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2019/05/14

Automóvel ALBA - 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018


No mundo dos veículos antigos, os últimos dias têm sido marcados por publicações de divulgação da Automobilia de Aveiro (este ano é a 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019), um dos eventos que marca o panorama nacional nesta temática. Tudo isto porque é já neste fim-de-semana que se realiza.

A Automobilia de Aveiro tem vários factores que a caracterizam: área considerável de espaços comerciais; exposições pensadas sobre determinados temas; grande heterogeneidade de veículos e marcas, isto a par da localização, quase entre Lisboa e o Porto.

No ano passado houve uma exposição de automóveis de fabrico português na 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018 e ao longo do tempo temos vindo a divulgar os exemplares que lá estiveram expostos.

Um deles foi este descapotável de marca ALBA, de matrícula OT-10-54, fabricado na ano de 1952, em Albergaria-a-Velha.
O automóvel ainda conserva a pintura original, sendo possível ver alguns pormenores, como a pintura lateral com as letras ALBA, onde o "A" inicial dá corpo a um pato a voar.

Este automóvel participou em várias provas de competição, tendo conseguido várias vitórias. Sendo um automóvel de competição, não é de estranhar o painel de instrumentos mais elaborado que tem.

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2015/04/11

Salão Motor Clássico 2015 na FIL - Balanço


Já estivemos no salão Motorclássico - Salão Internacional de Automóveis e Motociclos Clássicos, a edição de 2015, e aqui deixamos um balanço do que vimos, como já vem sendo norma nos últimos anos.
Este ano vacilamos um pouco sobre a avaliação geral com que saímos do evento.
Dizemos isto porque não se pode dizer que tenha sido mau, mas também não se pode dizer que tenha sido bom.

E é aqui que as coisas se complicam um pouco, pois temos noção de que este juízo de valor pode ser parcial e não queremos dar uma opinião como geral, a partir de uma parte. Mas antes isso do que não emitir a minha opinião e limitar-me a difundir as informações disponibilizadas pela organização, sem qualquer sentido crítico - para isso terão de ler a imprensa especializada!
Mas há indícios claros de que é preciso fazer algo para que as expectativas não saiam goradas quando se visita um novo evento destes. Não falamos do preço do ingresso, que muitos consideram alto... Um desses indícios está relacionado com o leilão realizado, que em edições anteriores foi mais pujante em quantidade de artigos a leilão. Outro indício foram os espaços vazios do lado esquerdo (de quem entra) no pavilhão, bem como no espaço exterior do mesmo.

Em termos de veículos nacionais, este ano não houve preocupação da organização em ter os exemplares de fabrico nacional em destaque. Nem o próprio espaço do Museu do Caramulo tinha um dos muitos que por cá se fizeram. Por esse motivo foram outras instituições quem fez com que este Motorclássico tivesse algo de português.
Junta Autónoma de Estadas voltou a exibir a SIS Sachs Lebre e trouxe um tricarro da Motalli que pertenceu à Direcção de Estradas de Castelo Branco, o que é motivo de alegria, pois esta instituição teve vários veículos de fabrico nacional na sua frota.

O Clube UMM voltou a estar presente, desta vez com um dois jipes UMM Alter, sendo que um deles era uma miniatura para brincar na escala 1:2. O espaço tinha fotografias e vídeos sobre estes jipes, bem como uma equipa pronta a falar sobre este todo-o-terreno nacional.

As motorizadas nacionais voltaram a estar presentes, sendo que no espaço do Clube de Motorizadas de Lisboa era onde estavam em maior número e com vários modelos emblemáticos do que por cá se fez. No meio de várias motorizadas pensadas para velocidade produzidas pela Famel e SIS Sachs, havia ainda clássicos de trabalho, como uma Famel 76 e um tricarro da mesma Ernesto.

Mas um evento destes também tem a componente do coleccionismo e da arte. Nesta área sobressaia uma pintura com um automóvel Alba.

Num espaço dedicado ao desporto motorizado, era possível ver kartcross da Semog, um dos quais obteve a vitória na categoria de buggy na 3.ª edição das 3 horas de TT de Vila de Fronteira.

Tendo noção de que a nossa história não é só feita de "made in Portugal", aproveitamos para mostrar algumas fotografias de automóveis que se destacavam e que também são nosso património. Um deles era um Cadillac, que tinha uma mascote bem curiosa.

Outro era um Amilcar que terminava em forma de proa de barco e que podia levar um 3.º passageiro num lugar individual na parte de trás - coisas dos anos 20!

Terminamos com uma foto de uma das exposições temáticas deste ano que era sobre os 60 anos do Citroen DS. A foto não está torta por acaso... Deste modo fazemos uma homenagem ao automóvel que tinha faróis direccionados, mostrando uma fotografia direccionada para mostrar 3 exemplares deste automóvel!

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2013/09/05

Edfor e ALBA no Caramulo Motorfestival 2013


E continuamos a divulgar informações sobre o Caramulo Motorfestival, que se realiza este fim-de-semana:

A mítica Rampa do Caramulo, integrada no Caramulo Motorfestival, vai alinhar mais de 80 automóveis históricos, clássicos e de competição já nos dias 6 e 7 de Setembro.

O plantel, que conta com um notável crescimento de inscrições sobre 2012, vai contar com 55 automóveis na Rampa Histórica do Caramulo, nas categorias de Velocidade e de Regularidade, e 28 automóveis no Campeonato de Portugal de Montanha, que conta com mais uma prova na Serra do Caramulo. A listagem dos participantes já se encontra disponível para consulta no site do Caramulo Motorfestival em www.caramulo-motorfestival.com.
O traçado da Rampa do Caramulo tem um desenho ímpar, sinuoso e bem asfaltado, numa extensão de 2,8 Kms. Sem curvas lentas assume-se como uma rampa rápida, com duas rectas onde os automóveis podem atingir elevadas velocidades, terminando depois a prova no sopé da Serra.

Raridades Ibéricas na Rampa Histórica do Caramulo
A Rampa Histórica do Caramulo vai também contar com três automóveis cheios de história e com uma particularidade: foram produzidos em Portugal e Espanha.


Edfor (1937)
O mais antigo dos três é o Edfor, de 1937, construído por Eduardo Ferreirinha, piloto de renome, mecânico de grande talento e industrial com algum sucesso, que quis dar o primeiro passo na construção de um automóvel, denominado Edfor.
O primeiro exemplar do Edfor, que tinha uma carroçaria do tipo "Torpedo", foi solenemente apresentado no Salão do Porto, realizado em 1937 e estreou-se na competição, no Circuito de Vila Real desse ano. No total, foram apenas construídos quatro exemplares do Edfor mas hoje apenas se conhece um exemplar, do coleccionador Fenando Paulo Martins, o mesmo que irá participar na Rampa Histórica do Caramulo.


Alba (1952)
Outro automóvel de fabrico português que vai ingressar na grelha da rampa é o Alba, de 1952. O primeiro Alba foi desenhado e construído em 1952 e equipado com um motor com um motor Fiat ou Simca de 1.089 c.c. e representou um notável progresso estilístico quando comparado com os outros automóveis portugueses da época, que tinham uma estética mais arcaica.
A “jóia da coroa” dos motores Alba, porém, seria o projecto próprio, elaborado na sua metalurgia e fazendo da Alba a única marca portuguesa que verdadeiramente produziu o seu próprio motor.
Ao volante do Alba estará António Martins Pereira, neto do criador deste automóvel.

Pegaso Z-102B (1953)
Produzidos em Espanha sobe o orgulho do regime Franquista, a Pegaso fabricou um total de 84 unidades entre 1951 e 1954. O modelo Z-102B foi apresentado no Salão de Nova Iorque em 1953, com um preço de 15.000 dólares, valor superior aos Ferraris dessa altura. Possuía uma mecânica com características excepcionais, resultante da larga experiência de Ricart na competição e dispunha de um motor V8.
Este automóvel em específico foi oferecido pelo Generalíssimo Franco ao Presidente da República Craveiro Lopes quando, em Maio de 1953, este visitou oficialmente a Espanha, e faz hoje parte da colecção do Museu do Caramulo.

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2013/07/12

Veículos nacionais na revista Motor Clássico n.º 77


A edição n.º 77 da revista Motor Clássico tem um artigo intitulado "a inspiração dos Sport nacionais", onde é feita uma contextualização das "Boas influências" que inspiraram os construtores de automóveis nacionais nos anos 50. Há referências ao MG de Mário de Jesus, ao Canelas MG (com o texto acompanhado de uma foto a preto e branco), ao Alba, ao FAP e à DM.
Um outro artigo sobre os Peugeot GTI do Team Autosil, ainda que não tratando de marcas portuguesas, mostra várias fotos dos carros com a publicidade ao UMM 4x4.
A nossa visão sempre em busca de veículos de fabrico nacional ainda encontrou uma foto de uma Vilar 125, na Automobilia de Aveiro, bem como uma bicicleta pasteleira Sangal num artigo sobre um Peugeot 504 Cabriolet.
Já nas bancas

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2012/06/16

Fábricas Metalúrgicas ALBA - Cinzeiro em metal


Depois do cinzeiro metálico da Casal, apresentamos o cinzeiro das Fábricas Metalúrgicas ALBA, de Albergaria-à-Velha.
Não é de estranhar que o cinzeiro seja em metal, pois é a matéria prima com que a empresa trabalha. Eventualmente até será sido feito na própria fábrica.

No centro tem o emblema da Alba e os cigarros podem ser pousados em cada lateral.
Fotos enviadas por Gonçalo Silva (muito obrigado!).

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2012/04/21

Salão Motor Clássico 2012 na FIL - Balanço


E hoje foi dia de ir visitar o Salão Motor Clássico 2012, na FIL, em Lisboa.
Como já vem sendo norma sempre que visitamos um evento deste tipo, fazemos um balanço daquilo que vimos, sempre na perspectiva dos veículos de fabrico nacional.
Para aqueles que esperam que este balanço tenha uma referência sobre a dita crise, lamento, mas digo desde já que tal assunto não é abordado, pois a crise não existe e os eventos vão mudando e procurando novos caminhos, como é natural que assim seja. Por esse motivo deixo o tecimento desse tipo de tiradas para outros.

Nos últimos anos os jipes UMM têm marcado presença em força. Este ano foi mais comedida, mas continuou a fazer-se registar através deste UMM Alter de competição da dupla C. Barbosa e J. Sousa. No vidro dianteiro podia-se ler a frase "Tucha volta ao Dakar", pois consta que o antigo piloto pretende participar novamente com o seu UMM na prova onde tanta experiência ganhou.

A UMM estava ainda representada pela ModEna que comercializava as mil e uma versões que estes jipes tiveram. Uma das novidades apresentada era um protótipo do UMM Alter longo versão papamóvel, que aguarda por ser produzido em pequena série.
Mas havia mais veículos de 4 rodas de fabrico nacional em exposição. Como vem sendo norma, o Edfor e alguns Mini - versão carrinha IMA e descapotável Moke, também marcaram presença. Fica para breve a apresentação detalhada desses exemplares.

Havia várias bancas que vendiam caixas de miniaturas do Porsche Aurora fabricado pela Luso Toys a preço muito convidativo. Esta situação deve resultar do facto de ter sido colocada há poucos anos no mercado uma grande quantidade destas miniaturas.

Ao nível das publicações a oferta era variada, desde livros sobre a história dos clássicos ALBA e FAP, e o livro técnico sobre os jipes UMM Cournil, Alter I e II.

Havia várias editoras de revistas presentes, destacamos aqui o espaço da revista Motos Clássicas e Vintage, pois nele podíamos encontrar uma moto Casal 125 cc, o modelo K 276, na versão branco e azul.

Na banca da revista MCV já estava à venda a nova revista, relativa ao mês de Maio, que dentro de dias apresentaremos neste blogue.

Mas o evento não ficava por aqui. Havia um espaço com uma exposição de Motos de Competição, onde havia uma pequena moto azul identificada como Sachs, que nos deixou com curiosidade por saber se não seria uma preparação nacional.

O espaço de exposição estava vedado com uns painéis que não permitiam muita aproximação às motos, o que é pena, pois não queremos ver com as mãos, mas gostamos de ver os pormenores!

Outra das exposições temáticas era a Cavalos de Corrida, dedicada aos 65 anos da Ferrari.

A terminar falta referir que continuou a registar-se a presença de museus, entidades e clubes dos mais variados tipos e que brevemente apresentaremos um artigo sobre o leilão de clássicos e automobilia, bem como faremos a apresentação detalhada de veículos que o justificam.

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2012/02/11

Automóvel ALBA no programa Volante - SIC Notícias


Sempre atentos ao que se vai fazendo em termos de divulgação dos veículos de fabrico nacional, mostramos duas imagens do programa Volante transmitido pela SIC Notícias em que aparece uma reportagem sobre o automóvel ALBA que está no Museu do Caramulo.

O artigo é apresentado por Francisco Sande e Castro e nele é explicada a história deste ALBA, tendo como pano de fundo as estradas e o Museu do Caramulo.
Para verem o programa, o melhor será ver a programação da SIC Notícias e tentar ver uma das muitas repetições.

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2011/07/10

Vídeo sobre o Alba - Globo (Brasil)


Para começar bem a semana, nada como um vídeo do Alba exibido no programa Auto Esporte, da TV Globo (Brasil), onde o automóvel é apresentado de forma descontraída, leve e divertida, mas sem perder rigor ou cansar o espectador.
Nele podemos ver António Pereira falando do seu envolvimento com o Alba e mostrando as fotos do motor Alba que foi construído de raiz para equipar este automóvel. Mas o vídeo não se fica por aqui, são ainda apresentados vários pormenores, tanto do veículo, como do seu funcionamento. E melhor, em vez de ser conduzido por um homem, é conduzido e apresentado por uma senhora!
Tudo perfeito, com um único reparo: o Alba não foi o único carro desportivo produzido em Portugal nos anos 50.
Agradeço a Diogo Leonel Pereira Magalhães, que com 20 anos e emigrado no Brasil, não deixa de acompanhar o Rodas de Viriato do outro lado do oceano e contribuir com sugestões como esta, que com facilidade podiam passar despercebidas ou cair no esquecimento (muito obrigado!).

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2011/06/16

Vídeo com Manuel Alves Barbosa sobre a ALBA


Neste vídeo onde se fala dos automóveis da metalúrgica ALBA, podemos ver Manuel Alves Barbosa que esteve ligado à origem destes automóveis.
Segundo o próprio, esteve presente no processo de construção, idealização e desenho dos automóveis, juntamente com António Augusto Martins Pereira e com Francisco Pereira, nas instalações da fábrica em Albergaria-a-Velha.
Os automóveis ALBA eram criados a partir de automóveis Simca, que sofriam muitas transformações, desde o motor até à carroçaria. O empenho na melhoria originou o fabrico do motor ALBA, com 1500 cc construído na fábrica, recorrendo à técnica dos moldes de areia.
Manuel Alves Barbosa teve um ALBA com o qual correu em Monsanto, onde ganhou dinheiro suficiente com patrocínios (que pagavam por volta dada), tendo deste modo conseguido dinheiro para embarcar para a Alemanha, onde tirou um curso na Mercedes Benz.
O vídeo está na página do utilizador Greenmoke's do Youtube.

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2010/05/27

ALBA - Alfinete de lapela do Sport Clube


Mais um objecto de colecção, trata-se de um alfinete de lapela do Sport Clube ALBA (da metalúrgica ALBA) que para além de ter realizado automóveis desportivos, também apoiava um clube desportivo local.

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2010/04/11

ALBA OT-10-54 no salão MotorClássico 2010


Foram dois os automóveis ALBA presentes no salão MotorClássico 2010, se bem que em espaços diferentes.

Mais uma oportunidade para (re)ver esta máquina de corrida nacional com vários sinais da idade que tem, mas que mesmo assim volta ao activo periodicamente.

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2010/04/08

Sado 550 no salão MotorClássico 2010


Depois de ter estado na exposição Automóveis Portugueses, no Museu do Caramulo, o Sado 550 da 2.ª série de Teófilo Santos esteve no salão MotorClássico 2010, na FIL, mesmo ao lado do ALBA TN-10-82.

Deste modo, os visitantes do evento puderam ver ao perto como é um Sado 550 da 2.ª série, especialmente a parte traseira, onde o vidro é maior do que nas versões posteriores.

Este Sado 550 tem ainda uma outra curiosidade, tem palas nas rodas traseiras com o símbolo do Entreposto.

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2010/03/24

ALBA TN-10-82 no MotorClássico 2010


O automóvel ALBA com matrícula TN-10-82 também esteve exposto na MotorClássico 2010, na parte relativa ao Museu do Caramulo (onde já o tínhamos visitado).

O modo como este ALBA estava exposto neste evento, permitiu tirar mais algumas fotografias à parte de trás, coisa que não foi possível (a um comum e normal visitante) na exposição dos automóveis portugueses.

Nesta vista lateral podemos ver a distribuição das rodas no veículo. As rodas da frente quase que ultrapassam a parte da frente do carro.

A carroçaria está construída de forma a que o condutor tenha mais espaço, veja-se o contorno da chapa na parte do banco.

A parte de trás que quase lembra a parte do abdómen de uma abelha.

A terminar a nota de que a colocação de veículos nacionais no MotorClássico parecia seguir a lógica dos hipermercados: à entrada o que não interessa e lá ao fundo o que é mesmo necessário. Só depois de passar por muitos carros desportivos de marcas estrangeiras, e mais outros tantos visitantes e visitantas, e mais uns tantos stands de peças e de artigos de coleccionismo, é que conseguíamos ver algo que procurávamos...

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2010/01/09

António Augusto Parente e outros nomes ligados aos automóveis nacionais - anos 50


Durante a tarde em que fiquei a saber mais sobre António Augusto Parente, pude ver um recorte de um jornal de 1955 (relativo à Taça Cidade do Porto?...) onde constavam fotografias dos vários pilotos / construtores de automóveis nacionais da década de 50.
Como muitas vezes conhecemos os automóveis e os nomes a eles ligados, mas não conhecemos a imagem correspondente ao nome, aproveitamos para aqui publicar as fotografias que estavam no recorte de jornal.
A primeira imagem é relativa a António Augusto Parente que correu em Etnerap.

De seguida, temos Victor Guimarães que correu em F.A.P.

Depois segue-se F. L. "Constantino" que correu no automóvel L.N.A.

Segue-se Corte Real Pereira que correu em Alba.

E António Martins Pereira, também em Alba.

Terminamos com Abílio Barros que correu em F.A.P., este aparece numa fotografia ao volante de um carro de competição, usando um capacete.

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