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2019/07/12

Pin jipe UMM Alter da Franck Isaure Coiffure [42 anos UMM]


E para terminarmos em grande a comemoração dos 42 anos da UMM, divulgamos imagens de mais um pin com um jipe UMM Alter.
É mais um que acrescentamos à colecção e que é desconhecido da maioria dos entusiastas deste jipe de fabrico português.

Este pin com um jipe UMM serviu de artigo promocional para o cabeleireiro Franck Isaure, que quis associar a sua imagem, à do mundo das aventuras e do desporto, materializada num jipe UMM visto de lado, com uma prancha de surf colocada no tejadilho.

Com mais este pin com UMM confirmamos a nossa teoria de que os franceses gostava mesmo do jipe fabricado em Portugal.
Se gostam de saber mais sobre a UMM (e sobre outras marcas portuguesas) continuem a seguir as publicações no Rodas de Viriato!

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2018/03/11

Livro Land Rover em Portugal - Editora Contra a Corrente


No dia em que se assinalam 70 anos em que saiu da linha de montagem o primeiro jipe Land Rover de pré-produção, o chassis R01, aproveitamos para apresentar aos leitores do Rodas de Viriato o livro Land Rover em Portugal - A História de um ícone, da Editora Contra a Corrente.
Poderá parecer que estamos a fugir à temática deste blogue, mas do Series I, até ao Defender, há mais de nacional do que o que se poderá pensar. Quem não se recorda, por exemplo, dos jipes Land Rover União montados em Angola?

Mas vamos por partes...
Este livro foi editado em 2017 e tem mais de 140 páginas dedicadas aos veículos todo-o-terreno produzidos pela Land Rover.
Depois da análise / leitura que fizemos, podemos dizer que está dividido em cinco partes (atenção que esta divisão não coincide com o índice do livro e é da nossa autoria):
- Numa 1.ª parte fala-se da história do jipe, desde a sua concepção / criação, passando pelo processo de fabrico de várias versões, até ao momento em que foi produzido o último Land Rover Defender.
A história remonta a 1947, num contexto de pós II Guerra Mundial, em que o clima e os terrenos difíceis levaram a que se pensasse numa viatura assim. É abordado o porquê da utilização do alumínio neste veículo, bem como a utilização que teve em diferentes forças militares inglesas, e as características das diferentes séries fabricadas.

- Numa 2.ª parte aborda-se a história da Land Rover em Portugal / mundo português, pois há uma parte dedicada às então denominadas "províncias ultramarinas portuguesas"; bem como a utilização do Land Rover por entidades militares portuguesas. Fala-se ainda dos Shorland MK III que foram escolhidos pela GNR em detrimento dos nacionais Bravia Comando MK III.
Curiosamente, esta parte começa por falar dos Land Rover em Moçambique, uma vez que foi este território nacional que recebeu os primeiros Land Rover importados. Há ainda referência à Garagem Victória, que era distribuidora da marca e aos factores que mais tarde a levaram a fabricar o jipe Portaro. Ficamos também a conhecer o porquê do surgimento da SEMAL - Sociedade Electromecânica de Automóveis, bem como a saber que os Land Rover recebidos em "CKD" (Completely Knocked Down) eram montados na UTIC, em Cabo Ruivo (Lisboa) e mais tarde na IMA (Setúbal).
Como se isto não chegasse, é ainda referida a odisseia da localização de muitos dos primeiros Land Rover vendidos em Portugal; das rivalidades com os jipes UMM e Portaro - de fabrico nacional e das empresas / entidades que adquiriram jipes Land Rover. Há ainda espaço para divulgar a origem de um protótipo do Land Rover feito em Portugal, com base num Series III 109'', que seria para o Exército Português, com capacidade de carga de 1 tonelada. Este protótipo está actualmente numa das maiores colecções privadas de jipes Land Rover, em Inglaterra.
Termina com a utilização dos jipes Land Rover, seja em contexto revolucionário do 25 de Abril, seja no dia-a-dia pela GNR e por outras forças militares.

- Numa 3.ª parte apresentam-se modelos / exemplares existentes em Portugal, restaurados ou mantidos em estado original, tanto em corporações de bombeiros, como na posse de particulares. É aqui que são apresentados em detalhe dois jipes Land Rover União, bem como relatada a história de cada um deles até terem chegado aos nossos dias.
- Numa 4.ª parte aborda-se a utilização deste jipe em situações de lazer e de competição, como por exemplo em participações de equipas portuguesas no Camel Trophy - prova que ajudou esta marca a ficar mais conhecida e associada ao característico amarelo torrado com que os jipes eram pintados. Há ainda a apresentação dos Clubes Land Rover em Portugal e da sua história.

- Numa 5.ª parte há espaço para informações relacionadas com os Land Rover e uma ficha técnica relacionada com este livro (apoiantes, bibliografia, créditos fotográficos...).
O livro é da autoria de Alexandre Coutinho, jornalista e cofundador da Editora Contra a Corrente, estando ligado ao universo do todo-o-terreno há mais de 20 anos, tendo participado em várias provas e expedições, muitas dos quais a bordo de um Land Rover.
Em Abril de 2018 está previsto esta editora lançar outro livro, o "Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais", pelo que podem ir reservando um espaço para ele na biblioteca.

Em relação ao livro Land Rover em Portugal - A História de um ícone, está disponível para quem o quiser comprar através do e-mail: livroscontraacorrente@gmail.com

(Agradecemos a Alexandre Coutinho pela oferta deste livro)

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2017/12/12

Pré-encomenda livro: Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais


O ano de 2018 está quase a chegar e com ele a promessa de uma nova edição dedicada a 3 dos veículos militares fabricados em Portugal: O camião Berliet Tramagal, o blindado Chaimite e o jipe UMM. Isto num livro escrito por Pedro Monteiro e que está previsto que seja lançado durante o salão Motor Clássico que se realiza, em Lisboa, entre 6 e 8 de Abril de 2018.
Recentemente divulgámos a campanha de angariação de fundos para edição deste livro e a três semanas de terminar a oportunidade (será no dia 29 de Dezembro), ainda podem fazer a pré-reserva do livro. Os objectivos propostos já foram ultrapassados, estando reunido aproximadamente o dobro da verba necessária para que o livro seja impresso e distribuído. Quem ainda não fez a sua pré-reserva, deve fazê-lo quanto antes, pois é uma edição limitada e numerada. Deste modo tem o seu exemplar garantido e beneficia de melhores condições de aquisição (dependendo do montante, podem receber este livro a editar, bem como outros já publicados pela editora Contra a Corrente).
Na primeira imagem que acompanha este texto podemos ver a proposta da capa do livro, onde um blindado Chaimite aparece em primeiro plano. Para a contra-capa foi escolhida uma fotografia de um camião Berliet Tramagal, transportando vários militares.

Pela página no Facebook, intitulada Livro Berliet, Chaimite e UMM temos acompanhado as publicações regulares onde vai sendo levantado o véu do material a imprimir, depois de muitas conversas, fotografias e vídeos inéditos sobre estes veículos militares nacionais; recorrendo-se a muitos dos intervenientes no fabrico / na utilização dos veículos referidos e às instituições que com eles trabalharam (e trabalham!).
Para a edição do livro já há apoios confirmados da empresa portuguesa ETI - que desenvolveu o simulador dinâmico dos blindados Pandur II, que existe no RI13, em Vila Real; bem como da Associação 25 de Abril; da Liga dos Combatentes e do próprio Exército Português.

Do que conseguimos apurar em relação ao conteúdo do livro "Berliet, Chaimite e UMM - Os Grandes Veículos Militares Nacionais", para além da abordagem detalhada feita aos veículos em questão, haverá ainda referências a outros tempos e outros veículos, recuando-se até à década de 1920 e vindo até aos nossos dias, dando-se destaque aos Pandur. Os Unimog não são de fabrico nacional, mas também constam nesta publicação, pois marcaram muitas gerações de militares.
No livro é traçado o uso destes veículos no "país e no estrangeiro, bem como o seu desenvolvimento e fabrico em Portugal. Através de testemunho de protagonistas e documentos inéditos, revisita momentos chave da nossa História que muitos leitores viveram na primeira pessoa, como a Guerra Colonial e a Revolução dos Cravos e o PREC. A par destes, o livro aborda também as missões internacionais das Forças Armadas nos Balcãs e em Timor-Leste, terminando com reportagens exclusivas no Kosovo e na Lituânia onde os veteranos blindados Chaimite passaram o testemunho aos modernos Pandur II fabricados no Barreiro".

Este livro destina-se a um público alargado, interessando tanto a quem gosta de veículos militares e fabricados em Portugal, bem como aos militares que com eles lidaram. Paralelamente, despertámos as memórias de muitos ex-combatentes da guerra em África, dos militares do 25 de Abril e das mais recentes missões de paz. Além das máquinas, o livro será, igualmente, uma homenagem colectiva a todos esses Homens. 
Outras informações sobre o livro “Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais”:
- A ideia surgiu em 2015, quando se assinalaram 50 anos da linha de montagem dos camiões militares Berliet-Tramagal e Pedro Monteiro começou a recolher as memórias e episódios que traçam a história de todos os veículos militares fabricados ou montados em Portugal.
- É uma edição de 750 exemplares numerada. Um total de 144 páginas no formato de 29 cm de largura x 26 cm de altura. Capa armada em cartão de 2.5 mm e miolo em papel couché semi mate de 170 gr/m2.
- É uma obra dividida em duas partes, ricamente ilustrada e apoiada em arquivos e testemunhos na sua maioria inéditos. Tem por base mais de 25 reportagens em unidades militares e fábricas em Portugal, no Kosovo e na Lituânia. Juntam-se mais de 40 entrevistas presenciais a protagonistas chave do 25 de Abril, antigos combatentes do Ultramar e gestores, engenheiros e técnicos de empresas envolvidos no fabrico dos veículos militares.

Índice previsto:
* Prefácio
* Introdução
* Parte 1. Desenvolvimento, Produção e Vendas
  Camiões Berliet-Tramagal: A parceria de sucesso
  Blindados Chaimite: Os segredos de um ícone nacional
  Jipes UMM: A grande aventura dos Cournil e Alter
Inclui perfis e fichas técnicas:
- Berliet-Tramagal GBC 4x4 e 6x6
- Tramagal Turbo
- Chaimite V-200 e variantes
- Comando Mk III
- Gazela e Leopardo
- UMM Cournil e Alter
- Pandur II e variantes
* Parte 2.
  Missões de Guerra e Paz
  Guerra Colonial
  Do 25 de Abril e do 25 de Novembro
  Apoio à paz em África, Balcãs e Timor
  Passagem de testemunho na Lituânia
* Epílogo;
* Agradecimentos.

O Autor – Pedro Monteiro
Colabora com publicações de assuntos militares e é correspondente para Portugal da revista espanhola "Fuerzas Militares del Mundo". Em 2011 publicou a monografia "Military Vehicles of the Portuguese Army" e entre 2008 e 2013 publicou artigos sobre viaturas militares na revista "Motor Clássico". Especializado em reportagens fotográficas (www.pedro-monteiro.com), fez trabalhos com forças militares e nacionais em Portugal, Lituânia e Kosovo. Actualmente vive na Holanda, onde trabalha numa multinacional no sector de bens de grande consumo.

Edição
O livro “Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais” será lançado em 2018, pela Contra a Corrente, uma editora vocacionada para os livros de prestígio, de empresa ou de autor. Em 2011 editou o livro “F-16 Falcões e Jaguares”, seguindo-se os livros “100 Anos Chevrolet” (edição comemorativa do Centenário da Chevrolet), “Opel Ampera – Nova era na mobilidade eléctrica”, “A Evolução do Automóvel” e “Mais Alto e Mais Longe, Escalar por uma Causa”, em 2012. No ano seguinte seria a vez do grande livro sobre a História da “TAP Air Portugal” e do livro sobre os “50 Anos Alouette III na Força Aérea”, além da biografia do Cmdt. Roque Brás de Oliveira (Prémio Carlos Bleck 2013) e do livro “50 Anos Porsche 911 em Portugal”. Em 2014, os automóveis e os aviões deram lugar às motos, com a edição do livro “A Evolução da Moto” e de uma fotobiografia e recolha de textos do poeta popular José de Jesus da Silva (“Maré de Sonhos”). O ano de 2015 foi dedicado aos livros “Rui Madeira – 25 Anos de Ralis” e aos “Óculos – História da Óptica”, seguindo-se em 2016, o livro “Grupo OMNI – 25 Anos de Operação em Portugal”. E no início de 2017, dois títulos publicados com um mês de intervalo: “Land Rover em Portugal” e “Mundo Maravilha”.

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2018/11/03

Livro Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais - Editora Contra a Corrente


Haver novidades editoriais sobre veículos fabricados em Portugal é sempre motivo de alegria para todos aqueles que gostam desta temática, que é tão específica, quanto apaixonante.
Por esse motivo aqui apresentamos o livro "Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais", de Pedro Monteiro, publicado pela Editora Contra a Corrente, em Abril de 2018 e que passado pouco tempo esgotou (750 exemplares numerados).

Para quem não conhece o livro, podemos dizer que se divide genericamente em duas partes: uma primeira, onde é feita a contextualização e resenha histórica do fabrico das viaturas e, numa segunda parte, a implicação das viaturas militares nacionais apresentadas em situações concretas, na guerra e na paz.

Pela sua antiguidade, e por ser o primeiro grande projecto de fabrico de uma viatura militar nacional, começa-se pela história da fábrica da Metalúrgica Duarte Ferreira, com os camiões Berliet Tramagal -
cruzando-se a parte da vertente civil com a militar, acabando por sobressair esta última, com as diferentes versões construídas para responder às necessidades resultantes do esforço de guerra feito por Portugal em África. Entre elas, há fotografias de um camião Berliet Tramagal GBA com semilagartas, na parte de trás.
Ao longo do livro há secções com ilustrações das várias versões de veículos militares, por marca, onde aparecem ilustrações vistas de frente e de lado, com as respectivas fichas técnicas dos veículos. Ainda a respeito dos camiões Berliet Tramagal, é abordada a intervenção estatal no pós 25 de Abril  de 1974 / Fim da Guerra Colonial; bem como o regresso da empresa à família. É aqui que são apresentadas imagens e informações dos camiões Tramagal TT 13/160 6x6 Turbo, versão militar e bombeiros, cuja existência é desconhecida por muitos.

Continuando a linha temporal - ainda relacionada com a Guerra em África; segue-se uma parte sobre os blindados Chaimite, e de outros veículos da Bravia, intitulada "Os segredos de um ícone nacional". Nela é explicado o processo de surgimento do blindado Chaimite (a partir de um blindado Commando V-100 da Cadillac Gauge), bem como os ensaios, os testes e as demonstrações realizadas em Portugal e no estrangeiro, com vista à sua comercialização.
A Bravia foi uma empresa dinâmica no que diz respeito ao fabrico de veículos para diferentes fins, pelo que nesta secção são apresentados os camiões militares Gazela e Leopardo. São ainda descritas as dificuldades sentidas em África, na Guerra Colonial, por quem lidava com estes veículos, bem como pelos representantes da Bravia que tentavam vender as viaturas um pouco por todo o mundo.
Por todo o livro há fotografias de época, e nesta secção podemos ver muitas de versões especiais do Chaimite, por exemplo com torre Mecar. Há ainda ilustrações (vistas laterais) dos blindados Chaimite usados por forças militares / policiais, em Portugal e no mundo - Líbano, Peru e pelo Exército Português na Bósnia.
Terminada a guerra, a Bravia também produziu camiões Leopardo e Gazela para os bombeiros, situação documentada no livro, tal como acontece com o período pós-falência da empresa.

Segue-se uma parte do livro sobre os jipes UMM - desta vez com o título "A grande aventura do Cournil e Alter". Também aqui é feito o enquadramento do surgimento deste projecto, bem como da produção destes jipes para uso militar. As fotografias não faltam e podemos ver versões pouco conhecidas, como um UMM ambulância, ou um com mísseis anti-carro SS-11. Há ainda espaço para se falar dos UMM da GNR e de parcerias desenvolvidas no estrangeiro, como é o caso dos franceses Heuliez VLH, ou dos UMM holandeses. Antes de se avançar no livro, é apresentada uma parte que trata dos jipes UMM em competição, especialmente no que respeita à aventura Africana; e do protótipo do jipe UMM A4.

Apesar de não constar directamente no título do livro, os blindados Pandur também têm uma secção a eles dedicada, pois também por cá foram fabricados. A necessidade de ter um novo veículo, que de alguma forma pudesse substituir os blindados Chaimite, fez com que surgisse uma nova fábrica de veículos blindados em Portugal. Nesta secção é apresentada uma ilustração do Steyer Pandur II 8x8, para além de muitas fotos do processo de fabrico e da sua utilização em contexto militar.

Numa segunda parte do livro volta-se a falar de cada veiculo, mas abordando a implicação destas viaturas militares em situações concretas; a saber:
- Camiões Berliet Tramagal e blindados Chaimite, na secção "A prova de fogo", com imagens de época, em que são abordadas as inúmeras dificuldades, trabalhos e problemas, pelos quais passaram estes dois veículos em África.
- No capítulo "Transição para a democracia" aborda-se a utilização de blindados Chaimite, de camiões Berliet Tramagal e Bravia Gazela, no período entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, estando o texto acompanhado de fotos emblemáticas, algumas delas a cores.
- Em África, nos Balcãs e em Timor - "As missões de paz". Os jipes UMM foram protagonistas principais e os blindados Chaimite continuaram a mostrar que eram robustos, mesmo com dezenas de anos de utilização, marcando presença e ao mesmo tempo impondo respeito. Em resultado das diferenças de latitudes onde foram utilizados, também se abordam as dificuldades e as adaptações feitas, de modo a que resistissem a diferentes temperaturas e condições.
- Blindados Pandur e Chaimite - "Passagem de testemunho na Lituânia", onde as duas gerações de blindados coexistiram.
- E no Épilo - "Um novo fôlego" - é descrito o (risonho) futuro reservado para alguns destes veículos, reunidos, conservados e mantidos no Museu Militar de Elvas.

Olhando para o futuro, sabemos que está a ser preparada uma segunda edição do livro, revista e aumentada. Estão previstas seis páginas totalmente novas, incluindo as reportagens com o UMM Entrepreneur holandês do Nationaal Militair Museum (National Military Museum), em Soesterberg; uma reportagem sobre o camião Berliet-Tramagal GBC, dos Bombeiros de Cacilhas e dos blindados Pandur - que vão em breve para a República Centro Africana. Ao conteúdo do livro serão ainda adicionadas dezenas de fotos novas, sobretudo nos capítulos da Bravia (por exemplo, a versão V-400 na Malásia); da UMM (mais das provas dos jipes UMM Alter, no Chile e na Holanda) e da Guerra de África (por exemplo, fotos a cores das Chaimite de Angola, bem como dos Unimog e Berliet Tramagal em África, do espólio da Liga dos Combatentes).

Quem quiser reservar um destes exemplares, pode contactar a editora Contra a Corrente, pelo e-mail:  livroscontraacorrente@gmail.com

Pode ainda aproveitar a nova campanha de crowdfunding para esta segunda edição, acção que decorre até 19 de Novembro de 2018, em: https://ppl.com.pt/prj/berliet-chaimite-umm2
Com um apoio de 25 euros, recebe um dos 500 livros numerados e um poster do camião Berliet Tramagal, em Dezembro, a tempo das prendas de Natal.

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2018/11/25

Maqueta de automóvel Vinci Sport - 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018


Na 26.ª Automobilia de Aveiro / 2018 houve uma exposição de automóveis de fabrico nacional ou, se preferirem, de automóveis portugueses - onde estiveram expostos veículos de diferentes épocas e estilos.

Todos eram especiais, como o protótipo do jipe UMM A4 que já aqui divulgámos, ou como este automóvel Vinci que hoje aqui mostramos no Rodas de Viriato.

Na verdade este Vinci Sport não é um automóvel, mas sim uma maqueta em tamanho real do que poderia ter sido mais um automóvel de fabrico português.

Por esse motivo é que os vidros são pretos e não se vê o interior, situação que facilmente é ignorada e passa como uma questão de estilo ou opção estética. Sinal de que o trabalho está bem feito!

De acordo com a informação existente no local, estava prevista a produção de 10 a 20 unidades do Vinci Sport, mas tal não aconteceu devido à falta de parcerias estratégicas e de financiamento.

Esta maqueta foi realizada em 2008 e representava uma segunda fase da marca Vinci, que se tinha iniciado com o Vinci GT.

Nas fotografias podemos ver algumas das soluções encontradas a nível da carroçaria, para determinados pormenores, como entradas de ar e iluminação, neste automóvel pintado de vermelho e com pormenores a preto.

E como o tempo passa, este Vinci Sport já tem 10 anos de idade!

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2019/07/07

Folheto com jipes UMM Alter - Gama militar míssil Milan [42 anos UMM]


E depois de termos divulgado uma imagem com um jipe UMM equipado com lançador de míssil SS-11B, a propósito da comemoração dos 42 anos da marca UMM, continuamos com outras versões militares deste jipe de fabrico português (retiradas de um folheto publicitário da UMM).
Na imagem vemos a traseira de um jipe UMM equipado com lançador de misseis anti-carro Milan transportando 3 (?) unidades deste míssil fora da carroçaria.
Esta versão foi montada no UMM Cournil e nos UMM Alter, havendo fotografias em que os misseis Milan eram transportados lateralmente, dentro da carroçaria. Portugal enviou esta versão para a Bósnia, em meados da década de 90.

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2019/05/30

Reportagem da 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019 (1/2)


Já estamos com o pensamento na 28.ª Automobilia de Aveiro / 2020, que se realizará no próximo ano, mas antes disso ainda há muito para mostrar sobre a última edição que decorreu no fim de semana de (17) 18 e 19 de maio.

Como tem sido norma apresentamos de forma genérica o que vimos na 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019 repartido em duas reportagens e depois passaremos à apresentação individual de viaturas, que merecem destaque pela sua especificidade.
Sendo o Rodas de Viriato um blogue sobre os veículos fabricados em Portugal, é precisamente por ai que começamos, pelo que mais gostamos!

Ao entrarmos no espaço da Automobilia de Aveiro depressa nos apercebemos de uma magote de pessoas que fazem fila junto de uma imitação de uma antiga placa de "Paragem" de autocarros. Isto porque durante o evento houve carreiras feitas em autocarro antigo pela cidade de Aveiro. Esta actividade era grátis, pelo que não faltavam interessados e esta realizou-se com a colaboração do Clube Viação Clássica.

Na entrada também era possível ver outros autocarros antigos de fabrico nacional, como o UTIC AEC pertencente ao Clube Aveirense de Automóveis Antigos e o autocarro Salvador Mini PTB19, pertencente ao Clube Viação Clássica.

Continuando a falar de veículos com tamanho mais considerável, numa lateral dos pavilhões era possível ver a exposição "O automóvel no apoio às emergências", com vários carros antigos de bombeiros, muitos deles com placas identificativas dos carroçadores nacionais que os construíram.

Assim que se entrava nos pavilhões da feira de Aveiro, depressa encontrávamos muitas motos e motorizadas nacionais, restauradas e por restaurar à venda.
Na imagem anterior podemos ver uma das 125 cc da Casal que era possível comprar, uma Casal K 270.

Este foi mais um ano em que os veículos de duas rodas com motor fabricados em Portugal estiveram bem representados, numa pluralidade de marcas, géneros e idades. Nas imagens vemos alguns deles... SIS Scahs, Casal, Confersil, Clipper...

O mesmo se pode dizer em relação à venda de peças usadas, novas e de reproduções.
Por entre as bancas que marcam presença todos os ano na Automobilia de Aveiro, vão-se vendo novos vendedores, e vendedores que aparecem com grandes quantidades de material, algum dele novo, proveniente de armazéns antigos.

Num dos corredores havia uma banca que dava nas vistas, pois um dos comerciantes presente na feira aproveitou uma carrinha Datsun Sado, de caixa aberta em metal, para usar como expositor e bancada. Pelas suas forma e cor, a Datsun Sado cumpria bem a sua nova tarefa.

Gradualmente temos registado um incremento na quantidade de pessoas que levam bicicletas fabricadas em Portugal, bem como peças e artigos de colecção para a Automobilia de Aveiro, subindo a fasquia da qualidade, de ano para ano. Na imagem anterior podemos ver muito material relacionado com as bicicletas Órbita.

Em relação aos jipes UMM também estiveram bem representados. No interior de um pavilhão podia-se ver um UMM Alter 4x4 com chassis longo no espaço de uma empresa que vende peças para este jipe nacional.

No exterior também era possível ver vários jipes UMM que foram em caravana até à Automobilia de Aveiro, para visitarem o evento. Este conjunto de jipes UMM ficou estacionado no relvado ao lado de um dos pavilhões, marcando visivelmente a sua presença.

Em termos de coleccionismo e de artigos relacionados com os veículos nacionais, a Archivo apresentava a sua bancada cheia de t-shirts, aventais, chapas e outros artigos para quem gosta das marcas ligadas ao passado português.

No exterior dos pavilhões também havia outros pontos de interesse, alguns dos quais era preciso ter sorte para os ver, como foi o caso da motorizada EFS 301 m da GNR que vimos no momento em que começou o passeio de bicicletas antigas promovido pelo CAAA.

Em termos de material para venda, mais uma vez o leque de opções era muito variado, como se pode ver pelas imagens. Motores, depósitos, guarda-correntes e até motorizadas quase completas estavam disponíveis para quem gosta de duas rodas.

E quem gosta de veículos antigos de quatro rodas, também tinha muito por onde escolher!

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2018/04/05

Motor PRV para UMM no Motorclássico 2017


Na edição do salão MotorClássico 2017, o Clube UMM esteve presente com um espaço onde representou e divulgou a marca de jipes de fabrico português.

No espaço estiveram em exposição 2 jipes UMM, miniaturas de jipes UMM e um motor PRV (Peugeot / Renault / Volvo) que pertence à Tucha Competição.

De acordo com o letreiro colocado junto deste motor PRV, este terá sido o 1.º motor V6 a gasolina que Pedro Cortez levou ao ralie Paris / Dakar em 1983.

O motor tinha 2600 cc de cilindrada, com 160 cv de potência, 9.6 de compressão, carburadores Weber, permitindo atingir a velocidade máxima 190 km/h às 7000 rpm.

Este motor esteve montado num jipe UMM Cournil que tinha um depósito de 450 litros, pois o motor consumia 50 litros de combustível a cada 100 km percorridos.

Quem acompanha ao longo dos anos os espaços que o Clube UMM tem no MotorClássico, sabe que há sempre um surpresa ao algo de diferente para os visitantes.
Nesta edição era possível ouvir o trabalhar de um motor V6, sem que para isso fosse necessário ligar um jipe UMM.

O som estava gravado e com a ajuda de um sistema de som, ouvia-se o roncar nervoso do motor de competição.
E o trabalho estava tão bem feito, que até enganou os seguranças do evento, obrigando-os a olhar de um lado para o outro, tentando adivinhar que caso é que estava a trabalhar!

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