2015/12/31

RDV: Balanço do ano de 2015 + 5 melhores momentos


Aproxima-se o final do ano e, à boa maneira dos meios de comunicação de massas que nunca desejámos ser, aproveitamos o momento para relembrar 5 dos melhores momentos Rodas de Viriato do ano de 2015. Só que no RDV não fazemos isto porque estamos de férias ou a meio gás, mas sim porque gostamos de relembrar o que de bom conseguimos fazer.
Em 1.º lugar colocamos a exposição "A pedalar..." que esteve presente no Vintage Festival na FIL, em Lisboa e que foi integralmente produzida por nós. Nela estiveram várias bicicletas representativas do que foi a nossa indústria de bicicletas.

Em 2.º lugar colocamos a comemoração dos 40 anos do início da comercialização do jipe Portaro. Tal como aconteceu na comemoração dos 100 anos da EFS fomos quem se lembrou da efeméride e fez alguma coisa por não deixar passar o acontecimento. E o melhor de tudo é que as iniciativas são feitas sem gastar dinheiros públicos e sem receber um tostão de alguém. Imaginem o que podíamos fazer com algum apoio?!...

Em 3.º lugar colocamos o lançamento do livro Motorizadas 50 cc Portuguesas, de Pedro Pinto e no qual colaborámos largamente com folhetos; catálogos; imagens e fotografias de oficinas, encontros /concentrações, pins e emblemas, enriquecendo muito o conteúdo em termos visuais. O muito material publicado neste blogue passou do mundo virtual para o mundo real.

Em 4.º lugar colocamos os eventos que apoiamos, sejam encontros ou concentrações de bicicletas ou de motorizadas; como passeios que se revestem de especial destaque pela extensão e dificuldade a que se propuseram. Foi o caso do Épico Passeio de Motorizadas - Campo Maior / Imilchil - Merzouga ou do Farruncas no Asfalto - Apresentação Viagem Lisboa / Madrid. As motorizadas nacionais estão vivas, a rolar e prontas para levar aventureiros até onde eles quiserem!

A terminar, colocámos em 5.º lugar o 9.º Aniversário do blogue Rodas de Viriato. São milhares de horas em frente ao computador e outras tantas à procura de material para aqui divulgar. Pode parecer fácil ou parecer brincadeira de garotos, mas o certo é que já vimos nascer e terminar muitos projectos.

Fazendo agora o balanço do ano de 2015 e as contas do costume...

- O número de seguidores do blogue continua a aumentar, situando-se em 202.
- O número de publicações total no blogue é de 3532 artigos (se recebêssemos 5 euros por cada artigo publicado, teríamos amealhado 17 660 euros! Por outro lado se gastarmos uma média de 1 euro por cada artigo publicado - comprando pins, folhetos, porta-chaves, envelopes, emblemas, etc... - estariam investidos 3535 euros neste blogue!... Na realidade o valor investido é bem maior!...
- Temos mais de 509 marcas inventariadas.
- Temos uma nova página no Facebook e outra no Pinterest.
- Em termos de visitas, acabámos o ano com um total de 1 929 237 visualizações de páginas...

E sobre o que se vai passando à nossa volta:
- O número de passeios e concentrações continua elevado.
- No seguimento do decréscimo dos preços praticados em vendas, nota-se um aumento do número de peças (especialmente usadas) disponíveis no mercado. Em relação ao jipe Portaro então tem sido uma loucura, visto que antes quase não havia nenhuma!
- Ainda em relação às vendas, o OLX que para muitos parecia ser uma maravilha de site, tem ampliado o leque de áreas onde cobra pela publicação de artigos (já perceberam agora porque é que se vêem lá menos bicicletas, motos e motorizadas?...). Já no Facebook continua a registar-se a publicação de fotografias de motorizadas e de motos, com a pergunta "Quanto é que vale" (aliás, as perguntas são algo do tipo "Kuanto e k vale?", ou "guanto vale ezta mota?" ou ainda "dam quanto pur ela?"...). Será que temos de nos dar ao trabalho de fazer uma tabela de preços de motos e motorizadas usadas?
- Ao nível dos restauros tem-se registado uma tendência para a realização de trabalhos sem grandes gastos, recorrendo-se a peças e trabalhos de fraca qualidade. Este comportamento não faz com que o produto final seja de qualidade, nem muito menos com que fique valorizado, acabando por se fazer o que se queria evitar: não deitar dinheiro para o lixo.

A terminar um pensamento para 2016... Cada vez mais o coleccionismo é uma forma de investimento, não só económica, mas acima de tudo patrimonial, que pode ser uma solução para evitar confiar dinheiro a abutres agiotas (refiro-me aos bancos e outros do mesmo tipo...) que fazem o que querem e que acabam por tornar a nossa vida pior.

Rolem bem por 2016!

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