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2026/09/19

Pneu Mabor General 4.00 - 8 (usado)


Durante décadas foi possível ver este tipo de pneus da Mabor General em atrelados, pequenos reboques e até em scooters.
O das imagens é usado, mas ainda poderá ser montado num veículo antigo, que só esteja em exposição estática.

E de acordo com o fim a que se destinava, assim eram as dimensões do pneu, que neste caso era para rodas com medida 4.00 - 8.

Este em concreto tanto podia ser usado em atrelados da Empal; como nos tricarros da Motalli ou nos automóveis Sado 550 (entre outros...).

Junto da medida do pneu lê-se a indicação "Button-Rib", que se refere à zona onde o pneu prende na jante metálica.

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2026/09/05

Carro fúnebre Chevrolet carroçaria Laborim - 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026


Quando publicámos a reportagem sobre a 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026 falámos da exposição de carros fúnebres que esteve patente no evento.

Como andamos sempre em busca de mais informações que permitam completar o quebra-cabeças que é a história dos automóveis fabricados em Portugal, encontrámos este carro fúnebre que acrescenta algo ao que já sabemos.

Uma das marcas que fabricava este tipo de viaturas e que já estava inventariada no Rodas de Viriato, era a Laborim, que transformou um Mercedes 220 S que pode ser visto no Motorclássico 2010.

Com este exemplar passámos a saber que a Laborim era propriedade da empresa Costa, Caetano e Irmão, Lda., em Laborim, em Vila Nova de Gaia.

Fazer pequenas transformações em veículos já existentes pode parecer pouco e sem importância, mas é com pequenos passos que se criam dinâmicas que levam a grandes viagens.

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2026/08/25

Protótipo jipe Portaro GVM ao pormenor (6/6)


O carro encontrado num palheiro é o sonho de muitos entusiastas de automóveis antigos, onde a expectativa de se descobrir algo de único e com pouco uso fazem acendem o interruptor da fantasia.

O protótipo do jipe Portaro GVM que esteve em exposição no Salão Motorclássico 2025 tentava recriar este cenário, tendo palha colocada por cima da viatura.

Com este grupo de fotografias acabamos a apresentação detalhada deste protótipo, para que se perceba melhor como poderia ter evoluído a marca Portaro.

Na frente podia levar 3 pessoas (contando com o condutor), viajando virados para a frente. 

Na parte de trás podia levar mais pessoas, que viajavam de lado. Como se vê nas fotos, os bancos da parte de trás podiam ser recolhidos, transformando esse espaço para poder transportar cargas.

Esses bancos eram corridos e tinham um ferro de apoio que era articulado, facilitando a transformação referida.

Para poupar espaço na parte interior do habitáculo, o pneu suplente era transportado na parte de trás, estando preso num suporte com dobradiças fixado à carroçaria.

Deste modo permitia a abertura da porta traseira, sem a sobrecarregar com o peso da roda suplente.

E terminamos com um pormenor da suspensão e da sua fixação ao chassis do Portaro GVM.

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2026/08/09

Automóvel Adamastor - Salão Motorclássico 2025 (5/5)


E com este grupo de fotografias terminamos a apresentação detalhada do automóvel Adamastor que esteve em exposição no Salão Motorclássico 2025.

Neste  grupo de imagens damos destaque a mais alguns pormenores da aerodinâmica, como a entrada de ar que está por cima da cava da roda traseira.  

É curioso que no automóvel Adamastor há vários elementos relacionados com a aerodinâmica que estão assumidos e destacados com uma cor diferente do laranja da carroçaria.

Para esse efeito utilizou-se a cor natural do material, que tem um tom preto; dando coerência a todo o conjunto e combinando com os pneus e com as jantes

Entretanto temos de esperar mais algum tempo até termos notícias deste projecto.

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2026/07/11

Reportagem 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026 (2/2)


E é com uma Casal RZ50 que começamos a segunda parte da reportagem que fizemos na 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026. Esta estava pintada de azul claro forte, com elementos gráficos em cor branca, contrastando com o preto dos elementos mecânicos, dando-lhe um ar moderno.

Na parte central, entre os pavilhões, uma das exposições que causava muito impacto era de viaturas fúnebres, ou carros funerários, se preferirem. Em termos cronológicos e até geográficos (havia um exemplar que veio do oriente) estava muito bem representada. Enquanto tirávamos fotos até ouvimos alguém dizer: "É pá, assim não me importava nada de morrer!", numa referência a ser transportado para o cemitério num destes veículos.

No exterior também se sentia muito burburinho e interesse pelo (muito) material que estava disponível para venda. E o clima ajudou, pois estava bom tempo, com sol.

E para além de bicicletas, motorizadas e alguns automóveis (e milhares de peças para estes veículos), também se podiam encontrar velharias, como rádios a válvulas, telefones, máquinas registadoras e relógios de corda para parede. Tudo produtos que ficam bem em garagens e em espaços pensados como cápsulas do tempo.

E como já vem sendo regra o Clube Viação Clássica tinha vários autocarros antigos em exposição e continuou a ter exemplares a circular entre o espaço da feira e o centro da cidade de Aveiro, dando sentido à existência das viaturas e proporcionando uma experiência única a quem visitava o espaço, amortizando o investimento no bilhete. Achamos ainda que este tipo de iniciativas retira os argumentos a quem defende que tudo o que é velho devia estar no lixo e que não se devia gastar dinheiro em museus, por acharem que é dinheiro desperdiçado (curiosamente ouve-se muito este tipo de conversa entre pessoas que gostam de velharias e de antiguidades, o que é uma contradição - gostar de algo e ao mesmo tempo querer que não se gaste dinheiro na sua preservação). 

Ainda na zona entre pavilhões também era possível ver uma exposição relativa aos 80 anos da Vespa, fabricada pela Piaggio. Eram vários os modelos em exposição e até havia um com side-car.

Na mesma zona também havia a habitual exposição de material militar antigo, do Exército Português e  da Associação Portuguesa de Veículos Militares, destacando-se um imponente e pesado tanque de guerra.

Sendo uma feira de automobilia, também não faltaram grandes quantidades de miniaturas, de livros, catálogos, peças, brinquedos... Bastava procurar e ter algum dinheiro no bolso, que depressa aparecia algo do nosso interesse.

E enquanto não chega a 33.ª Automobilia de Aveiro / 2027, iremos apresentar de forma faseada e pormenorizada alguns veículos e peças (de fabrico nacional) que são dignas de destaque e que estiveram no Automobilia de Aveiro.

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2026/06/29

Reportagem 32.ª Automobilia de Aveiro / 2026 (1/2)


O ponto alto do mundo dos clássicos em Portugal é a Automobilia de Aveiro e como não podia deixar de ser, o Rodas de Viriato esteve presente para acompanhar o pulsar do mundo dos veículos clássicos / antigos e fazer a reportagem do que se podia ver à venda e em exposição neste evento.

Sempre com os veículos fabricados em Portugal na mira, percorremos os diferentes espaços em busca do que é especial. E por isso começámos esta apresentação com uma fotografia de um jipe UMM que pertenceu à polícia.

Se nos espaços de exposição é mais fácil localizar o que se procura, nos espaços de venda, como no da imagem anterior, é preciso procurar bem. Reparem na motorizada Cinal Pachancho que se vê no canto superior esquerdo da imagem! Quase que passava despercebida... 

Este ano uma das exposições que se podia ver, assinalava os 90 anos do automóvel Fiat 500, sendo possível ver diferentes versões e evoluções deste carro.

Em termos de peças e de acessórios à venda, podemos dizer que este ano havia de tudo e para todos. Continuou a registar-se uma boa representação em termos de diversidade de veículos, de marcas e de produtos. E os clientes estavam a corresponder às expectativas de quem se inscreveu na Automobilia de Aveiro.

Outro aspecto que continuamos a registar, é o esforço de diferentes entidades por divulgar de forma alternada veículos especiais nas suas exposições, incluindo sempre novidades. No que diz respeito à Polícia, esta tinha várias motorizadas antigas de fabrico português, como a Casal que vemos na imagem.

E quem gosta de coleccionismo também tinha muito por onde escolher...
O que dizem desta mini-colecção de variantes de emblemas em forma de lágrima, que eram usados em motorizadas fabricadas pela EFS e vendidas por diferentes agentes? Eram uma boa forma de começar uma colecção!

No espaço exterior dos pavilhões também havia muitos elementos de interesse.
Um deles era a exposição de automóveis usados em competições de velocidade nas décadas de 80 e de 90 do século passado.

Quem gosta de camiões, de autocarros e até de tanques de guerra, também encontrava vários exemplares com que se deliciar.

E terminamos com uma fotografia onde se vêem as colecções / kits de autocolantes com motorizadas antigas, produzidos pela Cericértima. São ideais para quem gosta da temática e um presente muito especial para oferecer a crianças e jovens, para lhes despertar o interesse pelo nosso património rodoviário.

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2026/06/21

Protótipo jipe Portaro GVM ao pormenor (5/6)


Começamos com uma vista lateral do jipe Portaro GVM que esteve em exposição no Salão Motorclássico 2025, para mostrarmos mais uma série de fotografias deste protótipo e para falarmos sobre ele.

Nesta publicação continuamos a dar destaque a vários pormenores de fabrico, incidindo desta vez na parte eléctrica do Portaro GVM.

No que respeita às luzes exteriores, a escolha recaiu sobre material de marcas portuguesas e estrangeiras. Na imagem anterior vemos os plásticos das luzes sinalizadoras de marca Lucas, colocadas por baixo do faróis.

Na parte de trás vemos que a escolha recaiu na marca SIM - Sociedade Irmãos Miranda, no farolim com a referência 102 - 005. Este estava embutido dentro do para-choques traseiro, evitando-se assim que partisse com facilidade em caso de o Portaro GVM ter contacto físico com outras viaturas, ou com algum elemento arquitectónico.

No lado esquerdo da traseira era possível ver um farolim - o de nevoeiro, que estava colocado por baixo do para-choques. Este era individual e também foi fabricado pela SIM - Sociedade Irmãos Miranda, tendo a referência 301-05.

Na frente, os faróis com formato redondo eram da marca Lucas - European, SAE MP 77. Estes tinham aro cromado, sobressaindo um pouco da grelha pintada de cor verde escuro. 

Na parte interna temos uma luz de habitáculo que foi colocada num elemento metálico que ajuda a dar forma à capota de lona, fazendo a transição entre a zona do condutor e a zona da carga.

E como nem só da parte eléctrica vive uma publicação, mostramos o pormenor do ponto de apoio do cinto de segurança no elemento metálico referido anteriormente,

E terminamos com o pormenor de duas, das quatro, entradas de ar circulares colocadas na frente do capot. Estas combinam com a forma dos faróis redondos, e na parte interna têm tiras de metal colocadas diagonalmente, para evitar a entrada de insectos ou de outros elementos no compartimento do motor.

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