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2019/09/02

Chapa Vilar Pachancho para depósito de ciclomotor


Nos primeiros anos em que a Vilar fabricou veículos de duas rodas com motor, usou motores de várias marcas, bem como de diferentes cilindradas.
A escolha dos motores Pachancho era facilitada por não ser necessário realizar importações, visto que eram produzidos em Braga.

Nas imagens vemos uma chapa antiga em metal, com relevo, com as marcas Vilar Pachancho pintadas. A marca Pachancho aparece sobre um elemento gráfico, com ponto de fuga no centro.

A chapa tem perfurações laterais, de modo a poder ser fixa ao depósito de combustível do ciclomotor Vilar Pachancho.

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2014/10/22

Selo bicicletas motorizadas Vilar Pachancho - Bicimotor


Estão oficialmente abertas as comemorações do 8.º aniversário do blogue Rodas de Viriato e mais uma vez o leitor é quem leva os presentes, o que neste caso significa artigos de primeira água.

Apresentamos um selo antigo da Bicimotor, que vendia ciclomotores Vilar e Perfecta, na Rua Sá da Bandeira, na cidade do Porto.
Neste caso o selo faz publicidade às bicicletas motorizadas Vilar Pachancho, o que quer dizer que este selo será do início dos anos 50 do século passado.

Não é um selo dos correios, era um selo usado para fazer publicidade à empresa, pelo que não tinha escrito um valor em escudos. Certamente seria colado em cartas e em facturas como forma de publicidade.
É impresso a três cores.

Já se passaram mais de 50 anos desde que foram impressos e ainda têm cola no verso!
Mais um para a colecção junto do selo da EFS Motoesa Mini Puch, dos selos da UMM (1, 2 e 3), do selo da Famel Foguete, do selo da Vilar Cucciolo, do selo da SIS Sachs V5, do selo da Casal K 276, do selo da Casal Carina, do selo da Cinal Pachancho, da Nacional SMC e da Quimera Alma.

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2015/07/30

Ciclomotor Vilar Pachancho - Automobilia da Moita 2015 (1/2)


Na última edição da Automobilia Ibérica da Moita (2015) este ciclomotor Vilar com motor Pachancho foi uma das máquinas que nos encheu a vista.

Há quem perca algum tempo discutindo se um motorizada é ou não de fabrico nacional, argumentando que pelo facto do motor não ser nacional, não se pode considerar que seja nacional...

Para esses há ciclomotores como este! A montagem é Vilar e o motor foi feito em Braga, na Pachancho. Mais nacional, é difícil!

O farol era da marca CEV e aparentemente resistiu bem à passagem do tempo.

Com a pintura aconteceu o mesmo, ainda é possível ver o trabalho de filetagem feito, por exemplo no guarda-lamas da frente.

O escape tinha a terminação tradicional nestes modelos, dando uma sugestão aerodinâmica.

Na tampa do guarda-corrente constava a marca Pachancho escrita em metal recortado, numa liga diferente.

Junto da roda de trás, este ciclomotor estava equipado com duas malas para transporte de pequenas mercadorias, como acontecia no velomotores Vilar Cucciolo.

Mais fotografias brevemente!

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2015/09/13

Ciclomotor Vilar Pachancho - Automobilia da Moita 2015 (2/2)


E assim concluímos a apresentação do ciclomotor Vilar Pachancho que esteve à venda na última edição da Automobilia Ibérica da Moita (2015).

No motor existia o emblema da Pachancho da bola flamejante, com a letra "P" no interior. Passados cerca de 60 anos estes pormenores são especiais e únicos.

Tal como acontece com os pneus que eram de fabrico nacional, de marca Escol, montados em roda 24.

Mais concretamente em roda 24 x 1 3/4 x 2. A mesma medida de um pneu de marca Famel que já aqui mostrámos!.

Outro pormenor curioso deste ciclomotor antigo era que as mudanças eram de punho, mas com tirantes. Na fotografia seguinte pode-se ver a ligação junto da manete e do punho...

Tirantes que entretanto se prolongavam até uma zona de articulação localizada no quadro, que por sua vez ia até ao motor, permitindo engrenar a mudança. Tudo isto sem prejudicar o virar do guiador!

Outro componente de fabrico nacional, mas que não será original, é o selim, que é de marca Cruzador.

Numa observação mais detalhada, facilmente se constatava o que foi afirmado anteriormente, pois na borracha também diz Sachs Motor.

O farolim era de marca Soubitez.

Terminamos com o sistema de tirantes que permitia travar a roda de trás, como já acontecia na Vilar Cucciolo MT 50 que já aqui mostrámos.

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2007/12/23

Ciclomotor Vilar Pachancho


Este grupo de fotografias foi colocado na Internet por "Pinheirodeabrantes" e mostra um ciclomotor Vilar com motor Pachancho de 50cc. Tem uma caixa de três velocidades de comando manual de punho. Este ciclomotor de fabrico nacional é datado de 1955.

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2015/03/18

XII Automobilia Ibérica da Moita - Balanço


No fim-de-semana passado realizou-se a edição de 2015 da Automobilia Ibérica da Moita - XII Feira Ibérica de Peças e Acessórios para Automóveis e Motociclos Clássicos e de Época.

Quem tem acompanhado este blogue ao longo dos tempos, sabe que temos o cuidado de fazer todos os anos o balanço do que vimos, e este ano não vai ser diferente!

Para terem uma noção dos eventos anteriores, podem ver o material que publicámos a este respeito em 2014, 2013, 2012, 2011, 2010, 2009, 2008 e 2007.

O balanço geral é positivo. Reparámos que o espaço estava concorrido em termos de visitantes e em termos de vendedores / material - ingredientes necessários para uma boa automobilia...
Um ciclomotor Vilar Pachancho e uma Casal K 500 Crossit encheram-nos a vista!

Este ano registaram-se algumas diferenças em termos de veículos nacionais. O autocarro UTIC Guy não esteve presente no exterior do espaço e os jipes Portaro não estiveram no interior do segundo pavilhão.

Mais uma vez constatámos que os automóveis no interior dos espaços de exposição são cada vez menos - situação que se justifica pelo tipo de evento, mas a afluência de público bem que justificava uma pequena exposição relativa a uma marca em concreto...

Bem que gostava de ver o Heinkel da entrada substituído por um Sado 550, o que de alguma forma até honraria o nome do Histórico Automóvel Clube de Entre Tejo e Sado.

Em termos de material para venda, havia muito para escolher e para gostos bem variados.
As motorizadas nacionais marcaram presença de forma acentuada. Várias Famel XF 17 para venda, muitas Casal (entre elas uma Casal K 175), muitas SIS Sachs e também motorizadas Macal, entre outras.

Em termos de peças para reparações e restauros, o cenário era idêntico.
Nos veículos sem motor, havia rodas para triciclos e quadriciclos; selins em couro e em napa; pneus antigos; chapas para quadro de bicicleta e outros tantos acessórios para bicicletas antigas e clássicas.

Nas bicicletas para restauro, as Vilar faziam sentir a sua presença com vários modelos para criança e jovem, enquanto que para os adultos, havia várias pasteleiras à venda.

No que respeita às duas rodas com motor, continuou a verificar-se o incremento da disponibilidade de peças novas, mas fabricadas nos nossos dias e disponíveis para venda em várias bancas de profissionais da área.

Em termos de peças usadas, a foto que se segue é exemplificativa.
Desde o simples (ou complicado de encontrar!...) emblema para o depósito de combustível, até a motores com refrigeração líquida, havia de tudo um pouco.

O coleccionismo, tanto de brinquedos antigos, como de miniaturas; passando pelos manuais e catálogos, estava representado por vários vendedores, muitos deles já conhecidos de automobilias anteriores.

Havia ainda espaços onde se podiam obter produtos têxteis com muitas das marcas de motorizadas, motos e automóveis; comer (desde pipocas a refeições mais substânciais) e comprar produtos para manutenção de motores e peças.

Uma agradável surpresa foi encontrar vários vendedores com produtos da Sericértima (empresa que se dedica ao fabrico de diferentes tipos de autocolantes para motorizadas, motos e bicicletas) e que tem um leque muito abrangente de autocolantes para restauros (saibam mais informações » Aqui!).

Várias bancas com os autocolantes da Sericértima, mostram bem que são um produto escolhido por quem está no ramo, produto esse que pode ser comprado por quem visitar o site da empresa.
Mas ainda há mais para contarmos sobre estes autocolantes!

A terminar - que a reportagem já vai um pouco longa - foto do carro de passear bebés, na banca de Carlos Martins / Old Moped e uma foto de um expositor na banca da Gasolina Super.

Para além do muito que referimos anteriormente, a feira é um ponto de encontro com conhecidos (e desconhecidos), o que torna tudo mais interessante. Isso, mas alguns artigos num saco (ou num reboque!...), são garantia de uns momentos bem passados.

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2018/03/07

Moto Vilar 125 cc com motor Villiers


O início da década de 50 do século passado pode ser apontado como um marco de mudança no mundo dos veículos de duas rodas em Portugal.

Foi nesta altura que surgiu uma indústria nacional de montagem de ciclomotores / motorizadas e motos, capaz de caminhar por si, apresentando diferentes produtos, para os mais variados fins.

A marca Vilar foi uma das que se destacou nesta altura, pois tinha uma ampla gama de cilindradas, recorrendo a diferentes motorizações.

Uma das mais conhecidas é o Cucciolo Ducati, mas também usou motores Lutz, Zebra, Pirotta e os Pachancho - isto em cilindradas mais pequenas.

Para motorizações superiores a 50 cc (mais concretamente 98cc, 125cc e 225 cc - isto enquanto não se documentarem outras...), recorreu a motores de marca JAP e a motores de marca Villiers.

A motor Vilar 125 cc que hoje divulgamos está equipada com um motor Villiers, tendo dois escapes - um de cada lado da moto.

Tem roda 19 na frente (19 - 3.00) e na traseira tem a roda em falta, pelo que quem tiver esta peça (ou outras), bem como informações que ajudem a restaurar esta Vilar 125 cc, por favor deixe comentário.

Esta moto comprada recentemente por António Pereira (a quem agradecemos o envio das fotografias e de informações).

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