2017/05/29

25.ª Automobilia de Aveiro / 2017 - Balanço (1/2)


No passado fim-de-semana de (19...) 20 e 21 de maio de 2017 realizou-se a 25.ª Automobilia de Aveiro / 2017 e como é regra no blogue Rodas de Viriato, aqui estamos a mostrar o que vimos e a fazer o balanço deste evento, tendo sempre os veículos de fabrico nacional presentes no pensamento.

Tal como fizemos no ano passado, repartimos o balanço da Automobilia de Aveiro em duas partes (ver: 24.ª Automobilia de Aveiro / 2016 - Balanço # 1 e também 24.ª Automobilia de Aveiro / 2016 - Balanço # 2). Mas este ano começamos por falar (mais) dos veículos nacionais nesta primeira parte, e deixamos para a segunda parte uma visão mais geral do evento.

Na Automobilia de Aveiro 2017 não faltavam veículos feitos em Portugal, desde os mais pequenos, até aos maiores.
Como podemos ver nas primeiras fotografias, esteve em exposição e a circular, um blindado Chaimite, onde tivemos o privilégio de dar uma pequena volta como "passageiro".
Nada como ver o património a circular e disponível para quem dele quiser usufruir!

Mas no que respeita a veículos a motor com 4 rodas, havia mais para observar.
Dos jipes pudemos ver um Portaro estacionado e um UMM Alter com motor BMW em exposição. Este último despertava a curiosidade de quem por ele passava devido ao restauro que sofreu recentemente e, por ser um dos poucos jipes UMM que saiu de fábrica com motor BMW.

Ainda nas 4 rodas, vimos um Mini Moke 25 pintado de branco, com pormenores a vermelho, que nos levava em primeira classe para o Verão que está a chegar! O vidro de marca Covina que tinha, denunciava logo este automóvel de fabrico nacional, dos quais foram produzidos uma série de 250 exemplares para assinalar os 25 anos do modelo.

Nos veículos a motor com duas rodas a oferta também era variada e se havia muitas motorizadas com 50 cc, também havia várias motos de 125 cc de fabrico nacional para venda.

Em relação às motorizadas nacionais, podemos dizer de forma generalista / simplificada, que dentro dos pavilhões estavam os exemplares restaurados e ao ar livre estavam os modelos por restaurar. Mas tanto num lado como no outro, vimos alguns modelos que valorizariam a garagem de muitos coleccionadores.

Em termos de bicicletas, é um mercado que continua activo e em desenvolvimento, sobressaindo as bicicletas de selim comprido e guiador de grandes dimensões, juntamente com as bicicletas antigas vulgarmente conhecidas como pasteleiras.

Muita delas estavam por restaurar, mas também as havia já restauradas e prontas a circular.

Não faltavam espaços de venda com peças usadas, daquelas que com dificuldade encontramos novas, como os pedais em borracha de marca Aidan, como vemos na imagem seguinte.
Por outro lado também se viam vários espaços com peças novas, prontas a usar.

A Tabor não estava presente num espaço próprio, certamente uma situação resultante do investimento direccionado para o mercado estrangeiro (que me faz lembrar aquelas histórias de portugueses que eram ignorados no Algarve, em detrimento dos estrangeiros; até ao dia em que os estrangeiros vieram em menor número e os portugueses foram a tábua de salvação de quem antes não lhes dava valor...).
Ainda assim estava presente no espaço de um vendedor que tinha os vários modelos fabricados, nas várias cores de couro, que a Tabor tem no seu catálogo.

Não podemos terminar sem referir que os espaços de venda de brinquedos antigos de fabrico nacional, bem como de miniaturas, vai-se desenvolvendo a bom ritmo, tendo-se visto muitos artigos para venda, bem como catálogos de marcas como a Luso Toys.

E agora sim, terminamos com um agradecimento à organização - o C.A.A.A. - Clube Aveirense de Automóveis Antigos, em especial a Miguel Serrano, pelas facilidades concedidas no acesso ao recinto.

Brevemente divulgaremos a 2.º parte do balanço que fazemos deste evento, tendo já na cabeça a 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018!

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