre encontros / concentrações também há um variado leque de marcas e modelos.
E não é tudo, a ficha técnica é sobre a SIS Sachs 1x2 Totomoto e a secção de restauro, é sobre uma Casal K 181 (2.º modelo).
Já nas bancas.

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2017/09/23

17.º Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo - Balanço


No passado dia 17 de Setembro de 2017, realizou-se o 17.º Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo e como tem sido regra no Rodas de Viriato, aqui apresentamos a reportagem do que vimos até ao momento de partida para o passeio.

A afluência de participantes estava forte, à semelhança do que tem acontecido em anos anteriores, tanto de participantes locais, como de outros vindos de longe. E o mesmo se passava em termos de visitantes.

Na localidade de Pinhal Novo há a chamada tradição caramela (nome dado aos habitantes mais antigos que deixaram as suas aldeias para se instalarem nesta zona, onde realizavam trabalhos agrícolas a troco de dinheiro) e neste evento notaram-se alguns resquícios desses tempos, por exemplo em motorizadas antigas com adereços da vida no campo.

Também se notou um pequeno aumento do número de motorizadas que participam no passeio com a patine do tempo e da utilização, havendo só a preocupação de que funcionassem, mesmo que tenham camadas e camadas de pó. Afinal se chegaram assim até aos nossos dias, para quê estar a mudar algo que mostra a sua genuinidade?

Em termos de motos de cilindradas maiores é que notámos um pequeno decréscimo no número de exemplares presentes, ainda que as motos participantes fossem de diferentes estilos, marcas e épocas.

Este ano também só vimos uma moto com side-car, quando normalmente se vêem duas ou três.

No meio das motos pudemos ver uma Casal K 276 fabricada em Portugal, com motor Casal de 125 cc, pintada no tradicional tom creme. Deste modo as motos Casal continuaram representadas neste evento, como tem acontecido em anos anteriores.

Na classe das 50 cc as motorizadas nacionais continuam rainhas no Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo (ou não estivessem no seu próprio país...).
Havia uma boa representação das diferentes marcas nacionais, bem como dos modelos por elas fabricados, mas desses daremos conta em futuras publicações.

Assim que foi dado o sinal para que os participantes se preparassem para o passeio registou-se a habitual euforia, que normalmente é manifestada no enrolar do punho do acelerador, que logo se traduz no som do trabalhar do motor.

E também na quantidade de fumo presente no ar...

Relembramos como foram as últimas edições do:
- Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo em 2016;
- Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo em 2015;
- Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo em 2014;
- Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo em 2013;
- Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo em 2012...

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2015/12/31

RDV: Balanço do ano de 2015 + 5 melhores momentos


Aproxima-se o final do ano e, à boa maneira dos meios de comunicação de massas que nunca desejámos ser, aproveitamos o momento para relembrar 5 dos melhores momentos Rodas de Viriato do ano de 2015. Só que no RDV não fazemos isto porque estamos de férias ou a meio gás, mas sim porque gostamos de relembrar o que de bom conseguimos fazer.
Em 1.º lugar colocamos a exposição "A pedalar..." que esteve presente no Vintage Festival na FIL, em Lisboa e que foi integralmente produzida por nós. Nela estiveram várias bicicletas representativas do que foi a nossa indústria de bicicletas.

Em 2.º lugar colocamos a comemoração dos 40 anos do início da comercialização do jipe Portaro. Tal como aconteceu na comemoração dos 100 anos da EFS fomos quem se lembrou da efeméride e fez alguma coisa por não deixar passar o acontecimento. E o melhor de tudo é que as iniciativas são feitas sem gastar dinheiros públicos e sem receber um tostão de alguém. Imaginem o que podíamos fazer com algum apoio?!...

Em 3.º lugar colocamos o lançamento do livro Motorizadas 50 cc Portuguesas, de Pedro Pinto e no qual colaborámos largamente com folhetos; catálogos; imagens e fotografias de oficinas, encontros /concentrações, pins e emblemas, enriquecendo muito o conteúdo em termos visuais. O muito material publicado neste blogue passou do mundo virtual para o mundo real.

Em 4.º lugar colocamos os eventos que apoiamos, sejam encontros ou concentrações de bicicletas ou de motorizadas; como passeios que se revestem de especial destaque pela extensão e dificuldade a que se propuseram. Foi o caso do Épico Passeio de Motorizadas - Campo Maior / Imilchil - Merzouga ou do Farruncas no Asfalto - Apresentação Viagem Lisboa / Madrid. As motorizadas nacionais estão vivas, a rolar e prontas para levar aventureiros até onde eles quiserem!

A terminar, colocámos em 5.º lugar o 9.º Aniversário do blogue Rodas de Viriato. São milhares de horas em frente ao computador e outras tantas à procura de material para aqui divulgar. Pode parecer fácil ou parecer brincadeira de garotos, mas o certo é que já vimos nascer e terminar muitos projectos.

Fazendo agora o balanço do ano de 2015 e as contas do costume...

- O número de seguidores do blogue continua a aumentar, situando-se em 202.
- O número de publicações total no blogue é de 3532 artigos (se recebêssemos 5 euros por cada artigo publicado, teríamos amealhado 17 660 euros! Por outro lado se gastarmos uma média de 1 euro por cada artigo publicado - comprando pins, folhetos, porta-chaves, envelopes, emblemas, etc... - estariam investidos 3535 euros neste blogue!... Na realidade o valor investido é bem maior!...
- Temos mais de 509 marcas inventariadas.
- Temos uma nova página no Facebook e outra no Pinterest.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 1 929 237 visualizações de páginas...

E sobre o que se vai passando à nossa volta:
- O número de passeios e concentrações continua elevado.
- No seguimento do decréscimo dos preços praticados em vendas, nota-se um aumento do número de peças (especialmente usadas) disponíveis no mercado. Em relação ao jipe Portaro então tem sido uma loucura, visto que antes quase não havia nenhuma!
- Ainda em relação às vendas, o OLX que para muitos parecia ser uma maravilha de site, tem ampliado o leque de áreas onde cobra pela publicação de artigos (já perceberam agora porque é que se vêem lá menos bicicletas, motos e motorizadas?...). Já no Facebook continua a registar-se a publicação de fotografias de motorizadas e de motos, com a pergunta "Quanto é que vale" (aliás, as perguntas são algo do tipo "Kuanto e k vale?", ou "guanto vale ezta mota?" ou ainda "dam quanto pur ela?"...). Será que temos de nos dar ao trabalho de fazer uma tabela de preços de motos e motorizadas usadas?
- Ao nível dos restauros tem-se registado uma tendência para a realização de trabalhos sem grandes gastos, recorrendo-se a peças e trabalhos de fraca qualidade. Este comportamento não faz com que o produto final seja de qualidade, nem muito menos com que fique valorizado, acabando por se fazer o que se queria evitar: não deitar dinheiro para o lixo.

A terminar um pensamento para 2016... Cada vez mais o coleccionismo é uma forma de investimento, não só económica, mas acima de tudo patrimonial, que pode ser uma solução para evitar confiar dinheiro a abutres agiotas (refiro-me aos bancos e outros do mesmo tipo...) que fazem o que querem e que acabam por tornar a nossa vida pior.

Rolem bem por 2016!

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2018/04/13

Salão Motorclássico 2018 - Balanço (1/2)


Realizou-se há pouco dias o Salão Motorclássico 2018, em Lisboa, na FIL. E à semelhança do ano passado, aqui estamos a fazer o balanço do que observámos neste evento dedicado ao veículos antigos. Esta análise divide-se em duas partes, de modo a facilitar a escrita e a abordagem de temas.

Sendo o Rodas de Viriato um blogue dedicado à divulgação dos veículos de fabrico nacional, e de tudo o que com eles estiver relacionado, é precisamente por ai que começamos - tendo noção de que há vida para além deste limite.

Afinal não é por termos tido uma indústria de fabrico de motorizadas / motos, bicicletas, jipes e camiões (entre outras), que eles têm de ser valorizados num dos maiores eventos deste tipo (incluindo Automobilia de Aveiro e Autoclássico). Mas tal como na antiga publicidade do leite "Matinal", em que uma senhora perguntava "Se não gostar de mim, quem gostará?", também neste caso podemos perguntar:
- Se os veículos nacionais não forem valorizados num evento destes, onde é que vão ser? Num salão em França, Itália, Reino Unido ou em Espanha?

Felizmente havia muitos e variados veículos fabricados em Portugal em exposição no Salão Motorclássico 2018 (com excepção das motorizadas e das bicicletas, que pouco representadas estavam).
Começamos por destacar a presença do automóvel APM, um descapotável construído no Porto em 1937 e que até esta data permanecia desconhecido da esmagadora maioria de entusiastas de veículos construídos em Portugal.

Havia ainda dois automóveis, também eles descapotáveis, Citroen AX BB Cabrio em exposição / à venda. Tendo em conta o número de exemplares produzidos, esta situação é motivo de alegria. Para além disto, estavam pintados de cores diferentes, o que tornava a situação mais especial.

O Clube UMM, e à semelhança de anos anteriores, continua a estar presente tendo o cuidado de colocar em exposição diferentes versões de jipes UMM, o que mostra a dedicação e empenho deste clube liderado por Norberto Liberato. Este ano os visitantes do Salão Motorclássico podiam ver um UMM Alter versão reboque e um UMM 4x4 transformado pela INASI, para combate a incêndios.

Ainda no que respeita a estes jipes, pudemos ver a imagem do início da linha de montagem dos jipes UMM (e que aqui divulgámos em 2014), impressa no livro Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais, que foi oficialmente apresentado no final do dia de Sábado.

Durante a apresentação foi possível ouvir o autor - Pedro Monteiro, bem como pessoas ligadas à Metalúrgica Duarte Ferreira e à causa militar, falar sobre os veículos militares fabricados em Portugal (e sobre as dificuldades inerentes a este processo).

A apresentação do livro foi feita no espaço da Associação Portuguesa de Veículos Militares, que tinha em exposição um camião Berliet Tramagal, versão TG4 T21, que integra o espólio do Museu Militar de Elvas.

No leilão de automobilia realizado no salão também havia alguns artigos relacionados com marcas nacionais. Destacamos uma chapa esmaltada antiga dos pneus Mabor General, vertical, de grandes dimensões.

Pudemos ainda registar diferentes situações que demonstram que os veículos de fabrico nacional continuam presentes e vivos no imaginário de muitas pessoas.
Na imagem anterior vemos uma aguarela com o automóvel Edfor que estava a ser realizada enquanto decorria o certame.

Na banca de Carlos Martins / Old Moped havia uma grande variedade de artigos para motorizadas e motos portuguesas, bem como para bicicletas antigas fabricadas em Portugal. Os selins "high rise" para bicicletas Stelber levavam-nos para final dos anos 70 / início de anos 80, quando pedalar em bicicletas com formas exageradas era moda.

E não podemos terminar esta reportagem sobre o que vimos no Motoclássico 2018, sem falar no espaço da empresa Ferrugens e Companhia que comercializa uma ampla gama de produtos para restauro, manutenção, conservação e recuperação de veículos antigos. Para os que pudessem ter dúvidas sobre os resultados obtidos, neste espaço era possível contactar com peças tratadas com os produtos que a Ferrugens e Companhia representa, vendo-se os resultados obtidos. Qualquer dúvida ficava logo desfeita!

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2019/05/30

Reportagem da 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019 (1/2)


Já estamos com o pensamento na 28.ª Automobilia de Aveiro / 2020, que se realizará no próximo ano, mas antes disso ainda há muito para mostrar sobre a última edição que decorreu no fim de semana de (17) 18 e 19 de maio.

Como tem sido norma apresentamos de forma genérica o que vimos na 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019 repartido em duas reportagens e depois passaremos à apresentação individual de viaturas, que merecem destaque pela sua especificidade.
Sendo o Rodas de Viriato um blogue sobre os veículos fabricados em Portugal, é precisamente por ai que começamos, pelo que mais gostamos!

Ao entrarmos no espaço da Automobilia de Aveiro depressa nos apercebemos de uma magote de pessoas que fazem fila junto de uma imitação de uma antiga placa de "Paragem" de autocarros. Isto porque durante o evento houve carreiras feitas em autocarro antigo pela cidade de Aveiro. Esta actividade era grátis, pelo que não faltavam interessados e esta realizou-se com a colaboração do Clube Viação Clássica.

Na entrada também era possível ver outros autocarros antigos de fabrico nacional, como o UTIC AEC pertencente ao Clube Aveirense de Automóveis Antigos e o autocarro Salvador Mini PTB19, pertencente ao Clube Viação Clássica.

Continuando a falar de veículos com tamanho mais considerável, numa lateral dos pavilhões era possível ver a exposição "O automóvel no apoio às emergências", com vários carros antigos de bombeiros, muitos deles com placas identificativas dos carroçadores nacionais que os construíram.

Assim que se entrava nos pavilhões da feira de Aveiro, depressa encontrávamos muitas motos e motorizadas nacionais, restauradas e por restaurar à venda.
Na imagem anterior podemos ver uma das 125 cc da Casal que era possível comprar, uma Casal K 270.

Este foi mais um ano em que os veículos de duas rodas com motor fabricados em Portugal estiveram bem representados, numa pluralidade de marcas, géneros e idades. Nas imagens vemos alguns deles... SIS Scahs, Casal, Confersil, Clipper...

O mesmo se pode dizer em relação à venda de peças usadas, novas e de reproduções.
Por entre as bancas que marcam presença todos os ano na Automobilia de Aveiro, vão-se vendo novos vendedores, e vendedores que aparecem com grandes quantidades de material, algum dele novo, proveniente de armazéns antigos.

Num dos corredores havia uma banca que dava nas vistas, pois um dos comerciantes presente na feira aproveitou uma carrinha Datsun Sado, de caixa aberta em metal, para usar como expositor e bancada. Pelas suas forma e cor, a Datsun Sado cumpria bem a sua nova tarefa.

Gradualmente temos registado um incremento na quantidade de pessoas que levam bicicletas fabricadas em Portugal, bem como peças e artigos de colecção para a Automobilia de Aveiro, subindo a fasquia da qualidade, de ano para ano. Na imagem anterior podemos ver muito material relacionado com as bicicletas Órbita.

Em relação aos jipes UMM também estiveram bem representados. No interior de um pavilhão podia-se ver um UMM Alter 4x4 com chassis longo no espaço de uma empresa que vende peças para este jipe nacional.

No exterior também era possível ver vários jipes UMM que foram em caravana até à Automobilia de Aveiro, para visitarem o evento. Este conjunto de jipes UMM ficou estacionado no relvado ao lado de um dos pavilhões, marcando visivelmente a sua presença.

Em termos de coleccionismo e de artigos relacionados com os veículos nacionais, a Archivo apresentava a sua bancada cheia de t-shirts, aventais, chapas e outros artigos para quem gosta das marcas ligadas ao passado português.

No exterior dos pavilhões também havia outros pontos de interesse, alguns dos quais era preciso ter sorte para os ver, como foi o caso da motorizada EFS 301 m da GNR que vimos no momento em que começou o passeio de bicicletas antigas promovido pelo CAAA.

Em termos de material para venda, mais uma vez o leque de opções era muito variado, como se pode ver pelas imagens. Motores, depósitos, guarda-correntes e até motorizadas quase completas estavam disponíveis para quem gosta de duas rodas.

E quem gosta de veículos antigos de quatro rodas, também tinha muito por onde escolher!

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