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2026/08/17

Motorizada Casal K 175 - Coleção Guido Marinho


Estar num pedestal ou exposto num ponto mais elevado é uma forma de dar destaque a uma peça especial, como esta motorizada Casal K 175 que faz parte do acervo do colecionador Guido Marinho, a quem agradecemos a disponibilidade com que nos recebeu e nos mostrou a sua colecção de motorizadas.

Nos próximos tempos iremos mostrar parte das motorizadas desta colecção, muitas das quais são raras e podem ajudar a esclarecer dúvidas ou aspectos que não se conseguem esclarecer com facilidade.
A Casal K175 é uma motorizada da qual há pouca informação disponível, o que faz com que muitas vezes apareçam com peças que não são originais. Na imagem anterior podemos ver dois selins diferentes, sendo o de cima original e aguarda por ser substituído pelo que está montado na motorizada.

O depósito de combustível das motorizadas Casal K175 seria em alumínio, mas há muitas que têm réplicas deste componente em fibra. Esta situação resulta do facto de ser difícil obter peças originais e de haver quem queira construir uma motorizada com um depósito com esta forma e assim resolve o problema com facilidade.

O guiador desta motorizada era de linhas marcadamente desportivas, tendo a forma de um "V" invertido. Na frente deste exemplar vemos um farol da marca Guia.

Este exemplar é do ano de 1978 e está pintado no tradicional vermelho, com elementos gráficos em branco e com o quadro pintado de cinzento.

Na frente vemos um pneu com piso desportivo, para velocidade.

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2022/11/21

Motorizada Casal K 175 - 28.ª Automobilia de Aveiro / 2022


Na exposição sobre a marca Casal que foi possível ver na 28.ª Automobilia de Aveiro / 2022, constava esta motorizada Casal K175, pintada no tradicional vermelho forte, com elementos gráficos a vermelho.

É mais outro exemplar desta motorizada desportiva fabricada pela Casal, permitindo-nos fazer comparações e procurar pequenas variantes existentes nos outros modelos que se conhecem de Casal K175.

E com esta exposição podíamos perceber rapidamente a dimensão e capacidade tecnológica e produtiva da Casal.

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2022/07/30

Reportagem da 28.ª Automobilia de Aveiro / 2022 (1/2)


Este ano voltámos a ter a Automobilia de Aveiro e mais uma vez o Rodas de Viriato esteve presente para ver o pulsar do mundo dos veículos antigos e clássicos, após dois anos em que o evento foi cancelado, devido à pandemia de Covid-19.

No meio de tanta coisa boa que vimos, o mais difícil foi selecionar umas 30 fotografias que mostrem uma parte significativa do que esteve à venda e das muitas exposições patentes nos diferentes espaços.

Como repararam esta publicação começou com uma fotografia que tem uma série de motos e motorizadas de marca Casal; o que pela pertinência do material exposto, merece a honra de iniciar a galeria de fotos deste texto. Nela era possível ver a moto Casal RZ125, uma Casal Arizona, uma Casal K 175, uma bicicleta Casal Chaparral e alguns motores especiais (ente muitas outras peças digas de nota...).

Como temos feito em anos anteriores, iremos repartir a reportagem da Automobilia de Aveiro em duas partes e entretanto começamos com as apresentações individuais de viaturas que merecem destaque pelas suas características ou história.

Em termos de organização dos espaços, a disposição era muito semelhante à das edições anteriores, com exposições na entrada e na parte central dos pavilhões. Na foto anterior podemos ver uma dessas exposições, com viaturas da GNR, onde se destaca uma bicicleta pasteleira com as cores desta força de segurança.

A Força Aérea Portuguesa também tem marcado presença com as suas aeronaves antigas e desta vez era possível ver um dos aviões que sobrevoou Portugal em tempo idos e um helicóptero que faz parte do imaginário de muitos, especialmente dos que estiveram na Guerra em África.

Mas a Automobilia de Aveiro não vive só de veículos com motor... As bicicletas também são parte integrante, tanto em exposições como em passeios ou à venda e nesta edição foi possível ver uma exposição sobre bicicletas clássicas, relacionadas com profissões de antigamente, organizada pela Relíquias da Bairrada.

Este ano também era possível ver muitas máquinas agrícolas antigas / tractores, que ajudaram a desenvolver o país, havendo uma exposição com exemplares diferentes marcas e épocas. Note-se que este tipo de veículos são frequentemente ignorados por não terem o "encanto"" que outros têm, sendo destruídos ou abandonados.

De forma mais informal também era possível ver bons exemplares de viaturas antigas no estacionamento para clássicos que o espaço tinha. Nestas lides de viaturas antigas, se manter os veículos é importante, mostrá-los e fazê-los circular ainda é mais.

Neste espírito enquadra-se o Clube Viação Clássica que esteve presente mais uma vez, proporcionando a oportunidade dos visitantes da Automobilia de Aveiro puderem passear de autocarro antigo pela cidade de Aveiro. Para além disso apresentaram um novo autocarro que entrou recentemente para a coleção.

Como costumamos dizer, oferta não falta, basta ter orçamento disponível e a colecção de qualquer entusiasta rapidamente fica maior ao visitar um certame deste tipo.

Brevemente apresentaremos a segunda parte da reportagem, bem como publicações que apresentam detalhadamente o que o Rodas de Viriato viu por lá!

Não podemos terminar esta reportagem sem dar os parabéns ao C.A.A.A. - Clube Aveirense de Automóveis Antigos pela realização do evento e agradecer a Miguel Serrano pelo acompanhamento e facilidades concedidas ao visitarmos o evento.

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2019/01/06

Moto Marsan com motor Sachs 100 cc de 1950


Muitas pessoas acham que a indústria portuguesa de veículos a motor com duas rodas, só usou motores com 50 cc, mas estão muito enganadas. Não só fabricaram muitos modelos de motos usando motores de 100 cc e de 125 cc; como até de cilindradas superiores, alguns dos quais de fabrico nacional.

Já aqui divulgamos alguns exemplos, como as Dover com motor Sachs de 100 cc; a Vilar com motor de 125 cc da Villiers, como a Casal K 272 com motor Casal de 150 cc, como as Anfesa RX 175 com motor de 175 cc; para já não falar das cilindradas superiores que a marca AJP usa nas motos que produz nos dias de hoje.

Nas imagens vemos uma moto Marsan, marca referida no livro da autoria Pedro Pinto como sendo da empresa Sanches e Martins, Lda., de Cantanhede. Esta moto tem um motor Sachs de 100 cc e aparentemente é do ano de 1950.

Esta moto Marsan está há muitas décadas na família de Francisco Castanha, que foi um dos fundadores do  Clube Português das Motos Antigas (e a quem agradecemos o envio das fotos).

Tudo leva a crer que o depósito, o comando das luzes, o escape e o farolim não são iguais aos originais e não está a ser fácil encontrar fotos ou informações de como seriam, pelo que quem tiver informações / peças, por favor deixe comentário.

É ainda necessário perceber qual era a cor ou combinação de cores originais que esta Marsan tinha.
Um exemplar destes bem que merece ser recuperado de modo a poder mostrar como foi o passado da nossa indústria.

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2017/12/30

Lista do mais lido em 2017 no Rodas de Viriato


Não terminamos o ano de 2017 sem antes fazer um apanhado dos artigos mais lidos no blogue Rodas de Viriato, sendo esta uma forma de se perceber o que mais interessa aos nossos leitores (tendo em atenção que esta lista é feita a partir do número de visualizações durante o ano, o que beneficia os artigos mais antigos).

25.ª Automobilia de Aveiro / 2017 - 25 edições! - 8753 visualizações.
Como já é tradição, o artigo de divulgação da Automobilia de Aveiro é o mais lido neste blogue. Para além de ser um dos eventos mais importantes em Portugal no que diz respeito a veículos antigos, temos feitos reportagens detalhadas sobre o evento, dando-lhe maior visibilidade e mostrando o que nele é exposto e comercializado.
Será que se vai passar o mesmo 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018 que se realizará em Maio de 2018?

- Jipe UMM Alter CD dos Bombeiros Voluntários do Fundão -3219 visualizações.
Os jipes UMM têm sido amplamente divulgados, especialmente versões especiais ou pouco comuns de se verem no dia-a-dia. No caso do jipe UMM Alter CD que pertenceu aos Bombeiros Voluntários do Fundão, despertou ainda mais interesse, pois era um veículo de combate a incêndios. Com a publicação deste artigo também ficámos a saber que o mesmo já não existe devido a um acidente.

- Motorizada Vilar GK 14 na capa da Playboy holandesa - 2939 visualizações.
Veículos antigos e mulheres nuas são sempre uma combinação que desperta interesse, por mais que se critique negativamente esta solução usada por muitos. Apesar disto, é sempre bom ver que uma revista de divulgação internacional escolhe uma motorizada de fabrico nacional para as suas reportagens fotográficas.

- Motor Peugeot 2.5 Turbo para UMM no Motorclássico 2016 - 2778 visualizações.
Mais uma vez os jipes UMM a despertarem interesse. Esta publicação era sobre um motor preparado pela Tucha Competições, para ser instalado num jipe UMM para uso em competição todo-o-terreno. Uma prova de que quem nós lê, também tem interesse em peças e material para esta marca (empresas e sites que vendem peças para os jipes UMM, estão à espera de quê para se publicitarem no Rodas de Viriato?).

O tricarro Casal K900 que enfrentou um elevador lisboeta - 2381 visualizações.
No dia 1 de Abril - Dia das Mentiras - temos a tradição de pregar uma mentira aos nossos leitores. E este ano não foi diferente. O cuidado com que as fazemos é tão grande, que poucos percebem que tudo não passa de uma invenção.

Motorizada Casal K 175 - XIV Automobilia Ibérica Moita - 2294 visualizações.
As motorizadas são outro dos assuntos que trazem muitos leitores a este blogue, seja em busca de folhetos antigos com imagens, seja em busca de peças ou autocolantes, seja em busca de modelos menos comuns. Esta motorizada Casal K 175 está nesta última categoria e, como tem linhas desportivas, o interesse foi redobrado.

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2017/04/10

Moto Forvel 125 cc - XIV Automobilia Ibérica Moita (1/2)


Para além do ciclomotor Milo com motor Alma e da Casal K 175, também esta moto Forvel com 125 cc representava bem a indústria nacional de veículos de duas rodas com motor, na XIV Automobilia Ibérica da Moita.

Estava para venda no espaço de Jorge Simões na feira referida, juntamente com outras motorizadas nacionais e peças / acessórios para elas.

O motor que equipava esta moto de fabrico nacional era de marca Hodaka, fabricado no Japão, e que mais tarde também serviu para ser usado em algumas das motos da Anfesa.

Esta moto é do ano de 1979 e apresentava a patine e o desgaste do tempo, tendo ainda componentes como os piscas, com hastes cromadas.

Era possível encontrar a marca Mabor General nos pneus desta Forvel 125 cc, reforçando assim o toque nacional que ela tem.

Na frente, o guarda-lamas cromado era muito parecido com o usado noutra moto de 125 cc nacional, a EFS M 125, mas com algumas diferenças.

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2017/03/24

Motorizada Casal K 175 - XIV Automobilia Ibérica Moita


Quem gosta de motorizadas nacionais com linhas desportivas pode ver na XIV Automobilia Ibérica da Moita esta motorizada Casal K 175 em exposição.
Estava pintada no tradicional vermelho, com elementos decorativos a branco e o quadro em cinzento.

Já não é a primeira vez que este modelo da Casal marca presença neste evento, tendo sido possível ver outra motorizada destas em 2015.

Deste modo é possível fazer comparações entre os modelos conhecidos o que pode ajudar (ou complicar!) num restauro.

Entre as duas Casal K 175 que referimos há pequenas diferenças, sendo as mais notórias no guarda-lamas da roda da frente e no guarda-corrente (numa tem perfurações, na outra não).

Outro elemento que difere é o conta rotações, numa o mostrador vai até ao "15", na outra vai até ao "12".

Mas muitos foram os que perderam alguns minutos para observar este exemplar da nossa indústria de duas rodas com motor, sem se preocuparem com estes pormenores, admirando a capacidade inventiva da Metalurgia Casal.

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2017/03/18

XIV Automobilia Ibérica da Moita - Balanço


Ainda ontem apresentávamos os cartazes oficiais e o programa da Automobilia de Aveiro 2017 e hoje aqui estamos a fazer o balanço de outra automobilia que se realiza na margem Sul do Rio Tejo, e que é bem conhecida de quem gosta da temática, a XIV Automobilia Ibérica da Moita / 2017.

Mais uma vez fazemos o balanço do que vimos, como já vem sendo prática no Rodas de Viriato nos últimos 10 anos.
Como um qualquer comentador televisivo, podemos dizer que houve variações na continuidade. E dizemos isto porque o evento continuou na linha de anos anteriores, mas registaram-se algumas (pequenas) diferenças, especialmente no que respeita aos veículos de fabrico nacional.

A Automobilia da Moita continua a ter como ponto forte a quantidade de peças de motorizadas, motos, automóveis e bicicletas que oferece. Situação que pensamos decorrer por um lado do espaço disponível e, por outro, de serem mais fáceis de transportar e permitirem que o comerciante garanta a realização de algum dinheiro.

Como o espaço disponível não é muito, nota-se que alguns vendedores têm o cuidado de apresentar modelos menos conhecidos, ou mais raros ou valiosos. A seu tempo aqui divulgaremos um ciclomotor Alma que esteve para venda, bem como uma Forvel 125 cc com motor Hodaka ou uma Casal K 175 (entre outras motorizadas).

Como já dissemos noutras ocasiões, os automóveis presentes dentro do recinto vão sendo cada vez menos e este ano sentimos a falta dos UMM e dos Portaro que por lá iam aparecendo. Ainda assim pudemos ver logo na entrada do Pavilhão Municipal da Moita em obra de artesanato com um UMM feito em arame.

Já em termos de motos e de motorizadas gostávamos de ter visto mais algumas, mas como já dissemos o espaço não o permite. Tendo em conta esta situação, juntamente com o facto de as vagas para os vendedores esgotarem rapidamente, seria bom que a organização tentasse outras hipóteses ou soluções que colmatassem esta situação, pois todos ficariam a beneficiar dela.

Uma área que vemos ganhar mais relevância de ano para ano é a que diz respeito ao coleccionismo. Chapas, catálogos, folhetos, matrículas, porta-chaves, emblemas, latas... São alguns dos produtos que era possível encontrar à venda.

Os carrinhos a pedais não estavam presentes em grande número, mas foi possível ver alguns bem antigos e com formas de outros tempos, como um Sóbrinca com forma de foguete / míssil.

Mais uma vez foram muitas as pessoas que se deslocaram até ao evento usando veículos antigos, pelo que em volta do pavilhão de exposições também se notava algum burburinho, até porque a componente social, de se encontrarem amigos e conhecidos, fazem com que só isso já justifique uma deslocação até ao local.

Ainda tem mais um dia (domingo) para aproveitarem o sol e irem até à Moita visitar este evento.

Podem relembrar as edições anteriores da Automobilia da Moita vejam:
- XIII Automobilia Ibérica da Moita - 2016
- XII Automobilia Ibérica da Moita - 2015
- XI Automobilia Ibérica da Moita - 2014
- X Automobilia Ibérica da Moita - 2013
- IX Automobilia Ibérica da Moita - 2012
- VIII Automobilia Ibérica da Moita - 2011
- VII Automobilia Ibérica da Moita - 2010
- VI Automobilia Ibérica da Moita - 2009
- V Automobilia Ibérica da Moita - 2008
- IV Automobilia Ibérica da Moita - 2007

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