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2015/04/05

Alfinete de lapela da Dinâmica


Em Viseu existe a empresa Dinâmica que foi fundada em 1957 por A. Cunha Martins. Vendia motorizadas, bicicletas e acessórios, alguns dos quais com marca própria. Actualmente tem as portas abertas, mas dedica-se a comercializar marcas estrangeiras.
Pelo que chegou até nós, no passado era uma empresa que fazia jus ao seu nome, tendo até alfinetes de lapela que serviam para promover a marca. Hoje mostramos um desses exemplares.
O emblema usado pela Dinâmica tinha como base um elemento circular que simulava uma roda, atravessada por um avião visto de lado. O topo era coroado com um cavalo alado, com as asas abertas. Já na parte de baixo havia uma grinalda com o nome da marca.

Já aqui mostrámos uma bicicleta pasteleira da Dinâmica, onde muitos dos componentes estavam contrastados com a marca e também uma motorizada da Dinâmica, com montagem Mourisotam.
Aparentemente a empresa terá vendido motorizadas fabricadas por outras marcas, sendo conhecidos exemplares com motores Zundapp e Motalli.

Saber mais sobre a empresa:
- Site oficial da Dinâmica.

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2013/03/19

Bicicleta Dinâmica - X Automobilia Ibérica da Moita


A Dinâmica é daquelas marcas que não consigo deixar de ver de forma diferente e nutrir um gosto especial.
Esta bicicleta é da marca Dinâmica e este à venda na X Automobilia Ibérica da Moita.

Era de roda 28 e ainda conservava a chapa de testa do quadro com a marca BDL - Dinâmica.

No guiador era possível ver gravada a marca Dinâmica.

No quadro, junto do apoio do suporte de mercadorias, ainda se viam alguns dos filetes que adornavam a pintura. Percebe-se que seriam em azul e amarelo.

No guardo corrente também se viam algumas letras, desta vez em vermelho.

O selim era em couro, com mola grande e tinha a chapa da marca Dinâmica.

Terminamos dizendo que esta bicicleta estava equipada com campainha da Ivol.

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2025/10/23

Canivete bicicletas Dinâmica - 19.º aniversário Rodas de Viriato


[19.º aniversário Rodas de Viriato]
A dinâmica refere-se ao movimento dos corpos, mas também ao processo de interacções para se realizar um percurso e chegar-se a um objectivo. Digamos que é um bom nome para uma marca de veículos.

Ao longo da existência do Rodas de Viriato conhecemos a Dinâmica quando descobrimos uma motorizada Dinâmica V2, fabricada pela Mourisotam. E não tardou muito a que encontrássemos outras motorizadas Dinâmica e percebêssemos melhor o que foi esta marca.

Mas este canivete antigo faz publicidade às bicicletas Dinâmica, referindo a marca A. Cunha Martins, de Viseu.
É um testemunho vivo do que esta marca fez para ser conhecida, a par das bicicletas que comercializou / fabricou (?).

É o adereço certo para levar para encontros de bicicletas antigas, como o Passeio de Bicicletas Antigas de Budens onde poderá ser usado para cortar pão, queijo, chouriço, presunto... ou o que for preciso!

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2016/10/05

Motorizada Dinâmica de 1970 - 16.º Encontro Motas Antigas Pinhal Novo


Esta motorizada de marca Bicicletas Dinâmica, L.da este presente no 16.º Encontro de Motas Antigas de Pinhal Novo.

Esta motorizada das Bicicletas Dinâmica, L.da de Viseu foi fabricada pela EFS, tendo as borrachas na lateral do depósito gravadas com esta marca.

No depósito de combustível podia-se ver a chapa das Bicicletas Dinâmica, L.da, com o característico emblema da marca, com uma roda sobre a qual passava um avião, encimada por um cavalo alado.

A motorizada conservava muito do material original, havendo intervenções concretas, como no caso do selim que tinha uma forra nova.

O farol cromado tinha o hodómetro embutido, sendo este da marca Veglia / MIL - Miranda e Irmão, L.da.

Esta motorizada estava equipada com motor de turbina M 152 da Casal.

Nas tampas da caixa de ferramentas ainda era possível ver a pintura original onde se lia "Modelo de Luxo".

No depósito o tampão era cromado e tinha gravada o emblema da Shell.

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2007/08/14

Dinâmica V2 - Mourisotam


Esta motorizada Dinâmica V2 - Mourisotam era vendida pela empresa A. Cunha Martins, de Viseu (motorizadas e acessórios). É um modelo de 1962.

O depósito de combustível é idêntico aos usados na Famel Foguetão, nas Vilar e nas E.F.S. da década de 50/60 do século passado.

Tal como a concorrência - Mavico, Perfecta, também esta motorizada tinha a tradicional placa com o nome do modelo, na parte superior do guarda-lamas dianteiro.

Aqui um pormenor do quadro, onde é possível ler Dinâmica - V2, com uma estrela cadente por cima.

Um pormenor junto ao farol, com a referência à Mourisotam.

A estrutura do quadro, ainda com o guarda-lamas dianteiro, o volante e o farol.

A motorizada está toda desmontada. Do conjunto fazem ainda parte: o banco (danificado), as 2 rodas, o motor (desmontado e incompleto), o escape (podre de ferrugem), o protector da corrente, guarda-lamas traseiro e o apoio da roda traseira.

Saber mais:
- Mourisotam - Motorizadas50.com

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2007/10/28

Dinâmica V2 - Modelo Sport 1962 (Mourisotam)


A esta motorizada Dinâmica V2 - Mourisotam, podemos aplicar a expressão "Quem vê caras, não vê corações". Isto porque quando a apresentámos anteriormente, estava desmontada e muito suja.

Depois de uma limpeza ligeira e de colocar as peças que estavam desmontadas no sítio, a motorizada pode demonstrar a sua personalidade, como se pode ver pelas fotografias.

A maioria da pintura é visível, o que facilita o seu restauro. Como já dissemos no post anterior, o motor está desmontado, mas mesmo assim foi colocado no seu lugar para se perceber o conjunto.

O guarda-lamas da frente está partido a meio, de um dos lados.
O farol levou uma pancada, mas poderá ser reparado (o vidro está inteiro). O farolim traseiro está inteiro.
O escape está podre, mas completo, tal como o banco.
Faltam os dois amortecedores traseiros e mais alguns elementos pouco significativos.

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2016/10/14

Motorizada Mourisotam com motor F. B. Minarelli restaurada


A Mourisotam fabricou motorizadas (e também acessórios para bicicletas) em Mourisca do Vouga e é uma marca desconhecida e ignorada por muitos dos entusiastas de motorizadas fabricadas em Portugal.

A incursão no mundo das duas rodas terá começado com o fabrico e venda de peças de marca Sotam para bicicletas. Mais tarde surgiram as motorizadas Mourisotam, como a que apresentamos restaurada.

O exemplar em questão foi vendido pela empresa Dinâmica de Viseu, tal como a motorizada Dinâmica V2 - Modelo Sport 1962 que já aqui mostrámos.

O que referimos anteriormente demonstra que a empresa teve uma pequena rede de venda de motorizadas. Esta Mourisotam de 1962 está equipada com um motor F.B. Minarelli com 3 velocidades de mão.

Agradecemos a Fernando Gonçalves, autor do blogue "Duas Rodas - Preservar e Divulgar Uma História", onde constam informações sobre a Mourisotam, pela colaboração na cedência das fotos e de informações sobre esta marca.

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2013/10/02

60 anos da fundação do Museu do Caramulo


No dia 23 de Setembro de 2013, o Museu do Caramulo comemorou 60 anos sobre a sua fundação.
É uma instituição que tem contribuído para a divulgação dos veículos de fabrico nacional, especialmente dos automóveis feitos em Portugal. Deixamos aqui as nossas felicitações e desejamos que se sigam outros tantos anos.


Aqui fica a informação que nos chegou sobre esta efeméride:
O Museu do Caramulo comemora 60 anos sobre a sua inauguração em 1953, nas instalações provisórias no Caramulo, pela mão do seu fundador Abel de Lacerda.
Para assinalar os 60 anos, o Museu do Caramulo levou e continua a levar a cabo várias acções ao longo de 2013, nomeadamente as exposições temporárias de arte contemporânea, a primeira intitulada “Retratos Incógnitos”, do artista Eurico Lino do Vale, e actualmente a exposição “Rush”, do artista João Louro, com edição de catálogo em ambos os casos.
2013 é também o ano de lançamento do primeiro concurso de fotografia do Museu do Caramulo, em parceria com a empresa Estradas de Portugal sob o título “Estradas de Portugal – Um outro olhar”. Este concurso, aberto a todos os apaixonados pela fotografia, culminará com uma exposição temporária das melhores obras, a inaugurar no dia 23 de Novembro.
Outra das acções comemorativas, também ligada à fotografia, e realizada em parceria com a FNAC, é uma exposição fotográfica sobre os 60 anos da instituição, que decorre actualmente na loja de Viseu. Está ainda em curso a realização da semana "60 Anos do Museu do Caramulo", mais uma vez na FNAC de Viseu, na qual está presente uma moto antiga da colecção do Museu do Caramulo, havendo espaço para o destaque das publicações e história do museu.
No mesmo âmbito, o Museu do Caramulo vai ainda apresentar um site renovado, de forma a marcar o seu aniversário, site este que será realizado pela Havas Worldwide. Para além disso, foi também criado, no início de 2013, um logotipo comemorativo e que tem vindo a ser usado em todas as comunicações do museu, mantendo-se até ao final deste ano.

Sobre o Museu do Caramulo
Do sonho e da vontade de Abel de Lacerda em transformar o Caramulo em pólo de atracção dedicado ao turismo, cultura e saber, deixando para trás o estigma da sua vivência enquanto sanatório, nasce o Museu do Caramulo, primeiramente designado por Museu de Arte Antiga e Moderna, inaugurado a 27 de Setembro de 1953 sob o lema da palavra generosidade.
Todos os coleccionadores, artistas e amigos doam as suas peças de arte sem nada receber em troca, apenas a inscrição do seu nome junto da peça doada.
A morte inesperada de Abel de Lacerda, em 1957, fez evidenciar o nome de outra personalidade que ficou com os destinos do Museu do Caramulo nas mãos: João de Lacerda, médico, irmão do fundador do museu e responsável pelo aparecimento da colecção de automóveis no seu acervo.
Certo dia, em 1955, encontra um Ford T em estado de quase sucata. Pára e compra-o. Estava iniciada a melhor colecção de automóveis antigos que alguma vez se constituiu em Portugal, colecção esta que revela um profundo conhecimento da história do automóvel e da sua evolução, além de rigorosos critérios na aquisição e restauro dos diferentes veículos, respeitando as suas características de origem.

Sobre os fundadores do Museu do Caramulo
Abel de Lacerda (1921-1957): Fundador do Museu do Caramulo
Por João de Lacerda
Abel de Lacerda nasceu em 1921. Bisneto, neto e filho de médicos, mas sem vocação para a medicina, decidiu cursar Ciências Económicas e Financeiras. Seu pai, Jerónimo de Lacerda criou, no Caramulo, a maior estância sanatorial da Península da Ibérica. Em 1945, morre subitamente e Abel de Lacerda é obrigado a suspender o seu curso para poder continuar a obra do pai. Irá prosseguir os estudos, em regime livre.
A paixão de Abel de Lacerda é desde sempre a arte e, pouco a pouco, ainda que com escassos recursos, vai coleccionando obras e procurando relacionar-se com artistas e coleccionadores. Em 1953 tem a ideia utópica de criar, no nosso país, com características absolutamente originais, um museu de coleccionadores amantes das artes plásticas. Com os amigos que com ele partilhavam a mesma paixão, começa a reunir um núcleo de obras valiosas, sempre com elevado critério e cujo conjunto evidencie rigorosa harmonia.
Em curtíssimo espaço de tempo congrega cerca de cem personalidades e perto de cento e cinquenta peças, o que lhe permite fazer uma magnífica exposição no Palácio Foz, em Lisboa, inaugurada pelo Chefe de Estado, General Craveiro Lopes, e por membros do Governo. Esta exposição lança para o conhecimento do grande público o que virá a ser o Museu do Caramulo, que ele queria dos particulares e da generosidade. De imediato, começa a pensar nas instalações que irão albergar a colecção em crescimento, decidindo-se pelo Caramulo.
Viaja, estuda, planeia e inicia a construção. Morre prematuramente, num trágico acidente, em 1957. Não teve tempo para consolidar a sua obra nem para criar o seu suporte jurídico. Mas era imparável a dinâmica e a energia gerada. Em 1958, amigos e doadores criam a Fundação Abel de Lacerda e dão personalidade jurídica à sua vontade. Em 1959, com o estatuto de utilidade pública, é inaugurado, com pompa e circunstância, o Museu do Caramulo – Fundação Abel de Lacerda, que vem acrescentar ao património nacional um valor inestimável.
Em seis anos estava realizado o sonho. Parecia utópico mas, pela primeira vez em Portugal existia, na realidade, um pequeno grande museu constituído por obras excepcionais. Graças à iniciativa e ao empenho de Abel de Lacerda e ao mecenato dos portugueses que com ele acreditaram no projecto, foram trazidas para Portugal obras que estavam dispersas pelo Mundo e que, de outra forma, dificilmente teriam voltado para o território nacional. São disso exemplo as célebres tapeçarias manuelinas, de Tournai.
O Museu do Caramulo foi já visitado por mais de um milhão de pessoas. Sempre independente, pertence aos seus doadores, cujo número todos os anos se renova. Dispõe de um notável acervo de peças cuja escolha obedece ainda aos critérios de qualidade e valor impostos por Abel de Lacerda, o que lhe permite manter a mesma harmonia e interesse, pouco vulgares em instituições que aceitam dádivas ou mesmo heranças.

João de Lacerda (1923-2003): Continuador da Obra
Por Pedro Corrêa de Barros
João de Lacerda nasceu em 1923, no Caramulo. Após completar o liceu decide seguir a tradição dos seus antepassados e forma-se na Faculdade de Medicina de Lisboa. Desde logo inicia a sua especialização em Pneumologia, trabalhando com tisiologistas de renome. Terminados os estágios, assume a função de Director Clínico da Estância Sanatorial do Caramulo.
Com a morte de seu irmão Abel, em 1957, num trágico acidente, no qual ele fica gravemente ferido, vê-se na contingência de assumir a Direcção da Estância e abandona a medicina.
Como desde pequeno sempre teve a paixão das obras, fruto de um acompanhamento permanente de seu pai, assume também a direcção da Junta de Turismo do Caramulo e dinamiza de uma forma imparável o crescimento e embelezamento da sua terra, o Caramulo. Dava assim continuidade à grande obra de seu pai, o Dr. Jerónimo de Lacerda, que foi pioneiro na criação de uma povoação modelo para a altura, com água canalizada ao domicílio, electricidade a partir de uma barragem própria, rede de esgotos com ETAR, sistema de recolha de lixos com forno crematório e jardins e verde numa proporção nunca vista. Com justiça pode-se dizer que se Jerónimo de Lacerda criou o Caramulo, João de Lacerda deu-lhe a projecção que o tornou conhecido no país e fora dele.
Trabalhador incansável, dedica todo o seu tempo e força à sua terra, completando e dando forma à ideia iniciada pelo seu irmão Abel, a construção do edifício do museu, o que consegue em tempo recorde. É João de Lacerda que cria a Fundação Abel de Lacerda, em homenagem a seu irmão, e é ao seu carinho e empenho que se deve, quase que exclusivamente, aquilo que é hoje o Museu do Caramulo.
Certo dia, encontra um Ford T em estado de quase sucata. Pára e compra-o. Estava iniciada a melhor colecção de automóveis antigos que alguma vez se constituiu em Portugal. Perfeccionista e criterioso, reconstrói meticulosamente os automóveis que vai adquirindo, dando-lhes a grandeza e autenticidade dos tempos em que circulavam pelas estradas do nosso País.
Na sequência de uma sugestão do Presidente Américo Thomaz, a quando de uma visita ao Museu do Caramulo, decide expor a sua colecção e cria aquilo que fica conhecido como o Museu Automóvel do Caramulo, inicialmente instalado no piso térreo do edifício da Fundação Abel de Lacerda e mais tarde em edifício próprio, construído a expensas próprias e com a ajuda de algumas empresas de petróleo e inaugurado, com pompa e circunstância, em 1970, pelo governo.
Com a sua enorme dinâmica, João de Lacerda leva, por convite, os seus automóveis a participar numa centena das mais conhecidas e prestigiadas provas para automóveis antigos e de colecção, como sejam o London-Brighton, a Louis Vuitton China Run, o Bordeaux-Paris, as Mille Miglia, o Rally de Monte-Carlo, entre outros, onde acumula prémios e louvores. A sua arte de conduzir e o impecável estado das mecânicas, com que apresenta os automóveis, granjeia-lhe a ele e ao Museu do Caramulo enorme respeito e prestígio internacional.

Sobre as colecções do Museu do CaramuloNo seu interior, o Museu do Caramulo apresenta a sua colecção de Arte, com mais de 500 peças, que vão desde o Antigo Egipto até Pablo Picasso e Salvador Dali, passando assim pelas várias vertentes da arte como sejam os têxteis, tapeçarias, pratas, escultura, cerâmica, pintura, mobiliário, vidros, joalharia, arqueologia até à arte contemporânea.
O museu apresenta ainda aos seus visitantes a maior colecção de automóveis, motociclos e velocípedes em exposição em Portugal, cobrindo 150 anos de história da engenharia. Esta colecção apresenta uma enorme variedade de veículos, que vão desde um Peugeot de 1899 até a um Ginetta-Zytech de 2009, todos em perfeitas condições de funcionamento.
Por fim, o museu mantém em permanência uma exposição de miniaturas e brinquedos antigos com mais de 3.000 peças, mostrando várias épocas de brinquedos ao longo de mais de um século."

(imagens cedidas pela instituição)

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2026/06/05

Chapa de testa de bicicleta Onileva


Por vezes uma pequena peça pode estar relacionada com uma grande história.
É  o caso desta chapa de testa de quadro de bicicleta de marca Onileva, que é um anagrama de Avelino.

A marca Onileva - Cycles - Avelino, de Argoncilhe, foi fundada por Avelino Alves Pereira. 
Esta empresa dedicava-se à venda e reparação de motorizadas e de motosserras.

No arquivo do Municipal de Santa Maria da Feira existem centenas de referências a esta marca, datando o mais antigo do ano de 1945. Quem quiser perder algum tempo analisando estes dados, poderá conhecer melhor a dinâmica da marca e ter uma ideia da quantidade de motorizadas que foram vendidas por esta empesa.

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2025/04/29

Auto Clássico Militar 2025


Vamos divulgando encontros de veículos militares antigos e hoje apresentamos mais outro, o Auto Clássico Militar 2025.
O evento realiza-se em Oeiras, no Quartel de Paço de Arcos, nos dias 14 e 15 de Junho de 2025.
Está prevista a exposição e a exibição dinâmica de viaturas ligadas aos 25 de Abril de 1974; à Guerra de África 1961-1964; à I Guerra Mundial; bem como protótipos de fabrico nacional e artilharia antiaérea.
O Auto Clássico Militar 2025 também terá um desfile histórico; modelismo nacional e um ciclo de conferências.
Para mais informações, usar o contacto existente no cartaz.

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2023/03/01

Blindado Chaimite em Figueira de Castelo Rodrigo (3/3)


Com uma vista lateral do blindado Chaimite V200 que está em exposição estática em Figueira de Castelo Rodrigo terminamos a apresentação desta viatura militar que foi fabricada em Portugal.

O facto de estar exposto em cima de uma base feita de betão permite que possamos ter acesso visual a zonas que estão mais resguardadas.

Ao mesmo tempo esta base faz com que o blindado Chaimite fique numa posição dinâmica, parecendo que a qualquer momento se vai mexer.

Em busca dos pormenores especiais deste exemplar, não pudemos deixar de observar que havia uma fuga de líquido lubrificante que saia pela zona do eixo de uma roda traseira.

Já na parte superior pudemos observar a zona da chamada torre, que tinha elementos metálicos soldados, certamente para suporte de uma arma.

Bem perto da zona da torre da viatura também podemos ver as molas usadas para ajudar na abertura das escotilhas superiores, que têm uma espessura significativa de metal. 

E continuaremos em busca de mais blindados Chaimite em exposição pública!

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