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A apresentar mensagens correspondentes à consulta Yoshiharu Miyakawa ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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2016/05/07

IPA, UMM e Mini Moke em aguarelas de Yoshiharu Miyakawa


As aguarelas que aqui mostramos são de Yoshiharu Miyakawa.
Este nome diz-vos alguma coisa?
Pois se não diz, têm de estudar melhor a história do automóvel português. Foi o designer que concebeu a proposta / protótipo de evolução do jipe UMM, o modelo A4.
Agora que está reformado, a experiência e o gosto pelo ilustração são usados para realizar aguarelas de automóveis, jipes e motos, como se pode ver na última edição do salão Motor Clássico, em 2016.

No evento que decorreu na FIL, foi possível ver várias aguarelas onde os automóveis de fabrico nacional também constavam.
O IPA, o jipe UMM 4x4 e Mini Moke foram os três automóveis fabricados em Portugal que figuravam na exposição que atraiu muitos visitantes.

O melhor é que estas aguarelas podem ser compradas e, se preferirem, até podem encomendar uma aguarela com o veículo clássico de que mais gostam. Para o fazer, podem usar a página de Facebook de Yoshiharu Miyakawa.
Quantos é que podem dizer que tem uma obra de arte onde aparece o seu veículo antigo?

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2020/06/26

Aguarelas com jipes UMM no Salão Motorclássico 2019


Não é a primeira vez que podemos ver aguarelas com veículos fabricados em Portugal em exposição no Salão Motorclássico, em Lisboa.
E a edição de 2019 não fugiu à regra e no espaço do artista Yoshiharu Miyakawa podíamos ver uma onde constavam dois jipes UMM Alter vistos de diferentes perspectivas.

Na mesma aguarela também constava o emblema da UMM.
Ao lado desta, havia muitas outras, com automóveis e motos antigas, bem como outras com viaturas mais recentes.

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2017/04/29

Salão Motorclássico 2017 - Balanço (1/2)


Faz agora uma semana que decorreu em Lisboa o Motorclássico 2017 - Salão Internacional de Veículos Clássicos, um dos eventos do panorama nacional relacionado com o mundo dos veículos antigos. E no próximo mês haverá outro, a 25.ª Automobilia de Aveiro.

Para facilitar o balanço que fazemos do que vimos, repartimos este em duas partes, sendo esta mais virada para os veículos fabricados em Portugal.
A primeira apreciação que fazemos de todo o Motorclássico 2017 é que havia mais tranquilidade e calma, pois a data escolhida não coincidia com outros certames também relacionados com veículos e que se realizavam nos pavilhões anexos, como já aconteceu em anos anteriores.

O programa oficial não contemplava nenhum evento relacionado com os automóveis, motos ou motorizadas fabricados em Portugal, ainda assim estavam bem representados em diversos e diferentes exemplares expostos.

Logo na entrada era possível ver um automóvel descapotável Citroen AX BB Cabrio GT em exposição, junto de um Citroen Mehari. Este Citroen AX BB Cabrio GT tinha a parte do motor à vista, sendo possível ver a chapa que a AG Engineering colocava nos automóveis que transformava.

Os jipes UMM como já vem sendo tradição estavam representados no espaço do Clube UMM, onde era possível ver um UMM Alter Troféu, bem como um UMM Cournil que estava meio restaurado, meio por restaurar, e que evocava o UMM Cournil V6 que em 1983 se classificou na 3.ª posição no 24 H Mauleon.

No que diz respeito aos pesos pesados nacionais, estavam representados por um blindado Chaimite no espaço da Associação Portuguesa de Veículos Militares. Era possível ver o interior deste exemplar, situação que não acontece com frequência.

No que diz respeito aos coleccionáveis e material evocativo das marcas nacionais, a oferta também era grande e variada. Por uma lado tínhamos a Archivo com as t-shirts, aventais e outros artigos, onde podíamos ver estampagens de Sado 550, do Alba, da Famel XF17 ou da SIS Sachs V5, entre outras.
Numa outra banca era possível ver emblemas bordados de várias marcas nacionais... Casal, Famel, Vilar, Fundador, Confersil, EFS, Macal, muitos deles com diferentes formas e cores.

No leilão realizado no Motorclássico 2017 também se encontravam elementos de automobilia nacional, como uma poster / cartaz de publicidade aos pneus da Mabor ou uma bicicleta de corrida Jasma.

E não podemos terminar o balanço que fazemos deste evento sem falar nas aguarelas de Yoshiharu Miyakawa, onde os automóveis antigos são o tema central para a criação de obras de arte. Os jipes UMM e Portaro são alguns dos veículos já fixados a tinta sobre o papel.

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2016/04/09

12.ª Edição do Salão Motorclássico / 2016 - Balanço


E já visitamos a 12.ª Edição do Salão Motorclássico, na FIL, em Lisboa, e aqui estamos a fazer o balanço do que vimos. Para terem noção da evolução do evento, podem ver o que já escrevemos anteriormente sobre as edições de 2015, de 2013 e de 2012, sempre na perspectiva dos veículos de fabrico nacional.

Em termos gerais o balanço é positivo, sendo esta avaliação o resultado da ponderação de situações extremadas / opostas, que de seguida passaremos a explicar.

Na parte positiva, destacamos a exposição das motos SMC / Nacional no espaço do ACP, onde podíamos ver 3 motos desta marca integradas na exposição "A Moto Portuguesa Nacional / SMC - Juntas pela primeira vez desde os anos 30". Foi uma oportunidade para saber um pouco mais sobre esta marca, facto que não se deverá repetir tão brevemente. Ainda em relação a esta exposição, temos de deixar um reparo ao ACP, em relação às imagens usadas no painel que servia de cenário, pois algumas das fotografias antigas utilizadas com motos SMC / Nacional foram retiradas da Internet. Já que foram feitas diligências para juntar as 3 motos, será que não podiam ter feito um esforço para conseguir fotografias desconhecidas da maioria das pessoas, tornando a exposição ainda mais especial.

Outro dos aspectos positivos foi a presença do Clube UMM, com um espaço onde se podia ver um jipe UMM Alter CD de competição, conhecido no meio UMMista como a "Madona". Era o único espaço com representação de uma marca nacional - que ao longo dos últimos anos tem estado sempre presente, variando os exemplares em exposição e organizando uma caravana que deste modo junta os adeptos da marca.

Outro dos aspectos positivos foi a grande quantidade de triciclos antigos, de trotinetas e de carrinhos a pedais que estavam disponíveis para venda. Não é de estranhar o crescente número de interessados nestes artigos, em parte devido à divulgação que deles temos feito neste blogue. Na imagem anterior podemos ver uma série de material da marca Sá & Portela. Mas também havia material da Sóbrinca e da Bébécar em diferentes vendedores.

Outra mudança que registamos para melhor, é a do surgimento neste Salão Motorclássico 2016 de várias iniciativas que associam artesanato e arte aos veículos nacionais. Na imagem anterior podemos ver um quadro com um jipe UMM feito em arame. Num outro espaço era possível ver as aguarelas de Yoshiharu Miyakawa - autor da proposta da evolução do jipe UMM, o modelo A4, que agora se dedica a esta forma de arte. O autor estava presente no espaço (e ao qual oportunamente aqui daremos destaque) tendo esta oportunidade sido aproveitada para um contacto pessoal com o designer.

Em relação ao leilão de automobilia que se realizou, ficava-se com a sensação de que o número de produtos para venda era reduzido, ainda assim houve oportunidade de se licitarem artigos da Autosil, da Galp, da Sacor e da Mabor General.

Em relação aos pontos fracos do salão, apontamos a quase inexistência de bicicletas e de motorizadas de fabrico nacional em exposições de entidades com elas relacionadas.

As que pudemos ver estavam em espaços de comerciantes que também vendiam outros produtos ou em espaços que representavam clubes / grupos ligados às duas rodas, mas aparecendo sempre de forma diluída.

Do mesmo modo também não se viam vendedores cujo principal ramo de actividade estivesse relacionado com as muitas marcas de motorizadas nacionais produzidas. Será esta situação sinal de um novo período de alheamento em relação a esta realidade, que muitos vêem como o parente pobre que temos de fazer os possíveis para não convidar para a festa? Ou tão somente é resultado do normal funcionamento do mercado, que neste caso não tem espaço para este tipo de veículos?

Só o futuro o poderá dizer.
Terminamos dizendo que a afluência de público no período em que estivemos no local era boa, bem como os espaços estavam preenchidos com os mais diferentes tipos e marcas de veículos. Foi ainda uma boa oportunidade de contacto com conhecidos e amigos, situação que só por si já justifica a deslocação. Agradecemos à organização pelas facilidades concedidas.

Agora entramos em modo de contagem decrescente para a XXIV Automobilia de Aveiro - 2016!

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