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2019/01/06

Moto Marsan com motor Sachs 100 cc de 1950


Muitas pessoas acham que a indústria portuguesa de veículos a motor com duas rodas, só usou motores com 50 cc, mas estão muito enganadas. Não só fabricaram muitos modelos de motos usando motores de 100 cc e de 125 cc; como até de cilindradas superiores, alguns dos quais de fabrico nacional.

Já aqui divulgamos alguns exemplos, como as Dover com motor Sachs de 100 cc; a Vilar com motor de 125 cc da Villiers, como a Casal K 272 com motor Casal de 150 cc, como as Anfesa RX 175 com motor de 175 cc; para já não falar das cilindradas superiores que a marca AJP usa nas motos que produz nos dias de hoje.

Nas imagens vemos uma moto Marsan, marca referida no livro da autoria Pedro Pinto como sendo da empresa Sanches e Martins, Lda., de Cantanhede. Esta moto tem um motor Sachs de 100 cc e aparentemente é do ano de 1950.

Esta moto Marsan está há muitas décadas na família de Francisco Castanha, que foi um dos fundadores do  Clube Português das Motos Antigas (e a quem agradecemos o envio das fotos).

Tudo leva a crer que o depósito, o comando das luzes, o escape e o farolim não são iguais aos originais e não está a ser fácil encontrar fotos ou informações de como seriam, pelo que quem tiver informações / peças, por favor deixe comentário.

É ainda necessário perceber qual era a cor ou combinação de cores originais que esta Marsan tinha.
Um exemplar destes bem que merece ser recuperado de modo a poder mostrar como foi o passado da nossa indústria.

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2017/08/31

Motor Hodaka 125 cc - Manual do proprietário e lista de peças ilustrada


A despedida do mês de Agosto é feita em língua inglesa, com um manual do proprietário e lista de peças ilustrada (Hodaka owners manual and illustrated parts list) relativa ao motor Hodaka 125 cc, produzido pela Hodaka Industrial Co., Ltd. com referência 039551.

Poderá parecer estranho divulgarmos um manual destes num blogue dedicado a veículos fabricados em Portugal, mas para os menos atentos, este motor equipou várias motos fabricadas em Portugal.

E tudo isto é resultado da iniciativa que a Forvel - Fábrica Portuguesa de Veículos, S.A.R.L., desenvolveu quando pretendeu fazer uma moto com 125 cc e teve dificuldade em obter motores para as suas motos.

A Hodaka até essa altura não vendia motores para Portugal, pelo que deste modo alargaou a representação dos produtos que fabrica e vendia a partir de Nagoya, no Japão.

O motor Hodaka de 125 cc foi usado na moto Forvel 125 cc, mas também em motos fabricadas pela Anfesa - empresa que comprou material da falida Forvel.
Na Anfesa alguns destes motores sofreram alterações, passando a ter mais cilindrada, como aconteceu na Anfesa RX 175 cc.

Este manual tem 20 páginas impressas a 1 só cor, sendo ilustrado com fotos e desenhos esquemáticos.
Não há índice no manual, mas nele são tratadas as diferentes partes do motor e com ele relacionadas.

Quem quiser adquirir uma versão digital deste manual, pode enviar-nos uma mensagem para o endereço de e-mail existente na lateral direita do ecrã pedindo mais informações.

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2018/03/07

Moto Vilar 125 cc com motor Villiers


O início da década de 50 do século passado pode ser apontado como um marco de mudança no mundo dos veículos de duas rodas em Portugal.

Foi nesta altura que surgiu uma indústria nacional de montagem de ciclomotores / motorizadas e motos, capaz de caminhar por si, apresentando diferentes produtos, para os mais variados fins.

A marca Vilar foi uma das que se destacou nesta altura, pois tinha uma ampla gama de cilindradas, recorrendo a diferentes motorizações.

Uma das mais conhecidas é o Cucciolo Ducati, mas também usou motores LutzZebraPirotta e os Pachancho - isto em cilindradas mais pequenas.

Para motorizações superiores a 50 cc (mais concretamente 98cc, 125cc e 225 cc - isto enquanto não se documentarem outras...), recorreu a motores de marca JAP e a motores de marca Villiers.

A motor Vilar 125 cc que hoje divulgamos está equipada com um motor Villiers, tendo dois escapes - um de cada lado da moto.

Tem roda 19 na frente (19 - 3.00) e na traseira tem a roda em falta, pelo que quem tiver esta peça (ou outras), bem como informações que ajudem a restaurar esta Vilar 125 cc, por favor deixe comentário.

Esta moto comprada recentemente por António Pereira (a quem agradecemos o envio das fotografias e de informações).

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2017/04/10

Moto Forvel 125 cc - XIV Automobilia Ibérica Moita (1/2)


Para além do ciclomotor Milo com motor Alma e da Casal K 175, também esta moto Forvel com 125 cc representava bem a indústria nacional de veículos de duas rodas com motor, na XIV Automobilia Ibérica da Moita.

Estava para venda no espaço de Jorge Simões na feira referida, juntamente com outras motorizadas nacionais e peças / acessórios para elas.

O motor que equipava esta moto de fabrico nacional era de marca Hodaka, fabricado no Japão, e que mais tarde também serviu para ser usado em algumas das motos da Anfesa.

Esta moto é do ano de 1979 e apresentava a patine e o desgaste do tempo, tendo ainda componentes como os piscas, com hastes cromadas.

Era possível encontrar a marca Mabor General nos pneus desta Forvel 125 cc, reforçando assim o toque nacional que ela tem.

Na frente, o guarda-lamas cromado era muito parecido com o usado noutra moto de 125 cc nacional, a EFS M 125, mas com algumas diferenças.

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2016/01/04

Moto de competição Casal Six Days com 125 cc


Participar numa prova de competição internacional é uma forma de se provar a qualidade do produto que se se fabrica / representa / vende e, ao mesmo tempo fazer-lhe publicidade.
Ainda há dias falávamos dos Portaro e UMM que foram ao ralie Paris Dakar, mas no mundo dos veículos de duas rodas com motor feitos em Portugal, também há vários casos de marcas que competiram junto das suas homólogas internacionais.
Uma das provas onde se pode mostrar o que se vale fora da estrada, é o I.S.D.E., abreviatura de International Six Days of Enduro (organizado pela F.I.M.). Esta prova começou em 1913, em Carlisle, no Reino Unido e manteve-se até à actualidade, ainda que sofrendo mudanças em relação aos moldes e localização.
A Casal foi uma das marcas nacionais que preparou uma moto de 125 cc para enduro / "fora de estrada" com o objectivo de participar nesta prova. A fotografia que acompanha este texto é relativa a esse exemplar, pelo que tem a denominação "Casal Six Days" no depósito de combustível. O escape sobressai nesta moto, pois foi colocado entre a zona do eixo da roda de trás e o selim, pelo que tem duas grelhas de protecção. Como seria de esperar os pneus têm piso cardado e a pintura em vermelho, preto e pormenores a amarelo ajudam a complementar o aspecto desportivo da moto.
Mais tarde, no ano de 1989, também a Macal participou nesta prova com uma Macal de 80 cc. Em 1999 a AJP também participou nesta prova de competição, onde com a sua AJP Galp 50 conseguiu o feito de ter sido a primeira moto com motor de 50 cc do mundo a terminar os seis dias de prova de Enduro.
Fotografia cedida por Ricardo Moreira do blogue da Famel (obrigado + uma vez!)

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2020/02/27

Moto EFS M125 - Exposição Bicicleta Motorizada


Na lista das motos com motores de 125 cc fabricadas em Portugal consta a EFS M125, modelo que muitos desconhecem ter existido e que outros confundem com uma normal motorizada de 50 cc da EFS.

Esta situação resulta do facto de as linhas do depósito de combustível serem muito parecidas com o da motorizada EFS GT, que tinha na parte lateral um elemento cromado.

É um modelo de finais de anos 70 e no caso da que vemos nas imagens é de 1978.
Este é mais um dos veículos antigos que integra a exposição Bicicleta Motorizada, no Centro de Artes de Águeda.

A moto EFS M 125 estava equipada com motor Puch com 125 cc, com 4 velocidades e tinha um escape com uma forma a lembrar a saída de um motor a jacto.

A escolha desta marca para o motor resulta do facto de a EFS ter a representação desta marca em Portugal.

Por esse motivo vemos várias EFS com motores Puch, especialmente nas montagens de 50 cc. Sendo uma marca com prestígio internacional, a EFS colocava o emblema da Puch nas tampas da caixa onde está o filtro de ar.

E falando de marcas prestigiadas, os amortecedores eram da Betor.

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2019/06/26

Moto Forvel 125 cc - 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019


As motos de fabrico nacional com motores de 125 cc vão aparecendo em exposições e à venda, de forma regular, em diferentes locais.

Nas imagens podemos ver uma moto Forvel modelo 125, com motor Hodaka, fabricado no Japão, com 125 cc.

De acordo com as informações recolhidas, esta moto Forvel 125 era do ano de 1979.

E o antigo proprietário vivia na zona da Amadora, pelo que se adivinha que tenha sido uma moto usada em deslocações na zona e, eventualmente, até à capital - Lisboa.

Com um motor desta cilindrada, tal não seria difícil.
A suspensão da roda da frente era da marca Betor, fabricada em Espanha.

Na traseira podíamos ver que a suspensão era feita com recurso a amortecedores de marca Tabor, tal como se podia ler no autocolante "Tabor - Moto Blindado", que ainda estava colado neste componente.

Esta moto Forvel 125 esteve para venda na 27.ª Automobilia de Aveiro / 2019, tendo sido vendida ainda durante o evento.

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2013/06/12

EFS M 125 motor Puch de 125 cc em Alcongosta


No último fim-se-semana decorreu em Alcongosta a Festa da Cereja.
Como há sempre uma cereja no cimo do bolo, a deslocação ao evento contou com a contemplação de uma EFS M 125 com motor de 125 cc e um pouco de conversa com o dono.

É um exemplar de 1978 que se encontra em estado original, pelo que aproveitámos para fotografar alguns aspectos mais específicos, ou que são diferentes de modelos iguais que temos visto.

Deste modo pretendemos ajudar quem precisa de comprar peças para esta moto antiga, ou que procura confirmar se é provável que determinada peça tenha sido usada pela fábrica E. F. Sucena e Filhos, L.da.

Os piscas, eram da SIM com plástico laranja, corpo e hastes em cromado.

O guarda-corrente tinha o emblema da EFS gravado, como acontece em muitas outras peças desta moto clássica de fabrico nacional.

A suspensão da frente era da espanhola Betor, pelo que os autocolantes com esta marca estão coladas na lateral da suspensão, junto do eixo da roda. Mais em cima, está um autocolante com o emblema da EFS.

O farolim era diferente dos que temos visto até à data, no entanto parecia que sempre lá tinha estado...

Agradeço ao proprietário pela simpatia e pela disponibilidade em deixar fotografar a EFS M125 para constar neste blogue!

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