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2022/05/31

Cinzeiro da Fundições do Rossio de Abrantes (preto)


Esta é outra versão do cinzeiro antigo com publicidade à Fundições do Rossio de Abrantes, também em metal, com a imagem publicitária no centro.

Neste caso todo o cinzeiro é preto, tendo a parte central em prateado, do metal.

No verso não tem nenhuma marca do fabricante impressa.
Este cinzeiro está disponível para venda, para mais informações usar o contacto de e-mail existente na lateral direita do ecrã (ou ver contacto, clicando >> AQUI <<).

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2022/04/27

Cinzeiro da Fundições do Rossio de Abrantes


É uma marca relacionada com material para lagares de azeite, como aqui mostrámos na publicação plataformas rolantes Fundições do Rossio de Abrantes, tendo o seu leque de produtos alargado a aços vazados ao carbono, de baixa e de alta liga ao torno eléctrico, como se pode ler neste cinzeiro fabricado pela Fotal.

A FRA - Fundições do Rossio de Abrantes passou a designar-se por Frasam - Fundições do Rossio de Abrantes.
De acordo com o Jornal Mediotejo "A FRASAM iniciou atividade no ano 1900 com uma pequena fundição de ferro cinzento e máquinas agrícolas, gerida pelo empresário João José Soares Mendes. Em 2002 foi adquirida maioritariamente pelo grupo empresarial Fimove Investimentos".
Este cinzeiro está disponível para venda, para mais informações usar o contacto de e-mail existente na lateral direita do ecrã (ou ver contacto, clicando AQUI).

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2019/12/15

Fotografias nocturnas de Natal com autocarro em Lisboa


Estamos na contagem decrescente para a noite de Natal e as ruas de muitas cidades, vilas e aldeias estão decoradas com luzes alusivas à época. Para quem gosta de fotografia, é uma boa oportunidade para tentar captar a atmosfera de tal ambiente. Basta tem uma máquina, um tripé e algum sentido de observação, e uma boa fotografia vem a caminho.

E não são só as luzes da iluminações de Natal que resultam neste tipo de fotografia, as luzes de veículos que passam pelo local podem dar curiosos efeitos de arrastamento na imagem.
É um pouco de tudo isto que temos nas imagens (cuja autoria desconhecemos) que hoje divulgamos, mas com um elemento especial, um autocarro antigo da Carris, com chassis Volvo. Será um autocarro Camo B59-55V?...

Pela bandeira que aparece na janela por cima do vidro da frente, este autocarro fazia a linha 31, com destino a Moscavide, estando o autocarro estacionado na Praça do Rossio, em Lisboa.

Este local era e é dos mais centrais em Lisboa, pelo que nos prédios circundantes vêem-se várias publicidades / letreiros luminosos a marcas de produtos. Às máquinas de costura Oliva e Singer; à pasta medicinal Couto; às bolachas e biscoitos Triunfo; aos relógios Ómega; ao brandy Constantino e aos pneus Mabor General!

No grupo de imagens aparece uma da Alameda, também em Lisboa, vendo-se o cinema Império com a fachada iluminada. Tendo em conta que tem um painel publicitário por cima da escadaria da entrada, podemos dizer que estes diapositivos são anteriores a 1990, ano em que o cinema Império fechou portas, para mais tarde passar a ser local de culto da IURD.

Estes diapositivos / imagens antigas de Lisboa estão disponíveis para venda. Para mais informações, usar os contactos existentes na lateral direita do ecrã.

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2013/04/25

Um 25 de Abril em fotos da época


No dia 25 de Abril gostamos de recordar, e também de escrever um pouco sobre a liberdade (ver: aqui e aqui) e hoje não será diferente. E também não é diferente a linha editorial do blogue, das actualizações diárias e da publicação de material exclusivo, pelo que aqui apresentamos imagens de primeira categoria.

As imagens que apresentamos são de dois álbuns fotográficos adquiridos recentemente e que alguém fez, com fotografias de Lisboa e onde estão registados muitos instantes do pós 25 de Abril de 1974, havendo indícios que apontam para os anos de 1977 e de 1978.
Como não somos peritos em relação a viaturas militares portuguesas, pedimos ajuda a Luís Costa (aqui fica o nosso obrigado!) que prontamente identificou as viaturas que aparecem nas fotografias antigas que mostramos, num desfile militar do 25 de Abril (que começaram a realizar-se em 1976).
Na 1.ª fotografia temos um jipe Willys CJ5 4x4 do Regimento de Artilharia de Lisboa, precedendo uma coluna de camiões Berliet-Tramagal GBA6MT 2,5 Ton. 6x6, também do mesmo regimento. Pela ampliação que realizámos da fotografia, aparentemente há 6 camiões no desfile.

Segue-se uma V.T.G. Berliet-Tramagal GBC8KT 6x6 m/1966, do Regimento de Artilharia de Lisboa, que circula na Praça do Comércio em direcção ao rio Tejo.

A coluna militar continua e segue-se um jipe Willys CJ6 4x4, com volante à direita, de origem Sul-Africana.

Numa observação mais pormenorizada, foi possível identificar dois blindados, aparentemente Chaimite, da Bravia, que deixam a Avenida da Liberdade, em direcção ao Rossio.

Na fotografia anterior estão estacionados uma série de veículos, sendo que em 1.º plano temos uma grua Galion do Regimento de Engenharia n.º 1.

Do lado esquerdo da fotografia aparentemente temos mais dois camiões da Metalúrgica Duarte Ferreira.

As fotografias estão montadas nas folhas dos álbuns em grupos de 4, como se pode ver pela fotografia anterior.

Os álbuns são os que estão na imagem anterior, com encadernação da época.

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Uma vez que há mais fotografias nos álbuns que merecem ver a luz do dia, e que estão um pouco fora do tema deste blogue, aproveitamos para as mostrar e para fazer algumas considerações que fogem às linhas que anteriormente escrevemos e que servem para pensar no passado, no presente e no futuro...

Há uma fotografia da Assembleia da República onde se estava a passar algum evento significativo, pois nota-se alguma afluência de público e há uma plataforma com um operador de máquina de filmar (?), para além das faixas com a bandeira nacional.
Note-se que a escadaria está vazia. Se noutros tempos os assuntos políticos já faziam desinteressar muita gente, nos nossos dias a escadaria estaria cheia de polícia de intervenção a mando de quem quer continuar a fazer o que lhe apetece, em nome do bem e da liberdade.

A porta da Procuradoria Geral da República ainda não tinha o senhor que há uma série de anos procura ver resolvido um assunto... Em vez disso tinha as paredes conspurcadas com nomes de partidos e de figuras do poder.

Em várias fotos é possível ver escrito o nome de partidos políticos, lembrando um pouco rodas de automóvel ou postes de iluminação mijados por cães que querem demarcar território.

Era uma altura em que as pessoas se uniam para lutar por ideais... Essa coisa estranha, pois se nem com o vizinho conseguimos chegar a acordo sobre o nível de ruído no prédio; nem com o colega de trabalho conseguimos chegar a entendimento sobre o que cada um faz, como é que pessoas diferentes se entendem hoje em partidos? Tem de ser gente muito decidida a esvaziar um saco...

Várias fotos mostram eventos públicos com muitas pessoas - e não eram de um festival de música patrocinado por uma bebida de mijamento rápido ou de comunicamento vocal com assalto à carteira.
Frases como "Unidade da acção a força dos trabalhadores" ou "A unidade dos trabalhadores a garantia das conquistas do 25 de Abril" eram o mote para se sonhar com um futuro melhor.

É curioso que ninguém falava daquilo que hoje é importante... O automóvel vistoso, a barra de chocolate que se coloca encostada ao ouvido para telefonar, a casa grande com a televisão cilindrada de ecrã XL onde vejo programas em HD com apanhados gravados com o telemóvel...

A campanha nacional dos 50000 contos, que aparentemente decorreu em 1977 fez levantar muito braço no ar, e não era porque impedimos um condutor eficiente de mostrar valentia num nicho de alcatrão...

Tudo sentimentos que muitas vezes tenho receio de dizer ou expressar, porque há sempre alguém que acha que aquilo que fazemos ou dizemos está mal, não se reconhecendo como seres telecomandados por aqueles que querem esvaziar o saco, invocando a direita, a esquerda, o centro, o cimo, o baixo, o diagonal... Ou o cristianismo, o judaismo, o islamismo, o hinduismo, o budismo, o xintoísmo, o sikhismo, o bahai, o jainismo... Ou o maçonismo, o isoterismo, ou o ****lhismo!

Terminamos com uma foto do Cais das Colunas em Lisboa, do tempo em que havia barcos no Tejo (e se não iam com rinocerontes para o Vaticano, também não iam para Veneza carregados de cenas fixes de Portugal...) e do tempo em que as pessoas eram felizes com o que tinham, e andavam abraçadas e apaixonadas.

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2012/09/28

Fotos de vagões de comboio representados pela Sociedade Zickermann - Lisboa - Rossio


Lembram-se da motorizada Zundapp da Sociedade Zickermann?
Pois seguindo a nossa política de ir onde até aos confins do mundo para conseguir informações que ajudem a perceber a história dos veículos nacionais e dos intervenientes a ela ligados, aproveitamos para publicar imagens de vagões e cisternas que a sociedade em questão teria para venda, mas que seriam de fabrico alemão.

São um total de 3 fotografias promocionais de vagões e cisternas.
Duas das imagens estão creditadas com Fuchs Waggon.
Na primeira, podemos ver um vagão tipo tremonha, com a inscrição "Von Haus Zu Haus", com a referência Eoskrt (?), que está subdividido em três partes.

Outro vagão Fuchs é do tipo cisterna, com a referência "Hacmi Darasi" (?).

A concluir uma foto de outro vagão cisterna com as seguintes escritos: H DR Saarbrucken 580 386 Aktiengesellschaff der Dullinger (?) Huffenwerke Dillingen-Saar.

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2009/06/05

Lagares de Azeite - Publicidade Fundições do Rossio de Abrantes


Uma publicidade aos lagares de azeite da Fundições do Rossio de Abrantes.
Com "montagem e fabrico próprio" que permitia "o mais moderno material para a extracção mecânica do azeite".

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2008/10/20

Fundições do Rossio de Abrantes


Durante a visita à Feira de coleccionismo e do veículo antigo, era possível ver no chão do lagar de azeite situado na aldeia de Águas, estes "carros" que se deslocavam sobre carris (ou melhor, plataformas sobre carris), para apoio na produção da preciosa gordura vegetal.

Esta empresa, como o nome indica, está sediada em Abrantes, mais concretamente em Rossio ao Sul do Tejo. A fundição foi criada no início do Séc. XX por João José Soares Mendes e, pelos vistos continua em actividade.
O concelho de Abrantes tem alguma tradição relativamente a fundições e à criação de lagares de azeite, pois para além das Fundições do Rossio de Abrantes, existia também Metalúrgica Duarte Ferreira, em Tramagal.

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