2014/09/11

Jipe Portaro Campina guardado por um cão


Hoje é dia 11 de Setembro, dia que para muitos passou a estar associado a medo - uma daquelas emoções vendida pelos meios de comunicação social de modo a agarrar o receptor e, sempre que possível, incutir-lhe mais alguma necessidade.
Por isso, nada como contar uma história para que possamos dormir bem...
Há histórias com veículos nacionais em que estes passam para segundo lugar.
Mas como nos interessam todas as histórias que envolvam veículos nacionais, aqui fica uma que foi vivida na primeira pessoa.

Era uma vez um jipe Portaro Campina que há muitos dias estava estacionado sempre no mesmo sítio, numa terra distante, daquelas terras onde ainda se pode ter a chave na porta, sem se ter medo de que alguém mal intencionado nos faça uma visita.
Quando esse jipe Portaro Campina estava estacionado, a parte de trás da caixa de carga estava aberta e via-se lá dentro um cão deitado, juntamente com alguns objectos que pouco valor teriam, mas que muito úteis eram.

Pois esse cão passava todo o dia em cima da caixa de carga, ora apanhando sol, ora sombra; ora acordado, ora dormindo...
Quem por ali passava pela primeira vez, pensava que seria uma situação pontual, mas aqueles que se atreviam a passar por ali à noite eram surpreendidos com o que acontecia.

Como dizíamos, sempre que alguém ali passava à noite, ficava surpreendido com a reacção do animal.
No meio do silêncio, subitamente ouvia-se o rosnar do cão, que para além de fazer desta caixa de carga do Portaro, sua casota panorâmica, tratava de guardar o que o seu dono tinha colocado neste espaço. Deste modo, quem se aproximasse sabia que era melhor manter a distância...
E a vida podia continuar a correr sem incidentes e sem torres gémeas a cair.

1 comentário

M Godinho disse...

bom dia e como fica o final da historia

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