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2026/09/05

Carro fúnebre Chevrolet carroçaria Laborim - 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026


Quando publicámos a reportagem sobre a 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026 falámos da exposição de carros fúnebres que esteve patente no evento.

Como andamos sempre em busca de mais informações que permitam completar o quebra-cabeças que é a história dos automóveis fabricados em Portugal, encontrámos este carro fúnebre que acrescenta algo ao que já sabemos.

Uma das marcas que fabricava este tipo de viaturas e que já estava inventariada no Rodas de Viriato, era a Laborim, que transformou um Mercedes 220 S que pode ser visto no Motorclássico 2010.

Com este exemplar passámos a saber que a Laborim era propriedade da empresa Costa, Caetano e Irmão, Lda., em Laborim, em Vila Nova de Gaia.

Fazer pequenas transformações em veículos já existentes pode parecer pouco e sem importância, mas é com pequenos passos que se criam dinâmicas que levam a grandes viagens.

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2026/08/21

Carrinha Mini IMA - 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026


Quando pensamos em carrinhas da Mini IMA, em que cor é que se pensa automaticamente?

É na cor azul, com o seu tom muito próprio! Pelo menos por aqui, é assim!

Este exemplar que esteve à venda na 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026, no espaço exterior dos pavilhões e estava pintada de azul.

De acordo com a informação que constava numa folha afixada na frente, foi fabricada no ano de 1977.

Como é de esperar, tinha vidros fabricados pela Covina.

E na porta traseira tinha o emblema que dizia "MINI IMA".

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2026/08/05

Motorizada Macal Astronauta - 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026


Os sinais da passagem do tempo eram evidentes nesta motorizada Macal Astronauta que esteve à venda na 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026, mas era uma boa base para um restauro de um modelo emblemático da marca Macal.

Nesta motorizada o selim destaca-se por ser de tamanho considerável, dando a ideia de que seria muito confortável, o que se traduziria em viagens cómodas e sem dores no corpo devido à postura de condução.

Este modelo concebido por Leonel de Sousa e fabricado no inícios dos anos 70, estava equipada com motor Casal e o quadro tinha pintura com cor amarela, uma das 3 cores que são referidas como sendo as originais (verde, amarelo e laranja).

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2026/07/31

Motorizada Vanguard H 4 - 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026


As motorizadas Vanguard H4 vão aparecendo em encontros / concentrações de motorizadas antigas, bem como em feiras da especialidade e este exemplar foi avistado na 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026.

Era do ano de 1965 e para frustração de muitos, tinha um papel colado no farol a dizer "Vendida". Lá diz o ditado popular "Cedo deitar e cedo chegar à feira, faz encontrar coisas à maneira".

A montagem desta motorizada Vanguard foi feita pela Macal e tinha um velocímetro Huret embutido no coco do farol.

O motor Honda que equipa esta motorizada mostra o dinamismo e o empenho dos fabricantes nacionais em busca da qualidade, facto que torna esta motorizada especial.

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2026/07/23

Camião de brincar da Motassis - 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026


O plástico permitiu que fossem fabricados brinquedos a um preço mais barato e em grandes quantidades, o que levou alguns fabricantes de artigos em plástico a também enveredar pela produção de brinquedos para crianças.

A Motassis, situada em Meirinhas - Pombal, surgiu em 1960 e aproveitou a rede de distribuição que tinha para também vender brinquedos que fabricava, como este camião Heinchel que vemos nas imagens.

Nas portas laterais tem o emblema da marca e este exemplar só tem 4 rodas, tendo sido fabricados outros com 6 rodas.

Como vemos nas imagens estava em muito bom estado, precisando só de uma limpeza. 

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2026/07/15

Pneu Mabor 4.50 - 16 antigo - 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026


Já dissemos que os pneus antigos são o pormenor esquecido no mundo dos veículos clássicos em Portugal. Há sempre uma desculpa para não serem usados... Ou é por motivos de segurança, ou é pelo preço, ou porque não se encontram, ou outra coisa qualquer.

Mas na base dessas desculpas estão a falta de confiança nesta opção que, provavelmente, nem nunca foi adoptada ou testada.

Entretanto vamos vendo muito pontualmente oportunidades, como é o caso deste pneu Mabor 4.50 - 16 antigo que esteve à venda na 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026

Numa parede lateral do pneu pode-se ler em letras de tamanho considerável "Fabricação Portuguesa", para que não houvesse dúvidas sobre a sua origem.

Também tem gravada a informação de que o pneu tinha 4 telas, como se vê na imagem anterior.

E terminamos com o pormenor das letras "Mabor" e a referência CK 66 - 1 deste pneu.
(por trás do pneu vemos duas bicicletas Confersil BMX Gredos 2, tipo tandem)

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2026/07/11

Reportagem 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026 (2/2)


E é com uma Casal RZ50 que começamos a segunda parte da reportagem que fizemos na 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026. Esta estava pintada de azul claro forte, com elementos gráficos em cor branca, contrastando com o preto dos elementos mecânicos, dando-lhe um ar moderno.

Na parte central, entre os pavilhões, uma das exposições que causava muito impacto era de viaturas fúnebres, ou carros funerários, se preferirem. Em termos cronológicos e até geográficos (havia um exemplar que veio do oriente) estava muito bem representada. Enquanto tirávamos fotos até ouvimos alguém dizer: "É pá, assim não me importava nada de morrer!", numa referência a ser transportado para o cemitério num destes veículos.

No exterior também se sentia muito burburinho e interesse pelo (muito) material que estava disponível para venda. E o clima ajudou, pois estava bom tempo, com sol.

E para além de bicicletas, motorizadas e alguns automóveis (e milhares de peças para estes veículos), também se podiam encontrar velharias, como rádios a válvulas, telefones, máquinas registadoras e relógios de corda para parede. Tudo produtos que ficam bem em garagens e em espaços pensados como cápsulas do tempo.

E como já vem sendo regra o Clube Viação Clássica tinha vários autocarros antigos em exposição e continuou a ter exemplares a circular entre o espaço da feira e o centro da cidade de Aveiro, dando sentido à existência das viaturas e proporcionando uma experiência única a quem visitava o espaço, amortizando o investimento no bilhete. Achamos ainda que este tipo de iniciativas retira os argumentos a quem defende que tudo o que é velho devia estar no lixo e que não se devia gastar dinheiro em museus, por acharem que é dinheiro desperdiçado (curiosamente ouve-se muito este tipo de conversa entre pessoas que gostam de velharias e de antiguidades, o que é uma contradição - gostar de algo e ao mesmo tempo querer que não se gaste dinheiro na sua preservação). 

Ainda na zona entre pavilhões também era possível ver uma exposição relativa aos 80 anos da Vespa, fabricada pela Piaggio. Eram vários os modelos em exposição e até havia um com side-car.

Na mesma zona também havia a habitual exposição de material militar antigo, do Exército Português e  da Associação Portuguesa de Veículos Militares, destacando-se um imponente e pesado tanque de guerra.

Sendo uma feira de automobilia, também não faltaram grandes quantidades de miniaturas, de livros, catálogos, peças, brinquedos... Bastava procurar e ter algum dinheiro no bolso, que depressa aparecia algo do nosso interesse.

E enquanto não chega a 33.ª Automobilia de Aveiro / 2027, iremos apresentar de forma faseada e pormenorizada alguns veículos e peças (de fabrico nacional) que são dignas de destaque e que estiveram no Automobilia de Aveiro.

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2026/07/07

Bicicleta Sirla para criança - XX Automobilia Ibérica da Moita / 2026


Pela roda de pequena dimensão, esta bicicleta Sirla terá sido o veículo  de iniciação de alguém no mundo das bicicletas.

Tinha quadro dobrável e selim curto. Na traseira o quadro tinha uma zona para transporte de mercadorias (ou de amigos do mesmo tamanho do ciclista!).

Os guarda-lamas eram em alumínio, tendo elementos em relevo, que lhe conferiam beleza e ao mesmo tempo davam mais resistência ao metal.

No guarda-lamas de trás tinha um reflector da marca SUC.
E na frente, junto do guiador, tinha um cesto metálico, que está em falta (mas ainda conserva o suporte deste acessório).

O selim tinha uma chapa da Sirla e a referência ao fabrico feito pela Socal.

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2026/06/29

Reportagem 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026 (1/2)


O ponto alto do mundo dos clássicos em Portugal é a Automobilia de Aveiro e como não podia deixar de ser, o Rodas de Viriato esteve presente para acompanhar o pulsar do mundo dos veículos clássicos / antigos e fazer a reportagem do que se podia ver à venda e em exposição neste evento.

Sempre com os veículos fabricados em Portugal na mira, percorremos os diferentes espaços em busca do que é especial. E por isso começámos esta apresentação com uma fotografia de um jipe UMM que pertenceu à polícia.

Se nos espaços de exposição é mais fácil localizar o que se procura, nos espaços de venda, como no da imagem anterior, é preciso procurar bem. Reparem na motorizada Cinal Pachancho que se vê no canto superior esquerdo da imagem! Quase que passava despercebida... 

Este ano uma das exposições que se podia ver, assinalava os 90 anos do automóvel Fiat 500, sendo possível ver diferentes versões e evoluções deste carro.

Em termos de peças e de acessórios à venda, podemos dizer que este ano havia de tudo e para todos. Continuou a registar-se uma boa representação em termos de diversidade de veículos, de marcas e de produtos. E os clientes estavam a corresponder às expectativas de quem se inscreveu na Automobilia de Aveiro.

Outro aspecto que continuamos a registar, é o esforço de diferentes entidades por divulgar de forma alternada veículos especiais nas suas exposições, incluindo sempre novidades. No que diz respeito à Polícia, esta tinha várias motorizadas antigas de fabrico português, como a Casal que vemos na imagem.

E quem gosta de coleccionismo também tinha muito por onde escolher...
O que dizem desta mini-colecção de variantes de emblemas em forma de lágrima, que eram usados em motorizadas fabricadas pela EFS e vendidas por diferentes agentes? Eram uma boa forma de começar uma colecção!

No espaço exterior dos pavilhões também havia muitos elementos de interesse.
Um deles era a exposição de automóveis usados em competições de velocidade nas décadas de 80 e de 90 do século passado.

Quem gosta de camiões, de autocarros e até de tanques de guerra, também encontrava vários exemplares com que se deliciar.

E terminamos com uma fotografia onde se vêem as colecções / kits de autocolantes com motorizadas antigas, produzidos pela Cericértima. São ideais para quem gosta da temática e um presente muito especial para oferecer a crianças e jovens, para lhes despertar o interesse pelo nosso património rodoviário.

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